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Reclamada pelo Rei Alfa - Capítulo 123

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123: Capítulo 123 123: Capítulo 123 Alfa Derrick entrou no saguão do hospital, sua expressão dura e indecifrável.

Mona andava furiosamente de um lado para o outro, os punhos cerrados, sua frustração palpável. No momento em que o viu, ela avançou em sua direção.

“Derrick, isso é ridículo!” ela exclamou. “Como um alfa inteiro pode desaparecer de um hospital sem deixar rastros? Que tipo de segurança eles têm aqui?”

Alfa Derrick levantou uma mão para acalmá-la. “Vamos resolver isso, Mona. Não vamos perder o foco.”

O médico de plantão, visivelmente tremendo, aproximou-se deles hesitante. “Alfa, Luna, eu juro, isso é além de qualquer coisa que eu já vi.

Alfa Darwin estava em sua cama a última vez que verifiquei.”

“Guarde isso,” Mona o interrompeu bruscamente. “Se você estivesse fazendo seu trabalho direito, ele não teria desaparecido!”

Alfa Derrick colocou uma mão firme no ombro de Mona.

“Vamos lidar com isso logicamente. Doutor, reúna a equipe de segurança e nos encontre na sala de controle. Quero que cada segundo das filmagens seja revisado.”

“Sim, Alfa,” o médico gaguejou e correu.

Minutos depois, Derrick, Mona, e o chefe de segurança do hospital estavam na sala de controle pouco iluminada, assistindo enquanto as imagens do CCTV eram reproduzidas na tela.

Os olhos de Derrick estavam fixos na tela, analisando cada quadro com uma intensidade aguda.

“Ali,” Mona disse de repente, apontando para a tela. “Pause!”

A filmagem mostrava duas enfermeiras entrando no quarto do Alfa Darwin. Mas algo em seus movimentos parecia estranho.

“Aproxime,” Derrick ordenou.

O oficial de segurança aproximou, mas os rostos das enfermeiras estavam parcialmente obscurecidos.

Uma delas olhou brevemente para a câmera, e seu rosto estava embaçado, quase como se tivesse sido deliberadamente alterado.

“Isso é impossível,” Mona murmurou, sua voz carregada de suspeita. “Como os rostos delas não podem estar claros?”

“Não acho que sejam enfermeiras de verdade”, Derrick disse sombriamente. “Doutor, quem são essas pessoas? Elas estavam escaladas para hoje à noite?”

O médico, suando profusamente, balançou a cabeça. “Não, Alfa. Eu não as reconheço.”

“Então como elas tiveram acesso a uma área restrita?” Derrick exigiu, sua voz se elevando.

“Eu… eu não sei,” o médico gaguejou.

Mona cerrava os punhos. “Isso é uma piada! Duas estranhas entram, e ninguém percebe? Que tipo de operação vocês estão administrando aqui?”

O chefe de segurança interveio cautelosamente, “Alfa, Luna, não há sinal delas saindo do hospital nas filmagens. É como se tivessem sumido no ar.”

O maxilar de Derrick se apertou. “Verifique cada ângulo. Cada saída. Quero respostas.”

Eles passaram a próxima hora vasculhando as filmagens, mas por mais que tentassem, as figuras misteriosas pareciam ter desaparecido.

Era como se Alfa Darwin tivesse sido apagado da existência.

Finalmente, Derrick se afastou da tela, a frustração marcada em seu rosto.

“Chega. Isso não está nos levando a lugar algum.”

Mona se virou para encará-lo. “A lugar algum? Derrick, meu pai está desaparecido! Você não pode simplesmente—”
“Eu disse chega,” Derrick interrompeu, sua voz cortando a raiva dela.

Ele suavizou seu tom quando viu a mágoa em seus olhos. “Mona, estou tão preocupado quanto você. Mas isso não está ajudando. Deixe-me lidar com isso.”

Mona respirou fundo, seus lábios apertados em uma linha fina. “Tudo bem. Mas eu quero atualizações. Constantemente.”

Derrick assentiu e se voltou para seus homens. “Escoltem Luna de volta à casa da matilha. Garantam que ela esteja segura.”

Um dos guardas se adiantou. “Sim, Alfa.”

Mona hesitou, parecendo querer discutir, mas finalmente cedeu. “Não me deixe no escuro, Derrick.”

“Não vou,” ele garantiu.

Quando Mona saiu com os guardas, a postura de Derrick mudou. Ele se virou para o médico, sua expressão fria e calculista.

“Agora que ela se foi, vamos conversar,” Derrick disse, seu tom não deixando espaço para argumentos.

Os olhos do médico se arregalaram. “Alfa, eu já lhe disse tudo que sei—”
“Bom trabalho,” Derrick interrompeu, sua voz baixa. “Mas ninguém mais deve saber sobre o desaparecimento do Alfa Darwin. Você me entende?”

O médico assentiu rapidamente. “Sim, Alfa.”

“E a equipe de segurança?”

“Eles não dirão uma palavra,” o médico prometeu.

“Bom. Eu cuidarei do resto,” Derrick disse, sua voz pesada com finalidade.

Sem dizer mais nada, ele se virou e saiu do hospital, sua mente já corrida com planos.

Algo maior estava em jogo, e Derrick estava determinado a descobrir a verdade—não importa o custo.

★★★
Alfa Theo estava no centro de sua sala de estar, a tensão evidente em seus punhos cerrados e sobrancelhas franzidas.

Ele mal notou o leve rangido da porta quando seu braço direito, Elijah, entrou.

Elijah avançou, curvando a cabeça respeitosamente antes de falar.

“Alfa, estamos prontos. Aguardamos sua ordem para prosseguir com a busca,” Elijah disse, sua voz firme e determinada.

O olhar de Theo se voltou para ele, sua expressão calma, mas intensa. “Bom,” ele disse firmemente. “Então, vamos todos nos mover.”

Elijah ergueu levemente a cabeça, hesitação piscando em seus olhos. “Não, Alfa. Você não precisa vir conosco.”

As sobrancelhas de Theo se franziram, seus olhos penetrantes se fixando em Elijah.

O ambiente pareceu ficar mais silencioso enquanto sua voz cortava a tensão. “Por que você não quer que eu vá com vocês, Elijah?”

Elijah endireitou a postura, seu tom respeitoso e resoluto.

“Alfa, não é que não valorizemos sua presença.

Mas sinto que você não confia na nossa capacidade de entregar. Somos totalmente capazes, e tenho certeza de que encontraremos Kimberly e a traremos de volta para você, sã e salva.”

Theo deixou as palavras pairarem no ar por um momento.

Seu maxilar se apertou enquanto ele considerava a declaração de Elijah. Então, com um pequeno sorriso calmo, ele se aproximou, colocando uma mão firme no ombro de Elijah.

“Eu confio em você, Elijah”, disse Theo, sua voz carregando um tom de segurança. “Eu confio em todos vocês.

Vocês não são apenas meus homens – vocês são minha família. E é por causa dessa confiança que eu quero me juntar a vocês. Não estou duvidando das suas habilidades.”

Ele fez uma pausa, seu aperto no ombro de Elijah apertando um pouco enquanto continuava.

“Mas eu conheço o cheiro de Kimberly melhor do que ninguém. Se eu for junto, tornará a busca mais rápida e fácil.

Não se trata de confiança – trata-se de eficiência e fazer o que for necessário para trazê-la de volta.”

Os ombros de Elijah relaxaram um pouco enquanto ele soltava um suspiro profundo, seu respeito por Theo brilhando em seus olhos.

“Eu entendo, Alfa”, disse ele baixinho, abaixando a cabeça novamente. “Seremos mais fortes com você ao nosso lado.”

Theo assentiu e soltou o ombro de Elijah. Sua expressão suavizou um pouco, embora sua determinação ardesse mais forte do que nunca.

Ele olhou para a porta onde vários de seus homens esperavam silenciosamente, seus olhos cheios da mesma resolução.

“Isso não é apenas uma missão”, Theo disse, virando-se para falar com todos na sala.

“Isso é sobre família. Kimberly é minha e isso a torna uma de nós, e nós vamos trazê-la de volta. Não importa o que for necessário.”

Um baixo murmúrio de acordo percorreu a sala, cada homem ficando um pouco mais alto enquanto as palavras de Theo alimentavam sua determinação.

Elijah recuou, sua voz ecoando com determinação. “Estamos prontos, Alfa. Apenas dê o comando.”

Theo olhou ao redor da sala uma última vez, seu queixo firme, seu coração estável.

Então ele respirou fundo, o peso da responsabilidade pesado, mas bem-vindo em seus ombros.

“Agora, vamos”, disse ele, sua voz firme e clara, cortando o ar como uma lâmina.

Os homens assentiram, seus movimentos nítidos e proposital, enquanto seguiam Theo para fora da porta com a missão gravada em seus corações.

★★★
Mona sentou-se no banco de trás do carro, sua mente vagando sem rumo até que decidiu quebrar o silêncio.

Sua voz era calma, mas tingida de curiosidade.

“O que tem acontecido ultimamente na matilha? Realmente não tenho prestado atenção em nada, exceto meu pai”, ela perguntou, cruzando os braços sobre o peito.

O motorista a olhou pelo espelho retrovisor, seu rosto hesitante.

Após uma breve pausa, ele respondeu, “Luna, é sobre Dona Elena e Kimberly.

Ambas foram sequestradas recentemente.

Mas Dona Elena já foi devolvida. Kimberly ainda está desaparecida.”

As palavras atingiram Mona como um trovão. Ela se endireitou na cadeira, sua frequência cardíaca acelerando.

“Espere – o quê? Ambas Elena e Kimberly? Sequestradas? Por quem?” Sua voz se elevou, uma mistura de surpresa e agitação.

O motorista manteve seu foco na estrada, mas explicou cautelosamente.

“Ninguém sabe quem as levou, Luna. Mas Dona Elena disse que as pessoas que as sequestraram alegaram que Kimberly era quem eles precisavam.

Então, eles a deixaram ir e mantiveram Kimberly.”

Os lábios de Mona se entreabriram levemente em choque. Sua mente acelerada enquanto processava a informação.

Lentamente, um sorriso astuto começou a se formar em seus lábios, embora ela rapidamente o disfarçasse.

*Finalmente, algo está dando certo para mim*, ela pensou, sua excitação borbulhando sob a superfície.

*Se Kimberly for embora para sempre, então tudo se encaixará no lugar.*
Mas ela não conseguiu manter seus pensamentos para si por muito tempo.

“Espero que ela nunca retorne ou seja encontrada morta”, ela murmurou distraidamente, as palavras escapando antes dela se dar conta de que o motorista poderia ouvi-la.

Os olhos do motorista rapidamente se voltaram para o espelho, sua expressão uma mistura de incredulidade e desconforto.

“O que você disse, senhora?”

Mona saiu de seus pensamentos e virou seu olhar marcante para ele.

“Não é da sua conta”, ela retrucou, sua voz fria. “Apenas continue dirigindo.”

“Sim, Luna”, ele murmurou, sabiamente decidindo não insistir mais.

*Por que eu disse isso em voz alta?* Mona se repreendeu internamente.

*Preciso ter mais cuidado. Mesmo assim, essa é a melhor notícia que ouvi em toda a semana.

Com Kimberly fora do quadro, tudo será muito mais fácil.*
Seus pensamentos giravam enquanto ela se recostava no banco, olhando pela janela. *Quem poderia ter sequestrado elas? E por que Kimberly?*
Apesar de sua empolgação, uma pequena parte dela se sentia inquieta.

*E se isso se revelar mais complicado do que eu pensava? E se alguém poderoso estiver envolvido?*
A voz do motorista interrompeu seus devaneios. “Senhora, chegamos à casa da matilha”, ele disse, parando o carro.

Ele rapidamente saiu e abriu a porta dela.

Mona desceu, acenando brevemente para o motorista antes de caminhar em direção à entrada principal.

Ela não perdeu um momento antes de se dirigir à câmara do médico, determinada a descobrir mais sobre a situação.

À medida que se aproximava da câmara, seus olhos captaram algo incomum – uma figura emergindo da floresta atrás da câmara do médico.

Ela prendeu a respiração. Seu passo desacelerou enquanto ela tentava obter uma visão melhor.

Não. Não podia ser.

Mas era.

Kimberly.

Saindo da floresta, seu rosto pálido, mas calmo, seus passos firmes como se fosse intocável.

Mona congelou, seu coração trovejando no peito.

Seus lábios se moveram antes que pudesse contê-los, e as palavras escaparam num sussurro carregado de descrença e frustração.

“Como você ainda está viva?”

Kimberly parou e virou para encarar Mona, sua expressão ilegível.

O choque de Mona transformou-se em raiva enquanto ela cerrava os punhos, seus pensamentos cuidadosamente orquestrados se desintegrando em caos…

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