Reclamada pelo Rei Alfa - Capítulo 143
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143: Capítulo 143 143: Capítulo 143 Mona sentou no luxuoso sofá da grandiosa sala de estar, com os dedos batucando levemente no braço do sofá, irritada.
A tensão no ambiente era sufocante. Ela odiava esperar, odiava a incerteza.
Justo quando estava prestes a chamar uma de suas criadas para lhe trazer um chá, a porta se abriu e um de seus homens mais leais entrou.
Ele se curvou profundamente, sua linguagem corporal rígida e nervosa. “Saudações a você, Luna.”
Os olhos argutos de Mona imediatamente se fixaram nele. “Quais são as últimas notícias sobre a casa da matilha?” ela exigiu, seu tom seco e impaciente.
O homem hesitou, ainda curvado, como se temesse encontrar o olhar dela.
“Kimberly está desaparecida, Luna,” ele finalmente disse. “Ninguém sabe do paradeiro dela.”
Mona se levantou abruptamente, seu rosto uma mistura de choque e fúria.
“Como assim, Kimberly não pode ser encontrada? Como alguém simplesmente desaparece no ar sem deixar rastros?” Sua voz ecoava pela sala, pesada com autoridade e raiva.
O homem engoliu em seco, suas mãos tremendo levemente. “Luna, eu… Eu pensei que isso poderia ter sido seu plano. Mas agora, não tenho certeza.”
O olhar de Mona poderia congelar fogo. “Pareço alguém que permite tal incompetência em meus planos?” ela cuspiu.
“Se isto fosse obra minha, eu não estaria aqui questionando você.” Ela se aproximou dele, seu tom abaixando, mas sem perder o veneno.
*Quem poderia ter feito isso? Poderia ser Derrick?
Será que o alfa Theo teria coragem de entrar novamente nesta matilha à noite?
Acho que isso deve ter sido feito por alguém de dentro… Mas quem poderia ser?* Mona pensou.
“Consiga cada pedaço de informação desde a última noite até agora. Preciso de respostas. E rapidamente.”
“Sim, Luna,” o homem gaguejou, curvando-se novamente. Ele se virou para sair, desesperado para escapar da ira dela.
Mas justo quando ele alcançou a porta, Alfa Derrick entrou na sala.
Sua presença era uma tempestade, seus passos deliberados, seu rosto retorcido em fúria raramente vista.
O ar ficou mais pesado, e Mona, pela primeira vez em muito tempo, sentiu um arrepio de medo.
“Você,” Derrick latiu, sua voz cortando o ambiente como uma lâmina. “Volte para a sala de estar e ajoelhe-se.”
O homem congelou a meio passo, seu rosto pálido enquanto ele se virava e se ajoelhava no chão.
Seu tremor agora era visível, e até mesmo Mona podia sentir o peso opressivo da raiva de Derrick.
“O que você veio fazer aqui?” Derrick perguntou friamente, seu olhar penetrante fixo no homem.
O homem abriu a boca para falar, mas Mona rapidamente interveio. “Ele estava—”
O olhar severo de Derrick a silenciou instantaneamente.
“Mona, não te perguntei nada. Você só falará quando eu mandar,” ele rosnou, sua voz baixa, mas cheia de advertência.
Mona se engessou, sua comum compostura rachando levemente. Ela cerrou os punhos, mas não disse nada, seus olhos se estreitando ao tom dele.
*O que Derrick está tramando, ele está tentando agir inocente sobre o desaparecimento de Kimberly?* Mona pensou consigo mesma.
“Agora, fale!” Derrick ordenou ao homem novamente, sua voz retumbante.
A voz do homem vacilou enquanto ele respondia.
“Eu… Eu só estava aqui para informar a Luna sobre o que está acontecendo na casa da matilha, Alfa. Especialmente sobre o desaparecimento súbito de Kimberly.”
A expressão de Derrick escureceu ainda mais. Ele avançou e se inclinou, seu rosto a meros centímetros do ouvido do homem.
O ambiente pareceu ficar mais frio. “O que você sabe sobre o desaparecimento de Kimberly?” Derrick sussurrou.
“Fale comigo agora, enquanto ainda estou sendo bondoso.”
Os olhos do homem se fecharam, seu corpo tremendo. “Alfa, eu juro que não sei nada. Eu… Não tenho ideia de onde ela está ou como desapareceu. Juro pela minha vida.”
Derrick se endireitou, seus olhos ardendo com suspeita.
Ele lançou um breve olhar para Mona, sua postura rígida denunciando seu desconforto, antes de voltar sua atenção para o homem.
“Se estiver mentindo,” Derrick disse, sua voz calma, mas permeada de ameaça,
“se eu descobrir que você teve até mesmo a mínima conexão com o desaparecimento de Kimberly, eu farei você pagar. E não com palavras, mas com sua vida.”
O homem concordou freneticamente, sua cabeça balançando como se fosse um fantoche em cordas.
“Eu juro, Alfa, jamais te enganaria,” ele gaguejou, sua voz mal audível.
Derrick deu um passo para trás, seus olhos nunca deixando o homem. “Saia,” ele ordenou.
O homem não precisou ser avisado duas vezes. Ele se levantou às pressas, se curvou, e praticamente correu para fora da sala, seus passos ecoando pelo corredor.
Quando a porta bateu atrás dele, o silêncio que se seguiu foi ensurdecedor.
Derrick virou lentamente para encarar Mona, sua mandíbula apertada, seus punhos cerrados nas laterais.
A fúria em seus olhos fez o coração dela acelerar, embora ela tentasse ao máximo esconder isso.
“Fale comigo, Mona,” Derrick disse, sua voz calma, mas mortal. “Por que você quer eliminar Kimberly?”
Mona congelou, as palavras a atingindo como um tapa. Seus olhos se arregalaram levemente, mas ela rapidamente mascarou seu choque com desafio.
“Não sei do que você está falando,” ela respondeu, sua voz firme, mas faltando convicção.
Derrick deu um passo mais perto, sua presença imponente forçando-a a recuar até o sofá.
Ele se inclinou, seu rosto no nível do dela, sua voz baixando para um sussurro perigoso. “Não minta para mim, Mona. Não agora.”
A mente de Mona corria enquanto ela tentava pensar em uma resposta, mas a intensidade do olhar de Derrick e o veneno em seu tom a deixaram sem palavras.
“Você acha que eu sou cego?” Derrick continuou, suas palavras afiadas e cortantes.
“Você acha que eu não noto a maneira como você olha para Kimberly? A maneira como você fala sobre ela?
Eu ignorei isso por muito tempo, mas não mais. Agora, você vai me contar a verdade.”
Os lábios de Mona se separaram, mas nenhuma palavra saiu. Pela primeira vez em anos, ela se sentiu impotente.
O ambiente parecia encolher ao redor dela enquanto as palavras de Derrick pairavam no ar, densas com raiva e acusação.
Derrick nunca sairia da sala de estar com a tensão e questões não respondidas pairando como uma tempestade escura no horizonte…