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Parceiro Cativo - Capítulo 629

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Capítulo 629: Chapter 629: Sem Retorno

Jael voltou em pouco tempo, e quando voltou, Gage já havia se levantado de sua pilha de caixas.

Ele carregava sua sacola de papel com bebidas, e estava claro que ele havia tentado arrumar suas roupas desgrenhadas, mas não ajudou muito.

Jael reduziu a velocidade e esperou que Gage entrasse, dirigindo-se ao hotel.

Gage estava menos inclinado a ser falante durante a viagem, então Jael também ficou quieto.

Perguntas fervilhavam em sua língua, perguntas para as quais ele não tinha certeza se queria as respostas.

O hotel estava decente para uma cidade pequena, as janelas de vidro impecáveis refletindo o pôr do sol que se aproximava.

“Vou tirar uma soneca.” Gage disse depois que Jael encontrou um lugar para estacionar. “Vou comer algo quando acordar, depois volto para Evercliff. Você deveria ir embora.”

Pela terceira vez, Jael não protestou, suas palavras se prenderam na garganta. Ele queria dizer a Gage que iria pensar em algo, que encontraria uma forma de consertar os dois…

Mas Gage já estava fora do carro, e Jael realmente não tinha como fazer o Alfa mais velho fazer o que ele não queria. Ele só podia confiar que Gage falava sério.

“Cuide-se, garoto.” Gage parou para dizer, curvando-se para ficar no nível dos olhos com a janela.

Jael assentiu, observando Gage sair cambaleando como se fosse a última vez que o veria. Muito depois de Gage partir, ele permaneceu no carro funcionando, sentado ociosamente no estacionamento quase deserto, a segurança fechando os olhos para ele.

Ele partiu enquanto o céu se enchia de vermelho, perseguindo o vibrante pôr do sol enquanto dirigia. Jael dirigia como um louco, dirigindo sem qualquer destino específico em mente – ele não queria voltar para Haines ainda.

De alguma forma, ele acabou em Evercliff, as ruas mais silenciosas agora que escureceu. Ele foi para o único lugar que conhecia na cidade sonolenta, estacionando na entrada de Gage, não tendo nada mais para fazer.

Infelizmente, ele não podia simplesmente passar a noite no carro, então saiu da entrada após um tempo. A casa de Layla guardava fantasmas de pessoas que nunca existiram, ele não queria passar a noite lá, especialmente não sozinho.

Se fossem uma família comum, Layla ainda estaria viva e Gage ainda estaria com eles, se… se não fossem amaldiçoados.

Jael não olhou para trás enquanto se afastava, voltando para Haines, mesmo que já estivesse ficando tarde. Ele seguiu para a Área Central, optando por passar a noite em um hotel genérico.

Só quando estava acomodado em seu quarto percebeu que não havia comido nada desde aquela manhã, quando Caspian o fez tomar café da manhã. Tudo o que fez foi lembrá-lo da preocupação de Caspian, em vez de despertar seu apetite, sem tentar chamar o serviço de quarto.

Jael tirou os sapatos e se deitou na cama com todas as suas roupas, as luzes do quarto apagadas. Sua cabeça doía com os pensamentos presos nela, o suave zumbido dos aparelhos enchendo o quarto.

Hoje, ele havia aprendido algo que nem Asher sabia, e ele não tinha certeza se conseguiria contar ao outro. É por isso que ele não podia estar bravo com Gage por manter segredo todos esses anos, porque ele sabia, no fundo, que teria feito o mesmo.

As coisas já estavam bastante tensas, de que adianta revelar o futuro inevitável de Asher? Só pioraria as coisas.

Mas manter o segredo era como segurar uma batata quente, queimava, a sensação espinhosa piorando quanto mais ele segurava a batata.

Jael ficou acordado por mais parte da noite, conseguindo apenas algumas horas de sono nas primeiras horas da manhã.

Ele acordou exausto, roupas desgrenhadas. Dormir não o ajudou muito, círculos escuros se formando sob um olhar vazio.

Depois de jogar um pouco de água no rosto, ele parecia menos acabado, se arrumando e permanecendo no hotel, mesmo sem precisar.

Jael não conseguia se confrontar com Asher naquele momento, se ele não quebrasse sob a pressão da expressão sincera do Alfa, então Caspian certamente o faria. Ele não queria, porém, queria segurar a batata quente por mais um tempo.

Ele passou a maior parte do dia na varanda do hotel, principalmente olhando para o espaço. Ele não havia tentado ligar para Gage desde que partiu, e tinha a sensação de que, se tentasse, não obteria resposta.

Jael considerou tirar mais alguns dias de folga para apenas fazer isso, olhar para o espaço enquanto tentava aceitar como as coisas estavam indo. Mas ainda havia uma guerra acontecendo, este era o pior momento possível para complicações.

Então, enquanto perseguia outro pôr do sol, ele voltou para casa, entrando em seu quarto sem denunciar sua chegada. Só saiu na hora do jantar, se preparando para a inevitável confrontação.

Era apenas Asher e Caspian na sala de jantar, ambos se virando para ele com expressões surpresas.

Caspian levantou-se das pernas de seu companheiro, caminhando em direção a ele. “Jael? Você voltou tão cedo?” Ele perguntou nervosamente com uma pitada de decepção.

Ele esperava que Jael ficasse fora por um tempo para passar tempo com Gage, ele até havia conspirado com Asher que nenhum dos dois ligaria até que Jael o fizesse, na esperança de que ele ficasse fora por mais tempo.

“Sim,” Jael respondeu um pouco rouco, muito tenso para notar sua decepção. “Encontrei Gage, ele está… bem.”

O alívio lavou o rosto de Caspian, “Ele tinha alguma resposta?”

Jael engoliu em seco, limpando a garganta antes de desenterrar uma resposta bem ensaiada. “Na verdade não, disse que tinha…”

Antes que ele pudesse forçar todas as suas mentiras, Asher interrompeu. Ele estava prestes a acrescentar que Gage havia dito que ‘nunca tinha ouvido falar disso’.

“Sem surpresa,” Asher zombou, “Você acabou de voltar?” Ele mudou de assunto, “Você chegou bem a tempo para o jantar.”

Jael deixou a conversa mudar, olhos escuros enquanto se acomodava ao redor da mesa de jantar, conversa familiar se espalhando entre flautas de vidro e talheres.

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