Reencarnado com os Poderes de Controle Mental em Outro Mundo. - Capítulo 189
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189: Capítulo-189 189: Capítulo-189 Próximo dia…
Anon acordou ao som de chuva forte caindo lá fora. Relâmpagos iluminavam o céu, lançando um brilho sinistro através de sua janela. A tempestade rugia, criando uma atmosfera de poder bruto e intensidade.
“Nesse clima, eu estou com vontade de um milkshake de chocolate e alguns biscoitos. Dias chuvosos são os meus favoritos,” Anon refletiu, observando a cena tempestuosa com uma mistura de admiração e excitação. Havia algo sobre o caos da natureza que agitava seu espírito aventureiro.
Com a academia fechada devido ao dilúvio constante, Anon procurou algo para ocupar seu tempo.
O encontro da noite anterior com as garotas ogro o havia deixado fatigado e seu pênis inchado ansiava por um descanso depois de ter reivindicado tantas virgindades na noite passada.
“Essas bucetinhas apertadas me pegaram ontem à noite, hehehe.” Anon riu.
“Faz tempo que eu não verifico meu status. Vamos ver como está agora.”
Anon acessou sua mente e verificou seu status, ansioso para ver o progresso que havia feito até agora…
Status:
[Nome: Anon Agreil]
[Nível: 64]
[Exp: 30,009,655/990,000,000]
[SP: 254]
[Idade: 16]
[Raça: Humano]
[Classe: Cerebraxis]
[Mana: 240,400/240,400]
[HP: 480,800/480,800]
[Habilidades: 199+ Habilidades]
[SPB: 30,000]
[Livro da Sabedoria]
[Loja de Receitas]
[Configuração de Combo de Habilidades]
“Agora isto sim está impressionante. Meu status parece de um chefe final agora,” Anon murmurou, sentindo um orgulho crescer dentro dele. Ele havia crescido imensamente em poder e experiência, tornando-se uma força a ser reconhecida neste reino sobrenatural.
Hmmm, vamos ver se a Loja de Habilidades tem algo interessante nela.
<Loja de Habilidades>
[A Loja de Habilidades não pode ser aberta devido à conexão cortada com os deuses demônios.]
“Bloqueada porque eu não consigo contatar os deuses demônios. Hmmm, o que fazer agora?” Anon ponderou, sua mente transbordando com possibilidades.
“Vamos dar uma volta na cidade subterrânea.”
Decidido a aventurar-se pela cidade subterrânea e testemunhar as atividades em andamento dos ogros, Anon se preparou.
Enquanto ele caminhava pelos corredores subterrâneos, Anon admirava a arquitetura complexa e a comunidade próspera que se desenvolvia nas profundezas.
“Nós te saudamos, vossa majestade,” os guardas posicionados na entrada se curvaram em uníssono, seu respeito palpável no ar. Anon reconheceu o gesto com um aceno, consciente da responsabilidade que vinha com sua nova posição.
“Sim, sim… Onde está todo mundo?” Anon perguntou, seu olhar varrendo os arredores. Ele esperava testemunhar os ogros empenhados em suas várias atividades, utilizando suas habilidades e forças únicas.
“Majestade, todos estão atualmente dormindo, já que é dia lá em cima,” um dos guardas respondeu, apontando para o teto acima. A cidade subterrânea operava em um ciclo dia-noite invertido, permitindo que os ogros realizassem suas tarefas em harmonia com sua natureza noturna.
“Ah, sim. Eu esqueci que todos vocês dormem durante o dia e trabalham à noite,” Anon reconheceu, um sorriso surgindo nos cantos de seus lábios. O estilo de vida único dos ogros o fascinava, oferecendo vislumbres de um mundo que operava de forma diferente do reino humano.
“Eu me pergunto o que a Sephie está fazendo?”
A curiosidade de Anon o levou ao laboratório da Sephie, onde a brilhante cientista prosseguia com seus experimentos revolucionários. O laboratório era um testemunho de sua engenhosidade, abrigando uma variedade de maquinários avançados e artefatos místicos.
Quando Anon se aproximava do portão de entrada do laboratório da Sephie, um som retumbante e baixo reverberou pelo ar. O portão, infundido com encantamentos e alimentado por mecanismos intrincados, respondeu à sua presença.
“Bem-vindo, mestre. Por favor, entre,” o portão falou, sua voz metálica ressoando com um toque de reverência. O portão se abriu, concedendo a Anon acesso ao domínio do conhecimento e inovação dentro.
Anon entrou no laboratório da Sephie e foi imediatamente recebido por uma ambiência de outro mundo. A mana no ar estava densa, crepitando com uma energia não explorada. O interior do laboratório era uma fusão de metal e maravilhas arcanas, um testemunho da busca incansável da Sephie pelo avanço científico.
Seus olhos vasculhavam o ambiente, observando as prateleiras adornadas com órgãos de monstros preservados selados em frascos de cristal. As prateleiras eram testemunhas silenciosas das pesquisas extensivas conduzidas dentro desses muros.
Caminhando em direção à sala de experimentos, Anon testemunhou Sephie e seu assistente de confiança, Ogro No.7069, envolvidos em um projeto monumental. Eles estavam diante de uma figura imponente — um ogro adornado com uma armadura de mithril meticulosamente criada. No núcleo da armadura, um tom azul pulsante irradiava com uma energia indomável.
“Okay, No.9799, tente agora,” Sephie comandou, sua voz ressoando com uma mistura de excitação e expectativa. Com um movimento habilidoso, ela clicou no núcleo azul situado no centro da armadura, desencadeando uma onda de energia.
À medida que o núcleo era ativado, sua tonalidade azul vibrante se transformou em um vermelho intenso e profundo, iluminando a sala com um brilho fascinante. O ar crepitava com energia, a própria essência da sala pulsava com um potencial recém-descoberto.
No.9799, o ogro encarregado do teste, preparou-se para demonstrar sua força. Ele pegou uma barra adornada com discos de pesos pesados, cuja massa pura diminuía a força de qualquer ser ordinário. Com uma determinação inabalável, ele tentou levantar o peso colossal.
Entretanto, o imenso esforço cobrou seu preço no corpo de No.9799. Seus olhos, nariz e ouvidos começaram a sangrar, um testemunho do poder bruto fluindo por suas veias. Antes que pudesse recuperar o equilíbrio, seu corpo sucumbiu à força avassaladora, desabando no chão, inconsciente.
“Outro fracasso,” Sephie falou com um toque de decepção, seus ombros caindo momentaneamente. Apesar de sua mente brilhante e esforços incansáveis, o sucesso lhe escapava nesse empreendimento em particular.
“O que você estava tentando realizar, exatamente?” Anon questionou, sua voz impregnada de curiosidade e um toque de preocupação. Sephie e o Ogro No.7069 rapidamente voltaram sua atenção para Anon, reconhecendo sua presença com uma reverência respeitosa.
“Mestre.”
“Vossa majestade.”
“Esse dispositivo parece intrigante. O que ele faz exatamente?” Anon perguntou, seu olhar alternando entre a armadura reluzente e o núcleo enigmático em seu centro. A complexidade da criação despertou seu interesse, acendendo uma chama de curiosidade em sua mente.
“Mestre, dediquei os últimos setenta dias ao desenvolvimento dele,” Sephie começou, seus olhos brilhando com uma mistura de orgulho e ambição. Ela se deliciava com a oportunidade de explicar seu trabalho para alguém que entendia e valorizava as complexidades de sua arte.
“Hmm, o que ele faz? Ou melhor, qual era sua função pretendida?” Anon indagou mais, sua voz impregnada de genuína curiosidade. Ele admirava a tenacidade de Sephie e seu comprometimento inabalável em ultrapassar os limites da exploração científica.
“Essa criação foi projetada para amplificar o poder dos ogros, abrindo caminho para a sua ascensão,” Sephie explicou, sua voz carregando um toque de excitação. Ela acreditava no potencial de sua criação, na possibilidade de empoderar a raça dos ogros para alcançarem novos patamares de força e habilidade.
“Mas parece que encontrei contratempos e decepções constantes,” Sephie confessou, uma pitada de frustração impregnando suas palavras. Apesar de sua experiência, ela se via lutando com obstáculos imprevistos que dificultavam a realização de sua visão.
“Por que tem sido mal-sucedido?” Anon perguntou, sua mente trabalhando para desvendar as complexidades da situação. Ele compreendia que por trás de cada falha havia lições valiosas, repletas de potencial para o crescimento e a inovação.
“O núcleo, obtido de monstros, não responde como esperado dentro desta estrutura,” Sephie revelou, sua voz tingida com uma mistura de frustração e determinação. Ela sabia que a chave para desbloquear o potencial de sua criação residia na compreensão e manipulação da natureza evasiva do núcleo.
“Por favor, elabore,” Anon solicitou, seus olhos fixados no brilho pulsante do núcleo, sua mente girando com possibilidades.
“Este núcleo se forma dentro de um monstro quando ele absorve mana do ambiente, armazenando a energia excedente que não consegue utilizar,” Sephie elucidou, sua voz cheia da paixão de uma verdadeira estudiosa. “No entanto, dentro desta estrutura, ele exibiu um comportamento imprevisível, desafiando nossas tentativas de aproveitar seu verdadeiro potencial.”
*honnnkkkkkkkkkk*
Enquanto Sephie concluía sua explicação, um som súbito e estridente ecoou pelo laboratório, assustando tanto Anon quanto Sephie de sua conversa. O ruido penetrante similar a um alarme sinalizava um desenvolvimento urgente, exigindo a atenção imediata deles.