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Rise Online: O Retorno do Jogador Lendário - Capítulo 823

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  3. Capítulo 823 - 823 Servos do Senhor 823 Servos do Senhor A rota que os
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823: Servos do Senhor 823: Servos do Senhor A rota que os servos do senhor tomavam quando deixavam o palácio na montanha era mais simples do que Kaizen imaginava. Como precisavam coletar impostos, a caravana descia da montanha pela manhã e coletava impostos e serviços das outras aldeias, seguindo também um caminho pré-definido para não se perderem no nevoeiro congelante.

No entanto, havia dois grandes problemas com esse plano de atacar os servos do senhor. O primeiro problema era que a data da chegada dos servos era um mistério, uma grande dúvida, não havia datas exatas, pois eles sempre apareciam de repente. E o segundo problema era a ideia de interceptar a caravana. Como eles não conheciam a área, era difícil emboscá-los, pois poderiam estar em desvantagem.

Esses dois problemas juntos formavam um ainda maior, então a escolha mais sábia era esperar. Em um jogo cujo ciclo diário era extremamente semelhante ao do mundo real, esperar dias ou até semanas para completar uma missão era arriscado, mas Kaizen sabia que o tempo neste jogo tendia a ser muito preciso.

As horas se arrastavam lentamente enquanto eles esperavam, envolvidos na bolha mágica que Alina mantinha habilmente. O calor dentro da esfera contrastava com o frio cortante lá fora. Logo, tudo começou a escurecer, indicando que a noite estava se aproximando rapidamente. As luzes laranjas da aldeia se acenderam e a neve, agora iluminada, brilhava como um mar de diamantes enquanto os ventos sussurravam nos ouvidos de todos.

Finalmente, o silêncio foi quebrado pelo som distante de gritos e o ranger de carruagens.

“Vamos! Vamos! Mais rápido!”

Os servos do senhor se aproximaram, anunciando sua presença com seus gritos para que as montarias fossem mais rápidas.

A aldeia, anteriormente mergulhada em uma quietude que só era interrompida pelo bater de martelos em bigornas, agora estava agitada pela chegada repentina dos homens, e o medo que dominava os anões era tal que, enquanto alguns começavam a correr para organizar as entregas, outros corriam para tentar terminar as entregas a tempo.

Os vagões dos soldados eram puxados por felinos negros imponentes, cujos olhos brilhavam com uma luz avermelhada sinistra. Essas criaturas eram Shaccar, animais com pelos grossos e geralmente dentes afiados, mas esses aparentemente tinham seus dentes cerrados para facilitar a dominação por humanos.

Os servos usavam capas escuras que esvoaçavam ao vento gelado, e o tilintar de suas armaduras ecoava como uma sinfonia sombria na noite.

À frente do grupo estava Valthorn, o elfo negro de aparência cruel, liderando a caravana na frente. Ele montava um Shaccar grande e forte, que deixava rastros profundos na neve por onde passava. Os lábios de Valthorn curvaram-se em um sorriso sarcástico enquanto observava os anões se reunindo no centro da aldeia, hesitantes diante da presença opressora dos servos.

“Ahhh, esta é a aldeia daquele anão Talfor. Sempre um espetáculo patético,” murmurou Valthorn, e então gritou para seus subordinados: “Vamos, antes que a tempestade fique mais forte!”

Quando o tenente chegou, seu Shaccar escorregou na neve e rugiu alto, assustando os anões, que recuaram. Valthorn começou a circular sua montaria enquanto ria e esperava os outros chegarem.

Assim que a caravana chegou, o tenente ordenou que seus servos começassem a coletar o tributo, e os anões se alinharam para começar a entregá-lo. Com eficiência gélida, os capangas se espalharam pela aldeia, batendo nas portas dos armazéns e exigindo contribuições sob ameaça. No entanto, ao contrário do que Kaizen esperava, os anões não eram apenas coagidos a realizar trabalho forçado, eles tinham que entregar sacos de grãos que haviam sido cuidadosamente cultivados em estufas, barris de cerveja e, claro, o trabalho árduo dos anões.

Jayaa observava isso com uma raiva contida, seus punhos cerrados enquanto testemunhava a humilhação imposta aos anões.

Alina, por sua parte, mantinha uma expressão séria, seus olhos brilhando com a promessa de justiça que estava por vir. No entanto, Kaizen os impedia de agir antes da hora certa.

Valthorn, percebendo o desconforto dos anões, desceu do Shaccar e se aproximou de um grupo deles, seus olhos fixos em um anão idoso que tremia em sua presença.

“O que temos aqui? Um velho enrugado que se recusa a entregar o que deve?” provocou Valthorn, enquanto seus olhos vigilantes notavam que esse anão mais velho era o único que até agora não tinha dado nada. “Você deveria ser grato por não termos arrancado mais do que sua mísera contribuição.”

O anão, sua barba branca tremendo, engoliu antes de responder. “Tudo que eu tenho é para sustentar minha família, senhor. Minha filha está doente e meu neto é apenas um bebê. Vocês nos deixam apenas o suficiente para sobreviver.”

Valthorn riu, um som desagradável que cortava o ar gelado. “Sobreviver é um luxo que você mal merece. O senhor exige tributo, e estamos aqui para garantir que ele o receba, então suas desculpas não significam nada para mim. Já foi atacado por Gigantes de Gelo?”

O silêncio permeava o centro da aldeia, e ninguém ousava dizer uma palavra.

“É isso! Claro que vocês nunca foram atacados, porque são protegidos por nós! Agora, como você pode se recusar a pagar o que nos deve?”

A voz de Valthorn ecoava pela aldeia, carregando consigo uma ameaça sutil e gelada. Seus olhos, afiados como adagas, varreram o rosto do anão idoso, e um sorriso malévolo brincou em seus lábios pálidos.

O anão idoso à sua frente, com mãos trêmulas, segurava firmemente um saco de grãos, tão pequeno quanto uma bota, também sua única contribuição para evitar a ira dos servos do senhor. Valthorn, impaciente com a aparente insolência do anão, estendeu a mão para pegar o saco, mas o anão não lho entregou, obviamente com medo.

“Você ousa desafiar a vontade do senhor?” Valthorn vociferou, uma faísca de fúria acendendo em seu tom que tentava soar calmo. “Talvez devêssemos ensinar uma lição a você e aos outros homens desobedientes. Kragar!” O elfo negro encarou seu subordinado, um soldado robusto segurando uma longa lança. “Traga-me a cabeça deste anão insolente!”

Kragar, com um sorriso cínico, que era a única coisa que aparecia em seu capacete além de seus olhos, aproximou-se do grupo de anões e todos recuaram, deixando apenas o anão idoso na frente. A lança brilhava à luz fraca da aldeia. A multidão assistia com corações apertados, mas não podiam fazer nada contra as forças do senhor.

O anão idoso manteve a cabeça baixa, mas ainda persistia, mesmo enquanto a lança de Kragar pairava sobre sua cabeça. Foi nesse momento tenso que a voz profunda de um anão mais velho ecoou, cortando o silêncio como uma flecha.

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