Reencarnado com os Poderes de Controle Mental em Outro Mundo. - Capítulo 146
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146: Capítulo-146 146: Capítulo-146 Dentro do depósito da academia…
“Inferno, isso também não é o cristal de poder. Onde diabos está ele?” O trabalhador frustrado murmurou para si mesmo, sua voz misturada com irritação e determinação.
Suave
Uma súbita corrente de ar passou pela sala quando a porta principal se abriu, criando um sentimento de antecipação e mistério.
O trabalhador sentiu seus sentidos aguçarem, percebendo algo estranho na extremidade do depósito. Seus instintos o incitaram a investigar.
“Tem alguém aí?” ele chamou, seu olhar fixo no canto escurecido, sua voz preenchida com uma mistura de curiosidade e cautela.
O quarto permaneceu envolto em escuridão, aumentando a tensão no ar.
“Eu devo estar perdendo a minha cabeça. Como poderia alguém estar nesta sala? Ela só foi aberta hoje após anos de negligência,” o trabalhador raciocinou, afastando sua inquietação e retomando a busca pelo cristal. Sua determinação ardia intensamente, recusando-se a ser abafada pelo ambiente misterioso.
Sob-Sob
Mas então, um som abafado de soluços ecoou do fundo do quarto, provocando um calafrio na espinha do trabalhador. Os soluços estavam repletos de tristeza e saudade, puxando as cordas do seu coração.
“Hmm…?” O trabalhador voltou sua atenção para a origem do som, sua curiosidade aguçada. Havia um brilho de empatia em seus olhos, enquanto ele sentia uma conexão com o choroso invisível.
“Pergunto novamente, quem está aí?” ele exigiu, avançando cautelosamente na direção dos soluços. Sua voz tinha um toque de autoridade e preocupação, sua coragem reluzindo através da incerteza.
Sob-Sob
“Estou presa dentro deste espelho. Pode remover o pano que o cobre?” uma voz doce implorou, capturando todos os pensamentos do trabalhador. Havia uma vulnerabilidade na sua voz, como um pássaro frágil preso em uma gaiola.
“V-Você é um fantasma?” o medo se infiltrou na voz do trabalhador quando ele percebeu que a voz não tinha uma origem discernível. Sua mente corria com pensamentos do sobrenatural, inseguro do que estava escondido nas sombras.
“Não, senhor. Sou apenas uma bela garota presa dentro deste espelho. Pode me ajudar?” A voz da garota carregava uma doçura irresistível, dissolvendo a apreensão remanescente do trabalhador. Ele sentiu um impulso inexplicável de ajudá-la, de ser seu salvador.
“Sim, eu vou te ajudar,” o trabalhador respondeu, sucumbindo ao encanto e descobrindo o espelho. Ao retirar o pano, um brilho suave emitiu de dentro, lançando uma luz etérea pelo quarto.
Conforme o pano era levantado, uma beleza etérea emergiu de dentro—uma mulher com olhos azuis cativantes, cabelos azuis fluindo e uma figura impecável, completamente nua. Sua presença radiante encheu a sala, e por um momento, o tempo parou.
“Olá, senhor,” ela cumprimentou, acenando a mão para o trabalhador, sua voz como uma sinfonia melodiosa que ressoava profundamente em sua alma. Sua confiança era palpável, um testemunho de seu encanto e poder misterioso.
Enfeitiçado, ele retribuiu o gesto, perdido em sua presença encantadora. Seus olhos traçaram os contornos de seu corpo, apreciando cada curva, mas seu olhar continha um brilho de respeito, reconhecendo-a como mais do que um mero objeto de desejo.
“Qual é o seu nome?” a garota perguntou, sua voz como mel, adoçando o ar ao redor deles. Sua curiosidade era igual à dele, sua conexão se fortalecendo a cada momento que passava.
Bob desviou o olhar de sua forma nua por um momento, recuperando a compostura. “Eu sou Bob,” ele conseguiu dizer, sua voz um pouco ofegante, mas cheia de um novo senso de propósito.
“Oh, Senhor Bob, esse é um bom nome. Eu sou Vespera,” ela se apresentou, seu nome saindo de sua língua com uma graça encantadora.
“Senhor Bob, pode me ajudar a escapar deste confinamento?” Vespera implorou, sua voz tingida com um apelo por libertação. Seus olhos cativantes continham uma mistura de desejo e vulnerabilidade, formando um vínculo inquebrável entre eles.
Sob o feitiço de suas palavras, a mente de Bob se turvou, consumida por desejo e fantasias que afogavam seus pensamentos racionais. Ele imaginava as possibilidades, o poder intoxicante que estava ao seu alcance.
“Posso fazer qualquer coisa com você?” Bob perguntou.
“Sim, tudo. Você pode me dominar como uma prostituta barata, me tratar como um mero vaso de prazer, e serei sua escrava devota por toda a vida,” Vespera sussurrou, adotando poses sedutoras que acenderam um fogo primal no núcleo de Bob.
Tomado pela luxúria e tentação, Bob vasculhou febrilmente o depósito, seus olhos saltando de objeto para objeto, procurando um meio de quebrar o espelho e libertar Vespera.
Finalmente, em meio ao caos de seu desejo, seus olhos se fixaram em uma cadeira de madeira robusta, um instrumento de libertação. Determinado, ele a agarrou e a arremessou em direção ao espelho.
Dumm
A cadeira colidiu com o vidro, mas para o desalento de Bob, não causou nenhuma marca. A frustração o alfinetava, ameaçando corroer sua resolução.
Confuso, ele questionou a força de seus esforços, mas antes que seus pensamentos pudessem clarear, Vespera se abaixou, seus dedos afastando os lábios de sua buceta brilhante, exibindo sua forma convidativa, e falou em um tom brincalhão.
“Você não deseja isso, Senhor Bob?”
“S-Sim, eu quero,” Bob respondeu, sua voz entrelaçada com desejo, sua mente ofuscada por anseios insaciáveis.
“Então me liberte,” Vespera ronronou, balançando os quadris sedutoramente.
“Sim, eu vou te libertar. Só espere,” ele prometeu, sua determinação reacendida. Seu olhar perambulou pelo depósito, procurando por algo mais resistente, algo que pudesse estilhaçar a prisão de espelho de Vespera.
Minutos se esticaram em uma eternidade enquanto a busca frenética de Bob o levou a uma barra de metal esquecida, escondida em um canto. Com determinação renovada, ele agarrou a barra e atacou o espelho com golpes implacáveis.
A cada batida, o espelho estalava, e uma onda de antecipação corria pelas veias de Bob. A barreira entre eles enfraquecia, alimentando seu desejo de reclamar o que acreditava ser seu por direito.
“Sim, sim, quebre!” ele gritou, derramando sua própria essência no golpe final.
Krrrr
Numa cacofonia de vidro estilhaçado, o espelho colapsou, libertando Vespera de sua prisão etérea. Os fragmentos caíram no chão, um testemunho da libertação de Bob e do nascimento de uma conexão profunda.
Mas à medida que o espelho se estilhaçou, Kale e Seti irromperam pela sala, sua chegada sinalizando uma interrupção inesperada.
“Nãooooooo…” O grito de desespero de Kale ecoou pela câmara, quebrando o feitiço intoxicante que tinha enredado Bob.
A realidade caiu sobre ele.