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Reclamada pelo Rei Alfa - Capítulo 110

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110: Capítulo 110 110: Capítulo 110 Alfa Derrick entrou em sua casa, o peso dos eventos da noite pesando sobre ele como um grilhão de ferro.

A grandiosa sala de estar, geralmente um lugar de paz e luxo, parecia sufocante esta noite.

Mona estava sentada em sua cadeira de veludo favorita, com a postura elegante, mas o olhar afiado.

Seus lábios se curvaram em um sorriso leve que não alcançava seus olhos enquanto observava seu marido entrar.

“Derrick”, ela começou, sua voz doce, mas impregnada de zombaria, “voltou tão cedo? Ou está me evitando completamente agora?”

Ele parou no meio do caminho da sala e ofereceu um breve e frio aceno de cabeça. “Boa noite, Mona.” Seu tom era distante, desprovido de seu calor habitual.

Os olhos de Mona se estreitaram. “Ó grande Alfa Derrick”, ela zombou, sua voz aumentando, “tem sido muito trabalhoso para você passar até mesmo alguns minutos com sua esposa?

Ou há algo mais premente em sua mente do que sua própria casa?”

Ele ficou imóvel, com a mandíbula cerrada. Por um momento, ele pensou em dizer algo para aplacá-la, mas a tempestade em sua mente abafou qualquer tentativa de diplomacia.

“Preciso ficar sozinho”, disse ele friamente, e sem mais um olhar, virou-se e seguiu em direção ao seu quarto.

“Sozinho?” Mona chamou atrás dele, sua voz tingida de fúria. “É essa a sua resposta para tudo agora? Ótimo! Fique sozinho, Derrick, mas não espere que eu fique sentada aqui como uma tola para sempre!”

Derrick a ignorou, seus passos ecoando no corredor silencioso.

—
Uma vez dentro de seu quarto, Derrick trancou a porta e encostou-se nela, exalando profundamente.

A enigmática reunião que ele acabara de participar se repetia em sua mente. O livro que ele carregava parecia mais pesado do que deveria na sua mão, como se pulsasse com uma energia oculta.

Ele caminhou até sua mesa de estudos e colocou o livro cuidadosamente, como se temesse que ele pudesse quebrar ou explodir.

Por um longo momento, ele o encarou, debatendo-se sobre abrir ou não.

*E se for uma armadilha? E se as informações aqui dentro não forem destinadas a mim?*
Mas a curiosidade, mais afiada e persistente que o medo, venceu. Ele finalmente abriu a capa, revelando páginas antigas e desgastadas, inscritas com tinta prateada.

As primeiras palavras enviaram um arrepio pela sua espinha:
**”Este é o livro eterno da profecia sobre o nascimento final da deusa da lua.”**
Ele leu a linha em voz alta, sua voz trêmula. Enquanto falava, a temperatura no quarto parecia baixar.

Uma brisa leve agitou-se, embora as janelas estivessem bem fechadas. Arrepios picaram sua pele, e uma sensação estranha rastejou por sua espinha, como se o próprio quarto estivesse ouvindo.

Derrick hesitou, mas continuou lendo, cada palavra puxando-o mais para dentro do mistério:
**”A deusa da lua renascerá em forma mortal, portando um poder além da imaginação.

Aquele que estiver ao seu lado herdará força para dominar o mundo. Mas ai daqueles que a traírem, pois sua queda será eterna e sem misericórdia.”**
Ele se recostou, seu coração batendo como um tambor. As palavras pareciam vivas, ecoando em sua mente muito depois de ele ter lido.

“Kimberly”, ele sussurrou para si mesmo, sua voz mal audível. Será que ela era a deusa da lua de que este livro falava?

Ele virou para outra página, suas mãos tremendo. O próximo trecho o gelou ainda mais:
**”Ela será cercada por três velas—luzes-guia que estarão ao seu lado na hora mais sombria. No entanto, uma quarta vela queima sozinha, envolta em mistério, sua luz tanto um farol quanto uma maldição.”**
A imagem dos amigos de Kimberly—Mohandria, Lisa e Kaitlyn—passou por sua mente.

Eles sempre foram leais a ela. Mas quem era a vela solitária? Seria ele?

De repente, o quarto ficou mais frio. Um vento estranho começou a girar ao redor dele, levantando as bordas das páginas do livro.

Derrick cambaleou para trás, o medo se apoderando de seu peito. As palavras na página pareciam brilhar fracamente, e ele sentiu uma vontade avassaladora de fechar o livro.

“Chega”, ele murmurou, fechando a capa com força. O vento parou instantaneamente, deixando o quarto assustadoramente silencioso.

Derrick sentou-se novamente, seus pensamentos acelerados. *Quem quer que tenha a deusa da lua ao seu redor dominará o mundo e se tornará imparável.* Essas palavras se repetiam em sua mente como um mantra.

Ele olhou para o livro, agora fechado, mas ainda irradiando uma energia perturbadora.

Seus instintos gritavam para ele escondê-lo, para garantir que ninguém mais o visse.

Ele se levantou rapidamente, movendo-se para o pequeno compartimento oculto em seu armário.

Após verificar se ninguém estava do lado de fora de seu quarto, ele deslizou o livro para o compartimento e o trancou com segurança.

Ao se afastar, Derrick sentiu uma pontada de inquietação. Esconder o livro não apagava o que ele tinha lido.

*Se Kimberly realmente é a deusa da lua… o que isso significa para mim? Para Mona? Para nossa alcateia?*
Ele afundou na cadeira ao lado de sua janela, olhando para o céu noturno. A lua estava alta, sua luz pálida lançando um brilho sobrenatural na paisagem.

*E se a profecia for verdadeira? E se Kimberly realmente for a chave para o poder supremo?*
O pensamento era tentador, mas aterrorizante. Se Mona descobrisse, ela não mediria esforços para destruir Kimberly, profecia ou não.

Mas Derrick não tinha certeza se queria deixar Mona continuar em seu caminho imprudente.

À medida que a noite se aprofundava, Derrick permanecia perdido em pensamentos, sua mente um campo de batalha de emoções conflitantes.

As palavras do livro ecoavam em seus ouvidos, recusando deixá-lo descansar.

Pela primeira vez em anos, o poderoso Alfa Derrick se sentiu verdadeiramente impotente.

★★★
O sol da manhã apenas começava a subir no céu, lançando uma luz suave e dourada sobre os terrenos da alcateia.

Kimberly esfregou os olhos enquanto saía de seu pequeno quarto, prendendo o cabelo enquanto se preparava para se juntar aos outros para o trabalho do dia.

O ar fresco carregava um senso de normalidade, mas seu coração estava pesado com os sonhos estranhos e eventos que vinham a atormentando.

Enquanto caminhava em direção aos terrenos da alcateia, ela viu Mohandria, Lisa e Kaitlyn se aproximando na direção oposta.

Seus rostos se iluminaram quando a viram, mas havia uma tensão subjacente em suas expressões.

“Bom dia,” Kimberly cumprimentou com um pequeno sorriso, esperando afastar suas preocupações por enquanto.

“Bom dia,” as três responderam em uníssono, embora seus tons carecessem de sua alegria habitual.

Mohandria avançou, seu olhar firme e intenso. “Kimberly, precisamos conversar.”

A seriedade em sua voz enviou um calafrio pela espinha de Kimberly. Mohandria raramente era tão solene, especialmente tão cedo no dia.

“Ok, mas… está tudo bem?” Kimberly perguntou, examinando seus rostos em busca de pistas.

Em vez de responder, Mohandria trocou um olhar silencioso com as outras.

Sem mais palavras, elas cada uma pegaram uma das mãos de Kimberly e a guiaram para um local isolado perto da borda da floresta.

Kimberly sentiu seu coração acelerar. “Vocês estão me assustando. O que está acontecendo?”

Quando tiveram certeza de que ninguém estava por perto, Kaitlyn quebrou o silêncio. “Kimberly, estamos preocupadas com você.” Sua voz era calma, mas carregava um peso de preocupação.

“Nós notamos coisas… coisas estranhas. E achamos que alguém tem estado te observando.”

Os olhos de Kimberly se arregalaram levemente, mas ela rapidamente tentou minimizar. “Observando-me? Isso é… não, vocês estão imaginando coisas. Por que alguém—”
“Kimberly,” Liza interrompeu, aproximando-se. “Nós vimos como você tem agido ultimamente. Você está distraída, nervosa. Você não está sendo você mesma.”

“Estou bem. Sério, eu estou—”
“Não, você não está,” Mohandria interrompeu firmemente. “Não precisamos que você explique ou finja conosco. Somos suas amigas. Não estamos cegas para o fato de que algo está errado.”

Kimberly abriu a boca para protestar novamente, mas Mohandria levantou uma mão, a impedindo.

“Só queremos que você saiba de algo, Kimberly. Seja lá o que for, com o que você está lidando, você não está sozinha.

Podemos não entender completamente, mas estaremos ao seu lado. Lutaremos com você e por você, não importa o quê.”

As palavras atingiram Kimberly mais forte do que ela esperava.

Lágrimas brotaram em seus olhos antes que ela pudesse impedi-las, escorrendo por suas bochechas enquanto olhava para suas amigas. Seus rostos estavam cheios de nada além de sinceridade e preocupação.

“Eu…” A voz de Kimberly falhou, e ela rapidamente enxugou suas lágrimas. “Eu não sei o que dizer. Eu… Eu não percebi o quanto eu precisava ouvir isso.”

Kaitlyn colocou a mão em seu ombro. “Você não precisa dizer nada. Apenas saiba que estamos aqui para você. Sempre.”

As três se aproximaram, envolvendo Kimberly em um abraço apertado.

Ela ficou no meio de seu abraço, suas lágrimas molhando seus ombros. Pela primeira vez em semanas, ela sentiu uma pequena faísca de esperança.

Após alguns momentos, elas se afastaram. Lisa sorriu calorosamente. “Seja lá o que estiver acontecendo, vamos descobrir juntas.”

Kimberly fungou e assentiu, finalmente permitindo que um pequeno sorriso surgisse em seus lábios.

“Obrigada. Vocês… vocês são mais que amigas. São família.”

As palavras pareceram solidificar algo entre elas, um vínculo que parecia inquebrável.

Enquanto começavam a caminhar de volta para os terrenos da alcateia, sua conversa descontraída ajudou a aliviar a tensão.

Mas, justo quando Kimberly começou a sentir um senso de normalidade,algo chamou sua atenção. Do outro lado da clareira, uma figura sombria pairava perto da borda das árvores.

Estava muito distante para discernir detalhes, mas a figura estava claramente observando-as.

Os passos de Kimberly vacilaram, seu coração pulou uma batida. Ela piscou, e a figura havia desaparecido.

“O que houve?” Mohandria perguntou, notando a hesitação de Kimberly.

“É… nada,” Kimberly mentiu, forçando-se a continuar caminhando.

Ela não podia contar a eles sobre a figura. Ainda não. Não até entender isso ela mesma.

Elas chegaram aos terrenos da alcateia onde outras criadas já estavam ocupadas com suas tarefas matinais. Enquanto se preparavam para se juntar, Kimberly se voltou para suas amigas uma última vez.

“Prometo sempre contar tudo a vocês,” ela disse, sua voz estável, mas carregada de emoção. “Vocês são minha família, e agora sei que não posso fazer isso sem vocês.”

Um pequeno sorriso cruzou seus lábios, mas no fundo, uma tempestade de incertezas ainda fervilhava.

Ela tinha feito uma promessa, mas quanto ela realmente poderia compartilhar?

Por ora, ela se apegaria ao apoio delas, mesmo enquanto as sombras de seus segredos pairavam maiores do que nunca…

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