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Rise Online: O Retorno do Jogador Lendário - Capítulo 201

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201: NPCs Desaparecidos 201: NPCs Desaparecidos Após matar a Fera de Caronte, o Corrilary, a mente de Kaizen estava completamente preenchida com perguntas. No entanto, Klank não parecia ter as respostas, e o Psyker não tinha como respondê-las no meio da floresta, então decidiu focar na missão atual.

Desde que a carruagem capotou perto da estrada, Yokoso e Rismar Ferris estavam desaparecidos. O rastro que levou Kaizen e Klank até o córrego, e consequentemente ao encontro com o Corrilary, sem dúvida pertencia a Yokoso ou Rismar, mas a questão agora era onde eles poderiam estar. 
Para dificultar mais a missão dos dois jogadores, infelizmente, graças à onda de gelo criada pelo Limbo Nevado, toda a área do córrego estava coberta por uma camada de gelo e neve. 
Ignorando a chuva, que estava ficando cada vez mais fraca, Klank inclinou-se, pôs a mão no gelo e perguntou:
“Não tem como você absorver todo o gelo com sua espada super-fodona? Como você fez na luta contra Taznaar. Talvez as pegadas de quem estamos procurando ainda estejam aqui embaixo, sabe? Como fósseis depois da era do gelo.” 
Psyker negou com a cabeça enquanto tirava uma batata de seu inventário para usar para recuperar seus HP. 
“Há um limite para quanto frio eu posso absorver e liberar com aquela espada. Posso escolher usar meu mana como combustível para gerar mais frio, só não posso fazer o contrário. Além disso, duvido que alguma pegada tenha resistido à chuva de antes.”

O garoto de cabelos verdes colocou a mão direita no queixo e assentiu continuamente. “Então, o melhor plano que temos é desistir da missão ou procurar por eles nessa floresta inteira sem nenhuma pista?” ele perguntou, esperando que Kaizen de repente propusesse um plano milagroso.

“Sim!” Kaizen respondeu com um sorriso.

Inevitavelmente, Klank suspirou. “Bem, se não há nada a fazer, vamos vasculhar a floresta… Enquanto isso, nem pense em se afastar muito de mim, eu só luto com coisas que posso ver!”

Recompensando a determinação dos dois jogadores para terminar a missão, ambos foram surpreendidos quando uma pequena criatura surgiu atrás da perna de Kaizen.

[Hellround foi invocado]. 
Kaizen ouviu a mensagem ressoar em sua cabeça e nem se surpreendeu. Nas semanas que havia passado praticando na forja e indo à Biblioteca dos Magos, isso havia acontecido algumas vezes. Principalmente quando Kaizen estava comendo algo, o pequeno Hellround aparecia para incomodá-lo e pedir um pouco.

“Au!” O pequeno cão latiu, como de costume, para pedir comida a Kaizen.

Kaizen olhou para o cachorro com desconforto, porque o animal só comia e não fazia mais nada de notável quando invocado. Só de olhar para esta pequena criatura, Kaizen já se lembrava da decepção que sentiu quando viu que a invocação de Hellround que conquistou não era nada como os grandes cães lendários. Ainda assim, o Psyker tinha a esperança de que o filhotinho um dia crescesse, então se via obrigado a alimentá-lo vez após outra.

“Que hora oportuna você escolheu para aparecer…” Kaizen disse sarcasticamente enquanto se ajoelhava para se aproximar do animal.

Os olhos do Hellround brilhavam só de ver o pedaço de batata assada na mão de seu mestre.

“Calma, fica tranquilo… Agora, senta. Bom garoto.” 
“K-kaizen? O que é aquilo? Um monstro?” Klank perguntou, chocado.

Sem dar muita importância, Kaizen respondeu enquanto partia sua batata para dar um pedaço ao Hellround:
“É uma invocação.”

Nesse momento, o rosto de Klank mudou de surpresa para incredulidade. 
‘Ele nem hesitou em responder, então… é verdade? Não, claro que é verdade. Esse é o Kaizen… E ele nem disse isso se gabando do que tem. Ele não sabe como é raro e caro uma invocação? Ou será tão rico e poderoso que não liga para essas coisas? Não seria surpreendente… Ah, como esperado do Kaizen, ele é incrível mesmo!’
“Ei, para de me olhar assim.” Kaizen disse a Klank. “Tá com fome também? Hunf! Toma, pega uma batata você mesmo.” Ele abriu seu inventário, pegou uma batata cozida e a entregou a Klank, que não teve escolha a não ser aceitar.

Enquanto Kaizen, Klank e o Hellround comiam um pouco da batata, Klank olhava para a cena e ria por dentro. Afinal, quando acordou pela manhã em sua cama e olhou para o horizonte do arranha-céu mais alto de Boston, não imaginava que depois estaria comendo uma batata no meio de uma floresta parcialmente coberta de gelo.

“Um… Tive uma ideia!” Klank disse com a boca cheia de batata, o que o fez engasgar por causa da secura da batata, mas foi o suficiente para ele bater no próprio peito duas vezes para conseguir engolir. “Cof! Cof!… Que tal usarmos essa sua invocação para rastrear os NPCs?”

“Não sei se isso parece uma boa ideia. Aquele idiota geralmente não é muito cooperativo.”

No mesmo instante, o Hellround, que estava feliz comendo sua batata, ouviu o Psyker chamá-lo de idiota e sentiu uma teimosia que nunca havia sentido antes. Ele precisava provar que seu mestre estava errado. Então o Hellround estufou o peito, olhou para a floresta e seus olhos brilharam na cor do fogo. Antes de partir, porém, voltou sua atenção para a batata, engoliu-a de um gole só e então começou a correr.

Klank viu o Hellround correndo para dentro da floresta à esquerda, apontou com o queixo para o animal e disse a Kaizen: 
“Ou ele ficou ofendido com o que você disse agora e está tentando fugir de você, ou ele está correndo atrás de quem estamos procurando.”

“Fugir ele não vai conseguir não, eu vou alimentar esse cachorro até ele crescer e eu conseguir pelo menos um bom casaco de pele!” afirmou Kaizen, começando a correr atrás do Hellround, que ouviu isso e começou a correr ainda mais.

Conforme o animal entrava na floresta, ficava mais difícil encontrá-lo, mas quando Kaizen finalmente o encontrou, teve uma surpresa, o Hellround de fato conseguiu rastrear Yokoso e Resmir. 
Os dois NPCs estavam se abrigando da chuva juntos dentro de uma pequena caverna. 
A pequena invocação estava latindo sem parar para Yokoso, que não tinha certeza de como reagir, pois não conseguia distinguir se aquele pequeno animal era um cachorro de rua, um monstro ou um animal selvagem. Ainda assim, ele e seu avô pareciam ter apenas alguns arranhões do acidente com a carruagem.

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