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Reclamada pelo Rei Alfa - Capítulo 130

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130: Capítulo 130 130: Capítulo 130 Alfa Theo sentou-se em seu escritório, recostado em sua cadeira, com os dedos batendo ritmicamente na mesa de madeira polida.

O quarto estava fracamente iluminado, a leve luz da lua filtrando pelas grandes janelas.

Sua mente acelerava com pensamentos sobre o anúncio recente a respeito da deusa da lua.

*A profecia jogou tudo no caos. Não se trata apenas de amor ou poder—é uma questão de sobrevivência.

E agora, com os outros alfas cientes, sei que alguns jogarão sujo.

O Derrick, especialmente. Ele é ambicioso demais para jogar limpo,* Theo pensou consigo mesmo enquanto se levantava e começava a andar pelo cômodo.

Ele parou junto à janela, seu reflexo encarando-o de volta.

“Como posso acertar isso sem que se transforme em uma guerra declarada?

Como posso protegê-la?” ele murmurou, sua voz carregada de frustração.

O peso da situação comprimia sobre ele. Ele não podia mais ignorá-la.

*Preciso de respostas. Respostas verdadeiras. E sei onde encontrá-las.*
Agarrando sua jaqueta, caminhou para fora do escritório. Ele se movia com propósito, seus passos ecoando nos corredores silenciosos da casa do pacote.

Quando ele chegou à entrada, seu carro estava estacionado e pronto. Assim que abriu a porta, uma voz familiar o chamou.

“Alfa Theo,” Elijah, seu braço direito, aproximou-se, inclinando a cabeça respeitosamente.

“Você parece estar com pressa. Devo mobilizar os rapazes para irem com você?” Seu tom estava carregado de preocupação.

Theo balançou a cabeça, oferecendo um leve sorriso. “Elijah, isso não será necessário. Preciso lidar com isso sozinho.”

“Está tarde, chefe,” Elijah insistiu, com as sobrancelhas franzidas. “Deixe-me pelo menos acompanhar você. Não é seguro lá fora.”

“Elijah,” disse Theo, sua voz calma, porém firme, “agradeço sua preocupação, mas isto é algo que devo fazer sozinho. Confie em mim—estarei bem.”

Elijah hesitou, mas eventualmente assentiu. “Como desejar, Alfa. Apenas… tenha cuidado.”

Theo acenou em concordância, deslizou para o assento do motorista e deu partida no motor. O zumbido do carro quebrou a quietude da noite enquanto ele partia.

*Preciso de respostas esta noite. Respostas sobre Kimberly, sobre Derrick, sobre tudo isso. Se não agir agora, pode ser tarde demais.*
O pensamento queimava em sua mente enquanto ele dirigia, a estrada estendendo-se infinitamente à sua frente.

Vinte minutos depois, Theo chegou ao templo.

Erguia-se alto e imponente, um lugar sagrado que presenciou séculos de lutas e vitórias dos alfas.

Ele saiu do carro, o ar fresco da noite tocando seu rosto.

Lá dentro, o velho sacerdote sentava-se em meditação, sua presença serena e inabalável. Theo aproximou-se tranquilamente e sentou ao lado dele.

O sacerdote abriu os olhos lentamente, seu olhar calmo, mas penetrante. “O que te traz aqui tão tarde, Theo?”

Theo exalou profundamente, sua ansiedade evidente. “Preciso de respostas, Ancião. Hoje à noite. Não tenho mais o luxo do tempo.”

O sacerdote assentiu, esperando pacientemente que Theo continuasse.

“É sobre a Kimberly,” Theo começou, sua voz firme, mas com um tom de urgência.

“Ela está presa como escrava no pacote do Derrick por causa de suas leis deturpadas. Ela está sofrendo, e eu preciso libertá-la.

Mas não posso arriscar causar caos entre os pacotes. Há uma maneira de libertá-la… pacificamente?”

O sacerdote permaneceu em silêncio por um longo momento, seu olhar fixo em Theo. Finalmente, ele falou, sua voz controlada.

“Há dois caminhos, mas nenhum será sem consequências. Ambos levam ao caos, quer você goste ou não.”

Theo franziu a testa, seu maxilar tensionando. “Me fale,” ele disse, seu tom resoluto.

“O primeiro caminho,” o sacerdote começou, “é através de um combate no Vale da Noite.

Você teria que desafiar o Derrick, o alfa do pacote dela, em uma luta até a morte.

Se vencer, Kimberly será livre, mas não terminará aí. Outros alfas podem ver isso como um ato de agressão, uma violação da paz frágil que temos.”

As mãos de Theo se fecharam em punhos. Ele não se abalou, mas a seriedade da opção não lhe era perdida.

“E o segundo caminho?” ele perguntou.

“O segundo caminho,” o sacerdote continuou, “é muito mais complexo. Kimberly deve escolher você como seu companheiro.

Mas para que ela faça isso, ela deve passar por um ritual de redenção para purifica-la do laço que compartilha com o pacote do Derrick.

Esse ritual exige a bênção de uma sumo sacerdotisa.”

O coração de Theo afundou com a menção de uma sumo sacerdotisa.

“Mas não há uma sumo sacerdotisa há mais de um século,” ele disse, sua voz mal acima de um sussurro.

O sacerdote assentiu solenemente. “Exatamente. Sem uma sumo sacerdotisa, o ritual não pode ser realizado.

O laço da Kimberly com o pacote do Derrick permanecerá intacto, a menos que você escolha a primeira opção.”

Theo ficou em silêncio, sua mente acelerada.

*Uma luta até a morte com o Derrick significaria guerra. E pedir à Kimberly para suportar um ritual que nem pode ser realizado é impossível.

Mas eu não posso deixá-la lá. Ela merece mais. Ela merece liberdade.*
O sacerdote o observava atentamente.

“Então, Theo,” ele disse, sua voz gentil, porém firme, “o que você fará?

Você está disposto a arriscar tudo por ela? Ou irá se afastar e deixar o destino seguir seu curso?”

O olhar de Theo endureceu, sua determinação fortalecendo-se a cada segundo que passava.

“Não posso deixá-la sofrer. Ela não é apenas um peão no jogo do Derrick. Ela é… ela é importante. Para mim, para todos. Não posso me afastar.”

O sacerdote assentiu, um leve sorriso em seus lábios. “Você tomou sua decisão então?”

Theo levantou-se, sua expressão inflexível. “Tomei. Sei o que preciso fazer.”

Os olhos do sacerdote o seguiram enquanto ele se virava e se afastava, seus passos deliberados e cheios de propósito.

Theo saiu do templo e entrou na noite fria, seus pensamentos ardiam com determinação.

*Isso não é apenas sobre libertar Kimberly. Isso é sobre enfrentar o que está errado. Farei o que for necessário.

Mesmo que signifique enfrentar Derrick em combate. Mesmo que signifique caos. Não vou decepcioná-la.*
As portas do templo se fecharam atrás dele, e a noite pareceu prender a respiração.

Em algum lugar à distância, um lobo uivou, o som ecoando na quietude.

A resolução de Theo era inabalável enquanto ele se dirigia de volta ao seu carro, pronto para encarar o que viesse a seguir.

★★★
O quarto estava silencioso, exceto pelo som fraco do vento roçando contra as janelas.

Elena estava perto da porta, seus olhos vasculhando o quarto como se procurasse por ameaças ocultas.

Kimberly, Mohandria, Lisa e Kaitlyn sentavam no pequeno sofá, seus rostos uma mistura de alívio e tensão.

Elena quebrou o silêncio, sua voz estável, mas entremeada de preocupação.

“Vocês quatro não vão dormir nos quartos das empregadas esta noite. Não é seguro.

Vocês ficarão aqui. Pelo menos sei que o sistema de segurança desta parte da casa é confiável.”

Mohandria, Lisa e Kaitlyn trocaram olhares animados, seus rostos iluminando-se com gratidão.

“Obrigada, senhora Elena,” disse Mohandria com um sorriso.

“Sim, obrigada. Os quartos das empregadas têm sido tão tensos ultimamente,” acrescentou Lisa, seus ombros visivelmente relaxando.

Elena lhes deu um aceno pequeno, seus olhos amolecendo por um momento. Mas seu olhar se voltou para Kimberly, que estava sentada em silêncio, seu rosto indecifrável.

Kimberly estava perdida em pensamentos, suas mãos firmemente entrelaçadas em seu colo.

*O que o Alfa Derrick está tramando? Por que ele agiu tão estranhamente mais cedo?

Ele nunca foi gentil, e agora ele está de repente interessado no meu bem-estar? Isso não faz sentido. Ele deve ter um plano, mas qual é?*
“Kimberly,” a voz de Elena a interrompeu dos pensamentos, e ela olhou para cima para ver Elena a observando atentamente. “Você está bem?”

Kimberly forçou um sorriso fraco. “Estou bem.”

Elena não parecia convencida. Ela se aproximou e sentou-se ao lado de Kimberly, colocando uma mão gentil em seu ombro.

“Você está quieta desde que voltou. O que exatamente Derrick disse a você mais cedo?”

A pergunta chamou a atenção dos outros. Mohandria, Lisa e Kaitlyn se inclinaram ligeiramente, sua curiosidade aguçada.

Kimberly suspirou e se encostou, seu olhar desviando para a janela.

“Ele estava… diferente. Ele agiu de maneira gentil, quase carinhosa. Quando eu o desafiei, ele não ficou bravo. Ele apenas… deixou passar.

Isso não é próprio dele. Ele está jogando algum tipo de jogo, e eu não sei qual é.”

O quarto caiu em silêncio enquanto todos processavam as palavras dela.

“Talvez…” a voz suave de Kaitlyn quebrou a tensão. “Talvez ele tenha percebido seus erros.

Talvez ele queira acertar as coisas com você.” Seus olhos inocentes procuraram o rosto de Kimberly por concordância.

“Não,” Elena interrompeu firmemente, seu tom cortante. “Meu irmão não é assim.”

Todos os olhares se voltaram para Elena, que se levantou abruptamente e começou a andar pelo quarto.

Seu rosto era uma máscara de frustração e preocupação.

“Derrick é um oportunista. Ele não se preocupa com ninguém a menos que sejam úteis para ele. Se ele está sendo gentil com você, Kimberly, é porque ele quer algo.”

O coração de Kimberly afundou. Ela tinha sentido essa verdade no fundo, mas ouvi-la em voz alta tornou-a mais real.

Mohandria franziu a testa. “Mas o que ele poderia querer de Kimberly? Ela é apenas—”
“Ela não é *apenas* nada,” Elena interrompeu, sua voz subindo. “Ela é importante.

E Derrick sabe disso. Ele não é do tipo que perde detalhes. Ele sabe mais sobre Kimberly do que qualquer um de nós.

É por isso que ele está agindo dessa maneira. Ele está preparando o terreno para algo, e se não formos cuidadosos, ele nos pegará desprevenidos.”

Lisa parecia preocupada. “Então o que fazemos? Se o Alfa Derrick tem um plano, como o impedimos?”

Kimberly se sentou ereta, seus olhos se estreitando em determinação.

“Nós nos apegamos aos nossos próprios planos. O comportamento do Alfa Derrick não pode nos assustar a ponto de não fazer nada.”

“Kimberly está certa,” disse Elena, embora sua voz ainda estivesse pesada com preocupação.

“Mas precisaremos ser ainda mais cuidadosos agora. Ele está observando, e ele é inteligente.”

Kimberly assentiu. “Já fomos atrasados uma vez.

Hoje, nem conseguimos chegar ao lugar onde íamos conversar e encontrar respostas por causa da interferência de Derrick. Mas não podemos deixar que isso aconteça de novo.”

Os outros trocaram olhares incertos, mas a determinação de Kimberly não vacilou.

“Então o que você sugere que façamos?” Elena perguntou, seu olhar fixo em Kimberly.

Kimberly virou-se para enfrentá-la completamente, sua expressão resoluta.

“Iremos voltar ao lugar para onde você estava me levando antes de sermos sequestradas. Correremos o risco, não importa o que aconteça.

Eu preciso de respostas, e não deixarei o Alfa Derrick ou qualquer outra pessoa me impedir.”

Sua voz era firme, suas palavras finais. O quarto caiu em silêncio, o peso de sua declaração pairando no ar.

Os lábios de Elena se apertaram em uma linha fina, mas ela assentiu.

Mohandria, Lisa e Kaitlyn se olharam, seu nervosismo evidente, mas não contestaram.

Os olhos de Kimberly ardiam com determinação.

*Eu não sei qual é o plano de Derrick, mas não vou sentar e esperar que ele ataque. Tenho que agir, e tenho que agir agora. O que for preciso, eu vou encontrar a verdade.*…

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