REJEITADA PELO MEU EX, LEVADA PELO CHEFE DELE - Capítulo 186
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186: AÇÃO MORTAL 3 186: AÇÃO MORTAL 3 “O QUE DIABOS VOCÊ FEZ COM DUSCENTOS MILHÕES?” General Sui rosnou, sua voz ecoando pelo cômodo. Fúria ardia em seus olhos enquanto ele falava com sua filha. “Você achou que eu não descobriria? Distribuir dinheiro para quê?”
Ele havia incumbido seu assistente, Alfred, de trazer os registros das transações financeiras dos últimos dois meses, e os resultados eram alarmantes. Meio bilhão havia sido gasto no que ele considerava coisas frívolas e desnecessárias. Nari e sua mãe, Kate, haviam esgotado suas contas com gastos imprudentes.
“Para Nari. O que mais eu usaria?” Kate respondeu com desdém.
O general cerrava os dentes com o tom despreocupado dela. Quando Kate, outrora sua filha mais responsável, havia se tornado tão irresponsável? Desde que adotara Nari, ela raramente havia visitado seu escritório. Seus dias eram consumidos em farra de gastos extravagantes.
A ação de Noah hoje tinha sido um alerta, revelando quão próximos estavam da ruína financeira se Kate continuasse seu gasto descontrolado. A ideia da falência o assustava até os ossos, e o general percebeu que tinha de tomar medidas drásticas para prevenir sua queda.
Se ele não fizesse, a queda seria fatal. Ele não havia trabalhado arduamente por anos para ser arruinado nesse ponto da sua vida por causa de sua filha tola. Ele tinha que parar isso.
“Você e essa sua filha notória estão cortadas de toda utilização financeira pelos próximos três meses. Sua mesada foi reduzida para apenas 10%,” o general declarou, sua voz firme.
Os olhos de Kate se arregalaram em choque. Elas já estavam lutando com os 70% que ele anteriormente lhes havia concedido, e agora isso fora reduzido a meros dez. Ela tremia de raiva, a humilhação ardendo por dentro dela. Isso era inaceitável. Ela não poderia aceitar isso, e ela não aceitaria.
“O que isso significa, Pai?” Kate exigiu.
“Até que você trabalhe como todo pai responsável, você não receberá um centavo meu,” o general disse.
“Você NÃO pode fazer isso, você tem mais do que dinheiro suficiente para ser gasto ainda escolhe ser mesquinho com ele.” Kate se levantou de onde estava sentada. Estava cansada do general decidir sua vida, ela não aguentava mais. A vergonha, a dor era demais para aguentar.
“Eu já fiz.” O general disse, virando-se para caminhar antes que ela pudesse responder a ele.
Cega por raiva e frustração, Kate agarrou a pesada caixa de joias que Nari lhe havia dado de presente e seguiu atrás dele. Ela não poderia deixar que ele arruinasse sua vida com suas decisões severas. Com a mente nublada pela fúria, ela agiu impulsivamente.
“Pai!” Quando ela se aproximou do general, ela balançou a caixa e o atingiu forte na cabeça. O general colapsou no chão, inconsciente.
Por um momento, o quarto ficou em silêncio enquanto a realização a atingia, e então Bean entrou em cena com algumas empregadas. Todos olhavam para Kate e o general com os olhos arregalados.
Sangue começou a jorrar da cabeça do general, manchando os pisos brancos.
“General!” Bean chamou, correndo para o lado do homem mais velho. Ele não sabia o que fazer, ele acabara de ver sua madame matar seu pai.
“Apenas leve-o para seu quarto. É óbvio que ele não vai sobreviver à noite,” Kate gritou para eles. “E eu não quero que isso saia dessa mansão. Quem ousar me desafiar…” Kate pausou para encará-los. “Especialmente você, Bean,” ela disse e começou a se afastar.
Bean e as empregadas carregaram o general para seu quarto, suas roupas encharcadas com seu sangue. Bean não tinha ideia do que fazer. Ele sabia que se não fizesse nada, seu chefe poderia morrer.
Ele correu para seu quarto e pegou seu telefone. Ele lembrou que Noah havia sido quem o empregou dizendo que ele deveria manter um olho na família. Mas desde sua última briga, Noah havia exigido que ele parasse de chamá-los para qualquer problema. Especialmente sua esposa, por causa da má forma como sua família a tratou.
Mas não havia nada que ele pudesse fazer. Anna era a única pessoa que poderia salvar seu avô agora. Bean encarou a tela, contemplando quem ligar. Se falasse algo, pagaria com sua vida. Bean estava assustado, sua madame havia se transformado em uma pessoa completamente diferente.
Ele discou o número da única pessoa que pensava poder ajudar… Anna.
Ele tentou chamar ela mas Anna não atendeu. Ele discou o número dela de novo e tentou chamá-la repetidamente mas só foi direcionado para a caixa postal.
Depois de tentar muitas vezes, ele finalmente mandou uma mensagem para Noah. Noah respondeu e disse que chegaria em breve. Noah perguntou sobre Kate mas Bean disse que ela havia saído para uma festa com Nari e que o general havia caído das escadas.
Kate e Nari logo deixaram a mansão para seu evento, deixando o homem velho para morrer na mansão. Eles resolveriam tudo quando terminassem e talvez acusassem as empregadas. Agora, não havia general para impedi-las de gastar como quisessem.
Com seu pai fora, Kate é a próxima na linha para herdar tudo, pois seu irmão estava morto. Ela sorriu.
Bean nunca poderia imaginar que uma família outrora pacífica um dia se tornaria algo que ele não conseguia explicar. Kate e Nari transformaram a mansão em um inferno vivo para elas mesmas e os trabalhadores.
A única coisa com a qual ambas mulheres se importavam era consigo mesmas e com gastar dinheiro.
Depois de alguns minutos Noah chegou com um homem alto com uma maleta nas mãos. O homem que Bean assumiu ser médico. Ele apenas esperava que seu mestre não estivesse morto ainda e que algo pudesse ser feito a respeito pois já haviam passado duas horas desde o acidente.
Sua madame e sua filha gastaram uma hora e trinta minutos para se arrumar e ele teve que chamar Noah quando elas saíram.
“Bem-vindo mestre Noah.” Bean cumprimentou com uma reverência.
“O que aconteceu com o velho tolo?” Noah perguntou, olhando ao redor da mansão que parecia tão diferente da última vez que ele esteve aqui. Ele sabia que o maior erro do general foi permitir que Kate adotasse aquela ameaça em sua família, mas ele manteve para si. Nem todas as informações merecem ser faladas, especialmente para pessoas estúpidas.
Kate é uma tola cega. Seu ódio pela sobrinha definitivamente seria o fim dela. Noah tinha percebido desde o início, foi a razão pela qual ele fez tudo para manter sua esposa afastada deles. A mulher havia conseguido usar suas mãos para destruir sua família.
Quando Bean mandou mensagem para ele, ele ainda estava na limusine com sua esposa e Tia. Ele não quis dizer nada para ambas as mulheres, senão a festa seria arruinada para sua mãe. A última coisa que ele queria era ver sua esposa triste por causa de um homem que não a valorizava em primeiro lugar.
“H… Ele se envolveu em um acidente mestre. Acho que sua condição está bem crítica.” Bean mentiu protegendo sua vida e a de sua madame. Ele não levou sua ameaça tão na brincadeira, ele sabia que ela o mataria
“Onde ele está agora?” O outro homem que veio com Noah perguntou imediatamente e Bean o levou ao quarto do General.
Se não significasse tanto para sua esposa, Noah não teria vindo aqui salvar ninguém…