Ler Romance
  • Todos os romances
  • Em curso
  • Concluídas
Avançado
Entrar Cadastrar-se
  • Todos os romances
  • Em curso
  • Concluídas
  • Romântico
  • Fantaisie
  • Urbano
  • MAIS
    • MISTÉRIO
    • Geral
    • Ação
    • Comédia
    • Magia
    • Histórico
Entrar Cadastrar-se
Anterior
Próximo

Reclamada pelo Rei Alfa - Capítulo 125

  1. Home
  2. Reclamada pelo Rei Alfa
  3. Capítulo 125 - 125 Capítulo 125 125 Capítulo 125 Alfa Derrick adentrou
Anterior
Próximo

125: Capítulo 125 125: Capítulo 125 Alfa Derrick adentrou autoritariamente na casa da matilha, seus olhos atentos vasculhando a multidão reunida.

Mona estava rígida de um lado, com os braços cruzados, enquanto Kimberly permanecia no centro, silenciosa e imóvel.

Os anciãos da matilha sentavam-se ou ficavam por perto, com seus murmúrios curiosos aumentando a cada momento que passava.

“Todos, para a sala de reuniões agora,” comandou Alfa Derrick, sua voz cortando o burburinho como uma lâmina. Seu tom não deixava espaço para hesitação.

Mona trocou um breve olhar com Kimberly, mas não disse nada.

Kimberly seguiu em silêncio enquanto o grupo entrava na sala de reuniões, sua cabeça erguida apesar da turbulência em sua mente.

*Eles estão me tratando como um mistério a ser resolvido, e não como uma pessoa que acabou de passar pelo inferno,* pensou ela, com um amargor invadindo seu coração.

A sala rapidamente encheu-se de murmúrios novamente enquanto Derrick se sentava à cabeceira da mesa.

Kimberly ficou de pé no centro, sua postura rígida, mas resoluta.

Ela podia sentir cada par de olhos penetrando nela, exigindo respostas que ela não tinha certeza de querer dar.

*Preciso pensar rápido. Se eu contar tudo para eles, pode só piorar a minha situação.*
Derrick inclinou-se um pouco para frente, seu olhar penetrante fixo em Kimberly.

“Kimberly,” ele começou, sua voz estável, mas firme. “Você pode nos contar algo sobre como chegou aqui? O que aconteceu?”

Kimberly hesitou. Seu coração acelerou, mas ela forçou-se a ficar calma.

*Não posso deixar que eles saibam de tudo… ainda não. Se Derrick pegar um vislumbre da verdade, ele torcerá a seu próprio favor.*
O silêncio na sala era sepulcral enquanto todos aguardavam sua resposta. Finalmente, ela falou, sua voz uniforme.

“Eles pegaram alguns fios do meu cabelo e uma gota do meu sangue. Disseram que era tudo de que precisavam.”

Suspiros percorreram a sala como uma onda, seguidos por um murmúrio baixo de vozes.

A voz aguda de Mona rapidamente se sobressaiu. “Assim? E eles deixaram você ir?” Seu tom era cético, quase hostil.

Kimberly encontrou o olhar de Mona, sua expressão inescrutável. “Sim,” ela respondeu simplesmente. “E eles me disseram para entregar uma mensagem.”

A testa de Derrick franzida, a curiosidade brilhando em seus olhos. “Que mensagem?” ele exigiu, sua voz firme, mas não desagradável.

Kimberly respirou fundo, fingindo reunir coragem.

*É agora. Se eu jogar certo, posso desviar a atenção deles de mim.*
“O líder daqueles homens disse que eles estão vindo atrás de você… e de toda a matilha.”

A sala explodiu em caos. Os anciões falavam uns por cima dos outros, suas vozes uma cacofonia de preocupação e confusão.

Alguns exigiam respostas, outros especulavam loucamente sobre o significado da mensagem de Kimberly.

A paciência de Derrick estourou, e ele bateu com o punho na mesa, o som ecoando pela sala.

“Silêncio!” ele rugiu, sua voz cortando o barulho como um chicote.

O silêncio caiu instantaneamente enquanto todos os olhos se voltavam para ele. O olhar de Derrick fixou-se em Kimberly.

“Kimberly, você tem certeza de tudo que acabou de dizer? Não minta para mim.”

Kimberly sustentou seu olhar, sua expressão calma e composta.

“Estou dizendo o que me disseram,” ela falou, sua voz estável, mas com um toque de desafio.

“Acreditem ou não, é escolha de cada um.”

Antes que Derrick pudesse responder, a porta da sala de reuniões abriu-se com um rangido alto.

Elena entrou, sua presença imponente e sua expressão furiosa.

A tensão na sala pareceu engrossar à medida que todos olhavam para ela.

“Todos vocês são inacreditáveis,” começou Elena, sua voz afiada e cortante.

“Essa garota foi sequestrada e possivelmente traumatizada, e ainda assim tudo o que se importam é em interrogá-la como se ela fosse uma criminosa.

Nem um de vocês perguntou como ela está!”

A sala caiu em um silêncio desconfortável, e alguns dos anciões trocaram olhares culpados.

Elena não esperou por uma resposta. Ela andou até Kimberly e pegou sua mão, sua postura protetora deixando claro que não iria permitir que isso continuasse.

“Venha comigo, Kimberly,” ela disse firmemente, sua voz amolecendo um pouco ao se dirigir à garota.

Derrick levantou-se rapidamente, seu rosto uma máscara de fúria controlada. “Elena, você não vai me desrespeitar na frente da matilha!” ele trovejou.

“O necessário deve ser feito, e o relato de Kimberly é crucial.”

Elena virou para encará-lo, seus olhos ardendo de fúria. “Irmão,” ela disse, sua voz tremendo com raiva contida,
“Fiquei quieta por tempo demais. Você sempre acha que está no controle, mas desta vez, você está errado. Se alguém tentar me impedir, terá que lidar comigo.”

Suas palavras deixaram Derrick momentaneamente atônito. Seus lábios se abriram como se fossem responder, mas nenhuma palavra saiu.

Elena não lhe deu chance de se recuperar. Ela voltou-se para Kimberly, seu aperto na mão da garota firme, mas gentil.

“Vamos,” disse Elena, sua voz decidida.

Kimberly olhou para trás, para a sala enquanto elas caminhavam.

Os anciões da matilha permaneciam imóveis, seus rostos uma mistura de confusão, culpa e medo.

Os punhos de Derrick estavam cerrados ao seu lado, sua expressão indecifrável.

Enquanto a porta se fechava atrás delas, Kimberly sentiu uma estranha mistura de alívio e incerteza.

*Elena está ao meu lado, mas por quanto tempo? E Derrick… ele não vai deixar isso passar. Preciso ficar à frente dele.*
A seguir foi traduzido para o português do Brasil:
O silêncio que se seguiu à partida de Elena era pesado. Derrick continuava em pé, sua mente acelerada.

*O que Elena está pensando? Por que ela me desafiaria assim? E Kimberly… há mais em seu retorno do que ela está deixando transparecer. Vou chegar ao fundo disso.*
Os passos de Elena ecoaram pelo corredor enquanto ela conduzia Kimberly para longe.

“Você não precisa dizer nada se não estiver pronta,” disse Elena suavemente. “Mas eu prometo a você: ninguém vai te machucar enquanto eu estiver aqui.”

Kimberly assentiu, um pequeno brilho de gratidão aquecendo seu peito. Mas sua mente ainda girava com planos e estratégias.

*Preciso descobrir em quem posso confiar — e rápido. Porque isto está longe de acabar.*
★★★
Alfa Derrick saiu da sala de reuniões, sua mandíbula apertada de frustração.

Os eventos da reunião se repetiam em sua mente.

A desobediência de Elena, as respostas vagas de Kimberly, os murmúrios dos mais velhos—está tudo saindo de controle.

Preciso reafirmar minha autoridade, e rápido.

Quando ele chegou ao seu carro, seu telefone vibrou agudamente no bolso.

Sem interromper o passo, ele o tirou e deu uma olhada na tela. Era um de seus homens estacionados no local secreto onde ele havia transferido Alfa Darwin.

“O que agora?” ele murmurou, deslizando para atender. Ele colocou o telefone no ouvido, seu tom agudo e impaciente. “O que está acontecendo?”

A voz do outro lado soava tensa, cheia de dor e urgência.

“Alfa, fomos atacados. Homens desconhecidos nos emboscaram. A maioria dos nossos homens está caída—gravemente ferida.”

O coração de Alfa Derrick afundou, mas sua voz permaneceu firme. “E Darwin?” Sua voz baixou para um sussurro perigoso.

“Ele… ele não está em nenhum lugar, Alfa,” confessou o homem, sua voz tremendo.

“Parece que eles vieram especificamente por ele. Ele foi sequestrado.”

Derrick fechou os olhos por um momento, segurando o telefone tão forte que seus nós dos dedos ficaram brancos. Sua mente acelerou.

*Quem teria coragem? Como eles até o encontraram?* Ele exalou lentamente, sua voz fria e controlada. “Fique calmo. Mantenha sua posição. Estou a caminho.”

“Sim, Alfa,” o homem respondeu fracamente antes da linha ser desligada.

Derrick deslizou o telefone de volta para o bolso, seu corpo todo tenso.

*Isso não pode estar acontecendo agora. Primeiro a mensagem enigmática de Kimberly, agora isso. Se Darwin se foi, isso muda tudo.*
Enquanto ele se virava para voltar para a casa da matilha, ele parou.

Parada a poucos metros de distância estava Mona, de braços cruzados, seu olhar penetrante fixo nele.

O leve som de seu pé batendo ecoou no silêncio entre eles.

“Mona,” Derrick disse planamente, sua voz desprovida de emoção.

“Derrick,” ela respondeu, seu tom tão frio. Seus olhos se estreitaram levemente enquanto o estudavam.

Eles se mantiveram ali em silêncio por um longo momento, o peso de palavras não ditas pressionando pesadamente no ar.

Ambos sabiam que o outro estava escondendo alguma coisa, e nenhum dos dois estava disposto a ser o primeiro a falar.

“O que há de errado, Derrick?” Mona finalmente perguntou, sua voz entrelaçada com suspeita. “Você parece… abalado.”

Os olhos de Derrick brilharam de irritação, mas ele rapidamente disfarçou. “Nada que te interesse, Mona,” ele disse suavemente, embora seu tom carregasse uma borda afiada.

Seus lábios se curvaram em um leve sorriso, mas seus olhos permaneceram frios.

“Tudo sobre esta matilha me interessa, Derrick. Especialmente quando você está se esgueirando por aí com segredos.”

Derrick deu um passo mais perto, sua estatura imponente projetando uma sombra sobre ela.

“Você sempre teve o dom de enfiar o nariz onde não é chamada. Não me provoque, Mona.”

“E você sempre teve o dom de me subestimar,” ela contra-atacou, sua voz estável e desafiadora.

“O que está acontecendo, Derrick? Não pense que eu não notei suas pequenas operações laterais ultimamente. Você pensa que ninguém está te observando?”

Derrick apertou a mandíbula, resistindo à vontade de explodir. *Ela está pescando respostas. Mantenha a calma.*
“Como eu disse, Mona, isso não te diz respeito. Agora dê licença. Tenho assuntos urgentes a tratar.”

Mona não se moveu. Ela olhou nos olhos dele, seu olhar inabalável. “Você está perdendo o controle, Derrick.

Todo mundo pode ver. Se você continuar assim, vai levar toda a matilha junto com você.”

Os punhos de Derrick se fecharam ao lado do corpo, mas ele forçou um sorriso frio no rosto. “Cuidado, Mona. Você não gostaria de dizer algo que vai se arrepender.”

O sorriso de Mona voltou, mas não alcançou os olhos. “Arrependimento? Você deveria se preocupar com seus próprios arrependimentos, Derrick.

Eles podem voltar para te assombrar mais cedo do que você pensa.”

Com isto, ela deu passagem, mas não sem antes lançar um último olhar apontado por cima do ombro.

Derrick a observou ir, sua mente acelerada. *Ela sabe de alguma coisa. Mas quanto? E qual é o interesse dela?*
A tensão no ar permaneceu enquanto Derrick virava de volta em direção ao seu carro.

Suas mãos tremiam levemente enquanto ele abria a porta, mas sua resolução se endureceu. *Primeiro Darwin. Depois Mona. Uma coisa de cada vez.*
Mas enquanto ele se sentava no assento do motorista, seus pensamentos o traíram.

“Não posso perder o controle agora. Não quando tudo está em jogo.”

Seu telefone vibrou novamente, e Derrick soltou um suspiro lento antes de ligar o motor.

Seja lá o que viesse pela frente, ele enfrentaria. Ele não tinha escolha…

Anterior
Próximo
  • Início
  • 📖 Sobre Nós
  • Contacto
  • Privacidade e Termos de Uso

2025 LER ROMANCE. Todos os direitos reservados

Entrar

Esqueceu sua senha?

← Voltar paraLer Romance

Cadastrar-se

Cadastre-se neste site.

Entrar | Esqueceu sua senha?

← Voltar paraLer Romance

Esqueceu sua senha?

Por favor, insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail. Você receberá um link para criar uma nova senha por e-mail.

← Voltar paraLer Romance

Report Chapter