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Reclamada pelo Rei Alfa - Capítulo 156

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156: Capítulo 156 156: Capítulo 156 O campo de batalha estava pintado de vermelho. O ar fedia a sangue e morte, e os gemidos dos feridos se misturavam com o silêncio sinistro que seguia o caos.

Alfa Theo estava entre os corpos, seu corpo encharcado de sangue — algum seu próprio, a maioria pertencente àqueles que ousaram atacar sua matilha.

Seus homens estavam exaustos, respirações ofegantes, armas manchadas.

“Esses são todos eles?” Theo perguntou, sua voz rouca mas firme.

Um de seus guerreiros, Damon, limpou o sangue de sua testa e assentiu. “Sim, Alfa. Acho que nenhum escapou.”

Theo exalou, seus músculos doendo pela batalha implacável. “Bom… Arrume tudo. Queime os corpos se necessário. Sem rastros.”

Enquanto seus homens se moviam rapidamente para seguir suas ordens, o olhar de Theo se fixou em algo ou alguém nas sombras.

Uma presença tão arrepiante que lhe enviou um calafrio sobrenatural pela espinha.

“Quem é aquela?” Theo perguntou a si mesmo, enquanto sua voz era quase um sussurro.

Sua pele arrepiada. O ar ao redor dele engrossou, tornando difícil respirar. Cada instinto em seu corpo gritava perigo.

Mas suas pernas, suas malditas pernas, avançavam, puxadas por uma força invisível.

*Aproxime-se, Theo… seu sangue é tudo que eu preciso.*
Um sorriso se formou nos lábios de Katherina enquanto ela o observava se aproximar, seus olhos antigos brilhando na luz fraca.

O coração de Theo batia violentamente, mas ele não conseguia parar. Era como se mãos invisíveis o puxassem para o seu alcance.

Seus homens notaram seu comportamento estranho.

“Alfa?” Damon chamou.

Theo não respondeu.

Os sussurros em sua cabeça ficaram mais altos.

A escuridão ao redor de Katherina parecia esticar e pulsar, como se estivesse viva, envolvendo os sentidos de Theo.

Ele lutou para resistir, mas algo na presença dela deixava seu lobo… fraco.

Então, ela falou.

Não em palavras, mas em um idioma antigo, uma série de invocações que somente Theo podia ouvir.

Uma poderosa rajada de vento uivou pela área, carregando sussurros que arranhavam sua mente.

O céu acima escureceu de forma sobrenatural, como se a própria noite se dobrasse à vontade dela.

A respiração de Theo falhou.

Seu corpo travou, enquanto seus joelhos cediam E então ele caiu.

De cara no chão.

Sangue escorria de sua boca. Sua visão embaçada. Sua cabeça girava.

Seus homens entraram em pânico.

“Alfa!” Damon correu para frente, sacando sua espada. Os outros seguiram, armas em punho.

Mas eles não viram nada.

Para eles, Theo havia desmoronado sozinho. O ar estava parado. Não havia mulher nas sombras.

Apenas Theo a viu.

Katherina riu, uma zombaria, uma promessa de algo pior por vir antes que sua presença desaparecesse, sumindo como névoa ao vento.

Os homens de Theo não perderam tempo.

“Tirem ele daqui!” Damon gritou.

Dois guerreiros levantaram o corpo flácido de Theo, carregando-o enquanto seu sangue deixava um rastro fraco no campo de batalha.

Enquanto isso, do outro lado do evento, naquela mesma noite.

O carro acelerava pela rodovia vazia. Kimberly estava sentada no assento do passageiro, seus dedos enrolados em seu colo, seu coração uma bagunça de preocupação e medo.

Ao lado dela, Elijah dirigia com foco intenso, suas mãos apertando firmemente o volante.

Kimberly não conseguia parar de olhar pelo espelho retrovisor, seu estômago se contorcendo. Ela não conseguia se livrar da sensação pesada em seu peito.

Algo estava errado… Ela sabia. Ela sentia.

*Theo… você está bem?* Kimberly pensava consigo mesma.

Seus dedos cravavam em seu vestido, sua ansiedade crescendo a cada segundo.

Elijah notou. “Você precisa parar de pensar tanto, Kimberly”, ele disse, sua voz mais suave que o habitual.

Ela se voltou para ele, suas sobrancelhas franzidas. “Como posso não pensar nisso? Você viu o que aconteceu lá atrás.

Algo ou quero dizer alguém estava atrás de nós.”

Elijah suspirou. “É exatamente por isso que precisamos tirar você daqui. Não está mais seguro.”

Kimberly apertou o maxilar.

“Seguro? Não me sinto segura.” Kimberly disse hesitante.

*Não quando Theo ainda estava lá… Não quando eu não tinha ideia se ele estava vivo.*
“Para onde estamos indo?” ela perguntou, sua voz mal audível.

Elijah hesitou. “Para algum lugar seguro.”

Kimberly se virou completamente para enfrentá-lo, seus olhos exigindo a verdade. “Elijah… onde eles estão me levando?”

Ele manteve seu olhar na estrada. “É muito perigoso dizer agora. Não sabemos quem está ouvindo.

Mas confie em mim, Kimberly, você estará segura. Isso é tudo o que importa.”

Ela engoliu em seco. “E Theo? Quando vou ouvir dele?”

“Você receberá um novo telefone quando chegar”, Elijah a tranquilizou. “Ele entrará em contato com você assim que for seguro.”

Kimberly mordeu o lábio.

Algo sobre isso não parecia certo. Ela não queria fugir.

Ela não queria deixar Theo para trás… Mas que escolha ela tinha?

Elijah de repente entrou em uma seção privada do aeroporto. Um jato particular estava esperando, seus motores já rugindo, pronto para decolar.

A realidade da situação a atingiu com força, Ela estava realmente partindo.

Mas ela não estava pronta, enquanto seus pés se recusavam a se mover.

Elijah se virou para ela. “Kimberly, não temos tempo. Você precisa ir agora.”

Seu peito apertou.

“Não posso esperar só um pouco?” ela sussurrou.

A expressão de Elijah se suavizou. “Sinto muito, mas não. Se você ficar, tudo o que o alfa Theo arriscou por você terá sido em vão.”

Lágrimas picaram a parte de trás de seus olhos.

Tudo estava acontecendo muito rápido.

Kimberly deu uma última olhada no aeroporto, como se esperasse ver Theo correndo para impedi-la.

Theo não estava lá… Ele não estava vindo.

Com um suspiro profundo, ela se virou e entrou no jato.

A porta fechou atrás dela.

Ela tomou um assento, suas mãos tremendo, seu coração partido.

Enquanto o avião decolava, ela pressionou a testa contra a janela, observando o chão desaparecer sob ela.

Um único pensamento a consumiu.

*Theo, por favor esteja bem… por minha causa.*
Uma lágrima deslizou por sua bochecha.

E a noite a engoliu por completo.

★★★
A câmara estava quase completamente escura, com apenas o brilho fraco de velas tremeluzentes projetando sombras sinistras nas paredes de pedra.

O cheiro de ervas, oferendas queimadas e algo mais escuro enchiam o ar. Era um lugar de segredos, de magia proibida e de poder.

Katherina entrou, sua capa preta fluindo atrás dela como uma sombra líquida.

Em sua mão direita, ela segurava uma pequena garrafa cheia de líquido vermelho escuro.

O sangue de Theo.

Mona, que estava esperando ansiosamente, imediatamente se levantou. Seu pulso acelerou ao notar a garrafa na mão de Katherina.

“Todas as preparações estão tomando forma agora,” Katherina anunciou, sua voz suave, fria.

“Eu consegui o sangue do Alfa Theo. O próximo é o de Kimberly.”

Os olhos de Mona se arregalaram. “O sangue do Alfa Theo?” ela ecoou incrédula.

Seu olhar caiu para a garrafa, observando enquanto Katherina cuidadosamente a colocava dentro de um recipiente maior na mesa, selando-o como se contivesse algo muito mais perigoso do que apenas sangue.

Um pensamento súbito a atingiu.

“O Alfa Theo está morto?” Mona perguntou, sua voz uma mistura de curiosidade e indiferença.

Ela não estava preocupada com Theo—ela simplesmente precisava saber o que viria a seguir.

Katherina riu, um som que enviou arrepios pela espinha de Mona.

“O que muda se ele está vivo ou morto?” ela ponderou, diversão entrelaçada em suas palavras.

Mona hesitou.

Mudaria alguma coisa? Importaria?

A resposta veio rápido demais “Não.”

Os olhos de Katherina brilhavam na luz fraca.

“Você precisará fazer tudo ao seu alcance para fazer o Alfa Derrick falar sobre o paradeiro de Kimberly.

Uma vez que a tenhamos, seu poder não terá limites.”

Ao mero mencionar do poder, um lampejo de desejo brilhou nos olhos de Mona. Ela apertou os punhos, se estabilizando.

“Eu farei tudo ao meu alcance para encontrá-la,” Mona prometeu. Então, sua voz baixou, seu tom firme.

“Mas uma coisa mais—eu não quero que nada aconteça a Derrick. Ele é meu marido.”

Pela primeira vez, havia verdadeira emoção em sua voz.

Um silêncio perigoso se estendeu entre elas.

A expressão de Katherina não mudou, mas o ar ao redor dela ficou mais pesado e mais frio.

“Você governará com grande poder,” Katherina disse lentamente, deliberadamente. “Mas haverá sacrifícios da sua parte.”

Mona engoliu em seco.

*Sacrifícios?* A palavra ecoou em sua mente, arranhando seus pensamentos como um aviso.

Ela respirou fundo. “Esperança…?” Mas Katherina a cortou com um olhar cortante.

“Criança,” ela disse, sua voz como gelo. “Sem mais perguntas. O tempo não espera por ninguém. Vá e comece a trabalhar.”

Um aceno de mão dispensatório, e assim, Mona foi dispensada.

Mona hesitou, seu coração batendo, sua mente acelerada. Mas discutir com Katherina era inútil. Ela sabia e sentia isso.

Ela pegou sua bolsa e caminhou em direção à porta.

À medida que ela saía, o ar frio da noite a atingia no rosto, mas isso não fazia nada para acalmar a tempestade se formando dentro dela.

Ela pausou por um momento, olhando para o céu escuro acima.

*Eu não quero que nada aconteça a Derrick… mas eu preciso deste poder. Eu preciso governar ao lado dele.*
Suas unhas cravaram em sua palma enquanto a dúvida se infiltrava.

*Este é o caminho certo?* Ela pensou, enquanto apertava os olhos.

*Não, não há volta agora.*
Tomando um fôlego profundo, ela sussurrou para si mesma, “Eu só preciso conseguir os poderes… e depois, vou proteger Derrick e conseguir tudo o que quero.”

Seus olhos escureceram com determinação.

E com esse pensamento em mente, Mona se afastou, desaparecendo na noite…

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