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Reclamada pelo Rei Alfa - Capítulo 115

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115: Capítulo 115 115: Capítulo 115 Mona sentou-se em uma poltrona de veludo macio na sala de estar mal iluminada, a luz trêmula da lareira lançando sombras em seu rosto severo.

Seus dedos tamborilavam ritmicamente no braço da cadeira enquanto ela aguardava um relatório.

O súbito som de passos apressados quebrou o silêncio, e um de seus leais mais confiáveis irrompeu na sala.

Seu peito subia e descia com respirações rápidas, e seus olhos percorriam nervosamente ao redor.

A carranca de Mona se aprofundou enquanto ela se sentava ereta. “O que está acontecendo e por que você está tão tenso?” ela exigiu, seu tom áspero e implacável.

O homem hesitou, suas mãos fidgeting nervosamente. “Me desculpe, senhora. É que… as coisas tomaram um rumo inesperado,” ele disse, sua voz trêmula.

“O que você quer dizer com suas palavras?” Mona perguntou, seus olhos se estreitando enquanto ela se inclinava para a frente. Seu olhar o perfurava, fazendo o homem se mover desconfortavelmente.

Ele engoliu em seco. “Estávamos mantendo uma vigilância apertada sobre a Kimberly, como você instruiu, esperando o momento certo para atacar.

O plano era eliminar primeiro o amigo dela enquanto a Kimberly estava dentro do consultório do médico. Mas… algo deu errado.”

Os olhos de Mona se arregalaram levemente, embora sua compostura permanecesse gélida. “O que deu errado?” ela exigiu.

O homem respirou fundo, sua voz reduzindo a um sussurro. “Quando um dos nossos homens se aproximou da garota — a amiga da Kimberly — ele foi baleado.

Nós não sabemos por quem. O tiro veio do nada, e foi preciso demais para ser aleatório.”

Mona se levantou abruptamente, sua figura imponente projetando uma longa sombra que parecia engolir o homem inteiro. “Baleado? Por quem? Foram os homens do Derrick?”

“Não, senhora,” ele respondeu rapidamente, balançando a cabeça. “Não achamos que foram eles.

O tiro veio da floresta, e não havia sinal de suas patrulhas na área. Quem quer que seja, não é um dos guardas do alfa Derrick.”

As sobrancelhas de Mona se franziram em pensamento. “Então quem?” ela murmurou, mais para si mesma do que para ele. “Quem mais poderia estar vigiando a Kimberly? E por quê?”

O homem hesitou, como se debatendo se deveria falar mais. “Senhora,” ele finalmente disse, “há algo mais.

Após o tiro, tentamos localizar o atirador, mas não conseguimos encontrar ninguém. Era como se eles tivessem desaparecido no ar. E…”

“E o quê?” Mona estalou, sua paciência se esgotando.

“E notamos marcas estranhas na área. Símbolos entalhados nas árvores perto de onde veio o tiro.

Eu não sei o que significam, mas eles não pareciam… naturais.”

Os olhos de Mona se estreitaram. “Símbolos?” ela repetiu, sua mente acelerada.

“Sim, senhora. Eu acho… Eu acho que quem quer que esteja protegendo a Kimberly pode estar usando algo mais que apenas força física.”

A expressão de Mona escureceu. Sua mente imediatamente foi para as velhas histórias que ela havia descartado por anos — histórias de forças antigas, guardiões invisíveis aos olhos mortais.

Mas esses contos poderiam ter algum fundo de verdade? Ela cerrou os punhos, não querendo mostrar nenhum sinal de fraqueza ou medo.

“Você está me dizendo,” ela disse lentamente, sua voz perigosamente calma, “que não apenas você falhou em eliminar o amigo da Kimberly, mas você também permitiu que uma entidade desconhecida interviesse e deixasse rastros?”

A cabeça do homem baixou ainda mais. “Sim, senhora. Eu assumo total responsabilidade. Mas mal escapamos com nossas vidas.

Um dos nossos homens está gravemente ferido pelo tiro. Nós o levamos a um hospital discreto onde não serão feitas perguntas.”

Mona deu um passo para mais perto, sua presença pairando sobre ele como uma nuvem de tempestade.

“Você tem ideia do que você colocou em risco esta noite? Você entende o risco que você trouxe para meus planos?”

O homem assentiu rapidamente. “Eu entendo, senhora. Me desculpe. Faremos melhor da próxima vez. Eu prometo.”

“Próxima vez?” Mona soltou uma risada amarga. “Se houver uma próxima vez, você garantirá que não haja erros. Nenhum. Você me ouviu?”

“Sim, senhora,” ele gaguejou.

Ela virou as costas para ele, sua mente um turbilhão de frustração e cálculo.

“Isso muda tudo,” ela murmurou em voz baixa. “Kimberly não é mais apenas uma garota desorientada.

Ela está sendo protegida, e eu preciso descobrir quem está por trás disso.”

O homem, percebendo a crescente agitação dela, se mexeu desconfortavelmente. “Senhora, devemos recuar por agora? Reagrupar e criar um novo plano?”

Mona virou-se para enfrentá-lo novamente, sua expressão fria e inflexível. “Não,” ela disse firmemente.

“Se recuarmos, damos a eles tempo para ganhar vantagem. Não. Avançaremos, mas com mais precisão. Preciso de respostas, e preciso delas agora.”

Ela pausou, então acrescentou, “Quero que você volte ao local. Estude essas marcas que você mencionou.

Tire fotos, documente tudo. Traga para mim até o amanhecer.”

O homem hesitou. “Senhora, e se o atirador ainda estiver lá fora? Pode ser perigoso.”

Os olhos de Mona se estreitaram. “Você está com medo?”

Ele se endireitou imediatamente. “Não, senhora. Farei como você diz.”

“Bom,” ela disse, sua voz glacial. “Porque se você falhar comigo novamente, você vai desejar não ter voltado. Agora vá.”

O homem se curvou rapidamente. “Sim, senhora. Irei imediatamente.”

Enquanto ele se virava para sair, o som pesado da porta da frente se abrindo ecoou pela casa.

Tanto Mona quanto o homem viraram suas cabeças em direção à fonte do barulho. Momentos depois, Alfa Derrick entrou na sala, sua presença comandante e intensa.

O leal congelou, seu rosto pálido. Ele rapidamente baixou a cabeça. “Alfa,” ele gaguejou, sua voz mal audível.

Os olhos penetrantes de Derrick flicked briefly para ele antes de pousar em Mona. “O que está acontecendo aqui?” ele perguntou, seu tom calmo, mas carregado de suspeita.

Mona, sempre a mestra da compostura, sorriu suavemente. “Apenas discutindo alguns assuntos importantes,” ela disse, sua voz doce, mas firme.

O leal aproveitou a oportunidade para fazer sua saída. “Alfa,” ele murmurou, curvando-se rapidamente antes de passar por Derrick e sair pela porta, seus passos desaparecendo na noite.

Derrick observou ele sair, depois voltou seu olhar para Mona. “Assuntos importantes, hein?” ele disse, levantando uma sobrancelha. “Se importa de compartilhar?”

O sorriso de Mona não vacilou, mas sua mente já estava calculando seu próximo movimento.

“Claro, meu amor,” ela disse suavemente, gesticulando para ele se sentar. “Deixe-me explicar tudo.”

E enquanto Derrick se acomodava na cadeira, o fogo crepitava, lançando sombras que dançavam ominosamente nas paredes.

★★★
Alfa Derrick acomodou-se na poltrona, seus olhos afiados fixos em Mona, esperando que ela falasse.

Mas antes que ela pudesse pronunciar uma palavra, seu telefone tocou, o tom agudo cortando o silêncio tenso.

Ele retirou o dispositivo do bolso, olhou para a tela e atendeu com um curto, “Fale.”

Mona observou sua expressão mudar levemente, sua mandíbula se apertando enquanto ele ouvia a pessoa do outro lado da linha.

“Quando isso aconteceu?” ele perguntou, sua voz baixa, mas perigosa.

O coração de Mona pulou uma batida, embora seu rosto permanecesse calmo.

“Eu vou lidar com isso,” Derrick disse finalmente, encerrando a chamada e guardando o telefone de volta no bolso.

Ele virou seu olhar penetrante para Mona, inclinando-se ligeiramente para a frente.

“Mona,” ele começou, seu tom afiado e acusatório, “me diga que você não tem nada a ver com o tiroteio que aconteceu essa noite na clínica do médico da alcatéia.”

O peso de seu olhar era quase insuportável, mas Mona era uma mestra do controle.

Ela permitiu-se um breve olhar de confusão, depois arregalou os olhos dramaticamente.

“Tiroteio? Na clínica do médico? Por quem? Por mim?” ela perguntou, sua voz impregnada de inocência fingida e com o toque certo de ofensa.

Ela se recostou, cruzando os braços sobre o peito. “Vamos, Derrick, você deveria saber melhor do que pensar que eu estaria envolvida em algo assim.”

Derrick não comprou sua performance. Ele soltou uma risada baixa e sem humor, seus olhos se estreitando.

“Você espera que eu acredite que você não teve nada a ver com isso? Depois de todos os seus esquemas, você acha que pode me enganar?”

Mona manteve sua compostura, mas o frio na voz de Derrick enviou um arrepio pela sua espinha.

Ela balançou a cabeça lentamente, fingindo decepção. “Não posso acreditar que você me acusaria sem provas. Não fiz nada, Derrick.”

Ele se inclinou mais, sua voz baixando para um sussurro ameaçador.

“Esteja certa, Mona, se eu descobrir que você teve até mesmo a menor participação no que aconteceu essa noite, você terá que lidar comigo. E acredite, será mais do que você pode suportar.”

Por um breve momento, a máscara escorregou, e Mona sentiu uma pontada de medo. Mas ela rapidamente se recuperou, erguendo o queixo desafiadoramente.

“Eu não sei do que você está falando, Derrick. Você verá que não tive nenhuma participação nisso quando você descobrir a verdade.”

Derrick a encarou, seu olhar inabalável, como se pudesse ver através de suas mentiras.

Sem dizer outra palavra, ele se levantou, seus movimentos lentos e deliberados, como um predador avaliando sua presa.

Seus olhos nunca deixaram os dela enquanto ele passava por ela, seu corpo tenso de raiva controlada.

Mona esperou até o som de seus passos desaparecer antes de soltar a respiração que não percebeu que estava segurando.

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