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Ponto de Vista de Um Extra - Capítulo 360

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360: O Maligno [Pt 3] 360: O Maligno [Pt 3] “Eu… Eu matei… todos eles…?”

Cláudio sentiu seu corpo enfraquecer e seu rosto ficar pálido. Caindo de joelhos, ele tremia incontrolavelmente.

Ele sentiu vontade de vomitar.

A mulher que ele amava estava a poucos metros dele, brutalmente assassinada como resultado de sua insanidade.

Seus companheiros—aliados que poderiam ter ajudado a derrotar os inimigos—todos massacrados por sua própria mão.

‘Eu fiz isso? Eu… Eu…’
“De fato! Parabéns, eu suponho!” A voz de Ater ecoou, com deleite em seu tom.

O corpo de Cláudio congelou no instante em que ele ouviu aquelas palavras.

Ele olhou para cima, ignorando o ranho que escorria do seu nariz e as lágrimas que transbordavam.

Ater estava embaçado em sua visão, mas não era como se ele não pudesse ver o homem.

“VOCÊ…”
Cláudio se lembrava bem.

Ele não foi quem fez isso. Ele estava sob algum tipo de controle mental, e o responsável por isso era o homem à sua frente.

‘Ele matou… ele me usou para matar a todos!’
Cláudio sentiu uma raiva como nunca antes envolvê-lo.

Ele esqueceu a dor e o arrependimento que permeavam seu coração e se concentrou na emoção mais crua e primordial que continuava a crescer a um ritmo astronômico.

—RAIVA!

“EU VOU TE MATAR!” Cláudio rugiu, apontando seu cajado para Ater parado.

“Mate-o, Cavaleiro da Morte!”

~WHOOSH!~
Num brilho espetacular de escuridão, o massivo Morto-vivo deixou sua posição e avançou em direção ao inimigo
Cláudio deixou seu desejo correr selvagem em sua mente.

Ele queria ver Ater sangrar.

Mendigar! Sofrer! Chorar!

E então repetir o mesmo processo vez após vez até que ele finalmente morresse.

Sua boca salivava enquanto seus olhos saltavam como os de um louco.

No entanto—
“Fraco.” Com um simples golpe de sua mão, Ater fez com que o corpo do Cavaleiro da Morte fosse esmagado por alguma força invisível.

‘E-eh…?’
O guerreiro invencível dos mortos foi instantaneamente consumido por chamas roxas que atravessaram sua armadura em um instante.

Cláudio viu… o corpo nu do Cavaleiro da Morte que estava escondido sob sua armadura.

Era rosa nojentamente—tão tenro, como a carne de um bebê recém-nascido ou um órgão interno.

Tudo foi facilmente engolido pelas chamas roxas até que nem cinzas restassem.

‘M-meu… Cavaleiro da Morte…?’
“Os Cavaleiros da Morte não são muito impressionantes se você passar pelas defesas deles, sabia?”

Cláudio sentiu que sua mente estava se partindo ao ouvir as palavras que Ater estava pronunciando.

“Em primeiro lugar, eles devem ser usados como Carniça. Eu entendo o seu sentimento, no entanto…”
Cláudio estava à beira da insanidade.

“Você ainda é muito jovem. Provavelmente ficou animado pois foi a primeira vez que viu um brinquedo tão novo.”

A insanidade o chamava, e ele se entregava a ela livremente.

Não havia mais nada esperando por ele.

“Talvez um Gladiador da Morte pudesse ser mais útil, mas—”
“Uwaahhhhhhh!!!” Um grito alto irrompeu dos lábios de Cláudio enquanto ele saltava para seus pés e fugia.

Lágrimas preenchiam seus olhos enquanto sua visão embaçada navegava longe do complexo.

Ele não sabia para onde estava indo.

… Contanto que fosse para longe daquele conhecido como Ater.

‘MORRA! MORRA! Eu… vou MORRER!’
Enquanto corria e gritava, ele se aproximava da borda da cúpula escura que cercava a mansão e suas imediações imediatas.

Cláudio temia o que aconteceria se tentasse cruzar o limiar escuro.

No entanto… ele estava demasiado desesperado para se importar.

“UWAAHHH!”

Para seu choque, ele conseguiu atravessar o véu escuro sem muitos problemas.

Ele não sentiu nada de estranho em seus sentidos e movimentos. Seu corpo também estava bem.

‘Então por que…?’
Este pensamento foi imediatamente sobreposto pelo desespero de Cláudio enquanto ele continuava correndo, recuperando rapidamente a vitalidade que tinha em sua juventude.

‘Eu… Eu não posso MORRER aqui! Eu… Eu não posso…!’
**********
“Você parece ter algo a dizer.”

Ater olhou para Asher, que estava de pé no canto tremendo por algum motivo.

“Vamos. O que está pensando?” Ele perguntou da maneira mais educada.

Seu mestre havia lhe dito para tratar as pessoas do Grupo KariBlanc com cortesia, afinal de contas.

“V-você vai deixá-lo escapar…?”

“Ah, isso. Claro que não.” Ater sorriu.

“Aqueles homens de preto também se esgueiraram pensando que eu não notaria. Eles vão ser tratados, não se preocupe.”

“A-ah… Entendi…” Asher murmurou, embora ainda parecesse tão confuso quanto antes. “E-então… por que você fez esse véu?”

Ater sorriu para o humano ignorante e se explicou, sem sequer se preocupar com os corpos que aos poucos começavam a se levantar diante dele.

“Eles me permitem ressuscitar qualquer entidade morta dentro de seus parâmetros. Como Mortos-vivos, é claro.”

“M-Mortos-vivos…?”

“Sim. São membros de alto escalão do grupo inimigo. Eles têm informações que eu posso considerar úteis. Seria um desperdício deixá-los morrer assim.”

“V-verdade… mas por que você não tirou a informação deles antes de matá-los?”

Ater gostava das perguntas de Asher. O menino obviamente estava assustado, então Ater teve que influenciar um pouco sua mente para que ele fosse motivado a fazer as perguntas.

Mas era interessante ver.

“Você não vai se lembrar da maior parte desta conversa mesmo, mas estou entediado, então posso também falar à vontade.”

Ater apontou para os Mortos-vivos que agora estavam na frente deles — nem totalmente mortos nem totalmente vivos.

“Em termos normais, alguém poderia pensar que eu queria aumentar o arsenal do meu Mestre empregando esses indivíduos, mas eles são muito fracos para serem de qualquer uso real…” Ele começou sorrindo para os quatro humanos e um único Wyvern.

“Há também o benefício de deixá-los vivos para que meu Mestre possa copiar as habilidades deles, mas realmente não há necessidade disso.”

Ater sorriu com um brilho malicioso em seus olhos.

“Com ou sem a presença deles, os poderes que eles possuem ainda podem ser transferidos para o meu Mestre.”

Ele ainda não tinha terminado de elucidar possíveis razões.

“Talvez isso seja uma retribuição por atacar este lugar e ousar ir contra o meu Mestre. Todas estas são razões válidas, mas…” O sorriso de Ater se alargou de maneira demoníaca.

“… Há apenas uma razão pela qual eu iria a tais extremos.”

Ater esmagou seu punho, e de uma só vez, os Mortos-vivos começaram a se comprimir, formando uma abominação anormal de todos eles.

Antes que demorasse, um novo Morto-vivo — mais horrendo — nascia da União deles.

“Eu só queria que eles sofressem.”

A surpresa de Asher aumentou ainda mais ao olhar para o sorriso malevolente de Ater.

“Só… para sofrer?”

“Exatamente. Isso é tudo.” Ele respondeu com um encolher de ombros.

“Os tolos que estavam convencidos de sua vitória. Aqueles que tinham certeza de sua fuga… tudo isso culmina no desespero que eu alimento.”

Ninguém entendia isso além de Ater.

Era apenas de sua natureza.

Da mesma forma que os humanos não podem deixar de gostar de uma refeição saborosa, ou de companhia compartilhada, Asher também deliciava-se com a visão de horrores e desânimo.

“Acho que já divaguei o suficiente. Está na hora do ato final.”

Enquanto Ater dizia isso, um ser entrou no mundo dentro do véu.

Era ninguém menos que Cláudio.

Sua pele estava cinzenta, e o branco de seus olhos estava preto. Tudo nele parecia antinatural e distorcido, e ele emanava o cheiro de Miasma.

Não havia dúvida.

Cláudio havia se tornado a própria coisa que ele comandava — Morto-vivo.

*
*
*
[A/N]
Obrigado por ler!

Espero que tenha gostado dessa jornada inteira. Acho que precisamos de mais um capítulo, e isso será tudo.

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