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Rise Online: O Retorno do Jogador Lendário - Capítulo 809

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  3. Capítulo 809 - 809 Réplica 809 Réplica Kaizen observava a estátua de Maelora
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809: Réplica 809: Réplica Kaizen observava a estátua de Maelora com reverência silenciosa. A grandiosidade do Ancião esculpido em pedra parecia emanar uma presença majestosa, como se estivesse à espreita de intrusos aventureiros nos corredores proibidos.

Alina e Jayaa, escondidas atrás dos ombros de Kaizen, olhavam com surpresa para esta estátua, que de fato parecia emanar grandiosidade.

Mais ainda, os arredores estavam mais solenes e tranquilos do que tinham estado, com apenas o sussurro sutil do vento ecoando nos corredores. Era como se a Cidadela dos Magos em si estivesse vazia, ou apenas observando os eventos se desenrolarem.

Kaizen sentia uma crescente pressão em seus ombros, o peso da responsabilidade aumentando a cada passo.

“É aqui,” sussurrou Alina. “O corredor secreto para a biblioteca deve estar logo atrás dela, como indicado no mapa.” Ela apontou para a estátua com o queixo.

Kaizen concordou e dirigiu-se à estátua, examinando cada detalhe. Ele sentia como se estivesse sendo avaliado pela própria Maelora, cujos olhos pareciam seguir seus movimentos. Ao tocar na base da estátua, uma estranha sensação percorreu seu corpo. Com firme pressão, Kaizen descobriu um botão oculto na base da estátua. Apertou-o, e uma suave vibração ecoou pelo salão. Lentamente, a estátua de Maelora começou a mover-se, revelando uma passagem secreta atrás dela.

Alina lançou um olhar entusiasmado para Kaizen e juntos eles entraram no corredor secreto, deixando para trás a imponente estátua que agora retornava à sua posição original, como se nunca tivesse se movido.

O corredor era estreito, iluminado apenas por uma luz mágica tênue. O ar tinha um cheiro peculiar, uma mistura de poeira e areia. Conforme avançavam, Kaizen notou inscrições mágicas nas paredes, pulsando com uma energia antiga à medida que caminhavam.

“Estamos no caminho certo.” murmurou Alina, seus olhos amarelos brilhando com confiança. “A biblioteca deve estar próxima.”

Kaizen concordou e eles avançaram cautelosamente pelo sinuoso corredor. À medida que Kaizen, Jayaa e Alina avançavam pelo estreito corredor secreto, o ambiente ao redor deles parecia adquirir uma densidade mágica única. A luz mágica fraca que iluminava o caminho tornava-se mais intensa à medida que se aproximavam da biblioteca, revelando antigas inscrições rúnicas nas paredes que pulsavam em um suave brilho azulado.

O chão sob seus pés inclinava-se ligeiramente, levando-os mais fundo para dentro da Cidadela dos Magos. Cada passo ecoava no corredor silencioso, ampliando o som em um sussurro quase sobrenatural. Kaizen, movido por uma mistura de nervosismo e determinação, liderava o grupo com confiança, mantendo os olhos atentos a qualquer sinal de perigo.

Finalmente eles chegaram ao fim do corredor, onde havia uma grande porta de madeira.

A porta de madeira era imponente, coberta por uma grande escultura que, vista à distância, podia-se perceber ser um grande círculo mágico. Kaizen olhou para Alina em busca de confirmação antes de pressionar a maçaneta fria. Com um suave rangido, a porta abriu para revelar a vastidão da biblioteca escondida.

Um aroma enigmático de pergaminhos antigos, pó mágico e sabedoria milenar envolveu o grupo ao entrarem no santuário do conhecimento. Prateleiras intermináveis sustentavam livros encadernados em couro, pergaminhos amarelados e artefatos mágicos esquecidos pelo tempo. Uma luz etérea suave de globos mágicos flutuantes iluminava o espaço com tonalidades douradas e azuis.

Os olhos de Jayaa brilhavam de emoção enquanto ele examinava as estantes de livros que se estendiam até onde os olhos podiam ver.

Kaizen caminhava pelo corredor principal, onde um tapete mágico ilustrava a história da criação do mundo pelos Magos Anciãos, em silêncio. No entanto, Alina tinha parado na porta e suas palavras fizeram-no congelar.

“Kaizen você sente como se já estivesse estado nesta biblioteca antes?” perguntou Alina com os olhos arregalados.

Ela confirmou sua impressão. Esta biblioteca na qual acabaram de chegar era, com algumas diferenças, uma réplica da Biblioteca dos Magos que Alina havia protegido desde a infância. A semelhança com a biblioteca original era impressionante, e Kaizen sentiu uma profunda conexão com este lugar, como se estivesse retornando a um lar há muito perdido.

“Sim, e isso me dá uma sensação muito estranha.” respondeu Kaizen.

“É como se os Anciãos tivessem recriado a biblioteca original aqui,” comentou Alina, sua voz cheia de maravilhamento e admiração. “Mas por que fariam isso?”

Kaizen contemplou a questão enquanto caminhava devagar pelo corredor principal, passando os dedos pelas lombadas dos livros antigos.

“Alina, quando a biblioteca original foi levada pelo seu pai, talvez os Anciões decidiram recriá-la aqui à semelhança da outra?” sugeriu Kaizen, examinando uma prateleira de tomos mágicos. “É possível que esconder este fato fosse uma medida de segurança para proteger os segredos contidos aqui.”

Alina assentiu, concordando com a teoria. Jayaa, entretanto, estava fascinada por um globo mágico flutuante que exibia mapas astrais sempre em mudança.

“Este lugar é incrível,” murmurou Jayaa, seus olhos fixos na dança celestial retratada no globo. “A biblioteca da Alina não tem essas coisas flutuantes, tem?”

“Não, esses globos são receptores de mana e eram usados no passado para recipientes de mana. Quando uma pessoa tem mana em excesso para controlar, geralmente deposita um pouco dela nesses globos para que possa ter mais controle sobre o resto. Isso funciona até um certo nível, após o qual se torna inútil.”

Com a explicação de Alina sobre os globos mágicos, Jayaa tornou-se ainda mais curiosa sobre a grandiosidade e complexidade da biblioteca escondida. Seus olhos brilhavam intensamente, refletindo as luzes douradas e azuis que dançavam ao redor dos globos flutuantes.

Alina então seguiu Kaizen pelo corredor principal, seus passos ecoando suavemente pelo chão de pedra polido. Em cada detalhe deste lugar, ela tinha uma leve sensação de reconhecimento. Cada prateleira, cada livro, continha segredos e histórias que haviam se perdido há muito tempo para o resto do mundo e que hoje talvez apenas Alina, além dos Anciões, conhecia. Ela sentia a energia pulsante da magia permeando o ar, como se a biblioteca em si estivesse viva e respirasse sob seus pés.

De repente, um suave murmúrio ecoou pelo corredor, e Kaizen olhou para cima, procurando a fonte dessa voz que parecia ecoar de todos os cantos da biblioteca. Era como uma voz alta e melódica, entoando uma melodia.

Alina segurou a mão dele, sentindo a tensão no ar. “Você ouviu isso?” sussurrou Alina, sua voz cheia de emoção e incerteza.

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