REJEITADA PELO MEU EX, LEVADA PELO CHEFE DELE - Capítulo 150
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- Capítulo 150 - 150 IRA 3 150 IRA 3 Estou aqui por Anna Sui. O general Sui
150: IRA 3 150: IRA 3 “Estou aqui por Anna Sui.” O general Sui disse calmamente.
“Sinto muito senhor, mas não há nenhuma Anna Sui em nosso hospital.” A recepcionista disse.
“Como assim não há Anna Sui? Foi notícia em todo o lugar que minha neta foi trazida para cá.” O general franzia a testa.
“Quem é você para ela mesmo?” A recepcionista perguntou.
“Eu sou o avô dela e exijo ver minha neta.” General Sui elevou um pouco a voz, achando tudo que faziam suspeito. Onde eles poderiam ter a mantido? Ela estava bem?
“Sinto muito senhor, mas nenhum membro da família pode ver a senhorita Sui por enquanto.” A recepcionista disse se desculpando. Noah havia dado a eles ordens para não deixar ninguém ver Anna, nem mesmo os familiares.
Finalmente conseguiram afastar os repórteres afirmando que Anna Sui precisava de um pouco de espaço com a família. Embora dissessem que agora ela estava bem, todos ainda queriam vê-la falar para acreditar que ela estava realmente bem.
“Como assim nenhum membro da família pode vê-la, eu quero ver minha neta e exijo vê-la agora.” O general exigiu ficando impaciente.
“E onde está a minha nora, vocês não podem mantê-la longe de mim.” Ancião Vincent chegou quase que imediatamente. Ele só tinha ouvido a notícia de Evelyn essa noite enquanto ela conversava com Lionel. Sua família estava de luto, pois não apenas quase perderam Anna, mas também o neto. Anna estava grávida.
A família Shen matou seu primeiro neto e o que mais os frustrava era o fato de que eles não podiam ver Anna.
O rosto da recepcionista ficou vermelho de estresse enquanto ela lutava para manter a compostura. “Senhor, por favor entenda, são ordens estritas do Senhor Declan. Ele quer garantir a recuperação da senhorita Sui sem perturbações.”
“Não se preocupe, de qualquer forma eu estou indo embora. Não posso ficar no mesmo cômodo que um assassino.” O general bateu a bengala no chão enquanto a usava para apoiar seu movimento.
“Chamando a chaleira de preta. Você não tem direito de chamar as pessoas de nomes.” Vincent retrucou.
“Ehm por favor senhores, isso é um hospital e não precisamos de barulho. Há pacientes doentes aqui.” A recepcionista tentou o quanto pôde ser educada com eles.
“Pai.” A voz de Grace cortou o ar silencioso e o general se virou para olhá-la. “Você veio ver a Anna?” Grace perguntou com um pequeno sorriso se formando em seus lábios. Ela estava certa, seu avô ainda amava Anna mesmo tendo-a deserdado. Não é nada surpreendente, Anna costumava ser sua filha favorita de qualquer maneira.
“Eu vim para levá-la de volta para casa. Sua irmã foi trancada em uma cela, e aqui está você cuidando de alguém que não faz parte da família. Eu não estava brincando quando disse que não me importaria em deserdá-la também,” o general disse friamente, e o sorriso no rosto de Grace se desfez.
“Se você quisesse me ver, poderia facilmente ter ligado,” Grace retrucou, sua voz tremendo com raiva e tristeza.
“E de que adiantaria isso? Você voltaria para casa se eu ligasse?” A voz do general era cortante, repleta de frustração e decepção. Ele ainda amava sua filha Anna, mas ela precisava ser punida. Ele não a deixaria escapar impune mais.
“Anna sofreu um acidente, Pai. Ela perdeu o filho e quase a vida, e mesmo assim você não sente nada?” Os olhos de Grace se encheram de lágrimas, seu coração doía pela falta de empatia de seu pai.
A expressão do general endureceu. “Sua sobrinha se casou com um inimigo da família e engravidou dele, e você quer que eu comemore isso? É bom que ela tenha se livrado desse mal. Vamos esperar que ela finalmente volte ao juízo.”
O rosto de Grace corou de raiva. “Como você pode ser tão insensível? Anna é sua neta. Um erro não a faz menos uma Sui.”
“Ah faz sim, assim como faria com você também se eu não a ver no carro nos próximos cinco minutos.” Ele ameaçou e começou a se afastar.
“Não ouse falar sobre minha neta dessa maneira, Gabriel. Você devia se envergonhar, punindo sua neta pelos seus pecados. Espero que ela nunca te perdoe por isso, e vou garantir que isso aconteça,” Vincent disse, sua voz tremendo de fúria enquanto o general se afastava.
Gabriel Sui não podia acreditar que estava vendo Vincent naquela noite. Ele esperava que apenas Anna, Grace e Noah estivessem ali. O encontro com Vincent adicionou sal à ferida de uma noite já amarga.
“Onde ela está?” Vincent correu para o lado de Grace, sua preocupação evidente.
“Ela foi movida para um quarto diferente,” Grace respondeu enquanto eles começaram a se afastar do saguão. Ela estava profundamente ferida pelas ações de seu pai, e lhe doía se sentir impotente para mudar sua mentalidade.
“Ela está melhorando?” Vincent perguntou.
Grace assentiu, embora sua expressão permanecesse sombria. “Ela está estável por enquanto, embora ainda não tenha recuperado a consciência,” ela suspirou. “Os médicos estão fazendo tudo que podem, mas será um longo caminho para recuperação.”
Quando eles se aproximaram do novo quarto de Anna, eles puderam ver algumas empregadas saindo do quarto com bandejas de toalhas manchadas de sangue nas mãos. “A cirurgia dela começa amanhã, até agora disseram que ela não sofreu nenhum ferimento grave na cabeça. Ela tem alguns ossos quebrados que sararão rapidamente, mas é só isso.” Grace disse.
“A queda não afetou o útero dela?” Vincent perguntou.
“Eu duvido, mas um exame completo será feito amanhã. Vamos esperar que não haja nada desse tipo.” Grace tentava parecer forte mesmo sendo a pessoa mais fraca no prédio. Ela sabe que tem que ser forte por Anna. Elas já passaram por isso antes, mas quando ela era mais jovem.
Todo mundo pensou que ela morreria, mas Anna chocou a todos.
Quando as duas pessoas entraram, eles viram Noah sentado ao lado da esposa enquanto o médico falava com ele. “… Ela não sofreu ferimentos graves.” O médico disse com um sorriso.
“Quando você acha que ela vai acordar?” Noah perguntou.
“Quando ela estiver pronta. A qualquer dia a partir de agora, ela vai acordar novamente.”
“Obrigado.” Noah agradeceu ao homem.
“Eu deveria provavelmente ir agora.” Enquanto seus olhos seguiam o médico, eles caíram sobre seu avô e a tia da esposa que disse que queria sair para tomar um pouco de ar fresco já que ela não podia assistir eles trabalharem na sobrinha dela.
“Você deveria estar em casa, vovô.” Noah disse friamente enquanto olhava para o velho homem que encarava o neto. “Você acha que está todo crescido agora e pode lidar com tudo sozinho?” Ancião Vincent estalou a língua enquanto olhava para seu neto.
“Um homem tem que cuidar da sua família, você me ensinou isso.” Noah disse desdenhosamente pressionando os lábios nas mãos da esposa.
“Como ela está?” Vincent se aproximou da sua nora e quase chorou ao ver o estado dela, mas se conteve. Quem fez isso com sua linda nora? Quem se atreveu a machucá-la?
“Estável por enquanto. Ela teve sorte de não ter sofrido nenhum ferimento durante a queda. Ela deve acordar muito em breve.” Noah olhava para sua figura pálida. A pele de Anna ainda tinha manchas de sangue e ele sabia que ela precisava de um banho urgente.
“Vou chamar a enfermeira para preparar a água do banho para ela. Você deveria voltar para casa, vovô, não há mais muito o que ver ou fazer.” Noah disse enquanto saía.
“Nonsense Noah, eu vou ficar até minha nora acordar.” Vincent olhou severamente para seu neto tentando afastá-lo da garota. Ele amava Anna como uma filha, ele também estava igualmente ferido que ela tivesse sido machucada dessa forma.
“Você pode vê-la amanhã quando chegar, venha comigo, vamos levá-lo para casa.” Ele disse calmamente, mas o idoso era teimoso a respeito.
“Vem vovô, eu te levo para casa.” Noah disse e o velho homem o seguiu para fora. Não havia lugar lá dentro para ele dormir e mesmo que houvesse, o idoso provavelmente não conseguiria dormir no hospital. Por mais que ele o quisesse aqui, ele não queria que ele sofresse.
Ancião Vincent já corria o risco de contrair uma doença de acordo com o médico devido ao seu sistema imunológico fraco.
Quando os dois homens deixaram o quarto, “Você descobriu quem fez isso com ela?” Vincent perguntou ao neto deixando de lado a atuação do velho homem fraco. Uma coisa que ele nunca faria é deixar alguém brincar com sua família. Ele iria ao fim do mundo por eles.
Ele já sacrificou tanto por eles e faria novamente se precisasse.
“Todos eles estão cantando a mesma coisa. Eles são inocentes, e não há prova para dizer o contrário.” Noah deu de ombros.
“Então você vai deixar pra lá?” Vincent perguntou olhando para seu neto. Noah tinha pedido as imagens de segurança mas ainda não recebeu uma palavra dos homens que Paul contratou.
É óbvio que os Shen devem ter escondido a câmera, mas por quê?
Quem eles estão protegendo?
“Não.”