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Reclamada pelo Rei Alfa - Capítulo 127

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127: Capítulo 127 127: Capítulo 127 Elena e Kimberly congelaram quando a batida veio novamente, mais alta dessa vez.

Por um momento, o silêncio pesado pairou no quarto, e Kimberly instintivamente se moveu mais para o canto, escondendo-se atrás da porta enquanto Elena sinalizava para ela ficar parada.

“Quem está aí?” Elena chamou, sua voz calma mas firme. Ela se aproximou da porta, sua mão pairando perto da maçaneta.

“Dona Elena, somos nós! Viemos ver a Kimberly!” veio um coro de vozes familiares.

Elena respirou fundo aliviada. Kimberly, reconhecendo as vozes, espiou por trás da porta, seu rosto iluminado por uma mistura de surpresa e alegria.

Elena destrancou a porta e a puxou aberta. Ali estavam Mohandria, Lisa e Kaitlyn, seus rostos preenchidos com empolgação e preocupação.

“Kimberly!” todas elas exclamaram de uma vez, avançando para envolvê-la em um abraço coletivo.

Kimberly, sobrecarregada por sua afeição, soltou uma pequena risada, sua tensão anterior se desfazendo.

“Oi, meninas”, Kimberly disse suavemente, sua voz trêmula mas cheia de gratidão. “Eu não esperava todas vocês aqui.”

“Nós tínhamos que te ver,” Mohandria disse, sua voz sincera. “Quando ouvimos o que aconteceu, não podíamos apenas sentar e esperar.”

Elena observou a reunião em silêncio, seus braços cruzados enquanto ela se apoiava na parede.

Justo quando estava prestes a se desculpar para dar a eles privacidade, Mohandria se virou em direção a ela com uma expressão séria.

“Dona Elena, por favor… precisamos falar com a senhora,” Mohandria disse, seu tom firme.

Elena levantou uma sobrancelha, curiosidade flickering em seu rosto. A súbita mudança de tom fez o quarto parecer mais pesado.

Kimberly olhou para suas amigas, sentindo a urgência na voz de Mohandria.

Elena se endireitou e assentiu. “Entrem, todas vocês,” ela disse, dando espaço.

Ela rapidamente escaneou o corredor antes de fechar e trancar a porta. “O que é?”

O grupo se apertou para dentro, o quarto agora parecendo menor com todas elas sentadas. Elena permaneceu de pé, seu olhar fixo em Mohandria.

Mohandria respirou fundo antes de falar.

“Por que estamos vendo as mesmas coisas acontecendo com a Kimberly repetidamente?

Toda vez parece que ela está apenas começando a encontrar a paz, algo mais chega para despedaçar sua vida.

O que realmente está acontecendo, e por que parece que o mundo inteiro está atrás dela?”

Kimberly abaixou a cabeça levemente, seus dedos mexendo em seu colo.

Ela não ousou olhar para cima, sabendo que suas amigas estavam apenas expressando perguntas que ela própria vinha se fazendo.

Antes que Elena pudesse responder, Lisa se inclinou para frente, sua voz tremendo com urgência.

“Dona Elena, precisamos fazer algo. Não podemos continuar vendo ela passar por isso.

Por favor, diga-nos o que podemos fazer para ajudá-la. Qualquer coisa. Apenas nos diga.”

Elena estudou seus rostos—determinação de Mohandria, desespero de Lisa, firmeza silenciosa de Kaitlyn. A lealdade deles para com Kimberly era clara.

“Vocês meninas têm bons corações,” Elena começou suavemente, sentando-se na frente delas.

“Mas vocês precisam entender que esta situação não é algo simples.

A vida da Kimberly é ligada a forças além do que vocês podem imaginar. Forças que são ancestrais, poderosas e implacáveis.”

Kimberly levantou a cabeça ao ouvir isso, seus olhos preenchidos com confusão. “Forças? O que a senhora quer dizer, Dona Elena?”

Elena suspirou, seu olhar alternando entre as jovens. “Eu não posso dizer tudo ainda, não aqui.

Este lugar está longe de ser seguro para tais discussões. Mas prometo a vocês, há mais na Kimberly do que até mesmo ela sabe. E essa verdade é por que ela está sendo alvo.”

Kaitlyn, que tinha estado quieta até agora, finalmente falou.

“Se não podemos saber de tudo agora, então nos diga uma coisa. Como protegemos ela? Como garantimos que ela esteja segura?”

Elena sorriu levemente ao tom inabalável de Kaitlyn. “Essa é a pergunta certa. Proteger Kimberly significa ficar alerta.

Vigiar os sinais, por qualquer coisa incomum. As pessoas atrás dela são astutas e não vão parar por nada para conseguir o que querem.”

Mohandria franziu a testa. “Mas por que ela? O que eles querem da Kimberly? Não podemos fazer algo para fazê-los parar?”

Elena balançou a cabeça lentamente. “Não é tão simples.

O que eles querem está ligado a quem Kimberly é—algo que ela ainda nem entende totalmente.

Eles não pararão até que tenham ela ou o que acreditam que ela possa lhes dar. É por isso que devemos agir com cuidado.”

A voz de Kimberly tremia enquanto ela finalmente falou. “Mas Dona Elena, por que eu? O que me faz tão diferente que todos parecem querer me controlar?”

Elena estendeu a mão e colocou-a confortavelmente no ombro de Kimberly.

“Você é diferente porque você é especial, Kimberly. Não é algo para temer—é algo para abraçar.

Mas agora, o mais importante é manter você segura.”

Kimberly assentiu lentamente, embora seu coração se sentisse pesado.

*Especial? Eu não me sinto especial. Eu me sinto como um peão em um jogo que eu não entendo.*
O quarto ficou silencioso por um momento, o peso das palavras de Elena se estabelecendo. Então Elena se levantou, sua postura reta e comandante.

“Eu vou organizar para nos encontrarmos em um lugar seguro, onde podemos falar livremente,” ela disse, sua voz firme.

“Até então, preciso que todos vocês sejam cautelosos. Não confiem em ninguém fora desta sala.”

Lisa parecia preocupada. “Mas e se eles vierem atrás da Kimberly novamente? Como vamos nos defender?”

Os olhos de Elena se suavizaram quando ela respondeu, “Vocês não terão que lutar sozinhas. Eu estarei lá. Vamos descobrir isso juntos.

Mas por enquanto, Kimberly precisa que você seja forte, como você sempre foi por ela.”

Kimberly, emocionada com a preocupação de suas amigas e a garantia de Elena, sentiu as lágrimas picando seus olhos.

Ela rapidamente as enxugou, tentando estabilizar a voz. “Obrigada… a todas vocês. Eu não sei o que faria sem vocês.”

Suas amigas imediatamente se moveram para abraçá-la novamente, seu apoio a envolvendo como um escudo quente.

Após um momento, Elena pigarreou suavemente, interrompendo o momento emocional.

“Certo, meninas, é hora de voltar aos seus lugares. Fiquem alerta e de olhos abertos. Se algo parecer estranho, me avisem imediatamente.”

As três amigas assentiram em uníssono, com expressões determinadas.

“Nós iremos,” disse Mohandria firmemente.

Enquanto se preparavam para sair, Kimberly olhou para Elena, seus olhos cheios de gratidão e medo. “Obrigada, Dona Elena. Por tudo.”

Elena lhe deu um sorriso tranquilizador. “Você não tem que me agradecer, Kimberly. Você só precisa ser forte. Nós vamos superar isso—juntas.”

O grupo saiu silenciosamente da sala, cada uma delas mais determinada do que nunca a proteger Kimberly dos perigos que as esperavam.

★★★
Kimberly e suas amigas caminhavam silenciosamente pelo corredor, seus passos ecoando suavemente contra as paredes da casa da matilha.

Elas estavam começando a relaxar depois da tensão no quarto de Elena quando, de repente, viram Mona, a Luna da matilha, se aproximando com seus guarda-costas atrás dela.

No momento em que a viram, instintivamente pararam no lugar e baixaram suas cabeças em respeito.

O olhar agudo e avaliador de Mona vasculhou o grupo antes que seus lábios se curvassem num sorriso tenso.

“Kimberly,” disse Mona, sua voz carregando um peso de autoridade, “eu preciso conversar com você rapidamente. O resto de vocês pode ir esperar por ela lá fora.”

As amigas de Kimberly trocaram olhares incertos com ela, seus olhos perguntando silenciosamente se ela estava bem.

Antes que qualquer uma pudesse dizer uma palavra, os guardas de Mona avançaram, escoltando-as firmemente para longe.

Mohandria olhou para trás por cima dos ombros, seus olhos cheios de preocupação. “Nós estaremos logo aqui fora, Kimberly,” disse ela baixinho antes de desaparecer com as outras.

Kimberly ficou parada sozinha com Mona. A tensão no ar estava espessa, e Kimberly podia sentir os olhos de Mona penetrando-a.

“Então,” começou Mona, dando um passo lento e deliberado em direção a ela, sua expressão fria e calculista, “você acha que é especial agora, não é, Kimberly?”

Kimberly se endireitou, mantendo o rosto neutro, embora sua mente estivesse acelerada.

*Ela está procurando algo. Ela quer que eu escorregue. Mas não vou dar a ela essa satisfação.*
“Eu não entendo o que a senhora quer dizer, Luna,” Kimberly respondeu, seu tom calmo e educado, embora suas mãos estivessem cerradas ao seu lado.

Os lábios de Mona se contorceram como se reprimissem um sorriso.

Ela se aproximou mais, os saltos de seus sapatos clicando ominosamente contra o chão. Agora, estavam apenas a alguns centímetros de distância.

“Não se faça de desentendida comigo,” Mona sibilou, sua voz baixa e venenosa.

“Não importa o que alguém lhe diga ou quão importante você pense que é, lembre-se disso:
você não é mais do que uma escrava nesta matilha. Você me deve satisfações, e sempre deverá.”

Kimberly sentiu seu sangue ferver com aquelas palavras, mas ela se obrigou a permanecer composta.

Ela sabia que Mona estava tentando provocá-la, tentando fazê-la vacilar. Em vez disso, Kimberly fez algo inesperado—ela sorriu.

“Perdoe-me, oh grande Luna,” disse Kimberly, sua voz gotejando com uma polidez sarcástica.

“Mas se eu sou apenas uma pequena e insignificante empregada nesta matilha, por que a senhora está tão preocupada?

Certamente alguém tão importante quanto a senhora tem assuntos mais urgentes para tratar do que se preocupar com alguém como eu.”

O rosto de Mona escureceu, seus olhos relampejando com raiva com as palavras de Kimberly.

Ela abriu a boca para retrucar, mas se deteve, claramente tentando manter o controle sobre suas emoções.

“Você é esperta com suas palavras, não é?” Mona disse, sua voz tremendo com uma fúria mal contida.

“Mas não pense por um segundo que você pode me enganar. Eu sei que há mais em você do que você está deixando transparecer.

Cuidado com as costas, Kimberly. Você vai escorregar eventualmente, e quando escorregar, eu estarei lá.”

Kimberly se manteve firme, seu sorriso desaparecendo em uma expressão fria e ilegível. “Se é só isso, Luna,” ela disse baixinho, “eu me retiro agora.”

Mona não respondeu. Ela virou abruptamente, chamando seus guardas. “Estamos indo,” ela latiu, sua voz ecoando pelo corredor.

Enquanto Mona saía com seus guarda-costas a reboque, passos se dissipando ao longe, Kimberly ficou parada, observando-a ir.

Seu coração estava acelerado, mas ela se recusou a deixar qualquer medo aparecer.

*Deixe ela ficar com raiva,* Kimberly pensou consigo mesma, seus olhos se estreitando um pouco.

*Quanto mais ela se concentrar em mim, menos ela verá o que realmente está chegando.*
E com esse pensamento, Kimberly virou-se e caminhou em direção à saída, onde suas amigas a esperavam…

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