Reencarnado com os Poderes de Controle Mental em Outro Mundo. - Capítulo 202
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202: Capítulo-202 202: Capítulo-202 A testa de Grok franzia, sua mente absorvendo a gravidade da situação. “Então, é como um sobrecarregamento, mas muito mais potente?”
Frank assentiu solenemente, sua expressão preenchida com uma mistura de medo e determinação. “Não, Grok, é dez vezes mais poderoso que um sobrecarregamento humano. Isso empurra os corpos até os limites e cobra um preço alto.”
Quando a realização tomou conta de Grok, seu olhar se aguçou, determinação substituindo qualquer traço de dúvida. “Ele foi enviado aqui para matar Artur. Todo esse papel de comandante era uma armadilha, e nós caímos direto nela. Droga,” Grok rangeu os dentes, seu aperto se apertando em torno de sua arma.
O campo de batalha fervilhava com a intensidade do conflito contínuo, o choque do aço e o cheiro da morte pairando pesados no ar. No meio do caos, Artur, protegido por sua aura dourada, continuava sua carga valente no coração da horda de zumbis. Grok e Frank ficaram lado a lado, sua determinação gravada em seus rostos, prontos para enfrentar quaisquer horrores que os esperassem.
O destino do reino estava em jogo, e os heróis não parariam por nada para garantir que a luz prevalecesse sobre as trevas que avançavam.
Em meio ao caos e carnificina, uma determinação feroz queimava nos olhos de Grok. Ele se mantinha ereto, seus músculos ondulando com poder bruto, enquanto enfrentava a abominável quimera. O próprio ar crepitava com tensão enquanto os dois adversários travavam olhares, uma batalha de vontades prestes a se desenrolar.
“Quanto tempo você disse que a habilidade vai durar?” A voz de Grok retumbava com uma mistura de antecipação e urgência.
“Dez minutos, mas ele não vai sobreviver à reação adversa. Essa quimera é composta de várias criaturas e humanos, uma combinação volátil,” Frank explicou, sua voz entrelaçada com cautela.
“Derein, abra caminho para Artur. Isso tudo foi uma armadilha, desenhada para matá-lo,” Grok bradou, sua voz ecoando com uma presença comandante.
“Entendido!” A resposta de Derein ressoou com determinação enquanto ela se posicionava, pronta para desencadear sua habilidade definitiva.
Com um grito de batalha retumbante, Derein convocou o poder dos céus. O céu crepitava com energia enquanto ela desencadeava uma torrente de flechas, milhares delas chovendo sobre a horda de zumbis que avançava sobre eles.
As flechas brilhavam com um brilho etéreo, cada uma encontrando seu alvo com precisão mortal. A horda que antes florescia foi reduzida a um campo de cadáveres sem vida, sua ameaça extinta em um instante.
“Artur, recue! Estou indo ao seu encontro!” A voz de Grok trovejou, carregando o peso de sua resolução inabalável. Mas quando as palavras deixaram seus lábios, ele percebeu que não havia resposta de Artur.
Com a testa franzida, Artur encarou intensamente a quimera zumbi, uma mistura de curiosidade e apreensão em seus olhos. A criatura monstruosa, com veias pulsando e músculos inchando, passava por uma transformação rápida. Sua forma se torcia e contorcia, ficando mais grotesca a cada segundo que passava.
“O que diabos você é? Até os demônios parecem mais humanos que você,” a voz de Artur cortou a tensão, seu olhar fixo na entidade em constante mudança à sua frente.
A quimera zumbi pausou, seu olhar se deslocando em direção a Artur, seus olhos cheios de uma intensidade malévola que gelava o ar. A criatura exalava uma aura de desgraça iminente, um arauto da destruição.
Artur apertou seu aperto na espada, assumindo uma postura defensiva. Ele se preparou para o inevitável ataque, determinado a bloquear o primeiro golpe e retaliar com resolução inabalável.
Mas num piscar de olhos, a quimera desapareceu da vista. Seus movimentos eram um borrão, rápidos demais para os olhos de Artur acompanharem, muito menos defender contra. Os olhos jovens do guerreiro procuravam ao redor, em busca de qualquer vestígio de seu inimigo, mas parecia ter desaparecido no ar.
“Artur, acima de você!” A voz de Grok estrondou, cheia de urgência. Num movimento rápido, ele agarrou Artur, tirando-o do caminho do perigo no último segundo.
Um impacto trovejante sacudiu o chão quando os pés espetados da quimera caíram onde Artur havia estado apenas momentos antes. O poder e ferocidade da criatura eram incompreensíveis.
“Ele pode mudar as partes do corpo?” A voz de Grok tinha um toque de admiração, seus olhos fixados no formidável adversário.
“Sim, ele acabou de se transformar. Antes, ele apareceu como um humano aparentemente comum com quatro braços e quatro pernas,” Artur explicou, sua voz traindo uma mistura de fascínio e preocupação.
“Que tipo de ‘comum’ ser humano tem quatro braços?” A questão incrédula de Grok pairou no ar enquanto ele continuava a observar a forma monstruosa da quimera.
“Você não entende. Ele pode passar por metamorfoses radicais,” Artur tentou transmitir a complexidade da situação.
“Ah, isso deve ser o resultado de sua habilidade, Grito dos Mortos-Vivos,” Grok interrompeu, seu tom preenchido com um vislumbre de entendimento enquanto ele examinava a criatura, que agora estava imóvel.
A confusão de Artur persistia, mas seu foco se aguçou. “Indiferente dos detalhes, seu tempo de reação é lento. Esta é a nossa chance de atacar,” ele declarou, sua voz cheia de determinação inabalável.
Com uma resolução inflexível, Artur avançou em direção à quimera, sua espada pronta para atacar. Ele saltou no ar, visando cortar o pescoço da criatura com um único golpe decisivo.
E com um balanço poderoso, sua lâmina se conectou, fatiando carne e osso. A cabeça da quimera caiu no chão, a vitória aparentemente ao alcance.
Artur se virou para Grok, seus olhos brilhando com triunfo. “Eu consegui! Viu, Grok, é assim que—”
Antes que ele pudesse terminar sua frase, uma revelação arrepiante estilhaçou o momento de triunfo. Em uma exibição impressionante de regeneração, a quimera rapidamente reencaixou a cabeça cortada num piscar de olhos.
“Não, Artur, atrás de você!” A voz de Grok reverberou com desespero, um apelo para evitar o desastre iminente. Mas era tarde demais. Uma garra afiada como navalha perfurou o peito de Artur, impalando-o com força devastadora.
O tempo pareceu parar enquanto o corpo de Artur pendia sem vida da garra da quimera. O coração de Grok batia freneticamente em seu peito, uma mistura de dor e fúria correndo por suas veias.
“Diga a Derein… eu a amo… meu amigo,” a voz de Artur vacilou, suas palavras carregando um carinho agridoce enquanto seu olhar se fixava em Grok, um sorriso fraco brincando em seus lábios.
“Nãooooo!” O grito angustiado de Grok perfurou o ar quando ele acessou as profundezas de seu poder, liberando suas duas habilidades definitivas.
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