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Rise Online: O Retorno do Jogador Lendário - Capítulo 815

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  3. Capítulo 815 - 815 Maria 815 Maria Você conhece os perigos que traz ao
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815: Maria 815: Maria “Você conhece os perigos que traz ao permitir que tais seres entrem em nosso domínio e usem nosso conhecimento com tamanha liberdade?” Maria, uma Anciã, perguntou a Varian com um tom indignado.

O Ancião de cabelos loiros respirou fundo para se acalmar, levantou os olhos e disse:
“Senhora, o conhecimento não tem fronteiras, tampouco preconceitos.” ele respondeu, sua voz ecoando com determinação tranquila. “Os caminhos que levam à verdade são tortuosos e muitas vezes escuros. O fato de eu estar ajudando você não traz desordem a Olaynore, muito pelo contrário. Kaizen, Jayaa e Alina estão procurando respostas e em troca de uma busca pacífica eu ofereço as respostas que podemos dar. Caso contrário, como você sabe, eles tentariam consegui-las de qualquer jeito.”

Os olhos de Maria se arregalaram quando ouviu os nomes de Vorian. Ela passou o olhar pelos três indivíduos de pé ao lado dele, analisando cada um, e então seus olhos foram capturados pelo olhar intenso de um deles, o de cabelos negros, ombros largos e olhos escuros. Sem dúvidas, era Kaizen.

“Então, você é o famoso Psyker… Corajoso da sua parte invadir Olaynore pela segunda vez. Você não teme as consequências? Sua presença é um ultraje para nós!” Ela deu um passo à frente e seu cajado brilhou com ainda mais intensidade do que antes.

Kaizen permaneceu sério. “Ultrajante é alguém como você me ameaçar.”

“Alguém como eu?” Ela soou insultada.

“Sim, afinal, você é mais fraca que meu amigo Vorian aqui. Afinal, ao contrário dele, você não percebeu a extensão da minha verdadeira força.” respondeu Kaizen.

O silêncio pairou como uma névoa densa sobre a sala enquanto Maria e Kaizen se encaravam. A tensão era palpável no ar, como a eletricidade estática antes de uma tempestade iminente.

Os outros na sala, Jayaa, Vorian e Alina, assistiam em silêncio, seus olhares alternando entre Maria e Kaizen, cientes do poder latente que pulsava entre eles. Vorian, o Ancião, ficou imóvel, seus olhos revelando uma mistura de preocupação e curiosidade com o confronto prestes a acontecer.

Kaizen, com sua postura firme e confiante, não vacilou diante da expressão indignada de Maria. Seus olhos fundos pareciam conter mistérios antigos, como se cada olhar fosse capaz de desvendar segredos escondidos nas profundezas do universo. Ele era o Psyker, não era qualquer um. Sua expressão era serena, mas carregava consigo uma aura de determinação e poder, como se estivesse pronto para enfrentar qualquer adversidade que surgisse em seu caminho.

Enquanto Maria empunhava seu cajado com determinação, preparada para defender os interesses de Olaynore, Kaizen se mantinha ereto, imerso em uma aura que começava a pulsar e crescer ao seu redor. Uma energia misteriosa e poderosa emanava de sua figura imponente, envolvendo-o em uma espécie de brilho etéreo. Seus olhos, tão profundos quanto a escuridão de um abismo, brilhavam com uma intensidade que sugeria a existência de um poder incontrolável.

Maria desviou o olhar por um momento, incapaz de suportar a imensidão do que estava testemunhando. Kaizen, com um sorriso sutil, entendeu o medo que começava a penetrar o coração da Anciã. Seu poder não era apenas físico; era uma força que transcendia os limites do tangível, penetrando na essência da existência paranormal.

“Você julga a força pela aparência externa, Anciã Maria, mas é a essência que realmente define o poder,” declarou Kaizen, sua voz ecoando como um sussurro profundo que reverberava no salão.

Enquanto ele falava, a aura ao seu redor começava a dançar com sutis cores de ouro e lilás.

Maria, incapaz de desviar o olhar por muito tempo, viu padrões de esferas etéreas se formando na atmosfera ao redor de Kaizen, como se ele estivesse entrelaçado com o próprio tecido do universo.

Os espectadores, incluindo Jayaa e Alina, assistiam maravilhados enquanto o espetáculo de poder se desenrolava diante deles. Os olhos de Jayaa brilhavam com genuína fascinação, enquanto Alina, com sua intuição aguçada, percebia que Kaizen estava acessando algo além da compreensão comum.

Num gesto delicado, Kaizen levantou a mão, e a aura ao seu redor respondeu obediente, aumentando significativamente de uma só vez e todo o ar na sala pareceu sair repentinamente, quase levando Maria a se ajoelhar.

Maria, agora completamente envolvida por essa demonstração de poder, sentiu-se diminuída pela vastidão do poder desconhecido do Psyker. Seu cajado, antes brilhante e ameaçador, parecia murchar diante da grandiosidade de Kaizen. Ela tentou manter sua postura, mas suas mãos tremiam sutilmente.

“O-que você está fazendo?” Ela perguntou, sua voz perdendo parte da firmeza anterior.

Kaizen não respondeu verbalmente. Em vez disso, estendeu a mão em direção a Maria, e a aura intensificou-se, envolvendo-a de maneira delicada mas inescapável. Maria sentiu a gravidade pressionar sua espinha, uma sensação de total opressão.

“Isso não é uma ameaça, mas um lembrete de que você não deve ameaçar o que desconhece,” explicou Kaizen, sua voz ressoando suavemente na mente de Maria.

Maria, surpresa pela demonstração de poder de Kaizen, deu instintivamente um passo para trás, seu cajado tremendo levemente em suas mãos e sendo usado para sustentar sua postura ereta. Seus olhos, antes cheios de confiança e determinação, agora refletiam uma mistura de admiração e reverência diante da magnitude do que estava testemunhando.

“Você… você é verdadeiramente poderoso,” murmurou Maria, sua voz carregada de reverência e respeito.

Kaizen permaneceu impassível, sua aura pulsando com uma intensidade que parecia transcender a própria realidade. Ele não precisava de palavras para afirmar seu domínio sobre aquele espaço; sua presença era suficiente para deixar clara a abrangência de sua força e determinação.

Vorian observava a cena com uma mistura de fascínio e apreensão. Ele havia visto muitas coisas em sua longa vida como Ancião, mas nada comparado à manifestação do poder de Kaizen. Era como se o próprio tecido da realidade se curvasse diante da vontade inquebrantável do Psyker.

“Você vê agora, Anciã Maria, que meu poder é tão vasto quanto os próprios céus,” disse Kaizen, sua voz ecoando com uma autoridade que não admitia contestação. “Eu não sou seu inimigo, mas um aliado que você deveria valorizar.”

Maria acenou lentamente, reconhecendo a verdade nas palavras de Kaizen. Ela sabia que, apesar das diferenças que os separavam, ele estava falando a verdade porque, com tanto poder, se quisesse, poderia destruir a Floresta dos Esquecidos, a Cidade das Lágrimas e grande parte da Cidadela dos Magos. De alguma forma, ele agora era dezenas de vezes mais forte do que haviam lhe contado antes.

Com um gesto solene, ela baixou seu cajado, um sinal de rendição perante o poder inegável de Kaizen. Seus olhos se encontraram com os dele em um silencioso vínculo de compreensão mútua, cada um reconhecendo a força e o propósito que existia no coração do outro.

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