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Ponto de Vista de Um Extra - Capítulo 135

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  3. Capítulo 135 - 135 Gerente de Armazém 135 Gerente de Armazém Silvia adorava
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135: Gerente de Armazém 135: Gerente de Armazém Silvia adorava dinheiro.

Sentada em sua cadeira, pilhas de Moedas eram arranjadas para formar torres à sua frente.

Havia várias Torres de Moedas de Bronze, algumas feitas de Moedas de Prata e, finalmente…

…Uma Torre de Moedas de Ouro!

Elá estava sorrindo como um bebê enquanto brincava com a torre de moedas diante dela.

Silvia tinha a pele ébano escuro, com cabelos negros e olhos completamente pretos.

Dizem que os olhos são as janelas da alma, mas as íris escuras de Silvia não mostravam nada, levando muitos a chamá-la de sem alma.

Entretanto, isso não a incomodava. De que valia uma Alma se não se tinha o dinheiro necessário para desfrutá-la?

Essa era a sua filosofia.

“Parece que ninguém vai invadir hoje também. Que chato…” Silvia suspirou, colocando uma mão no rosto enquanto se lamentava um pouco.

Seu escritório ficava dentro do Armazém e era consideravelmente grande. Como ela era a Gerente, era o esperado.

Vários painéis, semelhantes aos Painéis de Sistema, flutuavam no ar à sua frente, ocupando sua linha de visão.

“Nada fora do comum…”

A única coisa que Silvia esperava que acontecesse hoje era o transporte de sua mercadoria para o Leilão.

‘Eu queria poder ir. Aposto que é bem mais emocionante do que este lugar sombrio…’
Ao apesar de seu escritório ser muito maior do que o da maioria dos outros gerentes em sua posição — e o fato de que ela literalmente não fazia nada além de sentar em seu escritório — Silvia não podia deixar de reclamar.

Com seu rosto feio, coberto de maquiagem, formando um sorriso distorcido, sua língua lambia seus especialmente grandes lábios.

“O Senhor Evals Redart também estará lá. É uma pena que ele raramente visita este lugar. Sinto falta dele…”

Silvia tinha um carinho muito grande por Evals — poderia-se dizer que era em nível obsessivo. Ela frequentemente tinha pensamentos como uma prostituta comum, e se vestia como uma também.

Infelizmente, não foi abençoada com a aparência necessária para completar a equação.

Silvia era muito feia, e seu corpo não tinha as proporções corretas que tornavam uma mulher incrivelmente atraente para os homens.

Foi por isso que, mesmo se aproximando lentamente de sua “data de validade”, ela ainda estava solteira.

Nenhum homem — nem do submundo nem da superfície — prestava atenção nela.

Aqueles que prestavam acabavam por deixá-la após um ou dois meses.

Essa era a razão pela qual ela amava tanto o dinheiro.

“Você nunca vai me deixar, vai?” Ela falou com sua adorável pilha de moedas.

“Minhas lindas coisinhas. Huhuhu—!”

Antes que Silvia conseguisse soltar outra risada, ela de repente sentiu algo envolvendo seu pescoço por trás.

‘H-hã…?’
Tudo aconteceu instantaneamente, e o aperto forte a surpreendeu, ameaçando quebrar seu pescoço se ela fizesse um movimento descuidado.

‘O-que está acontecendo…?’
“Você vai responder às minhas perguntas e cooperar comigo se quiser viver, vou te dar alguns segundos para falar. Se demorar, ou mentir para mim, vou matá-la imediatamente.”

No momento em que Silvia ouviu isso, um calafrio percorreu sua espinha.

A voz que ecoou era tão profunda e ameaçadora que quase lhe causou um ataque cardíaco. Seu corpo congelou, incapaz de mover sequer a mínima polegada.

Silvia sabia naquele momento… ela estava à beira da morte.

“S-sim, eu entendo.”

A auto-preservação era o instinto natural de qualquer ser vivo. Ninguém quer morrer.

“Bom. Você é a gerente deste estabelecimento, certo?”

Silvia engoliu em seco e pensou na pergunta.

‘Se eu responder honestamente, ele pode me matar porque está procurando pelo gerente…’
Por outro lado, se ela demorasse na resposta, ele também se livraria dela.

Agora presa entre a espada e a parede, ela sentiu a parte de trás do seu pescoço sendo apertada com mais força.

Mais um pouco, e ela quebraria.

“E-eu sou!” Finalmente Silvia falou, temendo o que aconteceria com ela se o cara descobrisse que ela mentiu, caso fizesse isso.

‘Não há garantia de que ele vai me matar agora porque sou a gerente, certo? Comparado a ficar em silêncio e mentir, estou cooperando!’
Na mente de Silvia, ela rezava para não ser assassinada.

‘E-eu não quero morrer…’
Ainda havia muito dinheiro a ser feito, e ela ainda não se estabelecera.

Ela não poderia morrer agora.

“Quero que me leve aos escravos.”

No momento em que Silvia ouviu isso, apenas um coaxar saiu de seus lábios.

“E-eh…?”

Como Gerente deste Armazém, ela conhecia o passagem subterrânea que levava até o verdadeiro Centro de Escravos.

Mas por que ela revelaria tais detalhes?

“F-fazer isso é… é o mesmo que me condenar à morte…” Silvia sussurrou.

Ela não sabia quem estava fazendo as perguntas, e apesar de seus sentidos incríveis, ela nem conseguia detectar alguém na sala.

Era quase como se estivesse falando com um fantasma.

“S-se o Senhor Evals Redart descobrir que eu o levei lá… então minha vida está acabada. Vou sofrer e morrer da pior maneira possível.”

Silvia não pensava que suas palavras despertariam algum tipo de empatia no homem atrás dela, e sinceramente não estava contando com isso.

Contudo, era apenas uma má escolha revelar o passagem a alguém quando ela seria brutalmente assassinada por isso.

‘Pelo menos, para esse aí… não tenho certeza do que ele faria comigo…’
Ela estava bem ciente do poder do seu Chefe, e ele era tão brutal quanto inteligente.

Não havia como escapar dele.

“Não tenho tempo para isso…” Ela ouviu a voz profunda dizer de repente.

Uma mão instantaneamente se pôs sobre sua cabeça, como se alguém a agarrasse com força.

E então—
~FSHUUUUU!~
“ARGGHHHHHH!!!”

Calor queimava através de sua cabeça enquanto a mão que a segurava queimava seu cabelo e começava a cavar em sua carne.

Fumaça subia de sua pele ardente enquanto sons de fritura ecoavam pelo cômodo.

“PAAAARE! EU VOU FALAAAAR! Eu… eu vou falar…”

O calor cessou, embora o calor residual que estava gravado em sua cabeça e mente permanecesse.

Fumaça subia do topo da cabeça de Silvia enquanto ela sentia mechas de seu cabelo caindo.

O homem por trás dela acabara de mostrar a ela um vislumbre do que ele poderia fazer.

Silvia já sabia que havia mais em estoque para ela se ela recusasse por mais tempo.

“Eu vou… falar…”
Não havia mais como resistir.

*
*
*
[A/N]
Obrigado por ler!

Finalmente chegaremos aos escravos no próximo capítulo.

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