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Reclamada pelo Rei Alfa - Capítulo 231

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Capítulo 231: Capítulo 231

Os dias após o estranho encontro de Kimberly na floresta passaram lentamente, cada um repleto de uma tensão silenciosa que ninguém conseguia nomear, mas todos podiam sentir.

Theo tentou segurá-la mais perto, mas o abismo entre eles crescia cada vez mais.

Kimberly se fechou em si mesma, e a mulher que afirmava ser sua mãe a observava silenciosamente, a culpa corroendo-a como uma doença.

Semanas se passaram.

A lua havia crescido e minguado duas vezes desde a noite em que Kimberly ouviu a voz em sua cabeça. Ainda assim, a memória permanecia em seu coração, mais pesada a cada vez que ela fechava os olhos.

Uma noite, Theo estava no campo de treinamento, lutando com Elijah. O clangor das lâminas ecoava pela brisa fresca enquanto seus homens treinavam ao fundo.

Elijah pressionou mais, suor brilhando em sua testa, mas Theo o bloqueou com facilidade.

“Você está distraído,” Elijah disse, recuperando o fôlego.

Theo embainhou sua lâmina. “Você também. Continua olhando para trás.”

Elijah franziu as sobrancelhas. “Você também sentiu? O ar… está diferente. Não sei como explicar, mas algo está nos rodeando. Esperando.”

Theo olhou para o horizonte, seu queixo firme. “Não algo. Alguém.”

Elijah estreitou os olhos. “Derrick?”

Theo não respondeu. Ele estava pensando em Kimberly.

Ele notou como ela se afastava quando pensava que ninguém estava olhando, como os olhos dela piscavam suavemente quando estava com raiva ou machucada.

Ele pensou nas noites em que ela acordava tremendo, se recusando a contar para ele com o que sonhou.

‘Ela está escapando. E eu não sei como segurá-la sem quebrá-la.’

“Mantenham os homens alertas,” Theo disse finalmente. “O que quer que esteja chegando… não vai esperar muito mais.”

★★★

Na mansão, Mona sentou-se diante do espelho, passando os dedos sobre o reflexo como se estivesse procurando a mulher que costumava ser.

Derrick entrou sem bater, sua presença preenchendo o quarto como uma sombra.

“Você tem estado quieta esses dias,” Derrick disse, servindo-se de uma bebida.

Mona não olhou para ele. “E você tem estado inquieto.”

Ele sorriu. “Inquieto? Não. Focado.”

A voz dela endureceu. “Focado em Theo e Kimberly novamente. Sempre eles. Você esqueceu que ainda estou aqui.”

Ele caminhou atrás dela, colocando as mãos em seus ombros. “Eu não esqueci, Mona. Mas a vitória vem primeiro. Depois teremos tudo o que sempre quisemos.”

Ela olhou no espelho, encontrando os olhos dele através do vidro. “E se a vitória não vier?”

O aperto de Derrick em seus ombros se intensificou. “Ela virá. Porque eu a farei vir.”

Mas, lá no fundo, até mesmo Mona podia ver… O fogo nos olhos dele estava queimando rápido demais, consumindo tudo em seu caminho.

‘Estou quase lá… Vou conseguir tudo o que quero e, quando minhas mãos tocarem o poder e o trono, serei invencível e intocável.’ Derrick pensou consigo mesmo, com um sorriso mortal no rosto.

★Duas semanas depois.★

O conselho dos anciões se reuniu em uma câmara isolada. Theo estava à cabeceira da mesa, Elijah e Lucian ao seu lado. O ar estava tenso; boatos de traição circulavam nas fileiras.

Um dos anciões, com a voz trêmula, falou. “Recebemos relatos de movimentos perto da fronteira.

Exércitos se reunindo em segredo. Se Derrick se aliou com forças sombrias, então sua força já pode rivalizar com a sua.”

A voz de Theo estava calma, mas afiada. “Relatórios não vencem batalhas. Provas sim. Até vermos com nossos próprios olhos, nos preparamos, mas não entramos em pânico.”

Outro ancião bateu com o punho na mesa. “Alfa Theo, você o subestima! Derrick não está esperando convites. Ele está planejando algo. Se não atacarmos primeiro—”

“Chega,” Theo interrompeu, seus olhos ardendo. “Este conselho não vai se transformar em uma alcateia de crianças assustadas.

Derrick irá agir quando ele acreditar que estamos fracos. O que significa que não devemos parecer fracos. Nem por um segundo.”

O silêncio encheu a câmara, mas o ar estava pesado com dúvida não expressa.

Quando a reunião terminou, Elijah inclinou-se mais perto de Theo. “Eles estão com medo, Alfa. Alguns deles estão ouvindo os sussurros do lado de Derrick. Você não pode confiar em todos aqui.”

Theo assentiu lentamente. “Eu sei.”

Mas ele também sabia outra coisa: quanto mais o medo se espalhava, mais fácil seria para Derrick infiltrar-se em suas fileiras.

Mais tarde naquela noite, Kimberly sentou-se sozinha em seu quarto, olhando para o pendente que sua mãe uma vez lhe deu. O prata cintilava à luz da vela, e ela sentiu seu peito se apertar novamente.

Sua mãe entrou silenciosamente, segurando uma bandeja de chá. “Você não comeu o dia todo.”

Kimberly não levantou o olhar. “Não estou com fome.”

“Kimberly…”

“Não.” A voz de Kimberly falhou. “Toda vez que eu peço a verdade, você a esconde. Toda vez que eu digo o que sinto, você diz que estou imaginando. Você sabe o que isso faz comigo?”

Lágrimas brotaram nos olhos de sua mãe. “Eu só queria te proteger.”

Kimberly finalmente levantou o olhar, sua voz trêmula mas cheia de raiva. “Proteger-me de quê? De quem eu sou?”

Sua mãe colocou a bandeja com mãos trêmulas. “Se você soubesse… talvez me odiasse para sempre.”

Os olhos de Kimberly brilharam vagamente novamente, uma mistura de prata e carmesim. “Talvez eu já odeie.”

A mulher arfou suavemente, dando um passo para trás. Kimberly desviou o olhar rapidamente, horrorizada com suas próprias palavras. Mas no fundo, ela sabia que uma linha já havia sido cruzada.

‘Ela já está mudando… O que vem a seguir, ela vai destruir tudo ou lutar contra isso?’ pensou a mãe de Kimberly, enquanto parecia assustada.

Na semana seguinte, Theo viajou para encontrar um pequeno grupo de aliados próximo à fronteira. A noite estava silenciosa, a floresta incomumente quieta. Seus homens mantinham a guarda alta enquanto ele discutia planos com Lucian e dois batedores.

“Não gosto deste lugar,” Lucian resmungou. “Está muito quieto.”

Theo assentiu, examinando as árvores. “Fiquem atentos. Se Derrick quisesse nos atrair, é exatamente assim que ele faria.”

De repente, um farfalhar ecoou pela floresta. Os homens levantaram suas armas imediatamente.

Theo ergueu sua mão. “Esperem.”

O ar mudou. Ele podia sentir, a presença de algo sombrio, observando.

Então… Bang!

O som estilhaçou a noite. Theo cambaleou enquanto o sangue se espalhava pela sua lateral. Seus homens gritaram em choque.

“Alfa!” Lucian o segurou, mas Theo o afastou, lutando para se manter de pé. Sua visão ficou turva.

“Encontre… quem fez isso,” ele rosnou, mas sua voz já estava desaparecendo.

Outro tiro ecoou, este acertando o chão perto de seus pés. Seus homens se posicionaram em formação, examinando as árvores em busca do atirador. Mas ninguém estava lá.

A respiração de Theo ficou superficial. Ele cambaleou para frente, sua mão pressionada contra o ferimento.

E então, diante de seus olhos, seu corpo cintilou, como névoa se dissolvendo no vento.

“Elijah!” um dos homens gritou, pânico em sua voz. “Ele está desaparecendo—”

Mas quando conseguiram alcançá-lo, Alfa Theo já havia desaparecido e se desvaneceu no ar.

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