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Reclamada pelo Rei Alfa - Capítulo 152

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152: Capítulo 152 152: Capítulo 152 Alfa Derrick entrou na sala de estar, sua expressão indecifrável.

Ele viu Mona sentada com elegância, seus olhos o escaneando desde o momento em que ele entrou.

Ele imediatamente soube que não estava no clima para mais um desacordo.

Ele tinha demais em sua mente e brigar com sua esposa não era algo que ele queria adicionar à lista.

*Vou manter a calma,* ele pensou.

*Ela está aprontando algo, mas eu vou entrar no jogo.*
Ele tomou assento oposto a ela, e eles trocaram cumprimentos. Não era do tipo caloroso, mas uma interação distante e forçada.

O silêncio se estendeu entre eles até que Mona finalmente se aproximou, sua voz suave, porém firme.

“Derrick, o que está acontecendo conosco?” ela perguntou, seus olhos escuros buscando seu rosto.

“Estamos nos afastando, e isso está me deixando desconfortável… infeliz.”

Derrick encontrou seu olhar, silencioso por um momento como se estivesse procurando algo.

*O que ela está planejando?* ele se perguntou.

*Ela está tentando me manipular com palavras doces?*
Se esse era o plano dela, ele decidiu que entraria no jogo.

“Mona,” ele finalmente disse, sua voz calma mas firme, “não vou negar que as coisas mudaram entre nós. Mas sinceramente, acho que é sua culpa.”

Mona piscou, e rapidamente mascarou sua reação com um aceno compreensivo.

*Bom,* ela pensou. *Se eu agir como se estivesse concordando com ele, ele vai baixar a guarda.*
“Como eu sou sempre o problema?” ela perguntou, sua voz tingida com a quantidade certa de mágoa.

“Diga-me o que eu fiz de errado, Derrick. Diga-me como você quer que as coisas sejam.”

Os olhos dela mantinham um olhar de sinceridade, embora no fundo, ela soubesse que não estava sendo totalmente honesta.

Derrick suspirou e recostou-se em seu assento. “Você parou de confiar em mim,” ele disse.

“Você costumava crer em minhas decisões. Costumava me apoiar sem questionar. Mas ultimamente, parece que você sempre está duvidando de mim.”

Mona permaneceu quieta, fingindo processar suas palavras. Então, ela suspirou dramaticamente.

“Me desculpe, Derrick,” ela disse em voz baixa.

“É só… você não lida com as coisas com a firmeza que costumava. Antes, as pessoas te temiam e respeitavam.

Agora, parece que fazem coisas às suas costas porque não te levam mais a sério.”

Derrick a estudou cuidadosamente.

*Ela pensa que eu confio nela agora.*
Ele não confiava. Não completamente. Mas ele fez com que seu rosto mostrasse apenas compreensão.

“Eu não perdi o controle,” ele disse, seu tom calmo. “Só tenho usado uma abordagem diferente. Confie em mim, Mona. Eu nos farei orgulhosos novamente.”

Mona deu um pequeno aceno, agindo como se estivesse satisfeita com a resposta dele.

Por alguns momentos, nenhum dos dois falou. Então, ela se inclinou levemente para frente.

“Então… você ouviu alguma coisa sobre a Kimberly?” ela perguntou, tentando soar casual.

Derrick balançou a cabeça. “Não. Ainda não,” ele respondeu. “Mas tenho certeza de que a encontraremos em breve.”

Assim que as palavras saíram de sua boca, ele se virou para ela e fixou seu olhar no dela.

“Diga a verdade, Mona,” ele disse de repente. “Você realmente queria matar a Kimberly?”

O coração de Mona deu um pulo, mas ela se recuperou rapidamente. Seu rosto refletiu um breve momento de choque, mas ela sabia que tinha que agir rápido.

*Eu não posso vacilar agora. Ele está me testando.*
“Eu estava com ciúmes,” ela admitiu, baixando o olhar levemente.

“Eu pensei que você estava dando atenção a ela, e me deixou com raiva. Mas, Derrick, eu juro que nunca iria tão longe a ponto de matá-la.”

A expressão de Derrick permaneceu indecifrável.

“Eu não estava dando a ela atenção especial,” ele disse.

“Precisávamos dela para algo importante. Uma vez que obtivéssemos o que queríamos, nós a descartaríamos. Esse sempre foi o meu plano.”

Mona acenou lentamente, fingindo acreditar nele.

*Então esse foi o plano dele o tempo todo?* ela pensou. *Usá-la e depois descartá-la?*
Ela manteve seu rosto neutro, mas no fundo, ela sabia que Derrick também estava mentindo sobre algo.

Derrick de repente se inclinou e a envolveu em um abraço inesperado.

Mona se enrijeceu por um momento antes de lentamente relaxar no abraço.

“Sempre foi você, Mona,” ele murmurou. “Sempre será você. Uma vez que tudo isso acabar, teremos tudo o que queremos.”

Por um breve segundo, as palavras dele derreteram seu coração.

Mas apenas por um segundo.

Ela sabia melhor do que confiar nele totalmente.

Antes que qualquer um deles pudesse dizer mais alguma coisa, o telefone de Derrick tocou, estilhaçando o momento frágil entre eles.

Ele olhou para o identificador de chamadas e imediatamente se levantou, desculpando-se.

Mona observou enquanto ele caminhava para o outro lado da sala e atendeu a chamada sem hesitar.

“Alfa Derrick, recebemos informações sobre o paradeiro da Kimberly,” a voz do Alfa Eduardo veio através da linha, urgente e séria.

“Estou enviando o endereço agora.”

Antes que Derrick pudesse fazer qualquer pergunta, a chamada terminou.

Derrick abaixou o telefone, encarando a tela enquanto sua mente corria.

Seu queixo se apertou.

*Isso pode ser real?*
Ou seria uma armadilha?

Ele ficou lá sozinho, seus pensamentos girando em conflito.

★★★
Kimberly caminhava por uma rua diferente de tudo que ela já tinha visto antes.

O lugar inteiro estava banhado em luz, e os flocos de neve desciam suavemente, desaparecendo assim que tocavam o chão.

No entanto, ela não sentia frio. Era estranho, surreal — como um sonho, mas muito real para ser um.

*Onde estou?* ela se perguntou, seus pés avançando sem seu controle.

Algo no fundo dela a impulsionava para a frente, como se uma força invisível a estivesse guiando. Ela não podia resistir.

Após o que pareceu uma eternidade, ela finalmente chegou a um lugar diferente de qualquer outro.

Um portão gigantesco estava diante dela, adornado com símbolos brilhantes, irradiando poder.

O ar ao redor pulava, vivo com energia invisível. Mas o que mais chamou sua atenção foram os homens guardando a entrada.

Eles estavam vestidos com trajes antigos — roupas de tecido grosso trançado, em camadas com armadura dourada, e seus rostos eram sérios, indecifráveis.

Mas no momento em que puseram os olhos nela, algo inesperado aconteceu.

Eles caíram de joelhos em perfeita sintonia.

Suas cabeças inclinadas para baixo, mãos pressionadas contra seus peitos, e quando falaram, suas vozes eram profundas e ressoantes, falando em uma língua que ela jamais tinha ouvido antes.

E ainda assim… ela entendeu cada palavra.

“Deusa Suprema da Lua… Nós nos curvamos perante sua presença.”

Os olhos de Kimberly se arregalaram.

*Deusa Suprema da Lua?*
Antes que ela pudesse fazer qualquer pergunta, o portão rangeu ao se abrir com um som profundo e ecoante.

Além da entrada estavam três mulheres, à sua espera.

Elas eram diferentes de tudo que ela já tinha visto—vestidas em trajes brancos puros que cintilavam como luz líquida da lua, seus cabelos longos, fluindo, e brilhando com uma luz prateada acinzentada.

Seus olhos, cheios de sabedoria e poder, fixaram-se nos dela no momento em que ela deu um passo à frente.

“Bem-vinda, a mais favorecida de todas… Deusa Suprema da Lua.”

Suas vozes se fundiram como uma só, harmoniosas e poderosas, como um antigo encanto tecido no próprio tecido da existência.

Kimberly engoliu, ainda lutando para processar tudo. Mas seus pés se moveram por instinto, seguindo enquanto as mulheres a guiavam para dentro.

No momento em que ela pisou no grande salão, ela sentiu—poder.

O lugar inteiro era imenso, adornado em ouro, mas não era a beleza que a oprimia.

Era a pura energia que pulsava pelas paredes, pelo próprio ar que ela respirava.

Este lugar… ele era vivo.

Kimberly não pôde mais conter sua curiosidade.

“Onde estou? E quem são vocês três?” ela perguntou, sua voz estável, mas preenchida com incerteza.

Uma das mulheres se virou para ela com um sorriso sereno.

“Você está no primeiríssimo Castelo da Esperança. Este é o lar sagrado das Deusas da Lua, um lugar de poder e destino.”

Kimberly franziu o cenho ligeiramente. “Deusas da Lua?”

A segunda mulher deu um passo à frente. “Sim. Nós somos as Deusas da Lua do passado, cada uma de uma era diferente. Quando nosso tempo acabou, fomos chamadas para cá, unificadas como uma só.”

O coração de Kimberly acelerou.

“Espera… se este é o lugar para onde Deusas da Lua vão quando elas morrem… isso significa que eu estou—”
Ela prendeu a respiração.

“Eu estou morta?”

A terceira mulher soltou uma risada suave, balançando a cabeça.

“Não, filha. Você não está morta.”

Kimberly exalou aliviada.

“Mas,” a mulher continuou, seu tom gentil, ainda que firme, “você está em um estado entre mundos.

Um estado onde você deve aprender, onde você deve entender e controlar o que você se tornou.”

Kimberly encarou-as, confusa. “Controlar o quê?”

“Seu poder,” elas responderam em uníssono.

“Você não é apenas qualquer Deusa da Lua,” a primeira mulher explicou.

“Você é a Deusa Suprema da Lua, a primeira do seu tipo em séculos. Todas as deusas passadas transferiram sua essência para você.

É por isso que você está aqui. Até que você domine sua força, você não pode retornar ao mundo dos vivos.”

Kimberly sentiu seu estômago se retorcer.

*Eu estou presa aqui?*
Sua mente acelerou.

*E se eu não conseguir voltar? E se eu não for forte o suficiente? O que acontecerá com Theo? E os meus amigos?*
Enquanto os pensamentos giravam em sua mente, algo chocante aconteceu.

As três mulheres se viraram para ela com expressões que denotavam saber, como se tivessem ouvido cada único pensamento.

“Você deve abandonar suas dúvidas,” elas disseram em uníssono, suas vozes confortantes e comandantes.

“Preocupar-se com o mundo dos vivos não irá ajudá-la. O que acontece lá depende das escolhas que você faz aqui.”

A respiração de Kimberly prendeu.

Uma das mulheres deu um passo mais perto. “Um dom da Deusa da Lua é a habilidade de ouvir os pensamentos dos outros.

Você não pode se esconder de nós, assim como ninguém pode se esconder de você.”

Kimberly sentiu um calafrio percorrer sua espinha.

*Então elas realmente ouviram tudo?*
Ela mal teve tempo de processar antes que elas colocassem as mãos sobre seus ombros.

No momento em que suas mãos entraram em contato, uma onda de energia explodiu por seu corpo.

Uma força como nada que ela já tinha sentido antes. Era pura, crua e infinita.

O poder percorreu suas veias, preenchendo cada centímetro de seu ser. O salão tremeu, os pilares dourados vibrando com a pura força daquilo.

E então—
Um som irrompeu.

Mais alto que trovão.

Um rugido de energia tão forte que parecia como se o próprio universo estivesse falando.

As mulheres começaram a entoar em sua língua antiga, suas vozes se entrelaçando em uma poderosa melodia de comando e destino.

“Para que o início comece, o fim deve ser uma expectativa… Que todo poder, toda respiração e toda alma se unam para o renascimento da Deusa Suprema da Lua!”

As palavras ecoaram, repercutindo pelas paredes, preenchendo cada canto do grande salão com poder inegável.

O corpo de Kimberly tremia conforme a energia se intensificava, sua mente lutando para se manter.

E então—
Uma voz.

Uma voz tão familiar que cortou o caos como uma lâmina.

“Kimberly, estamos em perigo! Ajude-nos!”

Ela prendeu a respiração.

*Theo?*
Seu corpo tensionou, mas ela não conseguia se mover.

Ela estava presa no poder.

Presas entre dois mundos.

E a voz desesperada de Alfa Theo desvaneceu ao longe…

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