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Reclamada pelo Rei Alfa - Capítulo 30

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30: Capítulo 30 30: Capítulo 30 Shane de repente se levantou do sofá como se estivesse prestes a sair de casa.

“Para onde você vai?” Steve perguntou, com as sobrancelhas erguidas.

“Estou tentando entrar em contato com a pessoa que está verificando o Thomas, mas ninguém está respondendo. Não é do feitio dele ignorar minhas ligações. Algo está errado, eu simplesmente sei,” Shane disse, sua voz tensa com preocupação. Ele pegou um casaco do armário do Steve e o vestiu.

Steve franziu a testa. “Sério? Se for o caso, algo sério pode estar acontecendo.” Sem hesitar, ele se levantou e tirou uma camisa do próprio armário.

Shane piscou surpreso. “Espera, o que você está fazendo?” ele perguntou, observando enquanto Steve começava a abotoar a camisa.

Steve, percebendo o choque de Shane, deu de ombros. “Estou indo com você. O que, você espera que eu fique aqui sentado enquanto tudo desmorona lá fora? Enquanto nossos homens estão lá fora, e você está correndo para tentar consertar as coisas sozinho?”

Shane balançou a cabeça, confuso. “Quando foi a última vez que você saiu de casa? Você não está bem o suficiente para estar correndo por aí. E ainda estamos mantendo sua identidade escondida, lembra?” Seu tom era firme, mas preocupado.

“Eu não me importo. Eu vou com você. Não há nada que você possa dizer para me fazer mudar de ideia,” Steve declarou, pegando um par de botas e calçando-as.

“Steve, por favor, não faça isso. Se você sair nesse tempo, vai ficar doente. Eu não posso protegê-lo lá fora, e não quero arriscar algo acontecer com você.” A voz de Shane estava calma, mas a urgência por trás de suas palavras era clara. “Você lembra o que aconteceu quando eu fui sequestrado. Você viu o que eles fizeram comigo. O mundo exterior é perigoso.”

“Exatamente por isso que eu preciso estar lá fora! Eu não posso ficar parado e deixar os outros cuidarem das coisas sem mim,” Steve retrucou. “Eu preciso aprender a me proteger e proteger a todos também. Não tente me impedir, Shane.”

Shane suspirou profundamente, percebendo o quão teimoso Steve poderia ser. “O Doutor Eugene está vindo hoje. Você precisa ficar aqui e pegar sua receita. Eu posso lidar com tudo lá fora.”

“Eu vou ligar para o médico e avisar que estou ocupado. Ele pode esperar por mim,” Steve respondeu, já pensando em desculpas.

Shane viu que não havia como mudar a mente de Steve. “Tudo bem, você pode vir. Mas tem uma condição.”

Steve, ansioso para partir, acenou rapidamente com a cabeça. “Qualquer coisa, só me dizer.”

“Você tem que me ouvir lá fora. Sem decisões impulsivas. E se eu mandar você ir embora, você vai. Entendeu?” Shane o olhou diretamente nos olhos, garantindo que suas palavras fossem compreendidas.

“Claro, o que você disser. Eu vou ouvir,” Steve disse, embora sua confiança ainda perdurasse.

Shane olhou para as roupas de Steve e franziu a testa. “Mas você não pode sair de casa vestido assim.”

Steve olhou para si mesmo confuso. “Como assim? O que eu deveria vestir?”

“Você precisa de um disfarce. Você não pode ser reconhecido como o presidente. Se seu pai descobrir quem você é, estamos todos em grandes apuros.” A voz de Shane ficou mais baixa, sabendo o peso de suas palavras.

Steve fez uma pausa, lembrando-se da última vez que algo assim aconteceu. Ele e Shane tinham saído de casa anos atrás, apenas para serem pegos pela mãe de Steve e duramente punidos pelo seu pai. Desde então, Shane sempre saía sozinho para lidar com as coisas.

Steve gemeu. “Tá bom, tá bom. Mas se apresse.”

Shane desapareceu em um quarto por alguns minutos e voltou com um uniforme preto de segurança. “Aqui, vista isso.”

Steve piscou, olhando para a roupa. “Você quer que eu me vista como um segurança?” Ele jogou as roupas de volta no rosto de Shane.

“Sim, Steve! Esta é a única maneira de manter sua identidade oculta. É só por algumas horas. Não torne isso mais difícil do que precisa ser,” Shane disse firmemente, jogando as roupas de volta.

Steve suspirou, pegando as roupas novamente, mas ainda resmungando, “Ninguém sabe como eu sou, de qualquer jeito… Por que eu preciso disso?”

Shane ergueu uma sobrancelha. “Apenas vista.”

Após vinte minutos de discussão e constante persuasão de Shane, Steve finalmente cedeu e vestiu o uniforme preto. Ele penteou o cabelo para trás, colocou um boné e cobriu o rosto com uma máscara.

Uma vez totalmente disfarçado, Steve voltou para fora. Ninguém o teria reconhecido assim.

“Você está perfeito. Vamos,” Shane disse com um aceno.

Enquanto eles andavam pelo prédio, Steve sentiu uma estranha emoção borbulhando. Fazia tanto tempo que ele não saía. Trabalhadores olhavam para eles enquanto passavam, reconhecendo Shane mas não o “novo segurança misterioso.” A maioria supôs que era apenas uma nova contratação.

Ao sair para fora, Steve parou, respirando o ar fresco e o espaço aberto. Seu coração se elevou. Depois de anos de confinamento, era como entrar em um novo mundo.

Shane tocou seu ombro, tirando Steve de seus pensamentos. “Entre no carro.”

Sem palavras, Steve entrou, e Shane deu a partida no motor.

***************
Enquanto isso, George e Raymond tinham acabado de contrabandear Alfa Darwin para o esconderijo deles. Voltando, George se virou para Raymond, quebrando o silêncio. “Ouvi dizer que você vai viajar com o chefe em breve. Quando isso vai acontecer?”

Raymond, desconfiado do repentino interesse de George, respondeu com cautela. “Em dois dias.”

“Ótimo. Seja cuidadoso nessa viagem. Eu ouvi que a rota é perigosa,” George disse, desviando o olhar.

Raymond estudou o rosto de George, sentindo que algo estava errado. Por que essa súbita preocupação? George nunca foi do tipo que se preocupa com a segurança de alguém.

“É, nós sabemos que é arriscado. Vamos ter cuidado,” Raymond respondeu, mantendo sua voz neutra.

Os dois chegaram à casa do chefe. A porta estava aberta, então eles entraram.

A chefe estava sentada em um trono luxuoso, de costas para eles. “Como foi a operação?” ela perguntou, sua voz fria e elegante.

“Foi bem, senhora,” George disse rapidamente.

“E o Alfa? Como está seu estado?”

“Ele ainda está inconsciente. Chamamos um médico. Ele deve chegar em breve,” respondeu Raymond, em voz baixa.

“Bom. Preciso que ele acorde logo. Muito em breve,” ela disse, sua voz suave mas perigosa.

“Vamos passar isso para o médico,” George a assegurou.

Ela se virou levemente. “Raymond, a viagem está adiada por enquanto. Eu lhe informarei quando houver novas informações.”

Raymond assentiu. “Entendido, senhora.”

George, escondendo sua decepção, manteve seu rosto calmo. Algo sobre esse adiamento o deixou inquieto, mas não deixou transparecer.

“Vocês dois podem sair agora,” a chefe os dispensou.

Os dois homens saíram rapidamente, deixando a tensão para trás.

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