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Rise Online: O Retorno do Jogador Lendário - Capítulo 827

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827: Proposta & Jogo 827: Proposta & Jogo “Por que deveríamos confiar em você?” Valthorn, o líder daquela guarnição reunida, perguntou ao forasteiro.

“Porque eu posso escolher poupar vocês quando for matar o seu senhor.” Kaizen declarou, olhando sério.

“Bastardo!!!” Um dos elfos sacou sua espada da bainha e a balançou na direção de Kaizen. “Não fale do senhor com sua boca suja!!!”

No entanto, assim como no momento antes, o elfo parou subitamente a centímetros de tocar em Kaizen.

“Eu juro que se mais algum de vocês tentar me atacar, os cérebros de todos vocês explodirão em seus crânios e escorrerão pelas suas orelhas.”

Os olhos dos elfos negros brilharam de raiva com a declaração de Kaizen, mas ninguém mais agiu. Ao contrário, os outros elfos negros recuaram, temendo a morte. Ficou claro que Kaizen era poderoso, muito poderoso. A atmosfera na taverna ficou tensa, como se o menor movimento pudesse desencadear uma explosão.

“Você ousa ameaçar o Senhor em seu próprio domínio? Você está se metendo em assuntos que não lhe dizem respeito, forasteiro!” Volthorn praguejou, com a mão cerrada ao redor do cabo da espada que repousava ao lado da grande cadeira em que estava sentado.

Kaizen permaneceu impassível. Colocou uma mão na caneca sobre o balcão. “Eu não estou ameaçando ninguém, apenas fui honesto. É por isso que quero participar deste jogo. A escolha é de vocês.”

Os elfos negros trocaram olhares hostis, mas a estranha energia que os havia impedido de tocar em Kaizen ainda pairava no ar, frustrando qualquer tentativa de ação direta contra ele. Valthorn, embora cético, percebeu que o forasteiro possuía uma habilidade incomum e decidiu aceitar a proposta, mesmo que significasse manter seus homens vivos.

“Está bem, estranho. Se deseja participar, assim seja. Mas não é justo que todos nós estejamos oferecendo algo a você e você ofereça nada além de ameaças,” alertou Valthorn e olhou para o anão sentado ao seu lado.

O anão Talfor, que tinha assistido em silêncio até então, resmungou antes de ceder ao olhar ameaçador de Valthorn e concordar. “Se é um jogo justo que você quer, você precisa oferecer algo, viajante.”

Kaizen contemplou por um momento o pedido do anão e do líder da guarnição reunida. Um sorriso sutil apareceu em seus lábios antes dele se levantar da cadeira, revelando uma presença ainda mais imponente. Com um simples movimento, ele materializou no ar uma magnífica espada adornada com runas sinistras e uma lâmina negra como a meia-noite. A espada exalava uma aura de perversa escuridão, envolvendo a taverna em um ar pesado.

Os olhos dos elfos negros se estreitaram, e o anão Talfor engoliu em seco, sentindo o peso do poder contido naquela arma.

Valthorn, mesmo diante de seu ceticismo, não pôde deixar de se sentir imediatamente fascinado.

“Esta é a Espada Noturna,” anunciou Kaizen, colocando-a sobre a mesa. “Uma arma que carrega a alma de um demônio e um espírito maligno. É capaz de conceder poderes sombrios àqueles que a empunham, mas não se enganem, é também uma força que consome a alma e pode consumir o portador.”

A tensão na taverna aumentou, atraindo toda a atenção para a espada em questão.

“Estou disposto a colocar esta arma como aposta. Ela pertencerá a um de vocês se vencerem o jogo que eu proponho.”

Valthorn olhou para a Espada Noturna, sentindo-se atraído pelo poder que emanava dela.

“Isto é o suficiente para vocês?” Kaizen perguntou, observando as expressões dos elfos negros e do anão.

Talfor coçou sua barba grisalha, ponderando a oferta. Como um velho ferreiro, ele poderia dizer apenas olhando o quão poderosa essa espada era, nunca tinha visto nada igual. Finalmente, ele concordou com um aceno relutante, pois se ele pudesse colocar as mãos nela, nem mesmo Valthorn teria chance contra ela, enquanto alguns elfos murmuravam entre si.

“Está bem, estranho. Aceitamos sua oferta,” declarou Valthorn, se aprumando na cadeira. “Mas que tipo de jogo você propõe?”

Kaizen sorriu, satisfeito com a aceitação. “Não será um simples jogo de dados como vocês propuseram para o respeitável anão. Eu proponho algo mais desafiador, um teste de habilidade e astúcia. Algo que separará os fracos dos fortes.”

Valthorn franziu a testa, mas assentiu, curioso. “Continue…”

Kaizen olhou ao redor da taverna antes de se aproximar da mesa. Ele tirou um baralho de seu inventário e começou a embaralhá-los habilmente. “Será um jogo de cartas, mas não um jogo de cartas qualquer. Um desafio de blefe e estratégia. O vencedor levará a Espada Noturna como prêmio e todos os suprimentos. Não há empate, apenas três rodadas para decidir. Se empatarmos com uma rodada vencida cada, teremos uma quarta rodada para declarar o vencedor, mas duvido que cheguemos tão longe.”

Os elfos negros e os anões se entreolharam. O ar cheio de tensão estava agora se voltando para a antecipação.

“Muito bem, mas, jovem, explique o jogo. Qual é o ponto?” perguntou Talfor.

Kaizen sorriu, contente por ter captado a atenção de todos na taverna. “O jogo que estou propondo chama-se… Triad, vamos chamá-lo assim. É um jogo de cartas que exige astúcia, estratégia e, acima de tudo, a capacidade de ler os outros. Cada jogador recebe uma mão de cartas e o objetivo é formar trincas de cartas do mesmo naipe ou valor. Para isso, vocês podem cada um escolher um oponente para trocar uma carta que não querem da sua mão com uma carta aleatória da mão deles, assim podem formar as trincas. No entanto, as trincas não podem ser declaradas abertamente; vocês têm que blefar e enganar seus oponentes para esconder suas verdadeiras intenções.”

Talfor coçou sua barba grisalha, mostrando sua curiosidade misturada com um toque de suspeita. Os elfos negros, embora ainda franzindo a testa, concordaram, entendendo o jogo proposto por Kaizen
O forasteiro distribuiu as cartas com a habilidade de um jogador experiente, enquanto os jogadores tentavam pensar em estratégias para ganhar o jogo.

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