Reencarnado com os Poderes de Controle Mental em Outro Mundo. - Capítulo 168
- Home
- Reencarnado com os Poderes de Controle Mental em Outro Mundo.
- Capítulo 168 - 168 Capítulo-168 168 Capítulo-168 No Deserto Escuro de
168: Capítulo-168 168: Capítulo-168 No Deserto Escuro de Celestria…
Esse deserto era notório por sua escuridão e frio cortante, mas hoje um intenso feixe de luz atravessou suas sombras, desafiando o crepúsculo habitual. O ar crepitava com a antecipação à medida que a atmosfera mudava. Anon, uma figura envolta em mistério, avançava com incrível velocidade, deixando um rastro de vidro estilhaçado em seu caminho. Cada passo que dava ecoava determinação e poder bruto.
Um largo sorriso adornava o rosto de Anon enquanto ele cortava o ar como um lunático, seus movimentos tão graciosos quanto caóticos. O deserto escuro estremecia sob seus passos trovejantes, testemunhando sua perseguição implacável. Seus olhos brilhavam com um fogo alimentado por sua sede insaciável de vitória. Essa corrida não era apenas uma competição; era um campo de batalha onde apenas os mais fortes emergiriam vitoriosos.
Apesar de entristecidos pelo perigo iminente, os plebeus dentro da academia olhavam para Anon com orgulho, seus corações se enchendo de esperança. Eles conheciam os riscos que ele enfrentava, o sacrifício potencial que tinha voluntariamente assumido. Anon havia sobrecarregado, ultrapassando seus limites além do compreensível, tudo pelo triunfo dos plebeus. Sussurros de admiração preenchiam o ar, entrelaçando-se com um profundo sentimento de gratidão.
“Ele sobrecarregou por nós. Ele queria que os plebeus se elevassem.”
“Que demais! Ele brilha como o próprio sol.”
“Ele encarna o espírito de um verdadeiro guerreiro.”
Os plebeus imediatamente começaram a cobrir Anon de elogios, suas vozes subindo em uníssono, sem saber que seus motivos eram mais profundos. Anon tinha uma agenda oculta, uma vingança pessoal alimentando cada um de seus movimentos. Não era apenas pelos plebeus que ele lutava, mas também pelo desejo de corrigir os erros cometidos pelos nobres. A vingança fervilhava em suas veias, impulsionando-o para frente com resolução inabalável.
Enquanto isso, do lado dos nobres, Seti, uma figura de autoridade, engajava-se numa conversa abafada com Ren, um nobre dividido entre dever e arrependimento. A revelação da sobrecarga de Anon atingiu Ren como um raio, provocando uma mistura de surpresa e apreensão.
“Que inferno? Você está dizendo que ele sobrecarregou porque eu quebrei o contrato?” Ren exclamou, sua voz tingida de incredulidade.
O olhar de Seti mantinha uma intensidade sombria enquanto ela assentia. “Sim. Receio que as probabilidades já não estão mais ao seu favor. A determinação de Anon não conhece limites.”
Ren apertou os punhos, sua mente acelerada tentando encontrar uma solução. A bola de cristal em sua mão rachou sob a pressão de sua frustração, cacos espalhando-se pelo chão como estrelas caídas. A dúvida penetrava em seus pensamentos, desafiando sua crença em suas próprias habilidades.
“Por que você sobrecarregaria, Anon? Sua audácia vai lhe custar caro,” Ren rosnou em silêncio, retirando outra bola de cristal de seu inventário. Sua resolução se solidificava. O ato audacioso de Anon não ficaria impune.
“Pare-o e, se possível, mate-o,” Ren ordenou, sua voz entrelaçada com uma mistura de fúria e desespero, suas palavras transmitidas através da mística bola de cristal.
“Conforme ordenas, meu príncipe,” uma voz respondeu, emanando da bola de cristal, seu tom desprovido de hesitação.
A narradora da corrida, Seraphina, uma presença cativante por direito próprio, não pôde deixar de comentar os eventos que se desenrolavam. Sua voz ecoava, carregando uma mistura de curiosidade e admiração.
“Senhoras e senhores, Anon sobrecarregou, sua velocidade atingindo alturas sem precedentes. Pergunto-me, se ele se esforçasse um pouco mais, nós ainda seríamos capazes de testemunhar sua velocidade ofuscante com nossos olhos nus?” Seraphina ponderou, suas palavras capturando o espanto coletivo dos espectadores.
Landon, um experiente observador da corrida, respondeu com uma mistura de orgulho e tristeza. “Bem, não posso dizer com certeza, mas o que eu sei é que esse garoto escolheu abraçar seu próprio fim em troca da vitória. Hoje, ele gravará seu nome na história.”
A voz de Seraphina suavizava, tingida de uma pitada de melancolia. “Não podemos fazer nada para mudar seu caminho, Landon. Anon fez sua escolha, e devemos respeitá-la.”
Enquanto Anon continuava sua corrida, Ren, sobrecarregado por um calor crescente e um brilho crescente de suor, questionava o agente de dopagem correndo em suas veias. A dúvida se infiltrava em sua mente, acrescentando mais uma camada de desafio à já árdua corrida.
“Frustrante! Que tipo de agente barato de doping ela me deu?” Ren murmurou para si mesmo, seu corpo encharcado de suor como se estivesse numa chuva torrencial.
Ren avançava pela escuridão, seus sentidos aguçados pela antecipação da derrota iminente. De repente, um vislumbre de luz chamou sua atenção, irradiando de trás dele. Sua curiosidade aguçada, ele virou-se para investigar a fonte.
“O que é isso?” Ren questionou, sua voz entrelaçada com uma mistura de espanto e trepidação.
Num piscar de olhos, ele se viu cara a cara com um brilho avassalador, emanando da figura de Anon que rapidamente se aproximava. O frio cortante do ambiente parecia recuar na presença do calor de Anon, emprestando uma aura sobrenatural à cena.
Um sorriso triunfante esticava o rosto de Anon enquanto ele se dirigia a Ren, sua voz entrelaçada com zombaria. “Olá, trapaceiro. Mantendo suas injeções de doping, pelo visto?”
“Vai se foder!” Ren retrucou, sua voz forçada, seu rosto encharcado de suor, e o calor escaldante emanando do corpo de Anon tornando-se insuportável.
“Nos veremos novamente na academia, seu patife trapaceiro,” Anon declarou, seu tom gotejando uma mistura de desdém e determinação enquanto ele ultrapassava Ren sem esforço, deixando-o para trás na poeira.
A empolgação de Landon transbordava ao testemunhar a cena. “Seraphina, olha! Anon ultrapassou Ren, e ouso dizer que Ren não será capaz de recuperar sua posição.”
A voz de Seraphina sustentava uma nota de finalidade. “Não, Landon… As chances de Ren diminuíram. Anon se apoderou deste momento, e devemos testemunhar seu triunfo, mesmo que isso leve ao seu fim.”
A cena mudava para uma parte diferente do deserto, aproximadamente um quilômetro de distância da posição atual de Anon. Uma mulher envolta em panos negros, exalando uma aura de autoridade, postava-se firme no ponto final do deserto, seu olhar fixo na figura que se aproximava.