Rise Online: O Retorno do Jogador Lendário - Capítulo 828
- Home
- Rise Online: O Retorno do Jogador Lendário
- Capítulo 828 - 828 Trinco de números 828 Trinco de números A taverna caiu em
828: Trinco de números 828: Trinco de números A taverna caiu em completo silêncio quando as primeiras cartas foram distribuídas.
Kaizen, com sua postura confiante, fitava os outros dois jogadores ao redor da mesa. Os elfos negros e anões mantinham expressões sérias, mas um brilho de excitação reluzia em seus olhos.
Valthorn foi o primeiro a examinar suas cartas. Ele esboçou um sorriso astuto enquanto calculava mentalmente as possibilidades. “Muito bem, estranho. Vamos ver o que você tem a oferecer.”
Kaizen, por sua vez, também estudava suas próprias cartas com um olhar impassível. Por outro lado, Talfor, o anão, mostrava clara frustração.
A primeira rodada começou com olhares cautelosos. Os jogadores trocavam olhares intensos enquanto decidiam com quem desafiariam para uma troca de cartas. Kaizen, escolhendo mentalmente Valthorn como seu primeiro oponente, disse:
“Elfo…”
Valthorn, com um sorriso sutil, mostrou sua mão de seis cartas, todas viradas para baixo para Kaizen, e o estranho escolheu uma de sua própria mão para negociar em troca. A tensão no ambiente aumentou à medida que as cartas passavam de mão em mão, cada jogador tentando discernir as intenções do outro.
De volta à mesa, Valthorn descartou uma carta e a colocou sobre a mesa, parecendo confiante. “Sua vez, estranho. Mostre-nos o que você tem.”
O estranho, Kaizen, estudou a mão de cartas diante dele com uma expressão inescrutável. Seus olhos, profundos e misteriosos, viajavam lentamente por cada carta, avaliando as possibilidades estratégicas. Valthorn observava atentamente, com um leve ar de confiança em sua postura elfa. Talfor, o anão, coçava sua barba cinzenta enquanto acompanhava a troca de cartas com uma expressão de suspeita persistente.
Com calma deliberada, Kaizen selecionou uma carta de sua mão e a entregou a Valthorn, que por sua vez passou uma carta de sua própria mão. A troca foi feita, e as cartas mudaram de dono, cada jogador tentando discernir o que o outro estava escondendo.
A primeira rodada continuou com atmosfera tensa. Os jogadores pegavam, perdiam e trocavam cartas, cada movimento cuidadosamente considerado. Os olhos dos elfos negros nunca deixavam a Espada Noturna sobre a mesa, enquanto o anão Talfor, mesmo envolvido no jogo, não conseguia ignorar completamente a aura sombria que emanava da arma.
A estratégia de Valthorn começou a se desenrolar quando ele viu que estava quase formando um trio, e quando finalmente o fez, ele os colocou triunfantemente sobre a mesa. A expressão confiante em seu rosto aumentou enquanto ele olhava para Kaizen, desafiando-o silenciosamente a superar essa jogada. No entanto, Kaizen se manteve impassível, revelando uma mão de cartas que indicava um trio com uma sequência numérica.
“Vejo que você tem alguma astúcia em você, estranho”, comentou Valthorn, com um sorriso sutil brincando em seus lábios.
Kaizen respondeu com um aceno, “E o jogo acabou de começar, elfo.”
A tensão na taverna cresceu à medida que os jogadores avançavam para a segunda rodada com o estranho vencendo. Desta vez, foi Talfor quem escolheu seu oponente primeiro para a troca de cartas. Com um olhar temeroso para Valthorn, ele apontou para uma de suas cartas, desafiando-o silenciosamente.
Valthorn clicou a língua em irritação, mas as cartas foram trocadas.
A segunda rodada atingiu seu clímax quando Valthorn declarou novamente uma trinca. Ele sorriu confiantemente, aguardando a reação de Kaizen. No entanto, o estranho não se abalou. Ele revelou uma combinação de cartas que, embora não fosse uma trinca, ainda era uma boa sequência
A taverna estava em silêncio, todos os olhos fixos na mesa de cartas naquele instante, e Talfor então mostrou suas cartas, duas trincas e todas as cartas em sequência. Esta era a melhor jogada e combinação possível, o que garantia sua vitória.
Valthorn foi o único sem nenhum ponto, o que significava que ele precisava vencer a próxima rodada para se igualar aos outros, para que pudessem ir para uma prorrogação.
Na terceira rodada, o jogo alcançou seu clímax. Talfor, o anão, estava determinado a vencer. Ele escolheu Kaizen como seu oponente para a troca de cartas, já que Kaizen era a maior ameaça à sua vitória no momento, e os dois jogadores trocaram um olhar intenso. As cartas trocaram de mãos, os movimentos calculados como uma dança de astúcia e estratégia.
O elfo Valthorn, ainda sem pontos, estudou suas cartas com uma expressão séria. Seus olhos astutos buscavam a oportunidade para uma reviravolta surpreendente. Enquanto isso, a Espada Noturna se destacava imponentemente sobre a mesa, lançando uma sombra enigmática sobre o jogo.
Finalmente veio a vez de Kaizen, e ele escolheu Valthorn como seu oponente. À medida que a rodada prosseguia, as expressões dos jogadores refletiam a complexidade do jogo.
Talfor, o anão, sabia que precisava manter sua liderança para assegurar sua vitória. Ele escolheu Kaizen como seu oponente novamente, determinado a desmontar qualquer estratégia que o estranho pudesse ter. A troca de cartas aconteceu rapidamente, e a tensão atingiu seu ápice enquanto os jogadores esperavam para ver quem sairia vitorioso.
A rodada continuou com jogadas ousadas, cada jogador tentando superar o outro. Valthorn, agora no placar, ganhou confiança, enquanto Kaizen mantinha sua aura enigmática. As cartas dançavam entre as mãos dos jogadores, criando uma sinfonia de estratégias e reviravoltas inesperadas.
A terceira rodada continuou com uma série de reviravoltas secretas. Cada jogador estava determinado a superar o outro, e a estratégia se desenrolava em uma dança de cartas. O público na taverna estava completamente envolvido nesse espetáculo de habilidade e astúcia.
A disputa culminou em um clímax eletrizante quando Kaizen finalmente revelou seu último movimento. Com um sorriso sutil, ele colocou uma sequência de cartas na mesa, formando não apenas uma trinca, mas uma sequência novamente.
Talfor, frustrado, colocou as cartas na mesa com a face para cima, mostrando que ele não havia conseguido vencer, por mais que tivesse focado em atrapalhar Kaizen.
Valthorn levantou a cabeça, olhou para seus oponentes e, por um momento, pareceu como se ele tivesse vencido, pois um sorriso surgiu no canto de sua boca, mas sua expressão satisfatória rapidamente se transformou em frustração. Ele se levantou, jogou as cartas na mesa, sacou sua espada e apontou para Kaizen.
“Você trapaceou! Eu sei disso! Ah, eu sei disso! Você e o anão combinaram tudo!”