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Reencarnação do Mestre Espírito Mais Forte - Capítulo 1487

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Capítulo 1487: Um Mundo Armadilha!!

Bernard foi generoso e gentil o suficiente para explicar a sequência de eventos, mas à medida que a história se desenrolava, William de repente parou de caminhar. Ele ficou paralisado no meio da névoa azul, uma expressão de horror absoluto tomou conta de seu rosto.

“O que há de errado?!” Ver o jovem—que pretendiam proteger por ordem de seu líder—mostrar tal expressão fez toda a vanguarda ficar vigilante. As armas foram niveladas, e os olhos escanearam a névoa.

“O que você sabe, William?” Bernard perguntou, sua voz caindo para um tom baixo e sério. Ele foi esperto o suficiente para perceber que a reação de William nasceu de um reconhecimento específico.

“É… Então é um mundo armadilha…” Os olhos de William se moveram freneticamente, escaneando o horizonte onde os intermináveis Ursos Escarlates continuavam a swarmer.

Desde o momento que ele chegou, ele acreditou que este mundo foi construído unicamente para facilitar a destruição de reinos inferiores como o dele. Mas agora ele percebeu que havia subestimado drasticamente o alcance do esquema dos Monstros das Artes Místicas.

Este mundo não era apenas um terreno fértil para uma invasão planetária—era uma prisão projetada para capturar uma força tão aterrorizante quanto os Purgadores Azuis.

“Claro que é um mundo armadilha, o comandante acabou de dizer que os mestres das trevas nos conduziram aqui…” um dos mestres no grupo de Bernard murmurou, pensando que William não estava prestando atenção. Ele falou duramente, tentando trazer o talentoso jovem de volta à realidade.

“Não, não, você não entende,” William disse, balançando a cabeça devagar, mas ele não se moveu um centímetro. Sua voz era vazia. “Este mundo não é apenas uma armadilha para prender você. Este mundo é projetado para ser o lugar onde os Purgadores Azuis morrem antes mesmo da Grande Guerra começar. É destinado a matar vocês antes que esse momento chegue…”

“Que momento?” Bernard perguntou, a sobrancelha franzida de genuína confusão. Ele era um comandante experiente, mas se sentia completamente perdido enquanto tentava decifrar as palavras de William.

“O momento de lutar contra o monstro Raposa, é claro!”

William não se preocupou com linguagem florida ou dicas sutis; ele lançou a verdade diretamente em seus rostos. “Aposto que você estava no meio de organizar uma grande força de resistência contra aquele desgraçado. É exatamente por isso que aqueles monstros—os donos deste reino—decidiram tirar vocês de todo o tabuleiro! Vocês não eram apenas uma ameaça; vocês eram o principal obstáculo!”

Quando essas palavras saíram dos lábios de William, a atmosfera dentro da névoa azul alterou instantaneamente. As expressões casuais, embora cansadas, dos cem mestres endureceram em olhares de seriedade mortal.

Trocaram olhares silenciosos e afiados, suas mãos apertando os cabos de suas armas. Aquele silêncio coletivo foi toda a confirmação que William precisava; seu palpite selvagem havia acertado o centro do alvo.

“E mesmo que isso fosse verdade,” Bernard disse, sua voz caindo para um sussurro cauteloso, incerto de quanto deveria revelar a um estranho que alegava vir de um reino inferior, “o que aconteceria se estivermos construindo uma força para derrubar aquele monstro? Isso não muda nosso atual predicamento. Ainda estamos aqui, e ele ainda está lá.”

“Muda!” O tom de William subitamente se elevou, vibrando com uma intensidade que fez a névoa azul ao redor ondular. “Muda tudo! Os monstros não estão trabalhando sozinhos; eles já estão em um entendimento tácito com aquela Raposa!”

Suas palavras não pareciam fazer sentido imediato para esses mestres de reino superior. Eles olhavam para ele como se ele estivesse falando uma língua esquecida. Mas William não se importava.

Ele sabia que, não importa o quanto ele explicasse as complexidades da aliança da Raposa com os Monstros das Artes Místicas, eles não compreenderiam totalmente a profundidade da conspiração ainda. No entanto, para William, tudo finalmente se encaixou.

O rancor eterno do seu mestre contra o monstro Raposa, os contatos de alto nível que ela havia mencionado uma vez, o vasto e misterioso conhecimento que ela havia lhe concedido—tudo apontava para um fato singular e chocante. Seu mestre tinha sido parte desse próprio grupo, os Purgadores Azuis, antes de terem desaparecido dos registros da história!

“Isso explica tudo então…” William murmurou, ignorando os olhares estranhos e suspeitos que estava atraindo de todos os homens na unidade. “E isso muda a prioridade de toda esta guerra!”

Ele voltou seus olhos para a névoa azul emanando das pedras especiais mantidas pelos mestres. Ele olhou para as partículas cintilantes com um novo nível de reconhecimento. “Esta é a lendária Origem do Esporo Azul, certo?”

“Sim,” Bernard respondeu, agora seriamente considerando a possibilidade de que William tivesse caído de cabeça durante suas viagens e estivesse com vários parafusos soltos. “É nosso sustentáculo. Agora, por que não paramos esta conversa inútil e voltamos ao nosso Castelo Flutuante? Lá, você pode descansar, e podemos nos reagrupar para retornar e exterminar estes ursos corretamente.”

“Não. Precisamos fazer algo muito mais importante do que isso,” William interrompeu, sua voz como ferro frio. Para horror da vanguarda, William deu um passo à frente e saiu direto da névoa azul protetora.

Essa névoa era lendária por uma razão; era uma toxina letal para qualquer criatura que possuísse um espírito de elemento escuridão. Era a única razão pela qual os Ursos Escarlates, apesar de seus milhões, não podiam tocar os mestres dentro da nuvem.

Ver o jovem que eles vieram resgatar simplesmente sair para o ar livre lhes deu um susto instantâneo. Um único pensamento passou por cem mentes de uma vez: Esse garoto é absolutamente insano.

“Espere! Volte aqui!” Bernard gritou, estendendo a mão. “Não há nada mais precioso do que preservar sua vida! Você está caminhando para sua morte!”

Bernard ainda via William como um jovem mestre talentoso, mas ingênuo, que teve sorte com seus espíritos marionetes, mas que era perigosamente ignorante sobre a verdadeira letalidade do mundo. “Volte aqui e vamos para o castelo!”

“Não.”

Bernard tentou agarrar William pelo braço para puxá-lo de volta, mas no momento em que seus dedos tocaram a manga de William, ele sentiu uma onda de força que desafiava toda lógica. William não apenas resistiu; ele ativou seu espírito.

Em um flash de luz ofuscante, a forma de William mudou, sua aura se manifestando na forma de uma raposa multi-caudas, enviando uma onda de poder que forçou a vanguarda a recuar.

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