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Parceiro Cativo - Capítulo 134

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134: +Capítulo 134+ 134: +Capítulo 134+ Caspian se enfureceu quando Asher o deixou no banco de trás e depois entrou no assento do motorista.

Ele tinha várias perguntas na ponta da língua, mas não queria perguntar no carro onde nem sequer podia olhar Asher nos olhos.

Então ele esperaria.

Asher o tirou do carro novamente e, desta vez, ele não protestou. De qualquer forma, ele nem estava de sapatos.

Caspian cruzou os braços quando chegaram ao quarto, tentando manter suas emoções sob controle até descobrir o que exatamente estava acontecendo.

“Por que você estava na piscina? Eu pensei que você estava ocupado demais”, Ele disse com irritação.

Ainda bem que era um dia ensolarado porque ele ainda estava úmido quando Asher o tirou da piscina e poderia ter pegado um resfriado se não estivesse quente lá fora.

Seus cabelos loiros pálidos colavam em seu rosto enquanto ele esperava pacientemente por uma resposta que fizesse sentido.

Asher arrancou seu boné de beisebol agora, empurrando seus cabelos para trás. “Vendo por mim mesmo que é perigoso demais deixar você sair.”

Caspian se endireitou ao ouvir isso, com as mãos caindo ao lado do corpo. “Você… você está pronto para ter essa conversa agora?”

“Não há nada para conversar”, disse Asher calmamente, “Você vai ficar na mansão onde é seguro.”

Caspian ainda não estava completamente compreendendo sobre o que Asher estava falando. “V-Vamos tentar chegar a um acordo?” Ele perguntou, esperançoso.

Se Asher não estava mais falando sobre ele partir, significava que ele estava disposto a considerar soluções alternativas.

“Não há nada para consertar. Você estará seguro aqui de mim e do resto do mundo.” Ele continuou naquele tom inquietante.

Caspian observou Asher começar a ir para a porta, “O… o que você está falando?” Ele sussurrou.

Quando Asher não respondeu, ele foi atrás dele rapidamente. “Asher, não ouse se afastar de mim.”

Isso parou o Rei do Crime, ele virou para encará-lo. Asher estendeu a mão para pegar as dele, abrindo suas palmas para mostrar as bolhas já formadas.

“Não gosto de ver você se machucar”, disse Asher silenciosamente, seus olhos cheios de emoções tumultuadas.

Caspian olhou para ele por alguns momentos, incrédulo, “Eu pensei que já tínhamos superado isso.”

Asher estremeceu com isso, soltando suas mãos. “Você não tem permissão para sair deste quarto.” Ele parou de ser sutil.

Caspian emitiu um som de descrença, “De jeito nenhum!” Ele respondeu agressivamente, mas Asher nem sequer vacilou.

“Sobre o que você está falando, Asher? O que está acontecendo?” Ele perguntou um tanto desesperadamente.

De todas as maneiras que ele havia imaginado que essa conversa pudesse acontecer, essa não era uma delas
Sua esperança de que Asher finalmente começasse a ser razoável para que pudessem ter uma conversa lógica foi quebrada contra o chão de mármore caro.

“Não é nada. Aqui você está seguro, então vai ficar aqui.”

O Alfa estava começando a soar como um disco riscado e isso assustou um pouco Caspian. Era quase como se Asher estivesse tentando se convencer de suas próprias palavras.

“Certo, venha se sentar, vamos resolver isso.” Ele decidiu tentar outra abordagem.

Asher não se abalou com isso, sua expressão estoica. “Se precisar de alguma coisa, as empregadas trarão para você, e eu colocarei homens para guardar a porta.”

Caspian ficou paralisado no chão quando Asher disse isso, incapaz de dizer uma palavra quando o Alfa virou-se para partir.

Ele fez questão de levar a chave consigo, o som nostálgico da chave girando na fechadura ecoando no quarto silencioso.

Caspian ainda estava em seu traje de banho úmido, mas ele não se importava, a dor fazendo seus olhos vidrarem.

Ele não conseguia acreditar que, após a conversa que tiveram e após suas tentativas de se tornar uma pessoa em que Asher pudesse confiar para cuidar de si mesmo, esta foi a conclusão que o Alfa tirou.

Era como se Asher não o ouvisse, ele poderia matar um homem com as próprias mãos, e Asher ainda estaria preocupado que ele se esforçasse demais.

Frustração borbulhava junto com as outras emoções que se avolumavam em seu peito.

Ele não estava com seu telefone porque ainda estava na bolsa da piscina, mas ele ainda podia alcançar Jael, então ele fez isso.

“Caspian?” Jael disse com cuidado, “Está tudo bem?”

Caspian estava furioso quando pediu para ser conectado a Jael, mas ouvir aquela pergunta fez seu peito apertar, seus olhos ardendo.

“Não. Asher me trancou.” Ele mal conseguiu dizer.

“O quê?” Jael sussurrou, incredulidade pesada em seu tom.

“Ele continuava falando em me manter seguro e não querer que eu me machucasse, mas será que ele sabe que a dor vai além de um corte sangrando ou uma costela quebrada?”

A voz de Caspian estava chorosa agora e ele mal podia falar. “Ele nunca me ouve. Ele nunca conversa comigo…” Sua voz foi diminuindo, sentindo um formigamento no nariz.

Jael ficou quieto na linha, ouvindo Caspian desmoronar lentamente.

O sentimento afundado de que ele não podia fazer nada além de assistir ao desastre, pingava através de suas veias.

Porque se Asher não ouviria Caspian, então ele não tinha esperança de chegar até ele.

“O que você quer fazer?” Ele perguntou baixinho.

Certamente isso o levaria a ser baleado, mas ele não ficaria parado observando Asher fazer exatamente a mesma coisa que seu pai fez.

Caspian espirrou, “Tomar um banho”, ele murmurou.

Ele precisava processar suas emoções antes de poder pensar no próximo passo.

“Certo. Me ligue se precisar de alguma coisa.” Ele expressou.

“Obrigado”, ele murmurou silenciosamente antes de desligar.

Ele não pretendia desabafar assim com Jael, as palavras saindo mais rápido do que ele poderia processá-las.

Mas era a verdade. Asher nunca o ouvia, e mais do que isso, o Alfa parecia não conseguir superar a visão dele como um Ômega frágil.

As últimas semanas foram uma montanha-russa emocional. Houve até momentos em que ele pensou que as coisas melhorariam… mas ele já não sabia mais.

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