REJEITADA PELO MEU EX, LEVADA PELO CHEFE DELE - Capítulo 336
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336: HORA DE DEVOLVER 2 336: HORA DE DEVOLVER 2 O sorriso de Anna não vacilou. Se alguma coisa, tornou-se mais suave, mais sábio, como se as palavras de Ava fossem nada mais que uma brisa ao vento. As modelos que uma vez admiravam Anna, agora estavam presas no turbilhão do discurso de Ava. Elas olhavam entre as duas mulheres, incertas sobre o que acreditar. Para elas, Ava estava fazendo sentido. Noah Declan era o rosto público da Eclipse, o homem que todos associavam ao seu sucesso. Quem era Anna, realmente, para se colocar diante delas, reivindicando um poder que parecia legitimamente dele?
O apresentador, percebendo a crescente hostilidade, deu um passo à frente. Sua voz cortou a tensão como uma lâmina. “Tenha cuidado com as acusações que faz, Ava…”
Mas Ava, agora embriagada pela própria bravata, não recuou. “De que devo ter medo? A garota de companhia glorificada, Anna Sui?” ela zombou, com os olhos cintilando em arrogância. “O que você vai fazer, Anna? Queremos o Senhor Declan aqui. Se ele não é o que está no comando, então esta exibição está cancelada.”
“E quem é você para dizer isso?” o apresentador perguntou, sua voz estável, mas firme.
As modelos se mexeram inquietas. O desafio de Ava tinha ganhado vida própria, mas as palavras do anunciante as lembravam de algo mais profundo, algo mais poderoso que jazia por baixo da superfície desse espetáculo.
Todo mundo dentro da empresa sabia a verdade. Noah Declan poderia ter sido o rosto público da Eclipse, o homem que a mídia elogiava como seu dono, mas o verdadeiro poder por trás do trono era de Anna. Ela detinha a maioria das ações, a autoridade máxima dentro da empresa, e tinha sido ela que, silenciosamente, manipulava os fios da ascensão meteórica da Eclipse. Anna era a mente por trás das cenas, aquela em quem Noah confiava para gerir a empresa como se fosse sua. Porque, na verdade, era.
Anna tinha se provado para Noah repetidas vezes. A Eclipse não era apenas um negócio para ela; era seu campo de provas. Noah deixou o mundo acreditar que ele estava no controle, mas na realidade, era Anna quem estava moldando o futuro, guiando o seu sucesso. Noah tinha preparado este palco para ela, para testá-la, para ver se ela poderia aguentar a pressão, o escrutínio, o peso de correr um império. E ela tinha aguentado.
Anna, ainda composta, ainda sorrindo, deu um passo à frente. Seus olhos nunca deixaram os de Ava, mas agora havia algo frio em seu olhar, algo que mandou um arrepio pelo ambiente.
“Você acha que sabe de tudo, não é, Ava?” Anna disse suavemente, sua voz se propagando facilmente pelo ambiente, embora estivesse pouco mais alta que um sussurro. “Você acha que entende como esta empresa funciona. Quem a possui. Quem a comanda.”
O sorriso de Ava vacilou, mas apenas por um segundo. Ela abriu a boca para responder, mas Anna levantou a mão, silenciando-a sem esforço.
“Você não sabe,” Anna continuou, seu tom agora incisivo. “Você não tem ideia do que é necessário para construir algo assim. Você não sabe quem eu sou, ou o que eu fiz. Você é apenas uma garota invejosa agarrando-se às próprias inseguranças.”
As modelos, antes compelidas pela ousadia de Ava, agora observavam Anna com olhos arregalados, sentindo a mudança no poder. A expressão presunçosa de Ava desmoronou, substituída pela incerteza. Pela primeira vez, o medo que ela tanto tentou impor a Anna começou a se infiltrar em seu próprio coração.
“Deixe-me deixar algo claro,” Anna disse, sua voz crescendo em força. “Noah Declan pode ter sido o rosto da Eclipse, mas eu sou sua fundação. E você, Ava…”
She smiled, cold and dangerous.
“…você é apenas mais um nome em um mar de rostos que eu irei esquecer pelo fim do dia.”
—
O ambiente caiu em um silêncio quase ensurdecedor, a tensão espessa no ar. Era como se as próprias paredes estivessem contendo a respiração, aguardando o próximo movimento de Anna. Pela primeira vez, a fachada composta de Anna estava rachando, mas não da forma que alguém esperava. Seu comportamento calmo permanecia, mas por baixo da superfície, uma tempestade silenciosa se formava.
Tinha havido inúmeras notícias falsas e acusações sobre ela, e Anna tinha deixado passar várias vezes, ignorando os sussurros e olhares enviesados. Ela nunca tinha sentido a necessidade de se defender; a verdade era algo que ela sempre guardou para si, deixando os outros acreditarem no que quisessem.
Mas esta noite, algo estalou.
A voz de Ava a tinha levado ao limite. Não era apenas o veneno no tom de Ava — era a maneira como ela espalhava suas mentiras tão confiantemente, como se ela estivesse lá, como se ela tivesse testemunhado as coisas que estava acusando Anna. A arrogância, a amargura, a pura crueldade nas palavras de Ava tinham cortado profundamente.
Anna estava lá, seu olhar fixo em Ava, e pela primeira vez, havia algo frio e perigoso em seus olhos que enviava um arrepio pelo ambiente. As modelos, antes ansiosas para se aliar a Ava, agora estavam paralisadas, sentindo a mudança de poder.
“Ava,” Anna começou, sua voz baixa e constante, mas havia uma borda afiada nela que não estava lá antes, “eu deixei muitas coisas passarem ao longo dos anos. Pessoas como você, espalhando boatos, criando suas próprias histórias sobre mim porque você não suporta a ideia de que eu possa ter algo que você não tem.”
O sorriso presunçoso de Ava vacilou, sua confiança abalada enquanto as palavras de Anna cortavam-na como uma lâmina. Ela abriu a boca para responder, mas nenhuma palavra saiu.
“Você fala de mim como se me conhecesse,” Anna continuou, sua voz crescendo ligeiramente. “Como se você tivesse me visto naqueles momentos que você está tão ansiosa para pintar com suas mentiras. Mas você não viu, Ava. Você não sabe nada sobre mim ou a vida que eu vivi.”
O ambiente permaneceu imóvel, as modelos penduradas em cada palavra. Ninguém nunca tinha visto Anna assim, e parecia que eles estavam presenciando um lado dela que havia sido escondido por muito tempo.
“Você acha que espalhar boatos sobre mim te torna poderosa?” Anna perguntou, com os olhos se estreitando. “Você acha que me desmerecer com mentiras fará você subir mais alto? Que de alguma forma mudará a maneira como as coisas são?”