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Parceiro Cativo - Capítulo 276

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276: -Capítulo 276- 276: -Capítulo 276- Artur lançou-lhe um olhar, “Esse é o meu segredo para guardar.” Ele disse friamente.

Matilda se recostou, cobrindo suavemente sua expressão de surpresa. “Isso certamente é permitido. Eu só estava puxando conversa.”

Artur manteve uma expressão impenetrável, mesmo que não estivesse inclinado a dar uma resposta a Matilda, era perigoso dar a ela uma vantagem sobre ele.

Seus olhos verdes reluzentes o lembravam de uma cobra venenosa esperando para atacar.

“Dinheiro?” Matilda continuava falando, recusando-se a ser dissuadida por seu desinteresse. “Desrespeito? Traição…”

Artur cerrava os dentes com raiva mal contida, ele teria se levantado e saído até então, mas ele tinha a sensação de que era exatamente isso que Matilda queria.

“…Amor frustrado?” Ela continuava listando, e apesar de si mesmo, as sobrancelhas de Artur se ergueram.

“Oh?” Matilda rapidamente percebeu aquilo, seus olhos brilhando. “Não há motivo para me olhar tão severamente,” Ela riu de sua reação.

“Vou deixar pra lá agora,” Ela acrescentou, rindo diante da raiva de Artur.

Artur também poderia partir para um golpe baixo, mas decidiu contra isso, havia muito em jogo para ele ser despreocupado.

Ele não sabia como Matilda podia ser tão casual, como se matar pessoas fosse algo que ela fazia nos fins de semana.

Não era como se ele estivesse começando a ter pés frios, mas ele também não podia ser tão descuidado, um passo em falso poderia custar as vidas deles.

Artur nunca saiu de um quarto tão rápido quando o tempo de espera de uma hora acabou.

E, por sorte, Matilda não tentou puxar mais conversa.

Ele manteve o passo rápido até chegar à ala do mestre, somente então ele diminuiu o passo, seus nervos o dominando.

De volta à sala de jantar, Matilda também estava em movimento.

Artur teve a audácia de pensar que poderia dizer a ela o que fazer, ela não poderia se importar menos com a posição dele aos olhos de Davian, isso era muito mais importante do que ele.

Ela conhecia a mansão tão bem quanto Artur, e isso porque insistia em fazer passeios por ela todos os dias.

Era mais do que se familiarizar com seu novo lar, era também se preparar para momentos como este.

“Venha comigo, Savannah,” Ela se levantou e fez um gesto para sua filha.

Ela já havia feito planos com Savannah antes do jantar, então não havia necessidade de falar mais.

Ela substituiria Lago por Matilda. Davian ficaria desacordado por várias horas, seria fácil alimentá-lo com uma mentira crível sobre o que realmente aconteceu.

“Acelere o passo,” Ela disse secamente a Savannah, distraída com seus pensamentos.

Eles precisavam da sincronia perfeita para agir, logo após Artur recuperar Lago com sucesso, seria quando elas apareceriam.

-+-
Artur parou em frente à porta do Mestre Davian, contemplando por que havia se oferecido para assumir tanta responsabilidade nessa missão.

Claro, ele preferia lidar com as coisas que envolviam o Mestre Davian porque não confiava em Matilda.

Mas se algo desse errado bem aqui, seria o seu pescoço na forca.

Ele levantou a mão para bater suavemente, mesmo que não esperasse resposta, abrindo cautelosamente a porta.

O nariz de Artur se enrugou com o perfume avassalador do Mestre, entrando profissionalmente.

Ele limparia os pratos, os levaria para a cozinha e depois voltaria para pegar Lago.

As refeições estavam quase todas retiradas, os ocupantes da cama adormecidos nos braços um do outro.

Artur fez uma careta ao ver Lago agarrado ao Mestre Davian, seus dedos coçando para levá-lo embora naquele momento.

Mas ele precisava fazer as coisas conforme o protocolo, encobrir seus rastros era essencial para a sobrevivência deles.

Então ele limpou diligentemente e rolou a bandeja móvel conforme planejado, fazendo seu caminho pelo corredor.

Assim que ele virou e saiu da ala do mestre, Matilda e Savannah entraram sorrateiramente.

Elas caminhavam na ponta dos pés pelo corredor, Matilda abrindo rapidamente a porta do quarto de Davian.

Ela tinha um sorriso de escárnio no rosto ao ver os ocupantes dormindo no quarto, fazendo um gesto para Savannah se esconder no banheiro.

Ela ficaria lá até Artur voltar por Lago e então ela passaria o resto da noite no quarto.

Savannah apenas estaria lá de fachada, pois Davian estaria completamente desacordado, então ela literalmente não teria nada a fazer além de dormir em seu quarto.

“Não estrague isso,” Matilda advertiu, sua expressão séria.

Savannah observou sua mãe partir com pânico expressivo em seus olhos, um arrepio frio subindo por seus braços e pernas enquanto a porta do banheiro se fechava, trancando-a lá dentro.

Ela tentou ficar o mais quieta possível, ouvindo atentamente para tentar ouvir sua mãe sair.

Ela permaneceu imóvel em seu lugar até que ouviu a porta abrir novamente, seu coração na boca ao ouvir barulhos e mexidas através da porta fechada.

Artur estava no quarto.

Artur tinha um problema, e era tirar Lago das mãos do Mestre Davian.

Ele sabia que seu Rei do Crime estava completamente desacordado, mas era difícil tratá-lo com algo que não fosse o máximo respeito.

De alguma forma, ele conseguiu, pegando o corpo mole de Lago com facilidade e jogando-o displicentemente na cesta de roupas sujas móvel.

Uma vantagem de uma mansão tão grande era os itens improváveis que se mostravam incrivelmente úteis.

Agora ele só precisava esvaziar a roupa suja do Mestre Davian para fornecer o álibi perfeito.

Artur se dirigiu para o banheiro, ele precisava cobrir Lago com as roupas sujas do Mestre Davian, para vender o disfarce.

Ele se movia rapidamente agora que havia pegado Lago, abrindo a porta.

Artur parou na entrada com uma expressão franzida, certo de que havia visto algo pelo canto do olho quando abriu a porta.

Ele entrou e fechou a porta atrás dele, olhando ao redor atentamente, procurando por algo que ele não tinha certeza do que era.

No entanto, nada parecia fora do lugar, e ele não podia demorar, então ele rapidamente pegou a cesta de roupa suja e voltou para o quarto com ela.

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