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Reencarnado com os Poderes de Controle Mental em Outro Mundo. - Capítulo 190

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190: Capítulo-190 190: Capítulo-190 “O que está acontecendo?” Anon perguntou, uma mistura de preocupação e expectativa preenchendo sua voz. Seus olhos percorriam o quarto, buscando pistas para decifrar a origem do distúrbio.

“Algo nada bom está acontecendo na Floresta Pesadelo,” Sephie revelou, sua voz impregnada com um senso de urgência. Ela se movimentou rapidamente em direção ao seu aposento privado, seus passos alimentados por uma combinação de ansiedade e determinação.

Enquanto Sephie abria as portas de seu quarto, ela se apressou em direção a uma grande tela, sua superfície iluminada com uma multidão de imagens retratando diferentes áreas dentro da Floresta Pesadelo — um reino conhecido por seus habitantes sinistros e perigosos.

“Madame Sephie, ali,” No.7069 apontou em direção a uma das telas, atraindo a atenção deles para uma localização específica dentro da floresta.

Anon e Sephie fixaram o olhar na tela, seus olhos se arregalando de incredulidade e apreensão. A imagem mostrava uma imensa horda de zumbis emergindo das profundezas da Floresta Pesadelo.

“Isso é grave,” Sephie falou, sua voz impregnada de preocupação, seus olhos escaneando a vasta horda que se erguia diante deles.

“Podemos enfrentá-los diretamente?” A voz de Anon ressoou com determinação, seu olhar fixo no exército vindouro de mortos-vivos.

“Não, eu temo que ninguém possa resistir a eles,” Sephie respondeu, seu tom sombrio e pesado com um pressentimento ruim.

Anon fechou os punhos, sua mente acelerando com pensamentos de estratégias e possibilidades. “Para onde eles estão indo?” ele perguntou, sua voz estável apesar da urgência em suas palavras.

“Seu caminho leva direto para a capital real,” Sephie respondeu, sua voz tingida com preocupação. “Mas não são apenas humanos nessa massa de zumbis. Ela é composta por criaturas de todos os tipos — animais, monstros — transformados em abominações sem mente. E entre eles, há um zumbi monstro de Classe A, a maior ameaça de todas.”

A testa de Anon franziu enquanto ele absorvia a gravidade da situação. “O exército real do rei pode detê-los?” ele perguntou, esperando por um vislumbre de esperança em meio à escuridão que se aproximava.

Sephie suspirou, seus olhos cheios de tristeza. “Com base nos relatórios de inteligência, eles podem ser capazes de segurá-los por no máximo três dias, mas eles não têm o poder para erradicá-los completamente,” ela explicou, seu olhar fixo na tela à sua frente, a exibição refletindo o avanço implacável dos mortos-vivos.

Anon olhou para o relógio na parede, sua mente calculando o precioso tempo que escapava. “Quanto tempo até eles chegarem ao primeiro portão da capital?” ele perguntou, sua voz tingida com urgência.

Sephie conferiu os dados, seus dedos digitando rapidamente no teclado. “Aproximadamente 19 horas,” ela respondeu, sua voz cheia de uma mistura de apreensão e determinação.

“F…foda-se,” Anon murmurou, a frustração se infiltrando em suas palavras. “Eu pensei que poderia ter pelo menos um momento de respiro antes de enfrentar outra catástrofe,” ele falou, sua frustração mesclada com uma resolução que ardia em seus olhos.

Enquanto isso, na Casa dos Nobres Mortos-Vivos…

Frank estava relaxado em meio a um grupo de garotas, deleitando-se com a adoração delas, suas mãos cuidando de todas as suas necessidades. Uvas eram alimentadas a ele uma a uma, seu sabor suculento um breve descanso da tempestade iminente.

Um brilho travesso brilhava nos olhos de Frank enquanto ele observava uma aranha fazendo seu caminho pela mesa. “Ei, olha, uma aranha,” ele comentou com uma das garotas, um sorriso brincalhão dançando em seus lábios.

O medo imediatamente se apoderou do coração da garota, e ela buscou refúgio no abraço de Frank, sua voz tremendo. “Hiiiiaaa… Mestre Frank, me salve,” ela suplicou, seu corpo tremendo com medo e excitação.

O semblante de Frank mudou, seus olhos cintilando com instinto predatório. Revelando suas presas, ele as cravou rapidamente no pescoço da garota, um desejo despertando dentro dele enquanto a força vital dela fluía para ele, revigorante e empolgante.

Com um suspiro satisfeito, Frank soltou sua presa, sangue manchando seus lábios. “Sip-Sip Haaa, delicioso,” ele murmurou, saboreando o gosto rico que permanecia em sua língua.

Seu momento de indulgência foi interrompido por um mordomo, uma figura que exalava uma aura calma e enigmática, avançando e apresentando uma tela. Os óculos do mordomo brilharam, refletindo a luz fraca do ambiente, seus olhos irradiando um brilho carmesim de outro mundo.

Frank olhou para a tela, curiosidade aguçada. “O que é isso?” ele perguntou, sua voz impregnada de expectativa.

O mordomo falou com um tom composto, oferecendo uma explicação. “Estas são as criaturas mortas-vivas desmioladas conhecidas como ‘zumbis,’ senhor. Elas são desprovidas de dor, desprovidas de emoções, e operam apenas com comando absoluto.”

O sorriso de Frank se alargou, travessura dançando em seus olhos. “Interessante. Consiga-me 1000 dessas criaturas,” ele ordenou, sua voz impregnada de excitação e intriga.

O mordomo assentiu, reconhecendo a ordem. “Muito bem, senhor. Farei os arranjos necessários.”

Enquanto Frank olhava para a tela, seus olhos se arregalaram, seu sorriso desaparecendo. “Espere… o quê?” Seu tom mudou, transformando-se em uma seriedade grave que combinava com o perigo iminente.

“Sim, senhor,” o mordomo confirmou, sua voz estável e calma, não perturbada pela crise próxima.

Instintivamente, o olhar de Frank se voltou para as garotas atendendo às suas necessidades, e um senso de alarme tomou seu coração. “Ahhh, todas, fora deste maldito quarto agora!” ele berrava, sua voz reverberando com urgência.

As garotas se dispersaram, apressando-se em obedecer ao comando de Frank, seus passos ecoando pelo corredor. Somente o mordomo permaneceu, resoluto ao lado de Frank.

Frank encarou o mordomo, seus olhos cheios de determinação. “Udaris, o que fazemos agora?” ele perguntou, sua voz estável, sua resolução inabalável.

O mordomo, Udaris, manteve seu comportamento calmo, sua voz ponderada. “Mestre, é crucial que reunamos nossas forças para a batalha. A Regra da Relação Mútua será implementada, pois esta é uma ameaça de Rank-S,” ele explicou, suas palavras carregando o peso da experiência e da estratégia.

Frank assentiu, sua expressão se tornando solene. “Udaris,” ele falou, levantando-se de seu assento, “mobilize todos os nossos soldados. Eu mesmo investigarei se há alguém por trás disso.”

Udaris fez uma reverência, seus olhos fixos em Frank. “Sim, Mestre. Cumprirei seu comando imediatamente.”

A Casa das Bruxas…

Marinda, a bruxa líder, sentada imersa em seu trabalho burocrático, o ambiente preenchido com um ar de atividade frenética. Shelly, sua assistente, apressou-se em sua direção, segurando um tablet em suas mãos.

“Madam Marinda, por favor, olhe isso,” Shelly implorou, sua voz tingida de urgência.

Marinda olhou para cima, um traço de irritação em seu rosto. “O que é, Shelly? Não vê que estou ocupada com assuntos importantes? Me diga que é uma questão de extrema importância, ou melhor ainda, que você descobriu o paradeiro desse insuportável Anon,” ela disse com desdém, sua voz tingida de frustração.

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