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Reclamada pelo Rei Alfa - Capítulo 214

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Capítulo 214: Capítulo 214

A névoa matinal ainda pairava sobre os telhados enquanto Elena dirigia rapidamente seu carro pelos caminhos estreitos pavimentados que levavam à residência de Theo e Kimberly.

Seu coração batia acelerado, não apenas por causa da corrida, mas também pela tempestade de pensamentos em sua mente.

*Eu preciso contar a eles. Eles precisam saber antes que seja tarde demais.*

Quando se aproximou da entrada, foi recebida por uma figura familiar.

Elijah estava no portão, sua postura alerta, seus olhos escaneando o caminho atrás dela. Mas quando a viu, seu rosto suavizou em um sorriso educado.

“Elena,” ele disse, sua voz calorosa mas cautelosa. “Você está fora tão cedo.”

“Bom dia, Elijah,” ela disse, recuperando o fôlego. “Preciso falar com o Alfa Theo e Kimberly. É urgente. Eles estão dentro?”

Elijah hesitou por um segundo a mais. “Não,” ele respondeu, um pouco suavemente demais. “Eles não estão aqui.”

“Vamos, não minta para mim,” Elena retrucou, a frustração apertando sua voz.

“É uma questão de vida ou morte, Elijah. Onde eles poderiam ter ido tão cedo?”

Elijah olhou em volta, certificando-se de que ninguém estava por perto. Então, com um suspiro quieto, ele assentiu. “Venha comigo. Para dentro.”

Elena o seguiu pela entrada principal e por um corredor que ela não conhecia.

Ele a levou a uma câmara escondida atrás de uma tapeçaria, onde o ar estava denso de silêncio e segredo.

“Eles não foram apenas dar uma volta,” Elijah disse ao fechar a porta atrás deles.

“Eles foram para a África. É uma jornada sagrada. Uma jornada espiritual.”

“África?” Elena repetiu, atordoada. “Por quê? Quando?”

“Eles saíram em silêncio. Só alguns de nós sabem. Algo importante… um rito para proteger o que está por vir.”

Elena cerrou os punhos. “Então isso é pior do que eu pensava.”

Elijah se inclinou para a frente. “Fale comigo. Eu levarei a mensagem a eles. Seja o que for, farei com que chegue até eles.”

Elena o olhou, tentando pesar suas opções. *Posso confiar nisso a ele? Ele agirá sem pular direto para a guerra?*

“Elijah, eu sei que sua lealdade a Theo é inquestionável,” ela começou cuidadosamente.

“Mas você tem que prometer manter a calma quando eu contar isso. Pense primeiro. Não aja precipitadamente.”

Ele assentiu. “Você tem minha palavra.”

Ela respirou fundo. “Alfa Derrick… ele está planejando derrubar Theo. E ele tem apoio. Anciões. Poder. Influência. Eles estão apoiando ele.”

Elijah não reagiu. Seu rosto permaneceu imóvel, inescrutável.

“Elijah? Você me ouviu?”

“Eu ouvi,” ele disse calmamente.

“Então por que você está tão calmo?” ela perguntou, claramente surpresa por sua imobilidade.

“Porque,” ele disse com um pequeno suspiro, “Nós já esperávamos isso.

O Alfa Derrick sempre quis poder. O que eu preciso saber é… o Sumo Sacerdote Chefe está envolvido?”

“Não. Na verdade, ele é o único que está no caminho de Derrick.” Sua voz falhou ligeiramente.

“Mas isso significa… ele está em perigo agora. Ele saiu furioso depois de confrontá-los.”

O maxilar de Elijah se contraiu. “Derrick não hesitará em eliminá-lo e possivelmente toda a sua família.”

“Então, o que fazemos?” Elena perguntou. “Não podemos simplesmente sentar aqui.”

“Vamos enviar uma mensagem para Theo. Ele precisa saber exatamente o que está acontecendo.”

Assim que Elijah pegou seu telefone, uma batida suave soou na porta. Ambos congelaram.

Elijah se moveu em direção à porta, preparado para qualquer coisa. Quando a abriu, suas sobrancelhas se ergueram em confusão.

Ali estava Mohandria.

Elena piscou surpresa. “Mohandria? O que você está fazendo aqui?”

“Eu vim falar com vocês dois,” disse ela, dando um passo à frente. “Eu vi você chegar, senhora Elena. Eu ouvi tudo.”

“Você estava espionando?” A voz de Elijah era fria, defensiva.

“Sim. E eu não me arrependo,” disse ela corajosamente. “Porque o que tenho a dizer… está conectado a tudo.”

Elena e Elijah trocaram olhares. Elijah deu um passo para o lado para deixá-la entrar, fechando a porta atrás dela mais firmemente desta vez.

“Vá em frente,” Elijah disse. “O que você sabe?”

“Tive uma visão na noite passada,” Mohandria começou, seus olhos brilhando levemente com os resquícios de energia espiritual.

“Uma mensagem dos ancestrais. Dos espíritos que nos guiam.”

Elijah franziu a testa. “Uma visão?”

“Sim. Uma como nunca tive antes. Veio com força, com fogo… e um aviso.

O equilíbrio está se rompendo. Algo terrível está vindo, e Theo e Kimberly são as chaves para detê-lo.”

“Já sabemos que Derrick está tramando derrubar Theo,” Elena acrescentou, observando-a.

“Isso é o que sua visão mostrou?”

“Não. Não apenas isso.” Mohandria virou-se para encarar os dois.

“Há algo ainda mais sombrio por trás do Alfa Derrick. Uma força mais antiga do que todos nós.

Um escuridão que se alimenta de traição, divisão e medo. Derrick é apenas um peão… mas ele não sabe disso.”

Os olhos de Elijah se estreitaram. “Então estamos ficando sem tempo.”

“É por isso que eu preciso ir para a África,” Mohandria disse, sua voz forte.

“Eu preciso falar com o Alfa Theo e Kimberly. Os espíritos têm uma mensagem que deve ser entregue a eles diretamente. Sem demora.”

“Você?” Elena perguntou, chocada. “Sozinha?”

“Eu posso viajar mais rápido do que qualquer um dos seus mensageiros. Irei sob o radar, através de caminhos escondidos que os espíritos me revelam. Mas preciso da sua ajuda para chegar lá em segurança.”

Elijah esfregou as têmporas, tentando processar tudo.

“Você não precisa disso… Temos alguém que a levará até eles sem nenhuma demora.” Elijah disse firmemente.

“Isso seria ótimo… Não podemos mais adiar.” Elena disse gentilmente, mas parecia preocupada.

“Isso é maior do que uma guerra,” Mohandria continuou. “É sobre a sobrevivência da nossa espécie.

O laço entre Theo e Kimberly é nosso escudo. Se ele se romper… a escuridão vence.”

A sala caiu em um profundo silêncio.

Finalmente, Elijah deu um passo à frente. “Então ajudamos você a partir. Hoje à noite. Ninguém deve saber.”

“Mas e se Derrick descobrir?” Elena perguntou.

“Ele não vai,” Elijah respondeu. “Porque eu vou garantir isso.”

Mohandria assentiu. “Então vou me preparar.”

Enquanto ela se virava para sair, sua voz caiu para um sussurro.

“Não temos muito tempo. Os ancestrais estão inquietos. E em breve… tudo vai mudar.”

E com isso, ela desapareceu nas sombras.

Elena sentou-se lentamente, seus pensamentos girando.

*Então não é apenas uma luta política… é espiritual. É tudo.*

Elijah caminhou até a janela, observando a luz matinal se esvair.

*Se falharmos agora, não será apenas o Alfa Theo que cairá. Seremos todos nós.*

Mas nenhum deles falou novamente. Não até que os ventos lá fora começassem a mudar.

E longe, além da terra da África, a escuridão se agitou, esperando.

★★★

A noite estava mais escura do que o habitual. Um silêncio espesso envolvia o quartel temporário de Derrick, apenas quebrado pelo eco constante das botas se reunindo em formação.

Derrick se erguia diante de seus homens, seu rosto vazio de qualquer sentimento. Alvin estava diretamente à sua frente, braços atrás das costas, esperando pela palavra final.

“Você vai à casa do Sumo Sacerdote Chefe esta noite,” Derrick disse friamente, cada palavra cortando o ar como uma lâmina.

“Quero que você elimine tudo. Sem exceções. Não mostre misericórdia.”

Alvin assentiu uma vez, sem nem piscar. “Executaremos a operação exatamente como o Alfa desejou.”

Ele fez uma breve reverência, virou-se e marchou para fora. Os outros homens o seguiram com precisão, seus rostos graves.

Derrick permaneceu imóvel, braços cruzados atrás dele.

*Quem se atreve a me desafiar… beijará este mundo adeus,* ele pensou com um sorriso sombrio lentamente se formando em seus lábios.

*Ninguém me desafia e sai impune.*

À medida que o som dos motores rugia e os veículos se afastavam do prédio, Derrick voltou para dentro, seus dedos tremendo de irritação.

Quinze minutos depois, o veículo de Alvin parou em frente à grande casa do Sumo Sacerdote Chefe.

Os homens desceram rapidamente, rifles em mãos, prontos para sangue.

Alvin olhou ao redor. A casa estava silenciosa, silenciosa demais.

*Algo não está certo,* ele pensou, estreitando os olhos.

*Onde está o posto de guarda habitual? Por que o portão está destrancado?*

“Entrem,” ele ordenou.

Os homens invadiram o prédio em formação praticada.

Revistaram todos os corredores, abriram todos os quartos, viraram móveis, derrubaram cortinas, mas não encontraram nada.

Nem guardas. Nem família. Nem Sumo Sacerdote.

“Procurem por toda parte!” Alvin rugiu. “Tragam eles para mim agora!”

Em minutos, a equipe retornou, de mãos vazias, ofegando, confusos.

“Não há ninguém aqui, senhor,” um dos homens disse. “A casa toda está vazia.”

Alvin ficou em silêncio por um momento, então olhou ao redor da sala de estar. Seu maxilar se contraiu.

“Alguém os avisou,” ele murmurou. “Alguém traiu o Alfa Derrick.”

Ele pegou seu telefone, raiva borbulhando dentro dele enquanto discava.

O telefone tocou uma vez antes de Derrick atender.

“Está tudo resolvido?” A voz de Derrick veio, calma mas ansiosa.

“Não, Alfa… Receio que alguém tenha traído você,” Alvin disse entre dentes cerrados.

“A casa está completamente vazia. Nem uma única pessoa aqui. Até os guardas se foram.”

Derrick ficou em silêncio por um momento do outro lado. Então falou.

“Recuem agora.”

A chamada terminou.

Alvin olhou para o telefone. *Ele está furioso,* ele pensou. *E alguém vai pagar.*

Derrick andava de um lado a outro em sua câmara, uma mão agarrando a borda da mesa.

*Qual dos Anciões teve a ousadia de me trair?* ele pensou, seus olhos afiados de fúria.

*Qual deles correu para salvar o sacerdote como um covarde?*

Ele bateu com o punho na mesa de madeira, trincando a borda.

“Vou descobrir a raiz dessa traição,” ele disse em voz alta, sua voz amarga e sombria.

Seus olhos se estreitaram perigosamente, sua mente já escaneando rostos, calculando, acusando.

Ao mesmo tempo, na residência do Alfa Theo, os portões escondidos se abriram. Elijah ficava ereto enquanto o Sumo Sacerdote Chefe e sua família eram trazidos discretamente sob forte guarda.

O Sumo Sacerdote parecia exausto, mas seus olhos ainda mantinham força. Sua esposa segurava seu filho perto, os olhos vasculhando o ambiente.

“Obrigado,” o Sumo Sacerdote disse sinceramente, virando-se para Elijah.

“Se você não nos tivesse movido quando fez, estaríamos mortos agora. Obrigado por salvar minha família.”

Elijah deu um aceno respeitoso. “O Alfa Theo deixou instruções claras. Nada deve acontecer a você ou a sua família sob minha vigilância.”

Ele ofereceu um sorriso calmo, embora seus olhos permanecessem atentos.

“Por favor, entrem e descansem. Vocês estão seguros aqui.”

O Sumo Sacerdote assentiu, sua voz baixa. “Que a deusa da lua te abençoe, Elijah.”

Eles caminharam para dentro da residência lentamente, guiados pelos guardas.

Elijah permaneceu, observando enquanto as portas se fechavam atrás deles.

Ele se virou e saiu para a varanda, seus olhos examinando os arredores escuros do recinto.

O vento havia aumentado ligeiramente, farfalhando as árvores.

Ele ficou ali, braços cruzados.

*Derrick fez seu movimento oficialmente,* ele pensou. *E agora… é a nossa vez de fazer o nosso.*

Ele apertou a mão no corrimão.

*O jogo começou… vamos ver quem ri por último.*

Seus olhos, ferozes e focados, permaneceram na escuridão além dos portões.

Esperando, observando e se preparando.

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