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Parceiro Cativo - Capítulo 239

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239: -Capítulo 239- 239: -Capítulo 239- Lago duvidava que estaria cozinhando sozinho, preparar refeições elaboradas só seria divertido se o outro Ômega estivesse na cozinha com ele.

Caspian tinha uma visão tão positiva das coisas simples que isso deixava Lago curioso sobre o passado do Ômega.

“Você não trabalha mais para o Davian, certo?” Caspian foi a primeira pessoa a desviar a leve conversa sobre ingredientes de cozinha para algo mais profundo.

Lago enxaguou as mãos na pia e as secou com uma toalha.

Já passava do meio-dia, as cortinas estavam abertas, a luz do sol inundando a cozinha.

“Ele não me expulsou”, disse Lago, mexendo na gravata.

O problema de não ter ninguém com quem conversar significava que quando uma pessoa bem-intencionada fazia uma pergunta simples, a barragem se rompia.

“Só era o melhor que eu parasse de trabalhar na mansão”, continuou ele, tentando não pensar na maneira bagunçada com que saiu da mansão, e o Mestre Davian praticamente pedindo para ele não ir embora.

“Há algum outro lugar onde você queira trabalhar?” Caspian perguntou enquanto ele arrumava uma forma de muffin com forros de papel, os forros eram brancos com um padrão de coração vermelho.

Lago queria aproveitar a chance de trabalhar com Caspian, mas ainda não tinha certeza desse caminho.

Trabalhar para Caspian tornaria um pouco difícil manter a amizade deles como estava.

“Ainda não sei”, ele deu de ombros, verificando a massa para ter certeza de que estava bem misturada. “Estou basicamente em férias de um mês.”

“Ah, entendi”, Caspian murmurou, concentrado em sua tarefa, seu cabelo loiro-pálido caindo sobre o rosto bonito.

“Você não é daqui, né?” Lago decidiu perguntar, visto que a conversa havia tomado um rumo mais profundo.

“Não, eu nasci em Moonstone.” Caspian respondeu, exibindo sua preparação da forma de muffin para a massa.

“Parece ótimo”, elogiou Lago, passando a massa para Caspian para que ele pudesse colocá-la nos copinhos forrados.

“Na verdade, só estou em Haines há alguns meses”, continuou Caspian, soando tão surpreso quanto.

“Você gosta da cidade?” Lago direcionou a conversa para um tom mais leve.

Ele tinha ouvido os rumores que corriam sobre Caspian ser vendido em um leilão. Sua aparição no leilão foi mais discreta, então ele não investigou muito.

Mas não era incomum Ômegas serem sequestrados para serem vendidos se pudessem render altos retornos.

E considerando que Caspian teve dois dos três Reis da Máfia dando lances nele, ele podia ver porque quem quer que o sequestrasse optou por leiloá-lo.

Lago não precisava que lhe dissessem que um tópico assim era sensível demais para ser falado, a menos que Caspian fosse quem o trouxesse à tona.

Caspian fez uma careta, “Tem suas vantagens”, disse ele com uma risada na voz. “Agora é meu lar, então não tenho escolha a não ser tolerá-lo.”

Lago ficou um pouco quieto observando Caspian colocar quantidades aproximadamente iguais de massa em cada copo de muffin.

Eles não tinham feito muita massa de muffin caso estragassem, mas até agora estava correndo bem.

As palavras de Caspian o fizeram pensar sobre sua decisão de deixar a Máfia Negra completamente. Não era o melhor, mas ainda era seu lar.

E como Caspian disse, ele tinha que tolerar o único lugar que conhecia.

Ou assim teria feito se não tivesse pego o dinheiro de Matilda para partir.

Ele se arrependia? Talvez um pouco.

Afinal, era o único lugar que ele conhecia, ele sentia que estava flutuando no momento, e não havia chão sob seus pés.

Claro, partir havia aberto novas portas de oportunidades para ele e a chance de viver uma vida diferente.

Mas havia algo tão seguro na familiaridade que ele não queria deixar de lado.

“Já pensou em sair de Haines?” Caspian continuou a conversa, levando os muffins para o forno.

Lago se encostou em um balcão, seu cabelo escuro preso com um dos elásticos pretos que usava no pescoço.

“Haines é bem grande, então não muito.” Ele admitiu honestamente. “Mas sempre tive curiosidade sobre como é estar em uma alcateia.”

Caspian fechou gentilmente o forno e se endireitou, limpando as mãos no avental. “Uma experiência diferente para cada um. Quem sabe? Você pode gostar de lá.”

Lago duvidava disso, se ele não conseguia se encaixar na Máfia onde a ideia inteira era ter as pessoas mais improváveis formando uma espécie de família de retalhos, ele duvidava que uma alcateia caseira o aceitaria.

“Não estou curioso”, ele discordou, “Prefiro arrumar um trabalho simples aqui em Haines.”

“Esse era o meu plano”, Caspian disse com um sorriso. “Eu fugi da minha alcateia para começar uma nova vida em Haines. Não foi tão bem…”

A porta da cozinha se abriu então, os olhos castanhos penetrantes de Asher abarcando toda a cozinha como se esperasse que ela estivesse em chamas.

“A pizza chegou”, ele informou, indo direto para o seu parceiro. “Alguma coisa cheira bem.”

“Pare de me cheirar”, Caspian repreendeu carinhosamente.

Lago já estava saindo dali às pressas. Ele nunca foi uma pessoa que fantasiava sobre um emparelhamento perfeito, como Avery gostava de fazer.

Mas ter isso empurrado goela abaixo fazia com que a marca de emparelhamento dele queimasse.

Ele não estava com ciúmes, apenas um pouco triste por saber que nunca teria o mesmo acontecendo consigo.

Lago sacudiu-se para sair de seus pensamentos desanimados enquanto caminhava para a sala de estar e encontrava Jael com um pedaço de pizza na mão.

Esse era o lado negativo de cozinhar, ele tinha feito um único conjunto de muffins e já estava pensando em se estabelecer com um Alfa.

O que tinha naquela massa?

“Não pare por minha conta”, ele disse a Jael, seu tom seco.

“Então eu não vou”, disse Jael com franqueza, se deliciando. “Onde eles estão?”

Lago se sentou em um sofá, desinteressado na pizza recém-assada. “Provavelmente se pegando no meu balcão.”

Jael soltou uma risada com isso, quase se engasgando com a boca cheia de pizza.

E como se fosse um sinal, Caspian e Asher saíram da cozinha então, o rosto do Ômega corado num vermelho pálido.

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