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Reencarnado com os Poderes de Controle Mental em Outro Mundo. - Capítulo 1149

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Capítulo 1149: Batalha no Vale do Sangue Nascido

Lado Norte do Vale do Sangue Nascido

O lado norte do Vale do Sangue Nascido sempre esteve exposto ao mundo exterior. Por causa disso, um dos generais mais fortes do demônio dragão — Drem — o guardava sozinho.

Dentro de uma grande caverna na borda do vale, Drem dormia em sua forma humana, deitado pacificamente com os braços cruzados.

“ZZZZzzzzzzz…”

“Zzzzzzzzzzzz…”

“SENHOR DREM! SENHOR DREM!” Um grito alto ecoou pela entrada da caverna.

Piscar.

Os olhos de Drem se abriram de imediato. Sem hesitar, ele levantou a mão — e uma lança enorme, brilhante e vermelha veio voando em sua direção, pousando perfeitamente em seu alcance.

Agarre.

“Quem se atreve a vir à minha caverna a esta hora?” A voz profunda de Drem retumbou pela caverna enquanto ele se levantava. Seu corpo cresceu, escamas cobriram sua pele e asas se estenderam amplamente — ele assumiu sua forma de dragão.

Cada passo que ele dava fazia o chão da caverna tremer.

Quando chegou à entrada, viu um jovem dragão esperando, com os olhos cheios de medo.

“O que aconteceu?” Drem perguntou bruscamente.

“S-Senhor… fomos invadidos. M-Meu pai e três tios foram mortos perto da Montanha Jillian,” disse o jovem dragão, tremendo.

A mão de Drem apertou em torno de sua lança. A arma cresceu em tamanho para se adequar à sua enorme forma.

“Quantos são? E de qual tribo?” ele perguntou, com o tom frio e sério.

“É uma Morgan, senhor… a filha da filha de Berthdolt,” o jovem dragão respondeu nervosamente.

“Aquela garota…” Drem murmurou, seus olhos se estreitando. “Eu sabia que ela voltaria um dia. Ela sempre carregou o cheiro de vingança. Quantos Morgans estão com ela para que tantos de nós já estejam mortos?”

“U-Um, senhor,” o jovem dragão respondeu com uma voz trêmula.

Nesse momento, a fúria de Drem explodiu. Suas garras se cravaram profundamente no chão, rachando a pedra abaixo. Sem dizer mais nada, ele saltou para o céu, esmagando um grande pedaço da entrada da caverna ao decolar.

TUM.

—

Lado Sul do Vale

Lá longe, do outro lado, o vento noturno uivava pelo chão do vale.

Anon caminhava calmamente, a ponta de um charuto apagado pendurada entre os lábios. Sua expressão carregava um sorriso frio e perigoso. Atrás dele seguia Mira, com o rosto cheio de raiva.

À frente deles, estavam dez dragões demoníacos no chão, cada um segurando uma lança enorme. Vinte mais circulavam acima deles no céu.

“Você realmente consegue enfrentar tantos dragões? Você precisa de ajuda?” Mira perguntou seriamente, olhando para Anon.

“Guarde suas patinhas para si por enquanto, querida,” Anon disse com um leve sorriso, as mãos enfiadas nos bolsos enquanto continuava andando em direção aos dragões.

“P-Patinhas?” Mira piscou, olhando para suas mãos com uma mistura de confusão e aborrecimento.

Anon parou apenas a alguns passos do grupo. Nenhum dos dragões se moveu — muitos pareciam inseguros, alguns até com medo.

“Olá a todos,” Anon disse casualmente. “Desculpem por interromper o sono de vocês. Vejam… eu não tenho um fósforo para este charuto.”

Ele sorriu levemente.

“Vou dizer isso apenas uma vez, então ouçam com atenção. Vou matar cada um de vocês — não importa onde se escondam ou fujam. Mas se um de vocês der um passo à frente e acender este charuto para mim… esse dragão pode ir embora vivo.”

Ele fez uma pausa por um momento, os olhos brilhando em roxo sob o luar.

“Vocês têm três segundos.”

Os dragões se entreolharam, suas garras apertando suas armas. O silêncio se espalhou entre eles.

Então, uma voz rompeu o silêncio.

“E-Eu faço isso…”

O olhar de Anon se voltou para uma jovem dragão que deu um passo à frente, lentamente mudando para sua forma humana — completamente nua, seu corpo tremendo de medo.

Ela parou na frente de Anon, hesitou por um segundo, então se inclinou e sopra suavemente no charuto.

Fwoosh.

A ponta do charuto acendeu.

Anon deu uma longa tragada.

Puff.

“Shhhhhhh…” Ele exalou uma espessa nuvem de fumaça, observando-a girar no ar.

“P-Posso ir agora?” a garota perguntou suavemente.

Anon não disse nada. Ele simplesmente levantou a mão e fez um gesto para ela sair.

A garota se virou e correu o mais rápido que pôde, sem se atrever a olhar para trás. Uma vez a uma distância segura, seu corpo voltou à forma de dragão, e ela voou para longe na escuridão.

“Você realmente vai deixá-la ir?” Mira perguntou, claramente surpresa.

“Claro,” Anon respondeu calmamente. “Ela seguiu as regras e ganhou o direito de viver. Eu não volto atrás nas minhas palavras.”

Ele mordeu o charuto novamente, seus olhos brilhando em um tom roxo mais intenso.

“Mas o resto deles ainda está aqui.”

“ATAQUEM-NO!” um dos dragões rugiu.

Ele lançou sua lança maciça diretamente em Anon com toda a força.

SIBILA.

Anon nem mesmo se mexeu. Levantou a mão lentamente e a fechou em um punho.

A mana ao redor da lança voadora se apertou em um instante — tão rápido e tão forte que a arma se estilhaçou em nada além de pó antes de alcançá-lo.

Shhhhhhhh…

Os outros dragões congelaram, suas expressões se tornando sombrias e tensas.

“Posso matar todos vocês da mesma maneira,” Anon disse lentamente. “E de trezentas e quinze outras formas também…” Ele deu outra tragada.

*Traga*

“SHHHHH…. Mas sabe qual eu vou usar? A que eu mais gosto.” Anon falou com um sorriso maligno enquanto soltava outra nuvem de fumaça.

Ele olhou nos olhos de um dragão — e ativou sua habilidade.

 

Por um momento, os olhos do dragão brilharam um roxo intenso.

“Me dê um aquecimento,” Anon ordenou, sua voz calma mas cheia de malícia.

A garganta do dragão começou a brilhar — então, de repente, sua boca se fechou. Ele tentou abrir a boca, mas antes que pudesse—

Os olhos de Mira se arregalaram. “O que —”

BOOOOOOOM.

Sua cabeça explodiu com um som alto. Seu corpo caiu inerte no chão.

Anon nem mesmo olhou para ela. Ele encarou os dragões restantes, seus olhos roxos brilhando mais forte.

“Agora… você e você, façam o mesmo. Vocês dois à esquerda, explodam as cabeças um do outro. O resto de vocês… matem-se entre si.”

Os olhos dos dragões piscaram roxo por um segundo — então começaram a se mover.

Sem hesitação, eles seguiram o comando. Alguns apontaram suas lanças para seus próprios companheiros, outros para si mesmos. Asas se rasgaram, garras cortaram, sangue espirrou pelo chão do vale.

Anon observou em silêncio enquanto seu sorriso se alargava. O brilho roxo em seus olhos se aprofundou. Ele ergueu lentamente a mão, o ar ao seu redor se curvando e escurecendo enquanto sussurrava o nome de outra habilidade.

 

GRRRRRRRRRRRRRRRRRR—

O vale tremeu violentamente. Fissuras se espalharam pela terra, e uma energia escura pulsou debaixo do solo como um coração vivo.

“O-O que está acontecendo?” Mira perguntou, sua voz tremendo enquanto lutava para manter o equilíbrio. O chão sob seus pés parecia vivo — como se algo massivo estivesse rastejando de dentro das profundezas do submundo.

Anon nem mesmo olhou para ela. Ele colocou o charuto de volta entre os lábios e sorriu calmamente.

“Preciso de um lugar para sentar e assistir a isso, querida.”

Um momento depois, o chão se abriu com um rugido ensurdecedor.

BOOM!

Um esqueleto gigantesco — os restos de um dragão antigo — irrompeu de baixo, seus ossos cobertos por uma névoa escura e uma tênue luz roxa. As órbitas vazias da criatura brilhavam fracamente enquanto ela erguia seu pescoço ósseo ao alto no ar.

Então, lentamente e com uma graça antinatural, o dragão esquelético baixou sua cabeça diante de Anon. Pressionou seu crânio contra o chão, os ossos rangendo e raspando enquanto abria suas mandíbulas massivas.

Clank—Clank—Clank—Clank!

Os dentes afiados começaram a girar e mudar, movendo-se como se estivessem vivos. Em segundos, eles se remodelaram em um amplo e irregular trono — feito inteiramente das presas do dragão.

Anon exalou fumaça através do nariz, então avançou sem hesitação.

“Hah… assim está melhor,” ele disse, acomodando-se no trono com um sorriso satisfeito. O osso rangeu sob seu peso, mas permaneceu firme.

Mira ficou paralisada no lugar, incapaz de falar. Seus olhos tremiam enquanto olhava a cena diante dela.

Ela não conseguia nem começar a medir o quão poderoso Anon realmente era. Toda vez que pensava ter visto o limite de sua força, ele o quebrava sem esforço.

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