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Rise Online: O Retorno do Jogador Lendário - Capítulo 197

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  3. Capítulo 197 - 197 Desvio 197 Desvio ... Estamos descartando esta região
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197: Desvio 197: Desvio “… Estamos descartando esta região porque há uma fera sanguinária que vive por aqui e não sabemos o que poderia ser.” 
Foram as últimas palavras que Narghull disse a Kaizen, antes dos dois seguirem caminhos separados, deixando o jogador um pouco pensativo.

Será que a fera mencionada pelo líder dos cavaleiros dragão poderia estar conectada com a queda de HP de Klank? Kaizen não queria imaginar que esse fosse o caso, porque na melhor das hipóteses, Klank poderia simplesmente ter sido jogado para fora da carruagem por Yokoso também e perdido mais vida ao cair em alta velocidade.

Kaizen ficou pensando sobre tudo isso enquanto caminhava com passos rápidos para o extremo norte da floresta, o local onde a carruagem dos Ferris deveria passar em breve. 
Desta vez, ele não sentia mais aquela estranha sensação de estar sendo observado, nem ouvia mais nenhum respiro na floresta. Tudo estava calmo e nada mais o perturbou pelo resto do caminho.

Quando Kaizen finalmente terminou de atravessar todas as matas fechadas, ele chegou quase sem estamina à estrada de terra solitária. 
O fogo na mão direita do Psíquico e a luz da lua iluminavam juntos aquela estrada deserta. 
Kaizen esperou silenciosamente por alguns segundos, ansiando ouvir o som dos cascos dos cavalos correndo pela estrada ou o barulho das grossas rodas de madeira da carruagem. Mas ainda estava muito quieto, e ele só podia ouvir o canto das cigarras agarradas aos troncos das árvores.

Neste ponto, Kaizen decidiu saltar para a estrada para tentar verificar de perto as marcas de rodas e as impressões de ferraduras. Obviamente, ele nem precisou se esforçar muito para encontrar algumas dessas marcas, mas nenhuma delas parecia tão recente quanto se fossem de apenas alguns minutos atrás. O solo sob essas marcas estava duro, e se fossem recentes provavelmente ainda estaria um pouco macio e as marcas mais proeminentes. 
Justo quando Kaizen estava prestes a concluir que a carruagem dos Ferris ainda não havia passado por ali, ele teve uma surpresa. À medida que voltava pela estrada um pouco mais, ele encontrou marcas de rodas que eram muito mais novas do que qualquer outra. Pisando sobre essas marcas, ele sentiu que a terra ainda estava macia. No entanto, havia um problema com isso. 
“As marcas dessas rodas não seguem a estrada. Houve uma nítida mudança para a direita.” Kaizen concluiu e levantou seu braço direito, melhor iluminando o trecho para onde as marcas das rodas levavam.

Na irregularidade entre a estrada e a floresta, havia marcas óbvias de que uma carruagem havia passado por ali e entrado com força na floresta. Além da terra amassada, havia galhos caídos, pegadas em desalinho, folhas caídas, lasquinhas de madeira avermelhadas, e sangue por todo o local.

“Um acidente…?” Kaizen pensou. 
O Psíquico sabia que era muita coincidência que outra carruagem tivesse capotado há muito pouco tempo na mesma estrada por onde a carruagem dos Ferris deveria passar, e ele ainda não havia esquecido que Klank havia perdido alguns HP. Então, tudo isso levou Kaizen a não ter dúvidas de que se seguisse as marcas das rodas e dos cascos certamente encontraria seu parceiro de missão ao final de tudo.

Seguindo as pegadas, Kaizen entrou na floresta e começou a caminhar em um ritmo lento e silencioso. A luz da lua o ajudava a ver um pouco melhor, mas ainda era difícil enxergar qualquer coisa claramente por causa das árvores. Então o Psíquico continuou a usar o fogo em sua mão direita para iluminar o caminho, embora isso mostrasse ao inimigo onde ele estava.

O caminho ficava cada vez mais íngreme e, em um determinado ponto, com muitas pedras e uma queda acentuada, Kaizen pensou na possibilidade de que a carruagem tivesse caído daquele local. 
À medida que se aproximava, Kaizen percebeu que logo perto da queda, todos os rastros da carruagem haviam desaparecido. Então ele se abaixou um pouco para tentar ver algo no fundo do precipício. 
Seu fogo iluminou muitas pedras lá embaixo, depois uma grande roda de carruagem que estava solta entre as pedras, e finalmente alguns panos de roupa branca.

‘O velho estava usando algum tipo de jaleco branco, não estava?’
Persistindo em usar o fogo para ver abaixo, Kaizen finalmente avistou a destruída carruagem dos Ferris e, em torno dela, muito sangue.

O Psíquico colocou a mão sobre os olhos, não acreditando no que estava vendo e tentando enxergar melhor. Olhando para a cena, Kaizen inconscientemente soltou um palavrão.

“Merda… O que aconteceu aqui?”

Após alguns momentos de silêncio, Kaizen se levantou e dirigiu-se para o local onde a carruagem havia se acidentado. O Psíquico não sabia o que esperar encontrar, e com alguma apreensão, caminhou cuidadosamente.

Mas ao chegar no local, superficialmente, Kaizen não encontrou nada de especial além dos destroços da carruagem e dos dois cavalos que a puxavam. Com alguma facilidade, ele levantou uma das portas da carruagem virada, que estava trancada por dentro, e ficou aliviado ao encontrar Klank lá dentro. 
No mesmo instante, Klank acordou, ainda um pouco confuso.

“O quê… Onde eu estou?”

“A carruagem saiu da estrada. Vem cá, me dá a sua mão. Vou te ajudar a sair daqui.” Kaizen disse, sorrindo de alívio. Além disso, a expressão confusa de Klank era engraçada, de certa forma.

Klank aceitou a ajuda de Kaizen, ainda sem entender bem o que havia acontecido, e saltou para fora da carruagem. Quando o jogador da Classe Feral-Crocodilo viu a desagradável vista dos cadáveres dos cavalos, esfolados e com os pescoços quebrados pela queda, ele franzia toda a sua face de nojo.

“É sério… O que aconteceu aqui?” Klank perguntou, desviando o olhar da cena.

O Psíquico estava aproveitando aquele momento para vasculhar os destroços da carruagem e respondeu:
“Eu também não sei, bem, me diz… Qual é a última coisa de que você se lembra?”

“Como assim? Você que estava no assento da frente…. Espera, você está saqueando a carruagem da missão num momento desses?!” Descontente com o que estava vendo, Klank perguntou.

Crouching down, Agachando-se, Kaizen virou levemente o pescoço para responder. “A carruagem está destruída, eles não vão reclamar. Olha, achei um baú!”

As pálpebras de Klank tremiam sob estresse. ‘Sinceramente, ele tem nervos de aço ou o quê?’ Ele pensou embora já fosse um grande fã de Kaizen, era inevitável se surpreender que o Psíquico não estivesse nem um pouco tenso com a situação. 
“Olha, tem alguns itens bons aqui.” Kaizen disse, pegando tudo que estava dentro do baú.

[Você ganhou ‘Frasco de Poção Vazio’ (2x).]
[Você ganhou ‘Relógio de Bolso Antigo’ (1x).]
[Você ganhou ‘Pedaço de Pergaminho com Runas’ (1x).]
Klank olhou para tudo aquilo, não acreditando no que via. “Você realmente acha que deveríamos pegar todas essas coisas?”

Kaizen olhou para Klank novamente, depois para os destroços da carruagem, e disse, “Se sentirem falta aqui, eu devolvo, mas eles não estão aqui, então eu nem sei se estão vivos.”

As palavras do Psíquico finalmente fizeram Klank se lembrar que estava conversando com o velho cientista Rismar pouco antes de tudo escurecer.

Kaizen percebeu apenas olhando para a expressão pensativa de Klank que ele estava lentamente se lembrando das coisas, então revelou:
“Há alguns minutos, logo depois que entramos nesta região, Yokoso e eu vimos um cervo na estrada. Eu me levantei para espantar o cervo, mas por algum motivo, aquele maldito mordomo me chutou para fora da carruagem. E quanto a você? Você se lembra do que aconteceu?”

A notícia de Kaizen surpreendeu Klank e pareceu fazer com que ele finalmente se lembrasse do que aconteceu. 
“Então foi isso! Maldito seja, Yokoso… Eu não esperava que isso pudesse acontecer, mas considerando a dificuldade da missão, não é inacreditável. Pouco antes de tudo escurecer, eu estava conversando com o cientista Rismar como de costume, e de repente vi sua barra de vida cair. Fiquei confuso e chamei seu nome, só para ouvir Yokoso respondendo com um tom estranho.”

“O que ele disse?” 
“Eu perguntei onde você estava e se tinha acontecido alguma coisa, e ele respondeu de um jeito estranho, como se fosse normal usar você como isca para que pudéssemos passar pela região sem problemas.”

“Isca? Isca para quê?” 
“Essa é a parte onde tudo fica confuso. Eu não me lembro… Sei que algo bateu na carruagem e segundos depois, Yokoso gritou de medo, a carruagem começou a balançar muito, e depois disso, tudo que me lembro é que bati a cabeça em uma das paredes. Seja lá o que foi que nos atacou, acho que o velho conseguiu escapar, não vejo ele por aqui também, assim como Yokoso.”

Kaizen ficava cada vez mais tenso enquanto ouvia Klank contar toda a história. “Acho que sei do que Yokoso tinha tanto medo.”

Klank franzia a testa. “O quê?”

“É uma história longa demais para contar tudo, mas tive que atravessar parte da floresta para tentar chegar até você a tempo, e no caminho encontrei um homem, e ele me disse que nesta região há uma fera atroz.”

“Uma fera?”

“Sim, e se algo grande colidiu com vocês a ponto de fazer vocês saírem da estrada de maneira tão truculenta, não há dúvida de que é uma fera de alto nível,” Kaizen disse seriamente.

Quando os dois jogadores perceberam que, pela primeira vez desde que começaram a jogar Rise Online, eles haviam se tornado a presa de alguma criatura poderosa, eles também notaram quão insignificantes eram no meio da escuridão daquela floresta. Não importava o quanto gritassem por ajuda, eles estavam cortados de quaisquer outros jogadores. 
A floresta, que parecia tão vasta, tornou-se pequena e limitada apenas ao pequeno espaço que seus olhos podiam ver. 
Tudo o mais era escuridão, e seu predador poderia estar à espreita em algum lugar.

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