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Primeiro Dragão Demônico - Capítulo 306

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306: Erica Procura por Respostas Pt. 2 306: Erica Procura por Respostas Pt. 2 Levou quarenta e cinco minutos inteiros antes de Darius e Erica cessarem a discussão, e mais dez minutos para o anão lavar todo o vômito de seu corpo. 
Mas agora, os dois estavam sentados à mesa em um ambiente um tanto cordial. 
Como de costume, Erica observava o rei dos anões ingerir níveis histéricos de álcool sem parar para respirar. 
“Como… você ainda está vivo?”

*Barulhos de goles continuam*
“…”

“Ah, isso acertou o ponto. Você disse algo, jovem?”

Erica cerrava seus dentes perolados tão fortemente que era um milagre eles não terem trincado. 
Darius riu quando empurrou um caneco que ele havia enchido de cerveja para a mulher irritada à sua frente. 
“Então, querida, a que devo a honra da sua visita?” Ele finalmente perguntou. 
Erica nem se deu ao trabalho de tocar na bebida que lhe foi entregue e, em vez disso, passou direto para o motivo de estar ali. 
“Quero saber o que aconteceu entre você e Abaddon. A guerra supostamente só começou há um mês, e já acabou, e nenhum de vocês está morto.” 
“Por que você se importa com algo assim?” Perguntou Darius. “Curiosidade não é particularmente-“ 
“Porque ele declarou guerra a Renanin há alguns dias e quero saber por quê.” 
Darius pareceu um pouco surpreso com essa revelação quando finalmente colocou seu copo de lado e fez uma expressão preocupada. 
Ele sempre se considerou um homem com um bom entendimento do mundo ao seu redor, mas quanto ao dragão e seus motivos, ele estava completamente cego. 
“Não sei por que ele está fazendo isso, jovem, mas é melhor você simplesmente dar a ele o que quer.” Disse Darius com um suspiro. 
Erica sabia que o velho bêbado não era de dizer coisas assim sem pensar, então ela ficou ainda mais curiosa sobre o que poderia ter acontecido para fazê-lo agir dessa maneira. 
“O que ele fez para você agir assim? O sangue dele transformou seu cérebro em mingau ou ele comprou sua lealdade com prostitutas?”

“Calma lá, jovem.” Darius advertiu. “Você me insulta e aquelas mulheres encantadoras com suas suposições.”

Erica apenas revirou os olhos, e Darius percebeu que teria que fornecer uma explicação muito mais detalhada. 
Ele olhou casualmente para o teto rachado acima e deu um relato de suas experiências com Abaddon. 
“Eu digo o que digo por preocupação com você e seu povo. Será mais fácil para todos se você não lutar contra ele nisso.”

Os olhos de Erica se estreitaram, e ela finalmente se endireitou em sua cadeira. “O que você quer dizer com-”
“Eu vou começar com seus exércitos. Você sabe quantos soldados eu tinha em Apeir dois meses atrás?”

“Por que eu saberia-”
“Mais de vinte bilhões, foi o que meu assessor me disse pela última vez. Sabe com quantos soldados Abaddon apareceu há um mês, no dia em que a guerra começou?”

“Você vai me deixar responder desta vez ou vai simplesmente-”
“Quatro milhões.” Darius disse.

Erica rosnou, odiando ser interrompida, mas o anão simplesmente sorriu enquanto acenava, despreocupado com a irritação dela. 
“Não se preocupe, não se preocupe! Eu prometo que lhe darei uma chance de responder logo, jovem. Quantos homens você acha que eu perdi na guerra e quantos você acha que ele perdeu?”

Desta vez, Erica realmente não tinha uma resposta e apenas cruzou os braços enquanto esperava por uma dele. 
“Eu não sei… me diga.”

Darius riu enquanto tomava outro grande gole de sua caneca. “Para mim foi algo em torno de mais de dezenove bilhões. Mas para ele? Exatamente quatro mil e quinhentos.”

“…O quê?”

Erica estava esperando por uma contagem de mortes insana, já que Abaddon tinha vencido a guerra, mas… isso era impensável. 
“É loucura, certo?” Darius disse com uma risada seca. “A única razão pela qual tenho sobreviventes é porque alguns se submeteram a Abaddon quando ele pediu. Mas suas esposas, por outro lado…”

Pela primeira vez, Darius suprimiu um arrepio. 
O exército de Abaddon, liderado por suas esposas, não deixou sobreviventes por onde passou. 
Qualquer um que pensasse em pegar uma espada contra elas foi completamente aniquilado. 
Quando ele refletia sobre a atitude que os homens em Apeir tinham em relação às mulheres, ele podia facilmente imaginar que eles tinham se recusado a se render e pagaram o preço. 
Mesmo assim…

Era assustador imaginar mulheres tão belas cortando homens impiedosamente enquanto eles imploravam por suas vidas. 
As oito eram claramente tão aterrorizantes quanto o marido delas, se não mais. 
“E então esse exército particular dele… Meus filhos ainda não se recuperaram do medo.” Darius murmurou secamente. 
“Mas isso é irrelevante! Vamos discutir suas táticas, sim?”

Erica continuou ouvindo atentamente enquanto Darius lhe contava sobre os monstruosos soldados de Abaddon. 
Quanto mais ela escutava, mais ela sentia que estava ouvindo algum tipo de fábula. 
Soldados que não seguem nenhum estilo de combate acordado, mas o próprio, e ainda assim lutam como um e protegem um ao outro de maneira impecável, possuindo uma sede de sangue aparentemente interminável. 
Seus exércitos eram todos muito bem treinados, mas com a imagem que Darius estava pintando… ela de alguma forma sentia que isso não seria suficiente.

“Mas mesmo sem aqueles abaixo dele, o próprio Abaddon é o verdadeiro problema.”

“Você tem mais más notícias para mim? Maravilhoso, como se eu já não estivesse me sentindo sombria o suficiente.”

“Estou falando sério agora, jovem. Eu lutei contra ele, tanto com meu golem, quanto com meu corpo, e ele quebrou coisas que não podem ser consertadas em ambos.”

Darius não mencionou para Erica a cena horrível do ataque ao olho de Abaddon porque ele queria expulsar aquela maldade de sua mente o quanto antes. 
Mas ele contou a ela a coisa mais importante.

“Seu poder… toda vez que eu o atingia, eu estava tornando-o mais poderoso. Do começo ao fim, ele não precisou sacar uma única arma, seu corpo por si só já era mais do que suficiente.”

“N-Não me encha de besteira, seu bêbado! Não tem como ele-”
“Erica, isso não é mentira. Senti seu corpo se fortalecer a cada impacto e senti sua aura se tornar ainda mais proeminente. Você não pode vencer isso.”

A rainha fênix sentiu uma grande gama de emoções com as próprias palavras de Darius que ela não sabia como processar.

Mas mesmo neste estado, ela pôde reconhecer a inferioridade que infiltrava em sua mente como um veneno.

“O que… um monstro como ele quer com nossas terras?” Ela perguntou fraquamente.

“Hm? Sei lá.”

Bang!

“Droga Darius, você não pode me oferecer nenhuma paz nessa hora?” Erica deu um tapa na mesa entre eles e a partiu facilmente.

“Ei! Minha casa já está uma bagunça, pode tentar não piorar ainda mais?”

“DARIUS!”

“Erica, se acalme. Não precisa entrar em pânico.”

“Como não! Um homem que você descreveu como um monstro quer subjugar minhas terras por um motivo que nem você nem eu podemos compreender, e eu não tenho como impedi-lo! Por que eu não ficaria-”
“Droga garota, você poderia apenas se calar e beber! Não precisa entrar em pânico, porra!”

Desta vez, Darius colocou a bebida nas mãos de Erica sem lhe dar a chance de recusar e esperou que ela desse um gole antes de continuar falando.

Embora a última coisa que ele esperava era que ela engolisse tudo de uma vez sem pausa para respirar.

Sua inexperiência com bebidas fez com que suas bochechas ficassem tão vermelhas quanto seu cabelo, e ela acidentalmente arrotou uma pequena labareda de chamas coloridas de arco-íris.

“Isso é… melhor?”

“C-Continue falando… e me dê mais bebida.”

Darius deu de ombros enquanto a servia mais licor, embora desta vez ele se certificou que ela bebesse mais devagar.

Ele gostava de uma disputa de bebida tanto quanto qualquer outro homem, mas queria ter certeza de que ela conseguisse de fato entender a conversa.

De repente, Darius alcançou dentro de suas vestes e tirou um pequeno rolo de papel e passou para Erica.

“O que é isso?”

“Seus ‘pedidos’. Embora você nem possa realmente chamá-los assim…”

Erica desenrolou o pergaminho e fez o seu melhor para clarear a mente de forma que pudesse ler as coisas propriamente.

Por um instante, ela considerou que já estava bastante bêbada, pois as palavras que estava lendo não faziam sentido algum.

Não havia uma lista de exigências, nenhuma menção a qualquer servidão, ou qualquer tipo de pedido, na verdade.

Bem, havia uma mas ela não conseguia entender.

“Ele quer que você crie um… time de futebol? Que diabos é isso?”

Os olhos de Darius de repente se iluminaram como um homem que acabou de ser perguntado sobre seu assunto favorito por alguém novo.

“Na verdade, é essa coisa nova e intrigante que ele criou! Chamam-se esportes e-”
“Deixa pra lá, por algum motivo eu não consigo me importar tanto assim.”

Darius resmungou e disse algumas palavras pouco lisonjeiras enquanto Erica terminava de ler o documento.

Os papéis verdadeiramente não faziam nada além de colocar o continente inteiro em seu nome.

“Depois da guerra, Abaddon retornou treze dias mais tarde com sua quarta esposa e duas de suas filhas ao seu lado. Os quatro saíram e começaram a tapar crateras no chão da guerra.

Eles também ministravam seu sangue às pessoas, enquanto teleportavam de cidade em cidade e ofereciam suas condolências às famílias daqueles que ele havia matado e, estranhamente, eles aceitaram.”

“Verdade?” Erica perguntou.

“Estive com eles enquanto faziam isso. Não gostei de ver quantos do meu povo foram seduzidos por sua aparência, mas não havia nada que eu pudesse realmente fazer.”

Erica finalmente devolveu o papel a Darius enquanto passava as mãos pelos cabelos de pura exaustão. “Por que você está me contando tudo isso?”

“Digo tudo isso para afirmar que… Eu não entendo Abaddon mais do que você, mas pelo menos sei que suas intenções para suas terras e as minhas não são impuras.

Se você entrar em guerra com ele por sua terra natal, você desperdiçará as vidas do seu povo sem motivo. E tanto você quanto ele lamentarão a perda deles.”

Erica mordeu o lábio até que o sangue começasse a juntar-se em sua boca, e ela fechou os punhos tão forte que a caneca em sua mão estilhaçou.

Seu nível de orgulho era extremamente alto, mas ela sabia muito bem que, se deixasse algo assim atrapalhar agora, então todos os seus soldados poderiam acabar morrendo.

Mas mesmo assim… havia algo que a impedia de ceder diretamente.

Erica se levantou trêmula e tentou ignorar os efeitos do licor forte que ela havia ingerido de forma tão descuidada.

“L-Levante-se seu velho beberrão. Vamos visitar aquele bonitão escamoso e descobrir o que ele quer com nossas terras. Mesmo que tenhamos que arrancar isso dele.”

“Você teria mais chance de bater uma pra ele do que de vencê-lo numa briga.”

“Cala a boca e vamos!!”

“Você é tão mandona…”

Na verdade, Darius não se opôs nem um pouco a ir para Luxúria.

Ele sempre quis ver as terras onde o dragão repousa à noite, e agora parecia ser mais do que uma oportunidade perfeita.

“Certo então, passarinho. Vamos visitar o encantador Tathamets e obter algumas respostas, hm?”

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