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Reclamada pelo Rei Alfa - Capítulo 117

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117: Capítulo 117 117: Capítulo 117 A lua pairava alta no céu noturno, projetando um brilho prateado sobre o território da alcateia.

Kimberly sentava-se à beira da cama, sua mente ainda girando pelos eventos do dia anterior.

Mohandria estava sentada de pernas cruzadas no tapete perto da janela, rabiscando notas em seu diário.

“Você está estranhamente quieta”, disse Mohandria, sem tirar os olhos do caderno. “O que está passando pela sua cabeça, Kim?”

Kimberly suspirou, passando os dedos pelos cabelos. “Tudo. O tiroteio, os segredos… Eu me sinto presa num quebra-cabeça onde todas as peças estão faltando.”

Mohandria fechou o diário e levantou-se. “Bem, isso não é inteiramente verdade. Sabemos que alguém está atrás de você.

Sabemos que há pessoas nos observando. E sabemos que você é… especial.”

“Especial”, repetiu Kimberly, sua voz gotejando sarcasmo. “Especial o suficiente para atrair perigo onde quer que eu vá.” Ela suspirou novamente, deitando-se na cama.

“Eu só queria saber por que tudo isso está acontecendo.”

Antes que Mohandria pudesse responder, a porta rangeu ao abrir, e Lisa, a outra amiga, espiou para dentro. “Vocês duas ainda estão acordadas? Achei que ouvi vozes.”

“Entre”, disse Mohandria, acenando para ela.

“Onde está Kaitlyn?” perguntou Kimberly.

“Ela já estava dormindo quando fui ver” respondeu Lisa calmamente.

Lisa entrou, fechando a porta atrás de si. Ela pareceu inquieta. “Eu tenho algo para contar a vocês duas, mas não sei se vale a pena mencionar.”

“Qualquer coisa vale a pena mencionar agora”, disse Kimberly, sentando-se. “Desembucha.”

Lisa hesitou, seus dedos brincando com a bainha de sua blusa. “Eu ouvi alguns guardas conversando mais cedo.

Eles disseram que a pessoa que foi baleada ontem à noite não era do nosso grupo. E havia algo estranho sobre o rastro de sangue.

Ele desapareceu no meio da floresta, como se a pessoa tivesse evaporado no ar.”

Kimberly e Mohandria trocaram olhares.

“Isso não faz nenhum sentido”, disse Mohandria. “Como pode um rastro de sangue simplesmente desaparecer?”

“Exatamente”, disse Lisa. “E tem mais — eles acham que pode ter sido um pária, mas… não sei. Havia algo que não batia. Como se estivessem retendo informações.”

O estômago de Kimberly revirou. “Por que eles fariam isso? Se há uma ameaça, nós todos não deveríamos saber?”

Lisa deu de ombros. “Talvez eles não queiram causar pânico. Ou talvez… talvez seja algo maior do que percebemos.”

Mohandria cruzou os braços. “Maior do que percebemos? Ótimo. Era tudo o que precisávamos.”

Kimberly massageou as têmporas. “Preciso dormir. Minha cabeça está girando. Vamos conversar mais de manhã, tá?”

Mohandria acenou com a cabeça, e Lisa lhe deu um aperto reconfortante no ombro. “Estamos nessa juntas, Kim. Não se esqueça disso.”

Enquanto suas amigas saíam do quarto, Kimberly deitou-se na cama, olhando para o teto.

Sua mente era um turbilhão de perguntas sem respostas. Eventualmente, o cansaço a venceu, e ela mergulhou em um sono inquieto.

—
Kimberly viu-se de pé no meio de um vasto campo árido.

O céu estava em um tom estranho de roxo, e um vento frio açoitava em volta dela, carregando sussurros que ela não conseguia compreender.

“Olá?” ela chamou, sua voz ecoando de maneira sinistra. “Tem alguém aí?”

Os sussurros cresceram, formando palavras que lhe causaram arrepios. *”Você é a chave. Você é a maldição.”*
“O que quer dizer com isso?” ela gritou, girando em círculos para encontrar a fonte da voz. “Quem está aí?”

De repente, o chão sob seus pés rachou, e ela tropeçou para trás.

Da fissura, emergiu uma luz cegante, revelando duas figuras uma de frente para a outra.

Uma estava envolvida em trevas, seu rosto oculto, e a outra irradiava um brilho dourado, suas feições suaves e gentis.

“Escolha”, disse a figura brilhante, sua voz calma ainda que autoritária.

“Escolher o quê?” perguntou Kimberly, pânico se infiltrando em sua voz.

“Seu caminho”, respondeu a figura escura, sua voz um sussurro assombroso.

Kimberly olhou de um para o outro, seu coração batendo forte. “Eu não entendo. Que caminho? O que eu devo fazer?”

A figura brilhante deu um passo à frente, estendendo uma mão para ela. “Você pode uni-los. Trazer paz.”

A figura escura espelhou o gesto, sua mão envolta em sombra. “Ou você pode destruí-los. Trazer liberdade.”

Kimberly balançou a cabeça, recuando. “Eu não quero destruir ninguém!”

“Cada escolha tem um custo”, disse a figura brilhante.

“E todo custo tem uma recompensa”, acrescentou a figura escura.

A respiração de Kimberly acelerou à medida que o chão começou a tremer violentamente.

As figuras de luz e trevas começaram a se fundir, suas formas se confundindo até que se tornaram uma única entidade com feições mutáveis.

“Você não pode escapar do seu destino”, disse a entidade, sua voz uma mistura das duas.

“Eu nem sei qual é o meu destino!” Kimberly gritou.

A entidade estendeu a mão, tocando no peito dela. Uma onda de energia a atravessou, e ela caiu de joelhos.

Imagens inundaram sua mente — rostos desconhecidos, batalhas incompreensíveis e um símbolo brilhando intensamente em sua palma.

Os sussurros voltaram, desta vez mais altos. *”Você é a chave. Você é a maldição. A escolha é sua.”*
Kimberly ofegou enquanto o chão se abria, e ela caiu em um vazio de escuridão.

—
Ela acordou sobressaltada, sentando-se na cama. Seu coração acelerado, seu corpo encharcado de suor.

Ela olhou para suas mãos, meio esperando ver o símbolo brilhante, mas não havia nada.

“O que… o que foi aquilo?” ela sussurrou para si mesma, sua voz tremendo.

Sua mente reproduziu o sonho repetidamente, mas, por mais que tentasse, ela não conseguia entender.

Tudo o que sabia era que não era apenas um sonho. Era real demais, vívido demais.

“Sou eu a chave? Ou a maldição?” ela murmurou, olhando para suas mãos trêmulas.

As perguntas permaneceram, sem resposta, à medida que os primeiros raios de alvorada começaram a se infiltrar pela janela.

★★★
No dia seguinte, Kimberly foi até o local do médico idoso para conversar sobre tudo o que ela vinha passando.

O médico idoso cuidadosamente colocou a amostra de sangue que estava examinando de lado e cruzou os braços, seu olhar fixo em Kimberly.

“Kimberly,” ele disse suavemente, “sempre achei que havia mais na sua história do que você sabe. Talvez seja hora de desvendarmos juntos.”

Antes que Kimberly pudesse responder, Elena interrompeu, sua voz estável, mas com uma corrente subjacente de urgência.

“Você tem carregado um fardo pesado demais para alguém tão jovem. Eu vejo em seus olhos, Kimberly. As perguntas, as dúvidas, o medo.”

Kimberly apertou as mãos juntas. “Eu nem sei do que tenho medo mais.

Toda vez que penso estar perto de entender, algo novo acontece, e estou de volta ao ponto de partida.”

Elena colocou uma mão no ombro de Kimberly, seu aperto firme, porém confortante. “Você confia em mim?”

Kimberly hesitou, olhando para o médico, cuja expressão não oferecia pistas. Por fim, ela assentiu. “Eu… Acho que sim.”

Elena recostou-se, seu olhar momentaneamente desviando para o médico antes de se fixar em Kimberly novamente.

“Você se lembra da noite em que chegou aqui? Você era só aquela garota zangada, assustada e agarrada a esse velho pingente no seu pescoço.”

Kimberly instintivamente tocou o pingente pendurado sob sua camisa.

“Sim. Minha mãe me disse para nunca tirá-lo. Ela disse que me protegeria.”

Os lábios de Elena pressionaram-se numa linha fina. “Ela não estava errada, mas não te contou toda a verdade, não é?”

Kimberly engoliu em seco. “Que verdade? Do que está falando?”

O médico finalmente quebrou seu silêncio. “Kimberly, sempre suspeitamos que há algo extraordinário em você.

Sua resiliência, seus instintos — eles não são apenas dons naturais. São herdados.”

“Herdados?” Kimberly ecoou, sua voz quase um sussurro.

Elena assentiu. “Sim, e as respostas que você procura estão atadas ao seu passado.

Um passado que foi escondido de você para sua proteção. Mas escondê-lo só fez as coisas piorarem, não é?”

Os olhos de Kimberly correram de um para o outro. “Está me dizendo que minha mãe mentiu para mim? Que toda a minha vida tem sido algum… alguma coisa secreta?”

“Não uma mentira”, Elena corrigiu. “Um escudo. Um necessário. Mas agora, este escudo está desmoronando, e você está exposta.”

As mãos de Kimberly começaram a tremer. “Então por que vocês não me disseram nada disso antes? Por que agora?”

Elena respirou fundo, suavizando o tom. “Porque até agora, eu não tinha certeza se você estava pronta.

Mas os eventos dos últimos dias… eles forçaram minha mão. É hora de você enxergar a verdade por si mesma.”

O médico falou novamente, sua voz baixa e controlada.

“O que a senhora Elena está sugerindo é perigoso, Kimberly. Você tem certeza que está pronta para encarar o que vem pela frente?”

O coração de Kimberly batia forte no peito. Ela queria respostas, mas a ideia de entrar no desconhecido a enchia de medo.

“Não sei se estou pronta”, ela admitiu, sua voz temerosa. “Mas estou cansada de ficar no escuro.”

A expressão de Elena suavizou. “Então está decidido. Esta noite, levarei você a um lugar que pode conter as respostas que você tem buscado.”

Kimberly engoliu em seco, seus nervos ameaçando ultrapassá-la. “Que tipo de lugar?”

Elena se levantou, seu olhar firme. “Um lugar onde o passado encontra o presente. Um lugar que guarda a chave para o seu destino.”

O quarto ficou em silêncio, o peso das palavras de Elena assentando pesadamente no ar.

A mente de Kimberly correu com perguntas, mas antes que ela pudesse expressar qualquer uma delas, Elena acrescentou,
“Prepare-se, Kimberly. Esta jornada mudará tudo…”

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