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Reclamada pelo Rei Alfa - Capítulo 239

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Capítulo 239: Chapter 239: Consumida pela Fúria

O quarto estava cheio de uma luz azul tênue enquanto o círculo ritualístico brilhava sob Kimberly e Mohandria.

Theo jazia imóvel ao lado delas, sua respiração fraca. A mãe de Kimberly estava quase sem vida, seu pulso se apagando. Cantorias de Mohandria ficavam mais altas, sua voz tremendo à medida que o ar se tornava mais denso com poder.

Os espíritos começaram a sussurrar em tons estranhos, suas vozes ecoando dentro da cabeça de Kimberly, frias, distantes, impiedosas.

“Apenas um pode ser salvo… apenas um pode viver.”

O coração de Kimberly batia forte enquanto ela segurava ambas as mãos, os dedos frios de sua mãe de um lado, a palma fraca de Theo do outro.

“Não! Eu não vou escolher!” ela gritou. “Vocês não podem pedir isso de mim!”

Os sussurros só aumentaram, circulando ao seu redor como uma tempestade.

“Apenas um destino… apenas uma alma pode se elevar.”

Lágrimas escorriam pelas bochechas de Mohandria enquanto ela tentava se concentrar. “Kimberly, eles estão rejeitando a fusão. O equilíbrio não se manterá se forçarmos isso!”

De repente, a mãe de Kimberly estendeu a mão e agarrou seu pulso com uma força surpreendente. Seus olhos, embora apagados, brilhavam levemente.

“Deixe-me ir,” ela sussurrou trêmula. “Vocês todos devem salvar Theo… Seu futuro juntos é maior que minha alma.”

Kimberly sacudiu a cabeça violentamente, as lágrimas escorrendo por seu rosto. “Não, Mãe! Eu vou salvar vocês dois! Eu não vou perder mais ninguém!”

Sua mãe sorriu fracamente. “Eu sei que você se importa, minha filha… mas a profecia está além de mim. Salve Theo, e vocês dois salvarão o mundo.”

A respiração de Kimberly prendeu-se, seu corpo tremendo. “Por favor, não me deixe,” ela chorou. “Não agora… não quando acabei de encontrar você.”

Sua mãe sorriu através da dor. “Agora sou uma mãe realizada… e agradeço por me deixar fazer parte da sua jornada. Eu te amo tanto, meu amor.”

Kimberly a apertou mais forte. “Eu também te amo, Mãe. Apenas… fique comigo um pouco mais.”

Os lábios de sua mãe tremiam enquanto ela começava a cantarolar uma antiga melodia, uma canção de ninar que costumava cantar quando Kimberly era pequena, antes do destino cruel que as separou.

Kimberly chorou incontrolavelmente enquanto a canção enfraquecia e a voz se apagava.

A nota final quebrou o silêncio. Os olhos de sua mãe se fecharam, sua mão escapando do aperto de Kimberly.

Mohandria sussurrou um canto final e olhou lentamente. “Ela escolheu seu caminho, Kimberly. A alma dela se juntou à luz.”

Kimberly gritou em agonia, caindo de joelhos, agarrando o corpo de sua mãe. “Não! Traga ela de volta! Por favor!”

Mas o círculo enfraqueceu, os espíritos desaparecendo um por um, deixando para trás apenas tristeza e um leve calor que envolvia o corpo de Theo.

Mohandria voltou seu olhar para ele. “O sacrifício dela… o restaurou.”

Enquanto isso, horas depois, Theo permanecia inconsciente, mas vivo.

Sua respiração estabilizou, embora sua pele estivesse pálida e marcada por cicatrizes invisíveis. Kimberly sentou-se ao lado dele, seu rosto vazio de exaustão.

Mohandria entrou lentamente no quarto. “Ele vai viver, Kimberly. Mas seu espírito precisará de tempo para se recuperar. Não deixe a culpa te enterrar.”

Kimberly olhou para o rosto de Theo, as lágrimas caindo silenciosamente. “Ela deu a vida por ele. Como eu vivo com isso?”

“Você a honra,” Mohandria disse suavemente. “Você luta a guerra que ela ajudou você a ganhar hoje.”

Kimberly olhou para cima. “Que guerra?”

“Aquela que já está vindo,” Mohandria sussurrou.

“O equilíbrio está abalando. Derrick cruzou a linha entre vida e poder. E em breve… ele trará seu caos para cada alma viva.”

O maxilar de Kimberly se apertou. “Então eu estarei pronta. O que for preciso, eu vou detê-lo.”

Mohandria acenou com orgulho, embora a preocupação cintilasse em seus olhos. “A lua vai te guiar. Mas lembre-se, o amor pode salvar, e também pode destruir.”

★★★

Distante, no território oriental, a mansão de Derrick estava silenciosa sob o amanhecer carmesim. Os guardas se endireitaram quando passos pesados ecoaram pelo salão. Alfa Derrick havia retornado.

Os guerreiros se curvaram profundamente enquanto ele passava, nenhum ousando falar. Sua aura era fria e autoritária, seus olhos queimando com algo sombrio e poderoso.

Sem uma palavra, ele caminhou pelos corredores e parou na porta da câmara de Mona.

Mona saiu do chuveiro, enrolada em uma toalha, o cabelo molhado grudando nos ombros. Quando o viu, seus olhos se arregalaram de surpresa e deleite.

“Derrick…” ela sussurrou, correndo em sua direção. “Você voltou.”

Ele a olhou com um leve sorriso. “Estive trabalhando para colocar nosso império acima de todas as alcateias. Em breve, ninguém ficará em nosso caminho.”

Ela sorriu, alívio inundando seu rosto. “Você me assustou. Todos pensaram que algo tinha acontecido com você.”

Derrick se aproximou, seu tom abaixando. “Você queria um filho, não é?”

Seus olhos se arregalaram, seus lábios se separando. “Sim… mais do que tudo.”

Ele colocou a mão em sua cintura, sua voz profunda e deliberada. “Então, esta noite, seu desejo se tornará real. Você carregará meu herdeiro, o futuro governante de todos.”

Mona sorriu, seu coração acelerado. Por um momento, ela esqueceu suas dúvidas.

Derrick retirou a toalha enrolada em seu peito, enquanto sua nudez o convocava.

A intensidade nos olhos dele tanto a emocionava quanto a inquietava, mas ela não podia resistir à sensação de que ele já não era o mesmo homem que a havia segurado gentilmente.

Ambos estavam nus e o desejo ardente em seus olhos ia além do que as palavras podiam explicar.

Derrick colocou a mão em sua cabeça, enquanto ela chupava seu pau duro até estar pronto para a penetração máxima.

Eles tiveram um sexo intenso que nunca tinha sido visto ou sentido entre eles.

Quando se deitaram juntos naquela noite, não era apenas paixão, era poder, era conquista, era o destino se moldando através do fogo.

O amanhecer rompeu pela janela, suave e dourado. Mona estava nos braços de Derrick, sua cabeça sobre o peito dele, enquanto ambos ainda estavam nus na cama.

O silêncio entre eles parecia pesado, mas calmo. Ela traçou a pele dele distraidamente e sussurrou, “Você parece diferente. O que está acontecendo, Derrick?”

Ele olhou para o teto por um longo momento antes de responder. “Tudo que eu fiz, toda a escuridão, todas as escolhas, foi para este momento.”

Ela levantou a cabeça. “Que momento?”

Ele virou-se lentamente para ela, sua expressão indecifrável. “O momento em que tomamos de volta tudo o que já foi roubado de nós.”

Mona franziu levemente. “O que você quer dizer?”

Ele afastou uma mecha de cabelo de seu rosto. “Você vai entender em breve.”

Seu coração bateu mais rápido. “Derrick, o que você está planejando?”

Ele sorriu levemente, seus olhos brilhando com determinação. “Você queria um herdeiro. Você terá um. E em três dias…”—ele pausou, sua voz fria e definitiva—”…vamos para a guerra.”

O ar de Mona parou. “Guerra?”

Ele não respondeu. Apenas olhou pela janela, seu rosto iluminado pelo sol nascente.

E naquele silêncio, Mona percebeu algo aterrorizante, qualquer que fosse o que Derrick havia se tornado, não havia volta.

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