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Reclamada pelo Rei Alfa - Capítulo 222

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Capítulo 222: Capítulo 222

Mais tarde naquela noite, a casa estava quieta, quieta demais.

O vento lá fora agitava as árvores como espíritos sussurrantes, mas dentro das paredes, apenas o suave tique-taque do relógio de avô preenchia o silêncio.

Kimberly estava sentada na sala de estar com o Alfa Theo. Suas mãos estavam fortemente entrelaçadas em seu colo, e seus olhos fixos no chão.

Ela tinha acabado de contar a ele tudo, o que aconteceu na Alcateia de Derrick, o ataque repentino no carro, as encantamentos, a fumaça branca, o poderoso resgate da mulher e seu desmaio.

Theo não tinha dito uma palavra durante todo o tempo em que ela falou. Ele simplesmente ouviu, com o rosto duro e inescrutável. Agora, ele se levantou.

“Vamos ver como ela está,” ele disse calmamente.

Kimberly assentiu. “Ela pode estar acordada agora.”

Juntos, eles caminharam pelo corredor silencioso. Quando chegaram ao quarto, Theo bateu com suavidade antes de abrir a porta.

A mulher estava sentada na cama, recostada contra os travesseiros. Ela parecia melhor, mas ainda frágil. Seus olhos, no entanto, permaneciam atentos.

Kimberly entrou primeiro, com uma expressão suave. “Como você está se sentindo agora?”

A mulher sorriu levemente. “Estou muito bem agora… graças a você.”

Kimberly balançou a cabeça lentamente, olhos brilhando. “Não. Foi o contrário. Eu só estou aqui porque você.”

A mulher apenas sorriu novamente, olhos calorosos.

Então Theo avançou, sua voz calma mas cheia de autoridade. “Por favor, tenho algumas perguntas. Posso fazer?”

A mulher assentiu.

“Kimberly me contou tudo,” Theo disse.

“O que eu quero saber é, você tem alguma ideia de quem ou o que poderia ter atacado vocês duas?”

A mulher respirou fundo antes de responder.

“Não posso dizer que sei exatamente quem está por trás disso… mas tenho certeza de uma coisa, isso não foi um ataque comum.

Isso foi a magia mais negra que senti em séculos. Um tipo que precede até mesmo as velhas guerras.”

Theo franziu um pouco a testa. “Mas pensei que tal magia negra estivesse extinta. Quem ainda praticaria algo assim?”

Kimberly se inclinou para frente. “Sim, eu pensei o mesmo. Não é proibido?”

A mulher olhou entre os dois.

“Sim, é. Mas sempre há aqueles que buscam o poder proibido. Escondidos da vista.

Eles não se importam com quem se machuca. E pessoas assim… ainda estão por aí. Praticando, esperando, se escondendo.”

Theo e Kimberly trocaram um olhar.

A mulher então se voltou para Kimberly, sua voz caindo ligeiramente.

“Criança, você ainda tem muito o que aprender. Diga-me, já ouviu falar da Lanterna da Vida?”

Kimberly inclinou a cabeça. “Do quê?”

“A Lanterna da Vida,” repetiu a mulher.

“Não é apenas um símbolo, é um guia. Uma lanterna que mostra os vivos entre nosso tipo.”

Kimberly piscou. “Você quer dizer lobisomens?”

A mulher balançou a cabeça. “Não apenas lobisomens. Quero dizer todos os tipos, videntes, feiticeiros justos, ouvintes e seres de sangue lunar… como você.”

A boca de Kimberly se abriu ligeiramente. “Eu?”

“Sim. Você carrega a marca da deusa da lua. Você não é apenas dotada. Você é escolhida.”

Kimberly sentou-se lentamente ao lado dela, seu coração batendo mais rápido. “Onde está essa lanterna? O que ela faz exatamente?”

“Ela brilha quando verdadeiras almas estão por perto. Ela revela os puros.

Mas mais importante, ela desperta partes de você que estão adormecidas. Partes que você precisa desesperadamente agora.”

Kimberly olhou para a mulher. “Você acha que eu tenho que encontrar essa lanterna?”

“Não,” disse a mulher, olhos sérios. “Eu sei que você tem.”

Houve silêncio por um momento. Theo finalmente falou novamente.

“Preciso perguntar mais uma coisa,” ele disse.

“Por que você não deixou Kimberly te levar para um hospital? Você estava sangrando. Estava desabando.”

A mulher olhou para Theo com cuidado.

“Porque você não pode curar o espiritual com ciência. O hospital teria ajudado meu corpo, sim, mas não teria ajudado minha alma.”

Theo ainda parecia não estar convencido, então ela continuou.

“Desde que cheguei aqui, senti a energia da deusa da lua carregando este lugar.

Preenchendo cada canto com luz. Essa energia… vem dela,” ela disse, fazendo um gesto para Kimberly.

“Mesmo que ela ainda não saiba. Essa energia é o que me manteve viva.”

Kimberly olhou para Theo, surpresa.

Theo levantou as sobrancelhas, mas deu um aceno lento. “Então esta casa é… abençoada?”

“É mais do que abençoada,” a mulher sussurrou.

“É protegida. Mas o perigo está crescendo, e amanhã… precisamos ir à Casa da Lanterna. É onde sua jornada começa.”

Theo se levantou, sua voz firme. “Então nos prepararemos esta noite. Amanhã, partimos.”

Ele deu um pequeno aceno para Kimberly, então saiu do quarto, deixando as duas mulheres sozinhas.

Kimberly voltou-se para a mulher, ainda se sentindo sobrecarregada.

A mulher alcançou o travesseiro e puxou uma pequena bolsa velha. Ela a abriu e tirou algo envolto em um pano desbotado.

Kimberly observou com curiosidade.

A mulher abriu lentamente, revelando um anel de ouro. Reluzia na luz fraca, mas algo sobre ele não parecia normal.

Pulsava com calor. Uma estranha calma preenchia o quarto.

“O que é isso?” Kimberly perguntou, sua voz em um sussurro.

A mulher segurava o anel com cuidado. “Este é o Anel de Luz. Foi passado de geração em geração.

De um protetor de sangue lunar ao próximo. É seu agora.”

Kimberly estendeu a mão enquanto a mulher gentilmente colocava o anel em sua palma. Estava surpreendentemente quente.

“Este anel te protegerá quando sua força estiver fraca.

Ele te protegerá das sombras e te guiará quando seu caminho parecer perdido. Você deve sempre mantê-lo com você.”

Kimberly olhou para o anel, sobrecarregada por seu peso, tanto física quanto espiritualmente.

A mulher se inclinou mais perto. “Amanhã, você aprenderá mais. Sobre quem você realmente é. Sobre de onde você vem. E o que você foi destinada a fazer.”

Kimberly assentiu lentamente, os lábios bem cerrados.

A mulher sorriu levemente. “Descanse esta noite. O caminho à frente não é fácil.”

Kimberly olhou para o anel novamente, depois para a mulher, que agora fechava os olhos para descansar.

Ela se levantou lentamente e caminhou até a janela, olhando para o céu noturno.

*Por que sinto que tudo está mudando tão rápido?

Um momento eu estava apenas tentando proteger minha alcateia… agora estou carregando anéis, falando com espíritos e perseguindo lanternas antigas.*

As estrelas acima pareciam brilhar mais intensamente do que o usual, como se estivessem observando-a.

A lua estava quase cheia, lançando sua luz suave sobre a paisagem.

Kimberly segurou o anel firmemente em sua mão.

*Isso está além do meu entendimento,* ela pensou.

*Mas preciso manter a calma e ser positiva.*

E quando ela se afastou da janela, o vento lá fora soprou mais forte, chacoalhando o vidro… como se algo invisível tivesse ouvido seus pensamentos…

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