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Reclamada pelo Rei Alfa - Capítulo 133

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133: Capítulo 133 133: Capítulo 133 O salão de reuniões da alcateia estava repleto de murmúrios e sussurros baixos à medida que os anciãos se reuniam, suas expressões variando de curiosidade a preocupação.

Não era frequente que o Alfa Derrick convocasse uma reunião de emergência, e o mistério por trás disso deixava todos especulando.

Alguns anciãos sentavam-se silenciosamente perto da cabeceira do salão, com suas faces compostas escondendo a tempestade de perguntas que giravam em suas mentes.

“O que poderia ser tão urgente?” um ancião sussurrou para outro.

“Talvez seja sobre os recentes distúrbios perto das fronteiras,” respondeu o outro, sua voz tingida de inquietação.

Antes que os murmúrios pudessem se intensificar, as pesadas portas se abriram, e o Alfa Derrick entrou, imponente.

Sua presença era comandante como sempre, e o salão mergulhou imediatamente no silêncio.

Todos se levantaram, inclinando suas cabeças em respeito.

Mona seguiu de perto atrás dele, seus olhos astutos examinando o salão, mas até ela estava incerta das intenções de Derrick.

Derrick tomou seu lugar na cabeceira da mesa, gesticulando para todos se sentarem.

Seu olhar penetrante varreu o salão, captando os rostos dos anciãos, avaliando suas reações mesmo antes de falar.

“Obrigado a todos por virem com tão pouco aviso,” Derrick começou, sua voz profunda ressoando pela quietude.

“Esta reunião diz respeito a um anúncio de grande importância.”

O salão tensionou, os anciãos se inclinando ligeiramente para frente, ávidos, embora cautelosos com o que viria.

Os olhos de Mona se estreitaram enquanto ela estudava o rosto de Derrick, procurando pistas de suas verdadeiras intenções.

Derrick continuou, “Decidi que é hora dos passeios noturnos retornarem. Amanhã, todos nós nos transformaremos em nossos lobos e correremos juntos mais uma vez.”

Soluços correram pelo salão, seguidos por uma onda de murmúrios. Alguns anciãos trocavam olhares de surpresa, enquanto outros pareciam abertamente céticos.

“Alfa,” um ancião falou cautelosamente, erguendo-se.

“Perdoe minha ousadia, mas… você realmente acha que este é o momento certo para tal decisão?

Nossa alcateia enfrentou numerosos desafios recentemente.

As perturbações das fronteiras, os avistamentos de renegados—não deveríamos nos concentrar em fortalecer nossas defesas em vez de nos envolver em corridas cerimoniais?”

Derrick recostou-se em sua cadeira, sua expressão calma, mas seus olhos afiados.

Ele deixou o silêncio se estender por um momento antes de responder, sua voz firme e comandante.

“Suas preocupações são válidas, ancião, mas os passeios noturnos são mais do que uma mera tradição.

Eles são um símbolo de nossa união, nossa força e nosso domínio.

Num momento como este, precisamos lembrar não só a nós mesmos, mas também aos nossos inimigos, de quem somos.”

Os murmúrios retornaram, desta vez com um ar de concordância. Alguns assentiam, vendo a sabedoria nas palavras de Derrick, enquanto outros permaneciam hesitantes.

Mona, no entanto, manteve sua compostura.

*O que Derrick está tramando? Isto é mais do que apenas sobre união… ele está planejando alguma coisa.*
Ela permaneceu em silêncio, sua expressão inexpressiva, decidindo deixar Derrick mostrar seu jogo antes de fazer sua jogada.

Outro ancião se levantou, sua voz preenchida com uma mistura de cautela e respeito.

“Alfa, se esta é a sua vontade, nós seguiremos. Mas estamos preparados para os riscos? Os renegados têm sido mais audaciosos ultimamente.

E se eles usarem a corrida como uma oportunidade para atacar?”

Derrick sorriu levemente, sua confiança inabalável. “Os riscos foram considerados. A própria corrida mostrará nossa força.

Isso enviará uma mensagem a qualquer um que se atreva a nos ameaçar: não tememos, e não somos fracos.

Deixe-os vir, se ousarem. Mostraremos a eles o poder de nossa alcateia.”

O salão explodiu em uma mistura de aplausos abafados e murmúrios de aprovação.

Os membros mais velhos, que tinham testemunhado o poder dos passeios noturnos no passado, pareciam particularmente tocados pelo discurso de Derrick.

Mona, no entanto, permaneceu imóvel. *Você é esperto, Derrick,* ela pensou, observando-o de perto.

*Mais você não pode me enganar. Você está escondendo algo, e eu vou descobrir o que é.*
O mais velho entre o conselho se levantou, sua voz carregando o peso dos anos e da autoridade.

“Alfa, suas palavras nos inspiram. Os passeios noturnos sempre foram uma fonte de força para nossa alcateia.

Se você acredita que isso é o que precisamos, então seguiremos sua liderança. Quando começamos?”

O sorriso de Derrick se alargou levemente, embora seus olhos permanecessem frios e calculistas.

“Amanhã à noite. Que seja conhecido que cada membro desta alcateia é esperado para participar.

Sem exceções. Até mesmo aqueles que ainda não se transformaram se juntarão a nós. Juntos, mostraremos ao mundo que estamos unidos, imparáveis e prontos para qualquer coisa.”

O salão rompeu em aplausos, o entusiasmo dos anciãos crescendo à medida que as palavras de Derrick acendiam seus espíritos.

Mona juntou-se aos aplausos, batendo palmas educadamente, mas sua mente corria.

*Então este é o seu jogo, Derrick. Uma demonstração de poder, mas com que finalidade? Você está planejando usar isso como uma distração? Ou é um teste?*
À medida que os aplausos se acalmavam, Derrick se levantou, seu olhar varrendo o salão mais uma vez.

“Preparem-se. Amanhã, corremos como um só. E que seja um aviso a qualquer um que nos oponha: Pois nossa alcateia é mais forte do que nunca.”

Os anciãos se levantaram, curvando-se profundamente enquanto Derrick saía do salão. Mona o seguiu, seus passos graciosos e determinados.

Uma vez fora do alcance dos ouvidos, Mona falou, seu tom leve, mas com uma borda afiada.

“Uma jogada ousada, Alfa. Os passeios noturnos—que nostálgico.”

Derrick lançou um olhar para ela, um leve sorriso brincando em seus lábios. “A união é uma arma, Mona. Uma que até nossos inimigos não podem ignorar.”

“União,” Mona repetiu, sua voz mesclada com sarcasmo sutil.

“Que… inspirador.” Ela ficou silenciosa por um momento antes de acrescentar, “Confio que você tem tudo sob controle?”

Derrick parou e virou-se para ela, seu sorriso malicioso alargando-se em algo mais sinistro. “Claro. Eu sempre faço.”

Mona encontrou seu olhar, seu próprio sorriso igualmente afiado. “Bom. Porque eu odiaria ver algo dar errado.”

Derrick riu, um som baixo e sombrio. “Nada vai dar errado. Isto é apenas o começo.”

Quando eles se separaram, o sorriso de Mona desapareceu, substituído por um olhar de determinação firme.

*Derrick, você está jogando o seu jogo. Mas eu também estou. E Kimberly… seus dias estão contados.*
Enquanto isso, Derrick caminhava pelo corredor, seus passos ecoando ominosamente.

Sua mente acelerava com pensamentos de poder e conquista, seu coração batendo com antecipação.

*É isso,* ele pensou consigo mesmo, com um sorriso predatório se espalhando em seu rosto.

*O começo da minha ascensão. Kimberly será minha, e eu me tornarei o Rei Alfa.

Ninguém—Mona, os anciãos ou qualquer outra pessoa—irá ficar no meu caminho.*
E com isso, o plano de Derrick foi colocado em movimento, deixando um ar de suspense e temor em seu rastro…

★★★
O sol estava alto no céu, lançando luz irregular através do dossel das árvores enquanto o Alfa Theo conduzia seus homens para a floresta na fronteira do território do Alfa Derrick.

Eles se moviam com precisão cuidadosa, seus passos silenciosos mas deliberados.

Os olhos atentos do Theo vasculhavam os arredores, sua mente analisando múltiplos cenários.

*Ouvi rumores sobre o aumento da segurança do Derrick. Vamos ver o quão boa ela realmente é,* Theo pensou, com um sorriso irônico nos lábios.

Antes de começarem a caminhada, Theo se virou para falar com seus homens.

“Lembrem-se, estamos aqui para observar. Esta não é uma missão para engajar ou provocar. Coletamos informações e saímos quietos. Entendido?”

“Sim, Alfa,” os homens responderam em uníssono.

Elijah, seu guerreiro mais confiável, deu um passo à frente. “Alfa, está tudo pronto. Seguiremos sua liderança.”

Theo assentiu, um sorriso quase imperceptível em seu rosto.

“Bom. Sigam o plano. Dividam-se em três grupos e cubram a maior área possível.

Relatem qualquer coisa incomum, mas não façam contato com ninguém. Elijah, você vem comigo.”

Os homens assentiram e se dispersaram, misturando-se à floresta como sombras. Theo e Elijah tomaram um caminho diferente, seus movimentos fluidos e proposital.

Após cerca de vinte minutos de caminhada, chegaram a uma clareira perto da extremidade mais distante do território do Derrick.

A floresta estava estranhamente silenciosa, a tensão palpável. Theo pausou, agachando-se para examinar o terreno.

“Alfa,” Elijah sussurrou, segurando um mapa.

“Pela disposição, esta área leva à parte de trás dos quartos das empregadas. É fortemente vigiada. Devemos evitá-la e ir para uma área menos patrulhada.”

Theo não respondeu imediatamente.

Seu olhar incisivo vasculhou a área, notando as posições dos guardas e os leves rastros de cheiro no ar. Seu silêncio deixou Elijah inquieto.

“Alfa?” Elijah insistiu novamente.

Theo finalmente se endireitou, sua expressão inescrutável.

“É exatamente porque é guardada que precisamos dar uma olhada mais de perto. Alta segurança significa que há algo que vale a pena proteger.”

Elijah hesitou, em seguida, assentiu. “Entendido. Mas precisamos ser cautelosos.”

Theo lhe lançou um olhar, seu sorriso irônico retornando. “A cautela é minha segunda natureza, Elijah. Confie em mim.”

Os dois avançaram com passos silenciosos, cuidando para permanecerem invisíveis.

À medida que se aproximavam da borda da floresta perto dos quartos das empregadas, o som fraco de vozes chegou aos ouvidos deles.

Theo fez um sinal para Elijah parar, erguendo a mão como sinal de silêncio.

Quatro figuras emergiram do prédio à frente, caminhando em sua direção mas ainda sem notá-los.

Os olhos aguçados de Theo se concentraram em uma delas, uma jovem com um ar de força tranquila e um rosto que ele reconheceu imediatamente.

*Kimberly,* ele pensou, seu coração acelerando por razões que ele não conseguia explicar. *Então, é aqui que ela está.*
Elijah se aproximou de Theo, sua voz quase inaudível. “Alfa, devemos recuar. Se eles nos virem—”
Mas Theo levantou a mão novamente, silenciando Elijah. Seu olhar nunca deixou Kimberly.

Enquanto ela e suas companheiras se aproximavam, Theo saiu das sombras, sua presença comandando calma.

“Kimberly,” ele chamou, sua voz firme, mas não alta.

O som de seu nome assustou Kimberly, que parou de repente e se virou. Quando seus olhos encontraram Theo, o fôlego dela ficou preso em sua garganta.

Suas companheiras também congelaram, seus olhos indo e vindo entre Kimberly e a imponente figura do Alfa Theo de pé diante delas.

O coração de Kimberly acelerou enquanto sua mente lutava para processar o que estava vendo.

*O que ele está fazendo aqui? Como ele me encontrou e arriscou sua vida?*
Theo manteve seu olhar, sua expressão inescrutável mas intensa.

O ar entre eles estava denso com palavras não ditas, e por um momento, o mundo ao redor parecia parar.

E então, sem quebrar o contato visual, Theo deu um passo à frente.

“Elijah,” ele disse calmamente, sua voz carregando um aviso. “Fique atrás.”

“Sim, Alfa,” Elijah respondeu, embora seus olhos brilhassem com preocupação.

O foco de Theo permaneceu em Kimberly, sua presença irradiando poder e propósito.

O que quer que ele estivesse prestes a dizer, Kimberly sabia que mudaria tudo.

E naquele momento, a tensão era quase insuportável, deixando todos congelados em suspense…

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