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Reclamada pelo Rei Alfa - Capítulo 137

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137: Capítulo 137 137: Capítulo 137 Kimberly congelou diante da pergunta de Elena, com a mente acelerada. A nitidez na voz de Elena era algo que ela nunca tinha ouvido antes dela.

Os olhos de Elena a fitavam, implacáveis. “Kimberly, responda-me. Por que não me contou sobre a oferta da Mona?”

Kimberly abriu a boca para falar, mas nenhuma palavra saiu. Seu coração batia forte no peito, e ela lutava para encontrar uma explicação.

*Como ela sabe? Foi a Mona que contou? Ou ela está me testando?*
Elena deu um passo mais perto, sua voz mais firme desta vez.

“Kimberly, não minta para mim. Você sabe que sempre tentei te proteger. Não posso te ajudar se você me esconde segredos.”

Kimberly engoliu em seco, as lágrimas ameaçando transbordar novamente, mas ela se forçou a permanecer calma.

A tensão na sala aumentou, e ela podia sentir a frustração de Elena crescendo.

“Kimberly”, disse Elena suavemente, embora sua voz ainda carregasse peso, “preciso saber de tudo. O que a Mona disse para você, e o que você concordou?”

Os lábios de Kimberly tremiam, mas antes que ela pudesse responder, Elena levantou uma mão para impedi-la. “Sem desculpas. Apenas me diga a verdade.”

As palavras ficaram presas na garganta de Kimberly enquanto sua mente girava com possibilidades.

*Se eu contar a verdade, ela confiará menos em mim? Ou ela realmente está aqui para me ajudar?*
O silêncio se estendia entre elas, denso e sufocante. A expressão de Elena mudou de severa para uma mistura de raiva e preocupação.

“Kimberly, você não tem muito tempo. Faça a escolha certa”, disse Elena finalmente, sua voz quase inaudível, mas impregnada de urgência.

Kimberly a encarou, seus pensamentos um turbilhão de medo, culpa e dúvida.

Ela abriu a boca para falar, mas mais uma vez, nenhum som saiu.

Elena balançou a cabeça levemente, sua expressão agora indecifrável.

“Fine. Fique aqui e pense. Mas lembre-se, as decisões que você tomar esta noite moldarão seu futuro.”

Com isso, Elena virou-se em direção à porta. Antes de sair, ela olhou para trás uma última vez, seus olhos penetrantes.

“Voltarei hoje à noite, Kimberly. E quando eu retornar, espero que confie em mim o suficiente para me contar a verdade.”

Ela fechou a porta silenciosamente atrás de si, deixando Kimberly parada em silêncio atônito.

A sala parecia mais fria agora, o peso das palavras de Elena pressionando-a. Kimberly afundou-se na cama, a cabeça entre as mãos.

*O que faço agora? Devo contar tudo para a Elena? Posso mesmo confiar plenamente nela?*
Lágrimas escorriam pelo seu rosto, mas ela as enxugou rapidamente. Ela olhou para a porta onde Elena acabara de estar, com a mente cheia de incerteza.

*Independentemente do que aconteça, tenho que ser forte. Tenho que sobreviver a isso.*
A tensão na sala persistiu, densa e sufocante, enquanto Kimberly ficava paralisada, a mente lutando contra si mesma.

E as últimas palavras de Elena ecoavam em seus ouvidos como um lembrete assombroso: *Voltarei hoje à noite.*
★★★
Elena estava voltando para o seu aposento, quando encontrou o velho médico no caminho.

“Saudações a você, minha senhora” o velho médico inclinou ligeiramente a cabeça, enquanto a cumprimentava.

Eles trocaram gentilezas e justo quando Elena já ia continuar seu caminho, o velho médico disse.

“Eu preciso falar com você, como uma questão de urgência” com uma expressão preocupada no rosto, disse ele.

Elena parou logo do lado de fora da câmara do velho médico, com a mente acelerada.

O peso de suas palavras pressionava fortemente em seu peito.

Ela virou-se levemente e perguntou, “Por quê agora? Por que está me dizendo isso agora depois de todo esse tempo?”

O velho médico suspirou profundamente, suas mãos tremendo enquanto ele se apoiava em sua bengala.

“Porque não tenho escolha. O tempo está acabando, e as pessoas que estão se movendo contra a Kimberly estão ficando mais ousadas.

A Mona não está apenas com raiva ou com ciúmes—ela está desesperada. O desespero torna as pessoas perigosas.”

As sobrancelhas de Elena se juntaram. “E que prova você tem disso? Como pode ter certeza de que a Mona vai agir em dois dias?”

O rosto do velho médico escureceu. “Porque eu ouvi uma conversa. A Mona fez um acordo com um assassino renegado para cuidar da tarefa.

O assassino já está dentro das fronteiras da alcateia, escondido à vista de todos.

Ela planeja incriminar um dos lobos de baixo escalão, para fazer parecer um ato de traição em vez de algo feito por ela.”

O coração de Elena afundou. “Um assassino renegado? Dentro das fronteiras? Como o Derrick não sabe disso?”

O homem velho balançou a cabeça. “O Derrick está muito consumido por sua obsessão com os poderes da Kimberly para ver a traição bem debaixo do nariz.

Ele subestima a astúcia da Mona, e isso vai custar caro a ele se não acordar logo.”

Elena fechou os punhos. “Mona… essa cobra venenosa. Ela não vai parar por nada, vai?”

“Não, ela não vai”, disse o homem velho gravemente.

“Ela vê Kimberly como uma ameaça à sua posição, e pior, ela acredita que o interesse do Derrick na Kimberly não é somente pelos seus poderes.

Mona pensa que há algo mais entre eles. Ciúme assim pode enlouquecer uma pessoa.”

Elena andava de um lado para o outro na pequena câmara, com a mente fervilhando.

“Isso muda tudo. Não posso deixar a Kimberly ficar aqui mais um dia. Se os planos da Mona derem certo…” Ela parou, sua voz tremendo um pouco.

“Ele não terá sucesso,” disse o médico firmemente. “Não se você agir rapidamente. Mas você deve pisar com cuidado, Elena. A Mona tem olhos por toda parte.

Se ela suspeitar que você está a par do plano dela, virá atrás de você em seguida.”

Elena parou de andar e encarou o médico. “E você? Se ela descobrir que você falou comigo—”
O homem velho sorriu levemente, um sorriso triste e cansado.

“Eu vivi uma vida longa, minha senhora. Se meu tempo chegar porque tentei salvar uma alma inocente, que assim seja.

Mas você… você ainda tem muito o que fazer. Proteja a Kimberly. Ela é mais importante do que imagina.”

Os olhos de Elena se estreitaram. “O que você quer dizer com isso? Mais importante? Está dizendo que há mais sobre a Kimberly que eu não sei?”

O homem velho hesitou, seu olhar caindo para o chão.

“Há coisas que ouvi, sussurros… mas não posso dizer com certeza. Tudo que sei é que o destino da Kimberly está atrelado a forças muito maiores que essa alcateia.

Derrick sente isso, mas não compreende. Mona teme isso, mas está cega de inveja. E o Theo…”

A menção ao Alfa Theo fez o peito de Elena apertar. “E o Theo?”

O médico encontrou seu olhar, seus olhos cheios de uma mistura de esperança e preocupação.

“O Theo talvez seja o único que realmente vê Kimberly como quem ela é, não apenas o que ela é.

Se alguém pode mantê-la segura, é ele. Mas até ele não pode fazer isso sozinho. É por isso que estou te contando isso. Você deve levá-la até o Theo, Elena. Ele é a melhor chance dela.”

Elena acenou lentamente, determinação endurecendo suas feições.

“Você fez a coisa certa ao vir até mim. Eu não vou deixar a Mona ganhar. Kimberly estará segura, não importa o que custe.”

O homem velho estendeu a mão trêmula e colocou-a no ombro dela. “Tenha cuidado, minha senhora. Você está trilhando um caminho perigoso.”

“Sempre estive,” respondeu Elena com um sorriso amargo e fraco. “Perigo não é novidade para mim.”

Com isso, ela se virou e deixou a câmara, seus passos rápidos e resolutos. Enquanto caminhava pelos corredores mal iluminados, sua mente corria com planos.

*Kimberly não pode ficar aqui. Terei que agir esta noite, mas a Mona estará observando.

Preciso desviá-la de alguma forma… mantê-la focada em outro lugar enquanto eu tiro Kimberly daqui.*
Seus pensamentos escureceram ao considerar os riscos.

*Se Mona descobrir o que estou fazendo, ela não hesitará em vir atrás de mim. Mas não importa. A vida de Kimberly vale a pena.*
Ao se aproximar de seus próprios aposentos, o maxilar de Elena se apertou.

*A Mona pode pensar que é esperta, mas ela me subestimou. Subestimou a Kimberly. Isso não acabou — nem de longe.*
Mas quando ela alcançou a porta, um pensamento arrepiante invadiu sua mente:
*E se eu estiver muito atrasada?*

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