Reencarnado com os Poderes de Controle Mental em Outro Mundo. - Capítulo 224
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224: Capítulo-224 224: Capítulo-224 Tum-Tum
O som de passos correndo intensificou-se enquanto Anon tentava identificar a fonte. O barulho parecia desviar de uma direção para outra, deixando-o momentaneamente perplexo.
“Está vindo do norte… Não, é do leste… Não, continua mudando de direção. Como está se movendo tão rápido?” Anon refletia, sua mente acelerando enquanto tentava antecipar o próximo movimento.
“Mestre, a direção dos passos…” Mike olhou para Anon enquanto tentava dizer exatamente a mesma coisa.
“Eu sei. Apenas mantenha o olho no garoto,” Anon ordenou, sua voz firme e inabalável.
“Sim, Senhor,” Mike reconheceu, seus aguçados sentidos de vampiro alertas para qualquer sinal de perigo.
“Está se aproximando. Tenho que descobrir a localização. 70 metros à esquerda… 60 metros… 50 metros… 40 metros… 30 metros…” Um semblante intenso apareceu no rosto de Anon enquanto ele fechava os olhos e se concentrava no ambiente ao seu redor.
“Não é uma entidade só; estão vindo de todas as direções,” Anon percebeu de repente, seus instintos se aguçando.
“Acho que é hora de revelar meu poder supremo,” Anon disse, convocando uma coroa negra como breu de seu inventário e colocando-a em sua cabeça.
[A Coroa das Trevas foi equipada, aumentando consideravelmente todas as estatísticas psíquicas e efeitos.]
A coroa se abriu, emanando ondas imperceptíveis ao redor de Anon, sinalizando o imenso poder que lhe concedia.
“20 metros… 10 metros…”
“Gwaaaaaahhhhhh….” Quatro figuras massivas saltaram sobre Anon de lados diferentes, fechando o cerco com intenções maliciosas.
“Olá, filhos da puta, digam oi para o papai,” Anon zombou, ativando uma habilidade aprimorada a partir de suas experiências mais sombrias.
<Devastação Neural>
Uma onda letal de destruição neural irrompeu da cabeça de Anon, amplificada pela Coroa das Trevas. A onda de energia psíquica atingiu os gigantes com força bruta, abalando a própria essência de suas mentes.
Assim que a onda os atingiu, os behemoths desabaram no chão, mas surpreendentemente, eles não pereceram.
“Usei a Coroa das Trevas para fortalecer minha habilidade, e ainda assim esses bastardos sobreviveram,” Anon observou, um brilho feroz em seus olhos. Com ataques rápidos de suas foices, ele derrotou três deles, movendo-se com a precisão de um guerreiro experiente.
Depois, ele se virou para encarar o último gigante restante, ainda com a máscara cobrindo seu rosto. A curiosidade de Anon aumentou, e ele decidiu desmascarar a criatura para descobrir sua identidade.
Uma descoberta inquietante o aguardava enquanto ele tentava remover a máscara, apenas para descobrir que estava costurada no pescoço do homem.
“Que porra é essa?” Anon exclamou, rasgando a máscara com sua foice, sua mente lutando para compreender a monstruosidade diante dele.
Assim que a máscara foi removida, as características horripilantes do gigante humano foram expostas—sem olhos, sem nariz e com a boca repleta de dentes afiadíssimos. Peculiares orelhas similares às de morcego adornavam sua grotesca cabeça.
Anon decidiu explorar mais e abriu a boca da criatura, revelando fileiras de presas ameaçadoras que o faziam estremecer.
“Bem, bem, bem… uma quimera humana, hein? Isso é fascinante,” Anon comentou, embora sua fascinação estivesse tingida com um senso de temor diante da abominação sobrenatural diante dele. Determinado a prevenir qualquer dano adicional, ele acabou com o quarto gigante com um golpe rápido mas calculado.
“Mestre, ele está recuperando a consciência,” Mike alertou, gesticulando em direção ao jovem garoto vampiro.
“Bom. Tenho muitas perguntas para ele,” Anon disse, sua expressão séria e resoluta enquanto se aproximava da criança.
“Hmmm…? Isso é o céu?” o garoto perguntou sonolento, seus olhos ainda semicerrados.
“Infelizmente, não. Abra seus olhos, garoto,” Anon respondeu, sua voz firme, porém compassiva.
“Huh…? N-Não me toque, humano. Khhhaa,” o garoto sibilou, exibindo seus caninos para Anon para assustá-lo.
Tapa
Mike rapidamente deu um tapa na cabeça do garoto, impondo sua autoridade.
“Não seja mal-educado, garoto. Diga-me, quem é você?” Mike exigiu, os olhos vermelhos revelando sua natureza vampírica.
“Um vampiro…?” o garoto perguntou, confuso.
“Sim. Agora, quem é você, e o que você está fazendo aqui?” Mike pressionou, mostrando um nível de assertividade que apenas um vampiro experiente poderia demonstrar.
“Senhor, meu nome é Anjo. Eu, minha mãe, meu pai, e minha avó fomos sequestrados e trazidos para cá para experimentos,” o garoto explicou, sua voz tremendo de medo.
“Que tipo de experimentos?” Anon indagou, seus olhos se estreitando com suspeita.
“E-Eles arrancam nossas peles, tiram nosso sangue, e injetam em animais, transformando-os em diferentes monstros. Eles fazem um líquido com nosso sangue que, quando injetado em um monstro, o torna uma criatura morta-viva, apagando sua vontade e fazendo-o obedecer ao criador sem questionar. Eles os chamam de…”
“Zumbis,” Anon interrompeu, recorrendo ao seu conhecimento dos experimentos malignos conduzidos nesse laboratório distorcido.
A mente de Anon acelerava enquanto ele juntava as peças da verdade por trás da criação dos zumbis quimera—esses bastardos mutavam o sangue de vampiro, combinando-o com um agente dopante de mana negativa. Essa mistura sombria explicava por que os zumbis quimera eram formidáveis, porém efêmeros no campo de batalha.
“S-Sim. Eles me usam todo dia, e quando terminam, me penduram aqui nesse quarto. Meu pai está pendurado ali, mas se formos, os açougueiros saberão e nos matarão,” o garoto revelou, seu medo palpável.
“Você quer dizer aqueles bastardos mascarados?” Anon apontou para os gigantes sem vida espalhados pelo quarto.
“Huh…? Oh, merda. Você os matou, Humano?” o garoto perguntou, seus olhos se arregalando alarmados.
Tonk
Mike deu mais uma pancada na cabeça do garoto, mostrando uma mistura de irritação e preocupação.
“Ai, Tio, por que você continua me batendo?” o garoto reclamou, esfregando a cabeça.
“Não o chame de humano, imbecil. Ele é meu mestre. Se você disser isso de novo, eu vou bater mais forte,” Mike respondeu, sua aura vampírica enfatizando suas palavras.
“Não tem problema, Mike. Garoto, vamos buscar seu pai,” Anon disse, levantando-se com um brilho determinado em seu olho.
“Senhor, Humano, você pode salvar minha mãe e minha avó também?” o garoto implorou, uma luz de esperança brilhando em seus olhos jovens.
“Onde elas estão?” Anon perguntou.
“Elas estão no primeiro quarto à esquerda. É a vez delas para a experimentação,” o garoto respondeu, uma mistura de medo e esperança evidente em sua voz.
“Vamos buscar seu pai primeiro. Depois, pegaremos sua mãe,” Anon declarou com uma resoluta determinação.
‘Vamos ver o que esses bastardos doentios estão tramando.’