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Reclamada pelo Rei Alfa - Capítulo 111

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111: Capítulo 111 111: Capítulo 111 Alfa Theo estava junto à grande janela de seu escritório, olhando para o horizonte enquanto o sol lançava seu brilho dourado sobre seu vasto território.

O peso dos eventos recentes pesava fortemente em seus ombros, mas sua expressão permanecia ilegível. Um toque agudo na porta interrompeu seu devaneio.

“Entre,” ele ordenou, sua voz calma, mas carregando a autoridade de um líder.

Um de seus homens de confiança entrou na sala, com a cabeça respeitosamente abaixada. Theo virou-se para enfrentá-lo, as mãos calmamente enfiadas nos bolsos das calças.

“Fale,” disse Theo, seu olhar perspicaz fixo no homem.

“Senhor, nós identificamos com sucesso um caminho para o território do Alfa Derrick,” o homem começou.

“É bem escondido e nos permitirá mover sem ser detectados. Entrar não será um problema.”

Theo deu um pequeno aceno, reconhecendo o progresso, mas seus olhos não vacilaram. Ele sentia que havia mais no relatório.

O homem hesitou por um momento antes de continuar, seu tom cauteloso. “No entanto, há uma complicação.

Kimberly está sob constante vigilância. Muitos olhos estão sobre ela, e se aproximar dela sem ser notado será quase impossível.”

Os lábios de Theo curvaram-se em um sorriso leve e ciente. “Não se preocupe com isso. Deixe o resto comigo. Você fez bem. Obrigado por seus esforços.”

O homem fez uma leve reverência e saiu da sala. Theo permaneceu onde estava, seus pensamentos acelerados, mesmo que seu exterior se mantivesse composto.

“Então, Derrick acha que pode manter Kimberly como sua peça,” Theo murmurou para si mesmo, sua voz baixa, mas carregada com determinação silenciosa.

“Ele está jogando um jogo perigoso, um que ele não entende completamente.”

Theo caminhou lentamente pelo cômodo, sua mente elaborando estratégias. Kimberly não era apenas uma pessoa comum.

Havia algo nela—algo que poderia inclinar o equilíbrio de poder de maneiras que Derrick nem começava a compreender.

E Theo não ia deixar o potencial dela ser desperdiçado.

Ele caminhou em direção à porta, sua mente focada nos próximos passos.

Enquanto ele passava pelos corredores de sua mansão, seus ouvidos afiados captavam fragmentos de conversas entre seus homens, suas vozes baixas, mas preenchidas com urgência.

Parecia que a tensão entre as alcateias também começava a ondular pelo seu território.

Chegando ao seu escritório privado, Theo fechou a porta atrás de si e a trancou.

A sala era seu santuário, um lugar onde poderia pensar e planejar sem interrupções.

As paredes eram revestidas com prateleiras cheias de livros antigos, mapas e arquivos. No centro da sala havia uma grande mesa de madeira, sua superfície meticulosamente organizada.

Theo aproximou-se da mesa e sentou-se, inclinando-se para trás em sua cadeira enquanto considerava seu próximo movimento.

Sua mente repassava a conversa que acabara de ter. A situação de Kimberly era delicada, e um movimento errado poderia expor seus planos — ou pior, colocá-la em maior perigo.

Ele alcançou uma gaveta na mesa e puxou um arquivo grosso. A capa era simples, mas o conteúdo era tudo menos comum.

Dentro havia documentos, mapas e notas escritas à mão sobre Kimberly. Theo vinha observando-a por algum tempo, muito antes de Derrick ter demonstrado interesse por ela.

Ao abrir o arquivo, uma anotação em particular chamou sua atenção. Era uma página cheia de símbolos e marcações que pareciam ancestrais.

Eles faziam parte da mesma profecia que Derrick provavelmente havia descoberto, mas o conhecimento de Theo se estendia mais profundamente. As marcações indicavam algo mais — algo ainda mais poderoso.

Theo passou os dedos sobre os símbolos, seus olhos se estreitando. “Se isso for verdade,” ele murmurou, “então Kimberly não é apenas importante para esta profecia. Ela é a chave para tudo.”

O quarto ficou silencioso, exceto pelo leve farfalhar dos papéis enquanto Theo folheava o arquivo.

Sua concentração só foi quebrada pelo uivo distante de lobos ecoando pela noite. Era um lembrete do frágil equilíbrio de poder que poderia mudar a qualquer momento.

À medida que virava outra página, Theo pausou. Havia uma nota rabiscada às pressas nas margens, escrita com sua própria letra.

Ela dizia: *A confiança é a maior arma — e o maior risco.*
Ele não podia se dar ao luxo de assustar Kimberly ou deixar Derrick suspeitar de seu envolvimento. Mas não havia tempo a perder. A profecia estava se desenrolando, e cada momento contava.

Theo fechou o arquivo, seus dedos demorando-se na capa por um momento. Sua expressão endureceu, uma mistura de determinação e cálculo.

Ele colocou cuidadosamente o arquivo na mesa à sua frente, inclinando-se para a frente enquanto sua mente começava a trabalhar nos detalhes de seu plano.

Fora do escritório, a mansão estava viva com os movimentos sutis da alcateia de Theo.

Sozinho no estudo, o olhar de Theo permanecia fixo no arquivo.

O peso de suas decisões pesava muito sobre ele, mas ele acolheu o desafio.

O quarto ficou imóvel enquanto Theo se recostava na cadeira, seus pensamentos girando com possibilidades e perigos.

O caminho à frente era incerto, mas uma coisa estava clara — Kimberly estava no centro de tudo.

E Theo não iria parar por nada para garantir que resgatasse Kimberly e a libertasse.

Por agora, porém, ele esperaria. O tempo era tudo, e o próximo passo tinha que ser preciso.

★★★
A noite estava tranquila, com o suave farfalhar das folhas e os uivos distantes dos lobos quebrando o silêncio.

Kimberly enrolou um xale em volta dos ombros e preparou-se para sair do seu quarto para seu checkup regular e medicação com o médico idoso.

Ao alcançar a porta, ela se assustou ao encontrar Mohandria parada ali, com os braços cruzados e um leve sorriso no rosto.

“Mohandria, o que você está fazendo aqui?” Kimberly perguntou, sua voz uma mistura de surpresa e curiosidade.

Mohandria deu de ombros ligeiramente, mas seu olhar determinado não vacilou. “Eu notei que você sempre sai escondida por volta desta hora.

Seja o que for, eu não vou mais deixar você andar sozinha. Onde quer que você vá, eu vou junto.”

Kimberly suspirou, seus ombros caindo ligeiramente. “Mohandria, eu sei que você se preocupa comigo e sou grata por isso, mas você não precisa—”
Mohandria levantou uma mão, a interrompendo. “Deixe pra lá. Você é minha amiga, Kimberly, e eu vou enfrentar qualquer problema por sua causa. Não vou mudar de ideia.”

Kimberly estudou o rosto da amiga e soube que não adiantaria argumentar. A teimosia de Mohandria era uma força própria.

“Tudo bem,” Kimberly cedeu, seu tom suave, mas cauteloso. “Mas você tem que me prometer que manterá sua distância se eu disser. Algumas coisas… não são para todos.”

Mohandria inclinou a cabeça, sua expressão curiosa, mas inabalável. “Veremos sobre isso. Vamos.”

As duas senhoras saíram para a noite fria, a luz da lua iluminando seu caminho.

O ar estava pesado com uma tensão não dita, e os pensamentos de Kimberly estavam inquietos enquanto elas caminhavam lado a lado.

Ela não podia deixar de se sentir tanto confortada quanto nervosa pela presença de Mohandria.

Ao se aproximarem da pequena cabana que abrigava o médico, Mohandria de repente agarrou o braço de Kimberly. “Espera,” ela sussurrou, sua voz baixa.

“O que foi?” Kimberly perguntou, seu coração pulando uma batida.

Mohandria examinou a área ao redor, seus olhos se estreitando. “Eu pensei ter visto alguém se mover ali,” ela disse, apontando para as sombras perto de uma árvore.

Kimberly seguiu seu olhar, mas não viu nada. Ela colocou uma mão confortante no ombro de Mohandria.

“Provavelmente é só um animal. Vamos continuar.”

Relutantemente, Mohandria assentiu, mas seus instintos a mantiveram em alerta máximo.

Quando elas chegaram à porta do médico, Kimberly virou-se para Mohandria, sua expressão séria.

“Você não pode entrar comigo. Há uma razão para isso, que eu explicarei mais tarde, mas por enquanto, por favor, confie em mim. Só fique aqui fora e vigie minhas costas.”

Mohandria franziu a testa, mas assentiu depois de um momento de hesitação. “Tudo bem. Mas grite se precisar de mim. Não vou me afastar muito.”

Kimberly ofereceu um pequeno sorriso de gratidão antes de entrar.

O quarto cheirava a ervas e madeira velha. Velas tremulavam, lançando longas sombras nas paredes.

O médico idoso sentou-se atrás de uma mesa de madeira, suas costas curvadas, mas seus olhos afiados e alertas.

“Bem-vinda, Kimberly,” ele disse, sua voz mais rouca do que o habitual. Havia algo em seu tom que imediatamente colocou Kimberly em alerta.

“Boa noite,” Kimberly respondeu, sua voz mal acima de um sussurro.

O médico fez um gesto para ela se sentar. Assim que ela se sentou, ele se inclinou para frente, seus olhos se fixando nos dela com uma intensidade que ela nunca havia visto antes.

“Esta noite é diferente,” o médico disse, sua voz estável, mas grave. “Esta noite, eu preciso te dizer algo importante—algo que você nunca deve esquecer.”

Kimberly piscou, assustada com suas palavras. “O que é?” ela perguntou, sua voz tingida de medo e curiosidade.

O homem mais velho levantou uma mão, silenciando-a. “Antes de falar, preciso que você entenda que o que estou prestes a dizer pode mudar tudo. Você deve ouvir com atenção e levar a sério.”

Kimberly assentiu lentamente, sua mente já acelerada. Por que esta noite? Por que essa súbita urgência?

Lá fora, Mohandria permanecia de guarda, seus olhos vasculhando a área por qualquer sinal de perigo.

Ela não podia se livrar da sensação de que estavam sendo observadas, mas permaneceu em silêncio, sua resolução firme.

De volta ao interior, o coração de Kimberly palpitava enquanto as palavras do médico se repetiam em sua mente.

A gravidade da situação era inegável, e ela não podia deixar de se perguntar quais segredos ele estava prestes a revelar.

*O que ele poderia ter de tão importante para dizer?* ela pensou, suas mãos apertadas firmemente em seu colo.

O médico idoso respirou fundo, seu olhar nunca saindo do dela. Kimberly engoliu em seco, preparando-se para o que quer que estivesse por vir.

E então, o mundo pareceu segurar a respiração…

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