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Reclamada pelo Rei Alfa - Capítulo 246

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Capítulo 246: Chapter 246: Consumida pela Fúria

A noite se arrastava em silêncio dentro do território do Theo.

Ninguém havia dormido. Ninguém havia descansado.

Todos os guerreiros estavam sentados do lado de fora com suas armas ao lado deles, como se guardar a alcateia de alguma forma trouxesse seu Alfa de volta.

Kimberly saiu da casa de lanternas com passos trêmulos. Zach correu para apoiá-la, mas ela gentilmente empurrou sua mão.

“Estou bem,” ela sussurrou.

Sua voz não era forte. Tremia como um vidro rachado que poderia se quebrar a qualquer momento.

Mohandria a observava da fogueira. “Você mal dormiu. Seu corpo está enfraquecendo.”

Kimberly balançou a cabeça. “Não posso descansar. Theo está lutando contra algo que não entendo. Toda vez que fecho os olhos, sinto calor na pele. Cada respiração que tomo parece pesada… como se ele estivesse me chamando.”

Zach trocou um olhar com Mohandria. “Seu vínculo está passando pelo teste final.”

Kimberly engoliu em seco. “O teste não o matará?”

Mohandria hesitou.

“Diga-me a verdade,” Kimberly exigiu suavemente, seus olhos afiados de dor.

Mohandria suspirou. “O teste matará ambos os Alfas… a menos que se tornem uma mente, um propósito.”

A respiração de Kimberly falhou. “Theo lutando com Derrick? Eles se odeiam, não podemos voltar a essa discussão novamente.”

“O ódio não importará onde eles estão,” disse Mohandria. “Apenas o sacrifício importará.”

Kimberly fechou os olhos, e uma lágrima rolou por sua bochecha. “Theo daria sua vida por qualquer um… mas Derrick o odeia.”

Zach balançou a cabeça. “Mesmo o ódio tem limites quando a morte está diante dele. Vamos confiar na deusa para guiá-los.”

Kimberly sussurrou, “Quero acreditar nisso… mas meu coração parece que alguém está apertando.”

Mohandria se aproximou. “Apegue-se ao seu vínculo, Kimberly. Se você desistir agora… ele sentirá.”

Kimberly levantou a cabeça, enxugou as lágrimas e forçou sua voz a não tremer.

“Então eu não vou desistir, Mohandria.”

Ela colocou a mão no peito.

“Eu vou continuar chamando até ele encontrar o caminho de volta para casa.”

O vento mudou enquanto ela falava, quente, quase como uma respiração de um mundo distante.

★★★

A besta de fogo rugiu, chamas explodindo de seu corpo com uma força feroz. Theo e Derrick estavam lado a lado, respirando pesadamente, sua pele queimando a cada faísca que os tocava.

Derrick levantou o braço para se proteger, mas a besta de fogo o atingiu, jogando-o no chão. Ele soltou um gemido profundo, lutando para se levantar.

Theo avançou, olhos ardendo de determinação. “Levante-se!”

“Estou… tentando,” murmurou Derrick, tossindo enquanto a besta avançava.

O monstro levantou suas garras flamejantes e mirou direto no peito de Derrick. Os olhos de Derrick se arregalaram, ele não conseguia desviar a tempo.

Theo não pensou.

Ele não hesitou.

Ele correu.

“Não!” Derrick gritou, mas Theo foi mais rápido.

Theo se jogou entre Derrick e as chamas, recebendo todo o impacto do fogo em suas costas. Ele gemeu, mas permaneceu firme, protegendo Derrick com todo o seu corpo.

A besta hesitou, suas chamas tremeluziram e seu rugido vacilou… Então, de repente, ela recuou.

A besta de fogo tremia e suas chamas diminuíram.

Theo caiu de joelhos, e Derrick se moveu para segurá-lo.

“O que você está fazendo, Theo?” Derrick sussurrou, a respiração trêmula. “Por que você arriscaria sua vida por mim?”

Theo não respondeu. Ele simplesmente encarou a besta, recusando-se a recuar.

A besta de fogo soltou um último grito, ergueu sua cabeça…

e explodiu em cinzas no chão.

Derrick e Theo ficaram parados, respirando pesadamente, confusos e abalados.

Então a velha mulher materializou-se diante deles, seu corpo cercado por chamas brancas que se moviam como espíritos vivos.

Ela falou lentamente, cada palavra carregando peso.

“Vocês dois lutaram juntos contra a besta. E vocês dois teriam morrido. Mas vocês venceram.”

Os dois Alfas trocaram um olhar — silencioso, intenso.

“Vocês sabem por que?” ela perguntou.

Eles permaneceram em silêncio.

Ela assentiu. “Claro que não sabem.”

Sua voz suavizou.

“É porque o Alfa Theo se sacrificou. Sacrifícios altruístas comovem o coração do supremo. Apenas um verdadeiro líder faz isso.”

Derrick olhou diretamente nos olhos de Theo.

Pela primeira vez, não havia ódio.

Apenas realização.

A velha mulher continuou.

“Vocês não são inimigos. Vocês acham que sua guerra é entre si, mas não é. Uma guerra maior está chegando… uma que destruirá sem escolher quem usa a coroa.”

Theo avançou. “Então nos diga. Como vencemos essa guerra?”

“Unidade,” ela disse simplesmente. “Fiquem juntos como um. Só então vocês sobreviverão.”

As chamas ao redor dela subiram mais alto, girando em um círculo violento.

“Mas lembre-se,” ela acrescentou, “a união não é uma escolha. É o único caminho.”

Um redemoinho feroz explodiu ao redor deles. Theo tentou segurar algo, mas não encontrou nada. Derrick gritou algo, mas o vento engoliu sua voz.

O mundo ficou em branco.

Enquanto isso, de volta ao território do Derrick, Mona estava junto ao portão, suas mãos tremiam enquanto ela olhava para a lua. Suas bochechas estavam manchadas com lágrimas secas.

Um de seus atendentes se aproximou silenciosamente. “Minha senhora… você deveria descansar.”

“Não.”

Sua voz era baixa, mas afiada.

“Não vou dormir até saber onde está meu marido.”

A mulher suspirou. “Os feiticeiros disseram que podem ver os espíritos dos dois Alfas. Eles estão vivos, mas presos.”

Mona se virou bruscamente. “Presos onde?”

“Eles não sabem.”

Mona riu amargamente. “Claro que não sabem. Eles nunca sabem de nada até que seja tarde demais.”

Sua mão pressionou contra seu peito. “Sinto que algo está mudando. Algo que eu não entendo.”

O atendente hesitou. “Minha senhora… você está dizendo que sente o Alfa Derrick?”

Mona congelou.

Então lentamente, ela balançou a cabeça. “Não. Não é Derrick.”

“O que é então?”

Mona engoliu em seco.

“Eu sinto… medo,” ela sussurrou. “Um medo que não me pertence.”

Enquanto ela dizia isso, uma rajada repentina de vento bateu no portão. Os guardas avançaram, segurando suas armas.

Mona se enrijeceu.

“Está começando,” ela sussurrou.

★★★

Uma explosão violenta de vento atravessou o portão de entrada do Derrick, espalhando poeira por toda parte. Os guerreiros levantaram suas armas, se preparando para uma ameaça.

Então, duas figuras apareceram no meio do portão, ambas caindo de joelhos.

Theo.

Derrick.

O choque atravessou as fileiras dos guerreiros.

“Alfa Derrick!”

Eles correram para frente.

Mas então viram Theo de pé ao lado dele.

Num instante, todos os guerreiros voltaram suas armas para Theo, prontos para atacar.

Theo não se moveu. Ele estava exausto demais para se defender.

Mas Derrick se levantou, olhos ardendo.

“PAREM!”

Sua voz ressoou por toda a alcateia.

Todos congelaram.

Derrick deu um passo à frente, bloqueando Theo de suas armas.

“Ele não é prisioneiro,” Derrick declarou em voz alta. “Ele não é inimigo.”

Sua voz tremia com algo que ninguém jamais ouvira dele—

Respeito.

“Ele é o Rei Alfa.”

Gaspem encheram o solo da alcateia.

Mona correu à distância, alegria inundando seu rosto ao ver Derrick vivo.

Mas no momento em que viu Derrick se ajoelhar diante de Theo, seus passos vacilaram.

Derrick se ajoelhou.

Cabeça abaixada.

Os guerreiros, anciãos, e até mesmo os guardas seguiram lentamente seu Alfa, caindo de joelhos um por um.

Mona ficou paralisada, assistindo em choque enquanto centenas se curvavam para Theo.

Alfa Theo os encarou em confusão.

Ele tentou falar, mas sua voz se prendeu na garganta.

E então, um vento gelado varreu o solo da alcateia.

Cada chama tremeluzia, cada guerreiro se enrijeceu, enquanto Theo se virava abruptamente, sentindo algo familiar… algo perigoso.

Antes que alguém pudesse falar, uma voz sombria ecoou através do vento:

“A união não vai salvá-los. A verdadeira guerra começa agora.”

O chão tremeu, enquanto Mona gritava e os guerreiros agarravam suas armas.

Theo e Derrick trocaram um olhar,

um olhar cheio do medo que ambos entendiam.

A voz falou novamente, mais fria que a morte… “Aquele que vocês enterraram… despertou.”

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