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Reclamada pelo Rei Alfa - Capítulo 223

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Capítulo 223: Capítulo 223

A lua pairava alta, lançando sombras pálidas sobre a propriedade escurecida.

Lá dentro, a sala estava silenciosa, exceto pelo lento tique-taque do relógio. Derrick estava de pé próximo ao armário, vestindo uma calça preta.

Ele se movia com precisão silenciosa, cuidadoso para não acordar Mona. Mas quando ele colocou seu moletom preto e alcançou a porta, a voz dela o deteve.

“Derrick,” Mona chamou suavemente por trás dele, sua voz carregada de confusão. “Para onde você vai a esta hora?”

Derrick não se virou. Sua mão descansava na maçaneta, seu capuz cobrindo metade do rosto.

“Eu preciso ir a um lugar muito importante,” ele disse secamente. “Preciso resolver algumas coisas.”

Mona sentou-se na cama, franzindo a testa. “Já é quase meia-noite. Isso não pode esperar até de manhã?”

“Não,” Derrick respondeu bruscamente. “É somente neste tipo de horário que as batalhas são vencidas.”

“Mas…”

“Não se preocupe muito,” ele interrompeu antes que ela pudesse terminar. “Estarei de volta antes do que você imagina.”

Antes que Mona pudesse fazer outra pergunta, ele abriu a porta e saiu.

Mona observou a porta se fechar. Suas sobrancelhas se arquearam, seus lábios se comprimiram.

*Para onde ele vai a esta hora? E por que ele nem sequer olha para mim?* ela pensou.

Ela se deitou novamente na cama, os olhos fixos no teto.

*Ele não me toca há dias… Como vou engravidar se ele nem se aproxima?*

Ela suspirou profundamente, a frustração crescendo dentro do peito.

*Eu preciso fazer com que ele confie mais em mim. Talvez então… eu consiga o que quero.*

Enquanto isso, Derrick caminhou rapidamente pelo corredor e saiu da casa principal.

O ar da noite estava fresco em seu rosto enquanto ele se dirigia para o veículo estacionado.

Mas assim que ele alcançou a maçaneta da porta, uma figura correu em sua direção das sombras.

“Alfa,” a voz disse respeitosamente.

Era Alvin, chefe de sua segurança.

Alvin se curvou profundamente, olhos fixos no chão. “Notei que você estava saindo. Não deveria ir com você?”

Derrick pausou brevemente, virando-se ligeiramente para ele.

“Não,” ele disse. “Estou bem sozinho.”

“Mas…”

“Apenas certifique-se de que tudo aqui funcione bem,” Derrick interrompeu. “Se notar algo incomum, entre em contato comigo imediatamente.”

Alvin assentiu. “Sim, Alfa.”

Sem mais uma palavra, Derrick entrou no veículo, fechou a porta e partiu noite adentro.

★★★

As estradas estavam silenciosas enquanto ele acelerava pela periferia do território. As luzes da rua se tornavam menos frequentes à medida que ele se afastava da cidade.

Árvores cercavam os dois lados da estrada, curvando-se levemente sob o vento noturno.

Após cerca de vinte minutos, ele entrou em um caminho estreito escondido por trás de uma vegetação selvagem.

No final, havia uma casa velha e em ruínas. O local parecia abandonado, janelas quebradas, telhado meio desabado, mas cumpria seu propósito.

Derrick estacionou o carro, saiu e imediatamente examinou a área. Seus olhos perfuravam cada sombra.

*Ninguém me seguiu. Bom.*

Quando se sentiu satisfeito, avançou em direção à casa. A porta da frente rangia alto enquanto ele a empurrava.

O cheiro de ervas queimadas e madeira velha atingiu seu nariz. Em algum lugar lá dentro, vozes murmuravam suavemente, cantando, rítmica e estável.

Ele caminhou mais fundo na casa, passando por móveis quebrados e paredes descascadas, até alcançar um corredor estreito. No final, havia uma câmara mal iluminada.

Lá dentro, cinco feiticeiros estavam sentados de pernas cruzadas em tapetes velhos, os olhos fechados em concentração.

Estranhos símbolos brilhavam fracamente ao redor deles, desenhados no chão com cinzas e sangue. O canto parou no momento em que Derrick entrou.

Todos os cinco abriram os olhos e se voltaram para ele.

“Bem-vindo, Alfa Derrick,” o líder do grupo disse calmamente.

Mas Derrick não estava com ânimo para saudações.

“Não vim aqui para gentilezas,” ele disse friamente. “O que aconteceu?”

O líder se levantou, limpando a poeira de suas vestes. “Fizemos exatamente o que prometemos. Atacamos quando ela estava vulnerável.”

“Você disse que iria acabar com isso,” Derrick estalou. “Ela está morta ou não?”

“Não,” o líder admitiu, “mas quase a pegamos. Algo… ou alguém… interferiu.”

Derrick estreitou os olhos. “Quem?”

O líder hesitou, olhando para um dos outros.

“Foi uma mulher,” um dos feiticeiros mais jovens finalmente falou.

“Ela estava com Kimberly. Poderosa. Antiga. Ela quebrou nosso feitiço com uma língua que nem nós reconhecemos direito.”

“Uma mulher?” Derrick murmurou. Seus punhos se cerraram. “Descreva-a.”

“Ela parecia mais velha… mas não fraca,” o líder disse. “Ela conhecia as artes mais escuras… e as claras. Essa combinação é rara.”

O rosto de Derrick se obscureceu.

*Essa mulher… poderia ser ela? A que alegou ser a mãe de Kimberly? Eu a subestimei.*

Ele caminhou pela sala, respirando pesadamente.

“Eu lhe disse,” Derrick rosnou. “Eu disse para acabar com isso. Por que ela ainda está respirando?”

“Subestimamos a companheira dela,” o líder admitiu. “Não cometeremos esse erro de novo.”

“É melhor que não,” Derrick avisou, sua voz subindo. “Se falharem novamente, vão se arrepender de terem cruzado meu caminho.”

A sala ficou em silêncio. Os feiticeiros abaixaram a cabeça respeitosamente, mas o medo cintilou em seus olhos.

O mais jovem falou novamente. “Ela usou um sigilo de proteção que só lemos sobre. Algo dos escritos sagrados.”

Derrick virou-se abruptamente para ele. “Então encontre um contrafeitiço. Não os trouxe aqui para estudar magia antiga. Trouxe-os para destruir uma ameaça.”

“Já estamos trabalhando nisso,” o líder assegurou.

“Mas magia negra é como fogo, se espalha rapidamente… e queima aqueles que não a entendem.”

Derrick se aproximou, sua voz agora um sussurro, mas cheia de ameaça.

“Então entendam-na… antes que eu queime vocês.”

A ameaça pairou pesada no ar.

Sem esperar por outra palavra, Derrick virou-se e saiu furioso da câmara, suas botas ecoando pela casa abandonada.

Seu coração batia com raiva.

*Ela deveria estar morta. Aquela garota se tornou um espinho… e agora essa mulher…

ela é algo mais. Se estão trabalhando juntas, preciso atacar mais rápido, com mais força…*

Ele alcançou o carro e puxou a porta com força.

*Kimberly…* ele pensou, seus olhos queimando de fúria.

*Você pode ter escapado esta noite. Mas não novamente. Não da próxima vez.*

Ele entrou e bateu a porta atrás de si.

E quando o motor roncou, o vento aumentou, espalhando cinzas pelo chão da velha câmara.

Cinzas que brevemente formaram um estranho símbolo brilhando fracamente antes de desaparecer na escuridão.

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