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Reclamada pelo Rei Alfa - Capítulo 107

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107: Capítulo 107 107: Capítulo 107 Alfa Derrick estava sentado na grande sala de estar da sua mansão, seus dedos tamborilando inquietos contra o braço da cadeira.

O ar estava denso de tensão, e seus pensamentos estavam consumidos por Kimberly. Sua resiliência, sua audácia de voltar e o mistério que a cercava o assombravam.

*Ela é mais do que parece,* ele pensou, apertando a mandíbula. *Eu deveria ter lidado com ela antes.*
Seus pensamentos foram interrompidos pelo som de saltos clicando contra o chão polido.

Mona entrou, radiante de confiança como sempre. Ela usava um sorriso astuto, aquele que Derrick havia associado a problemas.

“Kimberly é o problema?” Mona perguntou, sua voz suave como seda. Ela se sentou ao lado dele, seu olhar penetrante.

Derrick voltou seu rosto para ela, soltando um sorriso fraco e sem humor. Isso foi resposta suficiente para Mona, que se recostou e cruzou as pernas satisfeita.

“Não se preocupe,” ela disse, seu tom presunçoso. “Eu já cuidei dela. Mais cedo do que você pensa, ela estará completamente fora do quadro.”

A testa de Derrick franziu, e seu sorriso desapareceu. Ele se endireitou na cadeira, agora totalmente atento a ela. “O que você quer dizer com isso, Mona? O que você fez?”

Mona deu de ombros casualmente, embora seus olhos brilhassem com travessura. “Não é isso que você queria? Kimberly é um problema, Derrick, e problemas como ela não desaparecem por conta própria. Você sabe disso.”

“Eu não quero que você faça nada precipitado,” Derrick respondeu bruscamente, seu tom carregado de irritação. “Deixe comigo. Eu vou lidar com Kimberly do meu jeito.”

Mona riu, um som frio e zombador que ecoou pela sala. “Do seu jeito? Derrick, seu jeito é lento demais.

Eu já coloquei tudo em movimento.” Ela se levantou, seu sorriso se alargando. “É tarde demais para voltar atrás agora. Em breve, ela estará definitivamente fora.”

Derrick levantou-se abruptamente, agarrando o braço dela. “O que você fez, Mona?” ele exigiu, sua voz baixa mas perigosa.

Mona libertou seu braço e olhou para ele com desdém. “Não finja que se importa com o método, Derrick.

Você só quer o resultado. E acredite, você vai conseguir.” Ela soltou uma gargalhada alta e travessa enquanto se afastava, seus saltos clicando contra o chão mais uma vez.

Derrick ficou parado por um momento, sua mente acelerada. Finalmente, ele afundou de volta na cadeira, passando a mão pelo cabelo.

*Embora eu queira que Kimberly desapareça, eu não confio nos métodos da Mona. Ela é muito imprudente, muito impulsiva.*
Ele se inclinou para frente, seus cotovelos apoiados nos joelhos enquanto murmurava para si mesmo, “Eu preciso controlar isso antes que saia do controle. Mona pode arruinar tudo.”

—
Em outro lugar na mansão, Mona seguia para o seu estudo privado, onde uma figura encapuzada estava à sua espera. A figura permaneceu em silêncio enquanto Mona fechava a porta atrás de si e a trancava.

“Bem?” Mona perguntou, sua voz impaciente.

“Está feito,” a figura encapuzada respondeu. “O médico foi instruído a executar o plano. Ele não ousará desobedecer.”

Mona sorriu com confiança, inabalável. “Bom. Kimberly tem sido um espinho no meu lado por muito tempo. Ela não pertence aqui, e em breve, ela não estará.”

“E se o alfa Derrick descobrir?” a figura perguntou cautelosamente.

Mona fez um gesto de mão desdenhoso. “Derrick não vai fazer nada. Ele fala muito, mas não vai interferir once the deed is done. Confie em mim, os dias de Kimberly estão contados.”

A figura hesitou antes de assentir. “E quanto aos amigos dela? Eles parecem leais a ela. Podem causar problemas.”

Os olhos de Mona se estreitaram. “Então lidamos com eles também. Um problema de cada vez.”

—
Enquanto isso, Alfa Derrick não era o único com pensamentos sobre Kimberly pesando em sua mente.

A própria Kimberly estava andando de um lado para o outro em seu quarto, repassando o aviso do médico em sua cabeça. *Por que Mona e Derrick querem me matar? Do que eles têm tanto medo?*
Uma batida suave na porta interrompeu seus pensamentos. “Kimberly?” Era a voz de Lisa.

Kimberly rapidamente se compôs e abriu a porta. Lisa, Mohandria e outra amiga estavam lá, suas expressões uma mistura de preocupação e curiosidade.

“Podemos entrar?” Mohandria perguntou.

Kimberly assentiu, abrindo espaço para que elas entrassem.

Uma vez dentro, Lisa não perdeu tempo. “Você tem agido de forma estranha, Kimberly. O que está acontecendo? Você está bem?”

Kimberly hesitou. Ela queria contar tudo, desabafar o peso que estava carregando, mas o aviso do médico ecoava em sua mente. *Não confie em ninguém.*
“Estou bem,” ela disse, forçando um sorriso. “Apenas cansada. A consulta no hospital demorou mais do que eu esperava.”

Suas amigas trocaram olhares, claramente não convencidas.

“Kimberly, você sabe que pode falar conosco,” Mohandria disse gentilmente. “Estamos aqui por você.”

O sorriso de Kimberly vacilou, mas ela assentiu. “Eu sei. Obrigada.”

Antes que eles pudessem pressionar mais, uma grande comoção vinda de fora da mansão chamou a atenção deles.

“O que foi isso?” Lisa perguntou, seus olhos arregalados.

Kimberly foi até a janela e espiou lá fora. Um grupo de guardas corria em direção aos portões principais, gritando ordens.

“Parece que alguém está tentando entrar”, disse ela, sua voz marcada por curiosidade e inquietação.

—
Enquanto isso, em outra parte do território, Alfa Theo finalmente retornou à sua mansão. A jornada havia sido longa, e o peso de tudo o que estava acontecendo com Kimberly e Derrick pesava intensamente sobre ele.

Assim que entrou, chamou seu homem de confiança. O soldado leal apareceu em instantes, com uma expressão atenciosa.

“Preciso que você faça todos os arranjos necessários para manter um olho no Alfa Darwin no hospital”, ordenou Theo, com um tom firme. “Nada pode acontecer com ele. Você entende?”

“Sim, Alfa”, respondeu o homem sem hesitar.

“Bom. Vá agora”, disse Theo, dispensando-o.

Quando o homem saiu, Theo ficou sozinho em seu escritório. Ele se apoiou em sua mesa, olhando para os mapas e documentos espalhados sobre ela.

*Kimberly está em perigo. Isso é evidente. Mas como eu a protejo sem colocá-la em ainda mais perigo?*
Ele passou a mão pelos cabelos, sua frustração evidente. “Preciso agir rápido, mas não posso me dar ao luxo de ser imprudente.”

Seus pensamentos foram interrompidos por um som fraco do lado de fora do escritório – um ruído de folhas, como se alguém estivesse permanecendo perto da porta. Os olhos de Theo se estreitaram.

“Quem está aí?” ele exigiu, sua voz afiada.

O ruído parou, e seguiu-se silêncio. Theo andou até a porta e a abriu de repente, mas o corredor estava vazio.

Sua mandíbula se apertou. *Algo não está certo. Eu posso sentir.*
Ele voltou para sua mesa, mas a sensação de inquietação persistiu. Sozinho em seu escritório, a mente de Theo girava com planos, dúvidas e a crescente sensação de que o tempo estava se esgotando.

★★★
Alfa Theo se levantou abruptamente, a inquietação em seu peito pesada demais para ignorar. Seu olhar penetrante varreu o quarto antes de sair do escritório, seus passos ecoando pelo grande corredor.

Sua mente estava resoluta. Se este homem acha que pode me desafiar, ele aprenderá o contrário.

Ele seguiu para as câmaras subterrâneas, onde seus homens estavam segurando a figura misteriosa que havia entregue o pacote ensanguentado.

O ar na cela fracamente iluminada estava pesado com tensão, o leve cheiro de pedra úmida adicionando à atmosfera ameaçadora.

O cativo estava sentado em uma cadeira de madeira, suas mãos algemadas e seu rosto parcialmente obscurecido pela baixa luz.

Apesar de sua posição restrita, ele se sentava alto e desafiador, sua expressão indecifrável. Theo entrou na sala, sua figura imponente projetando uma longa sombra.

“Então”, Theo começou, sua voz calma, mas perigosamente afiada, “você tem se mantido em silêncio desde a sua captura.

Imagino que você esteja medindo suas opções, mas eu simplificarei para você. Fale agora, e eu posso mostrar misericórdia.”

O homem não se mexeu. Seus lábios se curvaram em um leve sorriso, sua voz baixa e zombeteira. “Misericórdia? Não preciso dela, Alfa Theo. Faça o que você deve. Você não vai tirar nada de mim.”

A mandíbula de Theo se apertou, mas ele manteve sua compostura. Ele deu um passo lento em direção, seus olhos penetrantes fixos no homem.

“Você tem alguma ideia com o que está brincando? Você entende o perigo que trouxe para si mesmo envolvendo a Kimberly nisso?”

O sorriso do homem não vacilou. “Kimberly? Eu não sei nada sobre ela. E mesmo que soubesse, você acha que eu lhe diria? Você está perdendo seu tempo.”

As mãos de Theo se fecharam em punhos ao seu lado. Ele se inclinou, sua voz baixando para um sussurro baixo e ameaçador.

“Você é leal a alguém, isso é claro. Mas lealdade não significa que você tem que morrer por eles. Fale agora, e eu posso deixar você sair daqui com vida.”

O homem riu secamente, o som ecoando na pequena câmara. “A morte não me assusta, Alfa. Na verdade, eu a recebo. Mate-me agora se esse for o seu plano, porque você nunca vai arrancar uma palavra de mim.”

Theo se endireitou, seus olhos se estreitaram. A teimosia do homem era irritante, mas Theo não era alguém que perdia o controle. Ele se virou para um de seus homens perto da porta. “Deixe-nos.”

O guarda hesitou por um momento, então assentiu e saiu, deixando os dois sozinhos.

O silêncio na sala era ensurdecedor enquanto Theo andava lentamente ao redor do cativo, suas botas clicando contra o chão de pedra.

“Sabe”, Theo começou, seu tom calmamente perturbador, “há coisas piores que a morte.

Você fala dela como se fosse uma grande fuga, um alívio da dor. Mas a dor tem muitas faces, meu amigo. E se você continuar com esse desafio, eu prometo, você as conhecerá todas.”

O sorriso do homem vacilou ligeiramente, mas ele se recuperou rapidamente. “Ameaças vazias. Vocês alfas são todos iguais – grandes palavras, pouca ação. Faça o que você deve. Eu não tenho medo.”

Theo parou de andar e se virou para enfrentar o homem, sua expressão fria e calculista. Ele se inclinou mais uma vez, sua voz mal audível, mas gotejando ameaças.

“Há coisas mais dolorosas que a morte”, disse ele, suas palavras deliberadas e arrepiantes. “E eu o levarei nessa jornada. Prepare-se.”

Sem esperar por uma resposta, Theo se endireitou e caminhou em direção à porta, seus passos firmes e proposital.

O homem o observou ir, mas pela primeira vez, um vislumbre de dúvida cruzou seu rosto.

Theo não olhou para trás ao sair da cela, a porta se fechando atrás dele com um eco retumbante.

A resolução do cativo pode não ter sido abalada ainda, mas Theo sabia que paciência e medo poderiam fazer o que a força bruta não poderia…

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