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Reclamada pelo Rei Alfa - Capítulo 149

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149: Capítulo 149 149: Capítulo 149 Alfa Derrick dirigia sozinho pelas ruas pouco iluminadas, seus dedos tamborilando impacientemente no volante.

O convite para essa reunião noturna havia sido inesperado, mas ele estava curioso.

Três alfas poderosos de diferentes matilhas o haviam convocado para um restaurante luxuoso, e isso por si só significava que algo grande estava em jogo.

*Eu não confio facilmente, e não começarei agora.*
Ao entrar no estacionamento privativo do restaurante, um manobrista correu para abrir a porta do carro.

Sem dar atenção ao homem, Derrick saiu, sua jaqueta de couro preta roçando levemente na superfície do carro caro.

No momento em que entrou, dois guardas em ternos o escoltaram imediatamente para a seção VIP.

Seus passos eram lentos, calculados. Ele não gostava de surpresas, e, no momento, essa reunião parecia ser uma.

Lá dentro, três homens estavam sentados ao redor de uma mesa circular. Assim que o viram, levantaram-se, mostrando-lhe um nível de respeito que não passou despercebido.

Alfa Edmond, o mais velho dos três, acenou com um leve sorriso.

Alfa Alfred cruzou os braços, observando Derrick com olhos aguçados.

Alfa Eduardo, o mais jovem, mas talvez o mais ambicioso, inclinou-se ligeiramente para a frente, ansioso para falar.

Derrick sentou-se à frente deles, com uma expressão ilegível.

Sem perder tempo, perguntou: “Por que três alfas de diferentes matilhas me chamaram aqui a esta hora da noite?” Sua voz era profunda, firme — ele não era de fazer conversa fiada.

Os três trocaram olhares antes de Alfa Edmond falar primeiro.

“Chamamos esta reunião porque confiamos em você, Derrick”, disse ele, seu tom carregando um peso de certeza.

“E porque acreditamos que você é o próximo Rei Alfa.”

Derrick não se abalou. Simplesmente os observou, com o rosto tão imóvel quanto pedra.

*Confiar em mim? Desde quando os alfas confiam uns nos outros tão facilmente? O que eles estão planejando?*
“Desde a reunião com o Sumo Sacerdote sobre o Rei Alfa e a aparição da Deusa da Lua, já sabíamos que você seria o escolhido,” Alfa Alfred acrescentou.

Derrick recostou-se levemente, seus dedos batucando na mesa de madeira. Sua mente navegava pelas possibilidades.

*Eles realmente estão oferecendo apoio, ou isso é uma armadilha? Posso confiar em algo que saia de suas bocas?*
Sua voz estava aguçada quando ele finalmente falou. “O que exatamente vocês querem?” Seu olhar penetrante passava de um alfa para outro, deixando-os ligeiramente desconfortáveis.

Alfa Eduardo inclinava-se à frente, seus olhos ardendo de ambição.

“Queremos você como nosso aliado. Quando você se tornar Rei Alfa, queremos posições próximas a você — poderosas.”

Derrick sorriu levemente, mas não disse nada.

“Estamos dispostos a fazer qualquer coisa”, continuou Eduardo, “para garantir que isso aconteça.”

Derrick permaneceu em silêncio por um longo momento, como se processasse cada palavra cuidadosamente.

Então, Alfa Edmond falou novamente. “Estamos cientes de que seu maior e mais forte rival é o Alfa Theo.

Mas não se preocupe. Faremos com que ele pareça desarrazoado para os outros alfas.

Tiraremos seu apoio, o humilharemos e o deixaremos sem escolha a não ser se submeter — ou ser destruído.”

A mandíbula de Derrick se apertou.

Theo.

O nome sozinho fazia seu sangue ferver. O único homem entre ele e o poder absoluto.

*Se esses tolos realmente conseguirem eliminar a influência de Theo, então meu caminho para o trono estará limpo.*
Ele exalou lentamente, fingindo não se importar. “Eu aprecio sua consideração e crença em mim,” ele disse suavemente.

“Mas devo admitir, essa oferta é… inesperada.”

Os três alfas permaneceram silentes, observando-o cuidadosamente.

“Em primeiro lugar,” Derrick continuou, “vou considerar sua oferta, embora seja difícil ignorá-la.

Mas vamos abordar a verdadeira questão — vocês sabem quem é a Deusa da Lua?”

Ele observava suas reações atentamente. Se soubessem sobre Kimberly, ele precisava ser cauteloso.

Os três trocaram olhares, incerteza passando por seus rostos.

“Ainda não sabemos,” admitiu Alfa Eduardo.

“Mas com sua cooperação, vamos encontrá-la. E quando o fizermos, entregaremos ela a você para que você possa reivindicar seu lugar de direito como Rei Alfa.”

Derrick assentiu lentamente, um brilho sinistro em seus olhos.

“Bom,” ele finalmente disse, levantando-se. “Então aqui está minha resposta.”

Os três alfas se endireitaram, ansiosos por sua resposta.

“Eu aceito sua oferta.”

Um lampejo de satisfação passou por suas expressões. Mas Derrick não tinha terminado.

“Mas,” ele adicionou sombriamente, “eu só solidificarei essa aliança sob uma condição.”

A sala tencionou.

“Encontrem a Deusa da Lua,” disse Derrick, sua voz perigosamente baixa. “E a entreguem a mim.”

Um silêncio mortal encheu a sala. O peso de suas palavras pairava entre eles, e eles sabiam que não havia espaço para falhas.

Derrick ajustou sua jaqueta, se preparando para sair. Ele deu alguns passos em direção à porta, então pausou e se virou ligeiramente, seus olhos aguçados encontrando os deles mais uma vez.

“Uma vez que a encontrarmos,” ele disse com ar de finalidade, “governaremos sobre os outros alfas — juntos.”

E com isso, ele se afastou.

Ao sair para a noite fria, um sorriso lento se formou em seus lábios.

*Eles pensam que estarão ao meu lado no poder?*
*Tolos.*
*Eles trabalharão para mim. Eles me servirão.*
*E quando chegar a hora, esmagarei todos eles e tomarei o trono sozinho.*
★★★
Na manhã seguinte, Kimberly sentou-se na cama, olhando para as paredes de pedra do quarto do templo.

O sono havia feito pouco para aliviar o peso pressionando seu peito.

Ela queria sair, sentir o ar fresco da manhã, talvez até dar um passeio para clarear seus pensamentos, mas ela sabia que não podia.

Por motivos de segurança, tinha que ficar escondida.

Ela suspirou, passando a mão pelos cabelos.

*Alfa Derrick é um homem impiedoso,* ela pensou amargamente. *Ele fará de tudo para me ter de volta. Ele não vai parar até me encontrar.*
Ela cerrou os punhos.

“Eu preciso ajudar o Theo,” ela sussurrou para si mesma, determinação acendendo em seus olhos.

“Ele não pode cair por minha causa. Eu não vou deixar isso acontecer. Eu serei a razão pela qual ele se tornará o Rei Alfa.”

Um súbito bater na porta a assustou.

Seu corpo se tensionou enquanto ela olhava em direção à porta. Por um momento, ela hesitou, incerta de quem poderia estar do lado de fora.

Ela caminhou na ponta dos pés em direção à porta, pressionando o ouvido contra ela para ouvir qualquer som incomum.

Então, uma voz calma, mas firme falou de fora.

“Kimberly, é hora do seu treinamento.”

Ela exalou aliviada. *Deve ser o sacerdote chefe.*
“Certo, estarei fora em um minuto,” ela respondeu cautelosamente.

Rapidamente, ela se compôs e saiu. Para sua surpresa, dois homens vestidos com túnicas brancas estavam à sua espera.

Seus rostos estavam em branco, sem emoção, enquanto eles acenavam para ela.

“Por favor, siga-nos,” um deles disse. “O sacerdote chefe está esperando.”

Sem mais uma palavra, eles viraram e lideraram o caminho. Kimberly seguiu em silêncio, seu coração batendo levemente enquanto eles caminhavam pelos corredores pouco iluminados do templo.

Depois de cerca de cinco minutos, eles chegaram a um salão imenso iluminado por centenas de velas. O ar estava espesso com o cheiro de incenso queimando.

Os olhos de Kimberly se arregalaram.

Vários jovens homens, também em túnicas brancas, ajoelhavam no chão de pedra frio com suas testas tocando o chão.

Seus cantos baixos ecoavam pelo vasto salão, enviando um arrepio pela sua espinha. Era como se ela tivesse entrado em outro mundo completamente.

Na extremidade do salão, o sacerdote chefe estava, seu olhar penetrante fixo nela.

Ele levantou a mão, gesticulando para que ela viesse para frente.

Kimberly engoliu em seco e obedeceu, caminhando em direção a ele até que ela estava diretamente na frente dele.

Ela podia sentir o peso de cada par de olhos na sala sobre ela, mas ela permaneceu firme.

“Sente-se,” o sacerdote chefe comandou.

Ela se abaixou ao chão, sentando-se de frente para ele.

Sua voz envelhecida, mas poderosa preencheu o salão. “Feche seus olhos… e lute contra o que quer que você veja.”

A respiração de Kimberly falhou. Ela não tinha certeza do que ele queria dizer, mas sabia que isso era parte do treinamento.

*E se eu falhar? E se eu não puder lutar ou sobreviver?* A dúvida invadiu sua mente.

Mas então, ela cerrou os punhos. *Não. Eu tenho que fazer isso. Eu tenho que ser forte. Por Theo. Por todos.*
Tomando uma respiração profunda, ela lentamente fechou os olhos.

Naquele momento, o salão explodiu com o som de cantos profundos e rítmicos. As palavras eram antigas, estrangeiras… ainda estranhamente familiares.

Os ouvidos de Kimberly captaram cada palavra, e para seu choque, ela as entendia.

“A luz supera a escuridão. O espírito da retidão prevalece e permanece eterno.

Levante-se e torne-se a voz do seu destino, ó Deusa da Lua.”

As palavras ressoavam em sua mente, poderosas e comandantes.

Então—tudo mudou.

Ela não estava mais no templo.

Uma névoa escura a cercava, e quando se dissipou, ela se encontrou no meio de um campo de batalha.

O céu acima estava cinza, trovão rugindo ominosamente.

Ao seu redor estavam homens vestidos com túnicas negras, seus rostos marcados com símbolos pretos sinistros.

Seus olhos brilhavam vermelho com malícia, e cada um segurava uma espada afiada e mortal.

O coração de Kimberly acelerou.

*Que lugar é esse? Quem são esses homens?*
Então—sem aviso—eles correram em sua direção.

Pânico surgiu em suas veias enquanto ela dava um passo para trás. Seu primeiro instinto foi correr. *Eu não posso lutar contra eles! Eu nem tenho uma arma!* Ela pensou consigo mesma.

Mas então—uma voz poderosa ressoou em sua cabeça.

“Encare seu medo. Lute e vença.

Seu destino deve ser cumprido!”

A voz era comandante, feroz. Ela enviou uma onda de energia através de seu corpo.

Kimberly cerrou seus punhos e respirou fundo.

*Chega de fugir.*
Conforme os homens se aproximavam, algo dentro dela estalou.

Um calor ardente irrompeu em suas veias. Seu corpo inteiro tremia—não com medo, mas com poder bruto e indomado.

Então—sua visão mudou.

Chamas azuis irromperam de seus olhos.

Os homens pararam, momentaneamente atônitos.

E então—aconteceu.

Um grito alto e poderoso saiu da garganta de Kimberly, e em um instante, seu corpo mudou.

Pelo branco explodiu de sua pele.

Seus membros se alongaram, seus ossos se deslocando e estalando.

Em segundos, ela não estava mais de pé sobre duas pernas.

Ela havia se transformado em um enorme e deslumbrante lobo branco com olhos azuis brilhando como diamantes.

Seu tamanho imenso era impressionante. Ela era maior que qualquer lobo normal—superando os homens que uma vez tinham corrido em sua direção.

Um rugido profundo e selvagem saía de sua garganta.

Os homens hesitaram, seu medo agora evidente.

Então—
Uma voz, profunda e comandante, ecoou pelo ar.

“Inclinem suas cabeças em respeito à Deusa da Lua reencarnada.”

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