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Reclamada pelo Rei Alfa - Capítulo 118

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118: Capítulo 118 118: Capítulo 118 Kimberly fitava Elena, as mãos tremendo ainda mais agora.

Seu coração lhe dizia que este era o momento pelo qual ela estava esperando, mas o medo sussurrava que ela não estava pronta.

O velho médico suspirou, sua voz tingida de cautela e apoio. “Minha senhora, tem certeza disso?”

Elena olhou para ele, sua expressão resoluta. “Não há volta agora. Ela precisa saber a verdade.”

Kimberly sentiu um nó subir em sua garganta enquanto assentia lentamente. “Ok. Irei com você.”

Elena colocou uma mão tranquilizadora no ombro de Kimberly. “Bom. Então esteja preparada. Partimos ao anoitecer.”

Kimberly sentada em silêncio atônito, sua mente um turbilhão de antecipação, medo e esperança enquanto a promessa de Elena ecoava em seus ouvidos: *”Esta jornada mudará tudo.”*
★★★★★★
Alfa Derrick sentou-se em seu escritório, a luz fraca projetando sombras em seu rosto.

Sua mente acelerada, preenchida com dúvidas, suspeitas e perguntas sem resposta.

Os eventos recentes na alcateia pesavam sobre ele – o papel misterioso de Kimberly, o comportamento peculiar de Mona e o tiroteio que ninguém conseguia explicar.

Ele apertou os punhos sobre a mesa, as veias em suas mãos visíveis sob a tensão.

“Chega,” ele sussurrou para si mesmo, levantando abruptamente. Se ele queria respostas, precisava começar por algum lugar. E Mona era um bom ponto de partida.

*Eu terei que jogar um jogo de mente e sabedoria com Mona para chegar à raiz de todos esses problemas* ele pensou consigo mesmo.

Caminhando pelo corredor até o quarto de Mona, Derrick preparava-se para o confronto.

Ele estava casado com ela tempo suficiente para saber que ela não daria nada facilmente. Ele abriu a porta sem bater.

Mona olhou para cima de um livro que estava lendo, seu rosto perfeitamente composto traído por um piscar de surpresa antes de se assentar em uma expressão calma.

“Derrick,” ela disse, sua voz suave, “o que o traz aqui a esta hora? Espero que esteja tudo bem?”

Derrick sentou-se ao lado dela na beira da cama, seu olhar intenso nunca a deixando. Ele respirou fundo, seus ombros tensos.

“Mona, você é minha esposa,” ele começou, sua voz medida, mas pesada. “Eu quero confiar em você. Quero acreditar em você completamente. Mas agora… preciso que você me ajude a fazer isso.”

Mona inclinou a cabeça levemente, fingindo confusão. “O que quer dizer? Você sempre confiou em mim, Derrick. Por que está questionando isso agora?”

“Preciso que você me diga tudo o que sabe,” disse Derrick, inclinando-se para mais perto. “Sobre Kimberly. Sobre o que tem acontecido na alcateia. O tiroteio. Tudo.”

O coração de Mona acelerou, mas ela manteve o rosto composto.

Ela fez uma pausa, fingindo estar em profunda reflexão, enquanto sua mente buscava uma resposta.

*O que ele está tramando? É um teste? Ou ele já suspeita de mim?*
“Por que eu saberia mais do que você, Derrick?” Mona perguntou, sua voz suave, mas defensiva.

“Você é o Alfa. Se há algo significativo, você saberia primeiro.”

Derrick suspirou e alcançou suas mãos, segurando-as firmemente. “Mona, não se trata de patente ou responsabilidade.

Estou lhe perguntando como meu parceiro, minha esposa. Diga-me o que sabe.”

Mona hesitou. Ela percebeu que Derrick não deixaria isso passar facilmente.

Ela decidiu dar a ele apenas o suficiente para satisfazer sua curiosidade sem se expor.

“Hmm,” ela disse, travando olhares com ele. “Vou lhe dizer o que penso, mas prometa-me que vai acreditar em mim.”

“Estou ouvindo,” disse Derrick, seu tom estável.

“Algo sobre Kimberly não me convence,” Mona começou, sua voz baixa e deliberada.

“Ela sempre foi diferente. Acredito que ela está envolvida com uma força externa, alguém tentando enfraquecer a alcateia por dentro.

Estive observando-a, mas ainda não encontrei provas concretas. É apenas… uma sensação.”

Derrick estudou o rosto dela de perto. Ela era boa nisso – misturar meias-verdades com mentiras, tecendo um enredo que soava plausível.

Mas ele sabia melhor do que aceitar as palavras dela como verdade absoluta.

“E o tiroteio?” ele perguntou, sua voz afiada.

Mona balançou a cabeça. “Não sei quem é o responsável. Mas se está relacionado a Kimberly, não me surpreenderia. Você sabe como os de fora podem ser.”

Derrick recostou-se levemente, seus olhos se estreitando. Ele assentiu lentamente, fingindo aceitar sua explicação.

“Obrigado por me contar isso,” disse ele. “Mas se você descobrir mais alguma coisa, qualquer coisa, preciso que venha até mim imediatamente. Não podemos nos dar ao luxo de ter segredos, Mona.”

“Claro,” ela respondeu suavemente, oferecendo um sorriso leve. “Estamos nisso juntos, Derrick.”

Derrick levantou-se, olhando para baixo para ela. “Espero que sim,” ele disse simplesmente antes de virar-se para sair do quarto.

Enquanto a porta se fechava atrás dele, Mona exalou, deixando sua máscara cair por um momento.

Ela pensou que tinha conseguido desviar Derrick de seu verdadeiro envolvimento, mas seu questionamento repentino a deixou inquieta.

*Ele está me observando mais de perto do que eu imaginava. Precisarei agir com cuidado.*
Derrick caminhou pelo corredor, sua mente acelerada. As palavras dela ecoavam em sua cabeça.

Kimberly? Uma forasteira? Ele sabia melhor do que confiar na versão dos eventos de Mona. *Ela está mentindo. Ela sabe mais do que está deixando transparecer.*
Uma vez que ele alcançou seu quarto, fechou a porta atrás de si e parou em frente ao grande espelho.

Seu reflexo o encarava de volta, uma mistura de raiva e resolução marcada em seus traços.

“Mona está brincando com fogo,” ele murmurou em voz baixa. “E eu vou mostrar a ela quem controla todo o jogo que ela está jogando.”

Suas palavras pairaram no ar, o quarto silencioso, exceto pelo som fraco de sua respiração constante.

Por agora, ele tinha deixado ela acreditar que estava no controle. Mas Derrick estava longe de ter acabado.

★★★
Alfa Theo andava inquieto há dias. A confiança dentro de seu círculo íntimo estava se deteriorando e parecia que as paredes estavam se fechando sobre ele.

Por essa razão, ele havia estado dirigindo sozinho, deixando seus guarda-costas para trás, esperando se mover despercebido e descobrir a verdade mais rápido.

Neste dia em particular, ele estacionou seu SUV preto no canto de um estacionamento de um shopping center movimentado.

Ele entrou brevemente para pegar alguns itens essenciais.

Com seus sentidos aguçados, ele vasculhou cada canto, cada rosto. Paranoia se tornara sua companheira.

Quando ele saiu do shopping carregando uma pequena sacola de papel, o som agudo do seu telefone cortou seus pensamentos.

A identificação da chamada exibia “Número Desconhecido.” Seus instintos o disseram para ignorar, então ele deixou tocar.

Assim que ele colocou a sacola no banco do passageiro, o telefone começou a tocar novamente.

Mesmo número desconhecido. Sua curiosidade venceu desta vez, e ele deslizou o dedo para atender.

“Alfa Theo,” uma voz distorcida o saudou, espessa de zombaria. O chamador riu, um som frio e mecanizado.

“Não me diga que está com medo de uma simples chamada telefônica de um número desconhecido.”

A mandíbula de Theo se apertou. Seu aperto no telefone se firmou enquanto seu corpo se tensionava.

Mas ele respondeu friamente, “Você é quem parece assustado. Escondendo-se atrás de um modificador de voz e um número rastreável? Quem é o covarde aqui?

Agora, diga-me, quem é você, e por que está me ligando?”

Houve um breve silêncio do outro lado, como se as palavras de Theo tivessem tocado um nervo.

“Assustado?” o chamador finalmente cuspiu, seu tom agora mais frio.

“Dificilmente. Estou ligando para lhe dar um aviso. Fique longe de duas pessoas – Alfa Darwin e Kimberly.

Eles não são de sua conta. Envolver-se em seus assuntos é perigoso, até para alguém como você.”

Os lábios de Theo se curvaram em um leve sorriso de escárnio. “E se eu não ficar?” Seu tom tornou-se mais cortante.

“O que acontece então? Você vai me aborrecer com mais ameaças vazias?”

A voz distorcida riu sombriamente. “Ameaças vazias, você diz? Observe isso.”

Antes que Theo pudesse reagir, um forte *BANG* ecoou no ar.

Seu carro tremeu levemente enquanto o vidro da janela do lado do passageiro trincava, o vidro reforçado se mantendo firme, mas mostrando uma clara marca de bala.

O telefone de Theo escorregou de sua mão em choque, mas ele rapidamente mergulhou em seu carro à prova de balas, batendo a porta atrás dele.

Seu coração acelerou, mas seu rosto não traiu seu tumulto interior.

“Isso,” a voz do chamador sibilou pelo alto-falante do telefone, ainda ativo no chão, “é quão perto estou de acabar com sua vida. Na próxima vez, não serei tão gentil.”

Theo agarrou o telefone de volta, sua fúria mal contida.

“Quem quer que você seja, acabou de cometer o maior erro da sua vida.”

Mas a linha já havia sido encerrada.

Ele ficou sentado em silêncio por um momento, segurando o volante com força. Sua mente acelerada.

Quem quer que fosse, obviamente tinha recursos e precisão. Mas o que mais o inquietava era a menção de Alfa Darwin e Kimberly.

Por que eles estavam sendo vigiados ou seguidos por alguém disposto a ir a tais extremos?

Sua respiração se estabilizou, mas sua raiva transbordou. Batendo o punho no painel, ele gritou, “Ninguém se atreve a fazer isso comigo! Ninguém!”

Sua voz cresceu mais alta, ressoando pelo carro. “Isto é guerra, e eu a aceitarei de bom grado com ambas as mãos!”

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