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Primeiro Dragão Demônico - Capítulo 749

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  3. Capítulo 749 - 749 Na Casa de um Amigo... 749 Na Casa de um Amigo
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749: Na Casa de um Amigo… 749: Na Casa de um Amigo… Bashenga provavelmente nunca seria como seus irmãos ou o resto de sua família.

Ele não era excessivamente sentimental. Nunca havia lhes dado um abraço voluntariamente ou dito algo positivo que não estivesse carregado de um sarcasmo mordaz.

Certas coisas eram simplesmente difíceis de superar, e ele simplesmente não era esse tipo de dragão.

E ainda assim, isso não o tornava menos próximo de sua família. Todos sabiam que ele os amava da melhor maneira que podia.

Eles sempre estavam dispostos a encontrá-lo no meio do caminho.

Ele ainda não entendia todo o sentimentalismo deles – ou por que insistiam em oferecê-lo a ele apesar de suas inúmeras rejeições.

Mas os séculos lhe trouxeram aceitação. Esse calor familiar que ele acreditava estar acima, acabou se tornando algo que ele esperava. Algo que ele valorizava.

Mesmo que ele mesmo ainda não tivesse percebido isso.

Bashenga não sabia por que derrepentemente derrubou aquela casa.

A irritação que sentiu ao ver Cronos parado diante de seus pais era, para ele, inexplicável. Mas estava lá.

E antes que percebesse, sentiu o ímpeto de lembrar ao deus do tempo o tipo de acordo que eles tinham aqui.

“Deve ter me escapado em algum momento. O seu também, sem dúvida. Quão facilmente tudo isso pode desmoronar…”

Cronos não se deixava enganar pela forma enganosamente adolescente de Bash.

Oráculos haviam previsto que um monstro simbolizando o grande fim sombrio viria a aterrorizar o Olimpo com seu irmão, após o seu renascimento.

Os humanos estavam errados e acreditavam que esses eventos já haviam ocorrido. Era dever de Cronos como rei das deidades gregas evitar que isso acontecesse.

Mas ainda assim, ele não podia simplesmente mostrar a barriga e se render.

Havia leis a serem seguidas, imagens a serem mantidas e respeito a ser dado.

“Que bárbaro… A destruição gratuita é sua única razão para vir aqui?” Cronos torceu a mão e o tempo foi rebobinado na casa.

Em menos de um segundo, ela estava de pé novamente, como estava ontem e no dia anterior.

“Que preocupação é essa sua? Tem realmente tão pouco o que fazer?”

“A chegada de sua família é digna de minha total atenção. Mesmo para alguém tão ocupado quanto eu.”

“Bem, não estamos aqui por sangue e almas hoje, então você pode voltar para esses deveres que parece pouco valorizar.”

Cronos sentia sua pressão sanguínea divina aumentar.

“Acredito que não. Minha agenda está subitamente livre, então acredito que irei acompanhá-los em sua visita.”

Bashenga mostrou o primeiro sorriso que havia feito desde o seu nascimento.

“Não… acho que não.”

Sua palma tocou a pedra da casa novamente, desta vez com resultados drásticamente diferentes.

A casa foi completamente desintegrada em um nível molecular. Tudo que restou foi um monte de resíduo empoeirado do tamanho de seis sofás empilhados um sobre o outro.

Cronos não poderia consertá-la novamente, mesmo que quisesse.

“Está um pouco empoeirado aqui de repente… Talvez alguém sem nada para fazer devesse varrer isso.”

Bashenga virou-se rapidamente; ignorando o rosto cada vez mais vermelho de Cronos.

“Mães. Pai. Sigam-me.”

Abaddon e Ayaana trocaram olhares desamparados.

‘Esse é seu filho.’ ele balançou a cabeça para ela.

‘Não, esse é seu filho.’ Eles riram e o cutucaram.

Juntos, eles, junto com Gandora, contornaram um Cronos atordoado e se juntaram ao filho na caminhada até os degraus do verdadeiro Monte Olimpo; o colossal templo branco no ponto mais alto da montanha.

Eles não tinham ido muito longe antes de Ayaana dar uma pequena beliscada nas bochechas de seu filho.

“Você, pestinha. Era para deixar a tarefa de fazer inimigos para o seu pai e para nós.”

Bash puxou sua bochecha. “Vocês todos são tão irrefutavelmente… Eu nem sei por onde começar. Por que vocês permitem que aquele homem se sente lá e nos questione, eu não entendo.”

“Homens como ele são todos iguais, Bash. Sejam eles divinos ou mundanos. Se você os atropela completamente, então o orgulho deles os faz se enraizar em novos lugares e inspirar retribuição.”

“Já vi essas cenas acontecerem mais do que vocês, mães. É por isso que acredito ser melhor esmagar pensamentos de rebelião sob o pé antes que ideias tolas comecem a fermentar. Por que vocês continuam a permitir que ele respire é um mistério para mim.”

“Nós somos Juízes e até agora, não há nada pelo qual executá-lo. Você sabe disso.” Ayaana sorriu.

Ela entrelaçou o braço com o de Bashenga e descansou a cabeça em seu ombro. “Por um momento, quase pareceu como se você estivesse chateado por nós. Isso não seria verdade, seria?”

Bashenga resistiu à vontade de dar uma bufada irônica.

Ele não respondeu depois disso, e nem suas mães ou pai fizeram mais comentários.

Mas no fundo de seus corações, eles conheciam a verdade. Como diz um ditado moderno popular, ‘O que é compreendido não precisa ser explicado’.

–
Ao chegar ao Monte Olimpo, há uma variedade de salas dentro do templo. Algumas são moradias de outros deuses e titãs, enquanto a maioria são coisas como salões de amenidades.

Mas Abaddon e sua família estavam indo para os andares mais altos.

Lá, pode-se encontrar um longo corredor ladeado por estatúas e altares.

Cada um retrata uma divindade esculpida em pedra; ostentando uma semelhança significativamente mais encantadora do que seria representada na terra.

Abaddon conhecia cada divindade razoavelmente bem. Ele fazia questão de manter-se atualizado sobre todos que eram quase tão velhos quanto ele.

O destino deles era a estatuária no final do longo corredor – retratando uma mulher esculpida em pedra negra e envolvida no abraço de um homem.

Abaddon colocou sua mão no orbe roxo sentado no altar e esperou.

Após cinco segundos, a estatua pareceu ganhar vida enquanto estendia suas mãos.

Um buraco negro se formou entre as palmas das estátuas, que parecia crescêr cada vez maior a cada segundo.

Eventualmente, um portal inteiro foi aberto bem na frente dos três dragões, e quase parecia estar convidando-os a entrar.

“…Você tem certeza de que esta é uma decisão sábia?” Bash arqueou uma sobrancelha.

“Está tudo bem, filho.” Abaddon assegurou. “Ela não vai nos machucar.”

“Estou ciente de que ela não nos ferirá, mas você está tão certo de que ela também não nos agredirá?”

“…Não.”

Juntos, Abaddon e Ayaana deram as mãos e caminharam para dentro do portal.

Por um momento Bash ponderou se deveria segui-los, antes de decidir finalmente que ficar aqui não seria um uso preferível do seu tempo.

Ele também entrou no portal, justamente quando duas mulheres diferentes apareceram no corredor, ambas procurando pela família que havia desaparecido no ar…

–
Abaddon e Ayaana chegaram em um espaço que era familiar para ambos. Escuridão. E um espaço aparentemente infinito dela.

A única coisa que residia neste domínio eram estrelas e um único pedaço de terra sustentando uma grande casa negra.

De pé no gramado e regando um canteiro de flores estava uma mulher que o trio conhecia muito bem.

Ela tinha uma pele suave e pálida, como se nunca tivesse visto um único dia de luz do sol desde o momento que ela o deu à luz.

Seu cabelo era longo e tão escuro que quase se misturava com o espaço ao redor. Por um momento, os três quase não notaram que estava feito em um estilo elaborado.

Ela usava um vestido justo com alças finas repousando sobre seus ombros esguios.

Sua figura era mais modesta do que abertamente voluptuosa, mas estava longe de ser desprovida de apelo.

Ela era apenas do tamanho de uma mulher humana de meia-idade e, como tal, era facilmente anã pelos três Nevi’im.

Embora, a julgar pelo brilho diabólico nos seus olhos negros, ela parecia bastante animada com as implicações potenciais dessas diferenças de tamanho.

“Bem, isso é uma surpresa. Eu pensei que vocês tinham dito que nunca pisariam no meu reino a menos que o fim de tudo estivesse chegando?”

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