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Reclamada pelo Rei Alfa - Capítulo 236

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Capítulo 236: Chapter 236: Consumida pela Fúria

Kimberly ofegou enquanto seus olhos se abriram. O quarto parecia frio e pesado.

Seu corpo tremia, seu coração ainda acelerado pelo eco de seu sonho, o corpo sem vida de Theo deitado em sangue. Sua mãe estava ao lado dela, os olhos inchados de lágrimas e preocupação.

“Mãe… Eu o vi,” Kimberly sussurrou, sua voz quebrando. “Theo… ele se foi. Eu o vi morrer em meu sonho.”

Sua mãe estendeu a mão para ela. “Não foi real, minha filha. Você não deve deixar o medo te destruir.”

Kimberly balançou a cabeça. “Pareceu real. Eu podia sentir a dor dele, o sangue dele em minhas mãos. Foi como se ele estivesse me chamando.”

Ela se virou para o lado da cama onde Mohandria jazia imóvel.

A sacerdotisa não havia aberto os olhos desde aquela noite em que usou o feitiço proibido. Sua respiração estava fraca e sua energia parecia esgotada.

As lágrimas de Kimberly rolavam livremente. “Ela fez isso para me salvar. E agora está deitada ali… por minha causa.”

Sua mãe acariciou seu cabelo. “Mohandria sabia o que estava fazendo. O vínculo entre você e Theo é poderoso, mas também são as forças que tentam destruí-lo.”

Kimberly cerrou os punhos. “Eu não sinto nada além de vazio. Se Theo realmente se foi, então pelo que devo lutar?”

Sua mãe se inclinou mais perto, sua voz tremendo. “Você deve aguentar. O feitiço que liga seu poder é frágil.

Quando se quebrar, suas emoções determinarão o que você se tornará, salvadora ou destruidora.”

Kimberly desviou o olhar, sentindo a culpa afundar mais profundamente. “Eu nem consigo me controlar. Quase machuquei todos naquela noite.”

“Você não deve deixar o desespero vencer,” sussurrou sua mãe. “Theo pode não ter ido embora. O sonho pode ser uma mentira destinada a enfraquecê-la.”

A voz de Kimberly tremeu. “Então por que não consigo mais sentir ele? Eu costumava sentir os batimentos dele mesmo quando estava a quilômetros de distância. Agora se foi, mãe. Completamente se foi.”

Sua mãe a segurou firmemente, sussurrando orações. Mas, lá no fundo, Kimberly sentia algo mais sombrio agitando, uma raiva que o feitiço não poderia conter por muito tempo.

★★★

Enquanto isso, no abismo das sombras, Katherina estava cercada pelos espíritos murmurantes dos mortos. Suas vozes ecoavam como vento frio na escuridão.

“Seu controle sobre a garota está enfraquecendo,” um espírito sibilou. “A velha sacerdotisa interferiu.”

Os olhos de Katherina queimavam em vermelho. “Aquela tola mortal ousou usar um feitiço esquecido contra mim. Mas não durará. O vínculo entre Kimberly e sua raiva é muito forte para ser aprisionado para sempre.”

Outro espírito, com uma voz rachada e oca, perguntou, “E o que dizer da profecia, senhora? O despertar da Deusa da Lua está próximo.”

Katherina sorriu friamente. “Isso é exatamente o que eu quero. Deixe-a despertar, mas não como luz. Ela desperterá como minha arma.”

Ela moveu a mão, formando um redemoinho de névoa que mostrou o rosto de Derrick. Ele estava em sua casa da alcateia, cercado por feiticeiros sombrios, sua sede de poder o cegando.

“A fome de Derrick será sua ruína,” Katherina disse com uma risada cruel. “Ele acredita que está sendo capacitado para governar o mundo dos lobisomens, mas ele não é nada além de um peão.”

Os espíritos murmuraram em concordância.

“Vou alimentar seu orgulho,” ela continuou. “Vou fazer com que ele destrua tudo que o prende. Quando as alcateias caírem, eu me levantarei e cada alma injustiçada pelos lobisomens terá sua vingança.”

Seu riso ecoou, frio e venenoso.

“Mas primeiro,” ela sussurrou, olhando novamente para a névoa, “a Deusa da Lua deve sentir desespero. Deixe-a acreditar que seu parceiro está morto. Deixe sua raiva devorá-la viva. O feitiço que a liga se quebrará em breve, e quando isso acontecer…”

Katherina ergueu a mão, e a névoa escura se retorceu em uma marca ardente que brilhava no ar.

“Ela queimará o mundo por si mesma em meu nome.”

★★★

Mona usava um manto escuro enquanto se deslizava para dentro da pequena cabana escondida na borda da floresta. O velho médico esperava lá dentro, seu rosto coberto por um capuz.

“Você voltou mais cedo do que eu esperava,” ele disse.

“Preciso de mais das ervas,” Mona respondeu suavemente, seu tom inquieto. “Aquelas que o fazem… me desejar.”

O médico virou-se para sua mesa, misturando pós e líquidos. “Você está jogando um jogo perigoso, Mona. Esse tipo de poção liga a alma, não apenas o corpo. Pode fazer um homem perder sua vontade.”

“É exatamente o que eu quero,” ela disse rapidamente. “Preciso estar grávida. Preciso de um herdeiro antes que ele mude de ideia.”

Ele lhe deu um pequeno frasco cheio de uma substância espessa e esverdeada. “Adicione uma gota disso ao chá da manhã dele como de costume.”

“Mas cuidado, funciona apenas através do coração. Se a mente dele se voltar contra você, o efeito pode se quebrar.”

Mona pegou o frasco, escondendo-o sob sua capa. “Ele não vai resistir a mim novamente.”

A voz do médico ficou baixa. “E se você conseguir?”

Ela deu um leve sorriso. “Então serei a Rainha Luna. E o herdeiro que gerar me tornará intocável.”

Ao virar-se para sair, o médico murmurou, “Toda poção tem um preço, Mona. Lembre-se disso.”

Mas Mona ignorou suas palavras. Aquela noite, ela despejou a poção no chá de Derrick e sorriu quando ele bebeu.

Mais tarde, quando ele a puxou para si, a poção fez efeito. A paixão que se seguiu foi intensa, selvagem, quase violenta. Suas mãos tremiam de desejo incontrolável enquanto ele a reivindicava repetidamente.

Para Mona, cada momento parecia um triunfo. Ela sussurrou em seu ouvido, “Em breve, você me dará um herdeiro, e ninguém te afastará de mim novamente.”

Mas à medida que a noite se tornava silenciosa, sua ilusão de vitória se quebrou.

Quando Derrick finalmente se afastou dela, seus olhos escureceram, mas não com paixão, com irritação.

“Você não precisa visitar ninguém para eu ter um filho,” ele disse friamente, levantando-se da cama. “Terei meu herdeiro quando sentir que é o momento certo.”

Seu sorriso congelou. “O que… o que você quer dizer? Quem te contou—”

Ele a interrompeu. “Nunca mais tente me controlar, Mona. Posso jogar junto, mas não sou seu fantoche.”

E sem mais uma palavra, ele se vestiu e saiu na noite fria.

Mona ficou sentada, congelada, sua respiração tremendo, seu coração acelerado. “Como ele sabia?” ela sussurrou.

Pela primeira vez em muito tempo, o medo se infiltrou em sua mente, de que algo mais sombrio do que ela entendia estava observando tudo o que ela fazia.

★★★

A floresta estava silenciosa exceto pelos sussurros de figuras em movimento. Um grupo de rogues estava ao redor de uma fogueira, seus rostos meio escondidos.

Um deles se curvou diante de um homem alto cujo rosto estava coberto com uma máscara preta. “Recebemos a notícia,” o rogue disse. “A guerra entre Alfa Derrick e a alcateia do Alfa Theo começará em breve.”

O tom do homem mascarado era profundo. “E é quando atacamos. Ambas as alcateias nos abandonaram, nos chamaram de traidores. Agora, eles vão sentir o que é a traição.”

Outro rogue rosnou, “E quanto a Theo? Dizem que ele desapareceu.”

A voz do homem mascarado abaixou. “Se ele está morto, facilita nosso trabalho. Se ele está vivo, vamos garantir que ele morra por nossas mãos.”

Ele se levantou, virando-se para as sombras da floresta. “Reúnam os outros. Quando o caos começar, nos movemos, invisíveis, silenciosos, mortais.”

Os rogues assentiram, desaparecendo na escuridão, deixando apenas o líder mascarado de pé. Ele olhou em direção às colinas distantes onde estava o território do Derrick.

“Os reis cairão,” ele sussurrou, “e os esquecidos se levantarão.”

O vento da noite uivava pela floresta, carregando consigo o peso da guerra iminente e da traição.

E longe dali, sob a mesma lua, Mona estava à janela, tremendo. As palavras de Derrick se repetiam em sua mente uma e outra vez.

“Você não precisa visitar ninguém…”

Algo no tom dele soava possuído, não natural, como se ele tivesse ouvido aquelas palavras de outra voz inteiramente.

As mãos de Mona tremiam enquanto ela se afastava da janela, sussurrando, “O que está acontecendo com ele?”

Não vista no reflexo do vidro atrás dela, a sombra de Katherina sorria levemente.

As peças estavam em movimento.

E longe, pela terra, a Deusa da Lua se agitava em seu sono, seu coração ainda acreditando que Theo havia partido… O primeiro tremor da profecia havia começado.

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